Daily Archives: 2010/06/14

Quids S20: Que filme é este?

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S20 | 5 comentários

Resumo de uma Entrevista com Carlton Cuse e Damon Lindelof, os produtores de Lost

Evangeline Lilly, a Kate de Lost (http://imstars.aufeminin.com)

Evangeline Lilly, a Kate de Lost (http://imstars.aufeminin.com)

Introdução:

Corria o já longínquo ano de 2004 quando a ABC pediu ao produtor J. J. Abrams que a partir do sucesso do concurso televisivo Survivor – passado numa ilha tropical – desenvolvesse uma série que também incluísse elementos do conhecido romance “Senhor das Moscas” e da série televisiva norte-americana “Ilha de Gilligan”.

Abrams era já conhecido pelo seu sucesso na série “Alias” e haveria de criar aquela que seria uma das mais memoráveis séries de televisão de sempre: Lost (Perdidos).

A história começa com o voo 815 da Oceanic Airlines cujo Boeing 777-300ER se parte em pleno voo e se despenha sobre uma ilha do Pacífico com os seus 324 passageiros e um labrador retriever.

O argumento de Lost foi escrito por vários autores, sempre sob a orientação dos produtores Carlton Cuse e Damon Lindelof. Os produtores, contudo, nao se coibiram em pedir ajuda a terceiros, em aspectos muito especificos dos textos. Por exemplo, nas numerosas referencias a Física (viagens no tempo, quântica, etc), os produtores recorreram ao físico Sean Carroll.

Oposição Empirismo-Misticismo:
Um dos eixos fundamentais de Lost é a contraposição entre Jack e Locke. Jack, enquanto médico e homem de Ciência assume durante toda a série o lado da Ciência e do Empirismo. Locke, pelo contrário, assume-se como o representante do misticismo e da fé, pela simples razao de que foi alguém capaz de se erguer de uma cadeira de rodas e caminhar… De um lado (Locke), estão aqueles que preferiam que o enredo de Lost seguisse a via do Sonho, do Mundo dos Mortos e do Purgatório. Do outro (Jack), estão aqueles que preferiam que as explicações para os múltiplos mistérios de Lost fossem “científicos”: quântica, viagens no tempo, mundos paralelos, etc. No final do último episódio da sexta temporada qual foi a tendência que triunfou? A resposta parece evidente…

A “Teoria de Unificação” de Lost:
Ainda que pudesse ser elegante que houvesse uma teoria única para explicar tudo em Lost, o produtor Carlton Cuse deixou claro que tal coisa simplesmente não existem.

A Dharma Initiative:
Um dos aspectos mais fascinantes da história de Lost surge logo após a chegada dos sobreviventes do voo 815 à ilha quando se deparam (literalmente) com um urso branco. O urso era o produto de experiências biológicas realizadas durante a década de setenta por uma organização privada conhecida como “Dharma Initiative”.

O Rumo do Argumento. O papel de Gregg Nations:
Ainda que muitos de nós, fãs de Lost, gostássemos de pensar que desde o primeiro episódio os produtores tinham uma ideia precisa da solucao de cada mistério e do desfecho da série, sabe-se agora que não era nada assim. Pelo menos durante toda a primeira temporada, todos os componentes e mistérios do enredo não estiveram bem definidos e da maioria não havia mais do que uma ideia difusa! Só quando ficou claro que haveria mais temporadas além da primeira é que Carlton Cuse – o produtor principal – se começou a preocupar em reunir aquilo tudo num todo consistente e com respostas. Para cumprir essa espinhosa missão chamou o argumentista Gregg Nations que ao receber o convite, o aceitou mas lhe perguntou: “como foi possível chegares vivo ao fim da primeira temporada?”

Gregg Nations começou por documentar todos os detalhes do enredo de Lost em documentos Microsoft Word. Rapidamente, Nations iria tornar-se na autoridade máxima sobre Lost para os produtores e argumentistas da série. Um dos seus primeiros grandes desafios foi o de organizar todas as filmagens do interior do aviao do Oceanic 815. Muitas cenas tinham sido filmadas na primeira temporada com imagens do interior do aparelho, e Nations sugeriu que o aviao fosse reconstruído e cada secção cuidadosamente etiquetada. Sobretudo, preocupou-se em separar quem estava à frente e quem estava na retaguarda e por manter Jack e Rose sentados juntos, algo que era essencial para o enredo da série.

Alguns dos maiores mistérios das duas primeiras temporadas não tinham de facto solução na mente dos produtores nesse período, e por espantoso que possa parecer foi Gregg Nations que os começou a resolver, ainda que em parceria com Cuse e Lindelof. Esses mistérios sem solução eram:
o fim da série
o significado dos Números e
o papel de Libby

Porque é que as personagens de Lost não falavam dos mistérios da Ilha?
Sempre achei particularmente intrigante o facto de Kate, Jack, Locke, etc praticamente nunca falarem dos numerosos e fascinantes mistérios que os cercavam: desde o Monstro de Fumo, à origem das Ruínas (um mistério que ficou por resolver), a natureza da Luz, a causa da queda do aviao, como aparecera do nada o Farol, etc, etc. Bem, numa entrevista recente Damon Lindelof daria a resposta: “aquelas coisas com que a audiência estava obcecada (os mistérios), como a equação de Valenzetti, nunca eram falados pelas personagens porque nós queríamos que bas pessoas se focassem nas suas relações, se Kate ficaria com Jack ou Sawyer, nas complexidades da personalidade de Benjamin Linus, etc.”, na mesma entrevista, o outro produtor, Carlon Cuse acrescentaria: “se nos limitássemos a focar nos mistérios, Lost seria uma série muito chata”.

Mas alguns mistérios da primeira temporada tinham solução logo desde o início:
Na mesma entrevista acima citada, Lindelof, refere que a partir de um certo momento compreenderam que não podiam continuar a acumular mistérios sem terem logo desde o começo a sua solução. Tal foi o caso com o Urso Polar, da Estação Cisne enterrada na selva. Como cada um desses mistérios seria exposto era contudo algo sobre o qual nao havia nem sequer uma vaga ideia nas primeiras temporadas, segundo os produtores…

A Dharma Initiative e a Viagem no Tempo:
Quando os produtores se aperceberam do enorme fascínio que havia na audiência quanto às atividades e natureza da Dharma Initiative pensaram que a melhor forma de as explicar seria fazer com que as personagens de Lost viajassem até à sua época. Assim surgiu o conceito de “viagem no tempo” em Lost.

O papel do Eletromagnetismo:
As cargas massivas de eletromagnetismo presente em “bolsas subterrâneas” na Ilha foram capazes de – nas palavras dos produtores – criar “wormholes” que permitiram realizar viagens no tempo, na Ilha. Foi assim que Ben apareceu na Tunísia, mas dez meses no passado, sinal que (como dizem os físicos é impossível viajar no Espaço sem viajar no Tempo).

O “Quociente Místico”:
Carlton Cuse, nesta entrevista, referiu que à medida que se aproximava o fim da série, o chamado “quociente místico” iria aumentando, mas foram tomados cuidados para que este nao fosse excessivo, especialmente através ao recurso constante a Jack, o personagem mais empirista, isto explica porque é que nos últimos episódios da 6ª Temporada, um dos papéis centrais é precisamente o de Jack Sheppard…

Fonte Principal:
http://www.wired.com/magazine/2010/04/ff_lost/all/1

Categories: LOST (Perdidos) | 1 Comentário

Create a free website or blog at WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade