Daily Archives: 2010/05/18

Fernando Nobre: Parágrafos de Pensamento Político

Dr. Fernando Nobre (http://www.cm-lagos.pt)

Dr. Fernando Nobre (http://www.cm-lagos.pt)

Transladação dos militares portugueses mortos nas guerras coloniais
Conhecemo-lo por tratar dos vivos, mas o candidato a presidente de todos os portugueses não se esquece dos mortos. Nem do papel destes na defesa de Portugal. O médico prometeu que, se fosse Presidente da República, faria «todos os esforços» para que o Estado português transladasse os corpos dos militares que morreram em África, se as famílias assim o desejassem.
«Há muitos jovens que deixaram o território nacional. Em todas as aldeias do país temos pessoas que nunca mais voltaram e os seus parentes nunca fizeram o luto dos seus mortos. Por isso, eu sou a favor da transladação dos militares portugueses mortos nas guerras coloniais cujas famílias assim o solicitassem», conta o candidato, citado pela agência Lusa.
Foram poucos os militares mortos que regressaram a Portugal. Foram aqueles que as suas famílias que suportaram os custos da recolha e transladação. Fernando Nobre, acha que é uma questão de «dignidade do Estado» pagar essas despesas. «Acho que honraria o Estado português participar na transladação efectiva dos seus combatentes mortos em defesa da pátria. Era esse o lema e a mensagem que era dada aos jovens militares portugueses e a oficiais que morreram em combate». O médico não combateu na guerra do Ultramar, mas, nascido em Luanda, lembra-se de, em criança, «ter visto chegar os soldados portugueses com algum sentimento de paz e de segurança», o que o influenciou a ter esta posição.
http://www.tvi24.iol.pt/politica/fernando-nobre-presidencia-ultramar-mortos-tvi24pt/1149155-4072.html

Desenvolvimento do Interior
O médico Fernando Nobre prometeu este domingo que se for eleito Presidente da República exercerá a «magistratura de influência» no sentido do desenvolvimento do interior de Portugal.
Em declarações aos jornalistas em Viseu, onde teve um encontro com voluntários da sua candidatura, Fernando Nobre garantiu conhecer bem o «interior despovoado» e lamentou que «o reordenamento do território e o desenvolvimento integrado» estejam por fazer.
«Acho que caberá ao Presidente da República – e se eu for eleito terei uma preocupação muito centrada nessa temática – andar pelo interior e exercer a sua magistratura de influência, fazendo com que serviços essenciais no que diz respeito à saúde, à educação, à electricidade, aos correios, não abandonem certas partes do território nacional votando-as à desertificação», afirmou.
Disse também ser necessário «promover o desenvolvimento económico, tentar fixar empresas nessas áreas do país», para que não se agrave a tendência já verificada «há muitos anos», em que «as sedes dos concelhos aspiram de algum modo todo o concelho, as capitais de distrito aspiram depois os concelhos, depois nas capitais de distrito há uma tendência de corrida para o litoral».
«Acho que para o nosso desenvolvimento integrado do território enquanto um todo, enquanto nação, não é positivo. Caberá ao Presidente da República andar por essas regiões do país, sensibilizando, apelando e exercendo a sua magistratura de influência para que alguns sectores não abandonem o interior do território nacional», acrescentou.
O candidato à Presidência da República considerou ainda que «milhões de portugueses» ficarão prejudicados com o PEC, e exortou o Governo a escutar «os elementos do seu próprio partido» e a corrigir «alguns aspectos» do documento.
«O Governo tem toda a legitimidade para governar, mas sensibilidades que têm vindo a lume no quadro do próprio partido do Governo demonstram que não há unidade sobre temas sociais delicados», afirmou aos jornalistas em Viseu, no final de um encontro com voluntários da sua candidatura.

http://www.tvi24.iol.pt/politica/fernando-nobre-ultimas-pr-tvi24/1149074-4072.html

Contra o PEC
Viseu, 21 mar (Lusa) – O candidato à Presidência da República Fernando Nobre considerou hoje que “milhões de portugueses” ficarão prejudicados com o PEC, e exortou o Governo a escutar “os elementos do seu próprio partido” e a corrigir “alguns aspetos” do documento.
“O Governo tem toda a legitimidade para governar, mas sensibilidades que têm vindo a lume no quadro do próprio partido do Governo demonstram que não há unidade sobre temas sociais delicados”, afirmou aos jornalistas em Viseu, no final de um encontro com voluntários da sua candidatura.
Na sua opinião, “algumas medidas contidas no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) vão pôr em causa a classe média nacional” e, por isso, fez votos para que “o Governo escute os elementos do seu próprio partido e que possa, na medida do possível, corrigir alguns aspetos”.
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10830197.html

Condomínios Fechados
O médico acredita que “ a solidariedade começa por nós” e, nesse seguimento, há uma série de “trabalhos” a vencer, sendo o maior de todos a pobreza e exclusão social. “Estamos numa nova fase de construção de fortalezas”, afirmou, numa alusão aos condomínios fechados. Nobre considera que essa necessidade de resguardo vem da consciência de que o mundo está menos seguro, o que, por sua vez, acontece “porque não entendemos que temos de distribuir melhor a nossa riqueza”. “Temos que apertar o cinto para que outros mundos possam desapertar o deles”, apelou.
http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=222&id=11423&idSeccao=2365&Action=noticia

Alterações Climáticas
Outro dos desafios a vencer é o das alterações climáticas. Fernando Nobre acredita na probabilidade da humanidade ter que abandonar este planeta, se não cuidar dele, e avisa que a evacuação só será possível para um milhão de pessoas, sendo que a população mundial é actualmente de 6.500 mil milhões. “É preciso bom senso e isso terá que ser impulsionado por nós, porque as lideranças ainda não compreenderam que é preciso olhar a médio prazo”, lamentou.
Fernando Nobre compara o planeta a uma “hérnia em vias de estrangulamento” e alerta para a necessidade de “tomar decisões difíceis e actuar”.
http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=222&id=11423&idSeccao=2365&Action=noticia

Imigração
No que respeita à imigração, o médico avisa que nunca foi possível parar este movimento e apela à tolerância das pessoas, com base sobretudo no facto do povo português ser ele próprio o resultado de várias culturas e na história de emigração portuguesa. “É natural que venham ter connosco”, disse, referindo-se aos imigrantes. “Para eles somos uma árvore de Natal. Além disso, nós também emigrámos em massa e continuamos a fazê-lo, por isso temos que aceitar que venham até nós”.
http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=222&id=11423&idSeccao=2365&Action=noticia

Os perigos sobre a Democracia
Nobre apelou ainda à consciencialização dos deveres de cidadania, nomeadamente o dever “supremo” de “preservar a liberdade e a democracia”. “O pilar da cidadania tem de ser forte para que os outros pilares – nomeadamente, o do Estado – sintam que estamos atentos”, defendeu. Para o presidente da AMI, a democracia é uma “flor frágil” que tem de ser cuidada. “Vocês nasceram em democracia (…) nada vos garante que venham a morrer em democracia”, alertou.
http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=222&id=11423&idSeccao=2365&Action=noticia

Lusofonia
Lusofonia, a importância do espaço da Lusofonia para a nossa afirmação no mundo e nos mercados internacionais.
Portugal com a dimensão do mundo.
O Passaporte Lusófono (de Agostinho da Silva)
Portugal é o mundo lusófono, mais todas as comunidades e todas as comunidadades lusodescendentes no mundo.
“Estar em Portugal é estar no mundo, não só o retângulo que temos com as ilhas dos Açores e a Madeira, mas também com os PALOPs e um mundo que corro há mais de 30 anos.”
http://movimentolusofono.wordpress.com/2010/03/25/breve-entrevista-de-renato-epifanio-mil-ao-dr-fernando-nobre/

Agência de notação financeira (“rating”) pública
O candidato à Presidência da República Fernando Nobre defende que a União Europeia (UE) deveria criar uma agência de notação financeira (“rating”) pública, com “critérios muito transparentes” e respeitados por todos os Estados-membros.
“A UE deveria ter uma agência de ‘rating’ pública, com critérios muito transparentes, aos quais todos os Estados se submeteriam e aceitariam as classificações assim definidas”, afirmou Fernando Nobre à agência Lusa.
Desta forma, os Estados-membros não estariam “permanentemente sujeitos a classificações de empresas que muitas vezes não se sabe quais são os interesses verdadeiros que têm para publicar certos dados”, como, na sua opinião, aconteceu com Portugal.
Na quarta feira, a agência de notação financeira Fitch desceu o “rating” de Portugal para AA-, apesar de considerar que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) é “globalmente credível” e apresenta um cenário macroeconómico sensato.
Fernando Nobre considera que “não seria exequível” o Estado português processar as agências de “rating”, como estão a fazer vários estados norte-americanos.
Na sua opinião, a UE é que “deveria demonstrar muito mais empatia e solidariedade para com os seus membros, nomeadamente a Grécia, do que aquilo que tem vindo a lume”.
“Acho que a UE deveria ter uma atitude muito diferente do que aquela que tem tido. As agências de ‘rating’ são privadas, a sua classificação faz com que os especuladores ataquem ou não ataquem um certo país, como está a acontecer com a Grécia”, explicou.
É por isso que entende que a UE deveria “ter uma agência de ‘rating’ pública, oficial e que também deveria publicar os seus resultados com toda a transparência, porque o que está subjacente a algumas classificações dessas empresas privadas pode não ser tão transparente assim”.
Fernando Nobre considera que Portugal ficou prejudicado quando foi associado à “palavra insultuosa” PIGS – nome dado ao grupo de Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha (iniciais em inglês desses países) – e “quando o comissário europeu (Joaquín) Almunia fez as declarações que fez extremamente infelizes e inoportunas”, ao comparar a situação económica de Portugal à da Grécia.
“É evidente que tudo isso atinge a dignidade e a credibilidade do Estado português”, frisou, congratulando-se por tanto o Governo, como o Presidente da República terem reagido para defender “o bom nome e a realidade da economia portuguesa”.
http://www.ionline.pt/conteudo/52780-uniao-europeia-deveria-ter-agencia-rating-publica-diz-fernando-nobre-

Partidocracia
Nada tenho contra os partidos ou a democracia partidária, porque não existe outra. Mas sou contra o sufoco partidário da vida pública. Acredito, sincera e profundamente que um homem livre, só e independente, pode servir melhor o país, nesta altura tão difícil e sensível para Portugal. A magistratura suprapartidária do Presidente da República deve ser exercida sem demagogias, sem populismos, sem anti-corpos contra os partidos e os políticos.
A minha candidatura é, também, a candidatura dos que não tiveram voz até agora, dos que se desiludiram com a política, dos que acreditam que a política não se esgota nos políticos e não é a sua coutada privada. Não é uma candidatura neutral, é uma candidatura empenhada, que diz respeito a todos aqueles para quem o destino do país não é indiferente, e que acreditam que as mudanças indispensáveis podem, ainda, ser feitas dentro do quadro constitucional e institucional.
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Regeneração Ética da Vida Política do País
1 – Lutar, promover e incentivar a regeneração ética da vida política do país. Todos os eleitos, todos os nomeados politicamente, estão ao serviço do país e têm de prestar contas, honrar as suas propostas, assumir as responsabilidades e deveres do cargo e as consequências dos seus actos. Serei intransigente a exigir de cada um o cumprimento das suas obrigações. Portugal espera de cada um que cumpra o seu dever. A todos exigirei o mesmo que exigirei a mim próprio: trabalho, cidadania, solidariedade e ética.
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Justiça Social
2 – Apoiar e incentivar todos os esforços do governo e da sociedade civil no caminho da justiça social em todos os sectores da vida dos cidadãos: na educação, na saúde, nas oportunidades de emprego, na criação de riqueza, na justiça fiscal, na promoção de condições de vida dignas. Estarei particularmente atento à situação dos desempregados e dos trabalhadores precários assim como ao futuro dos nossos jovens, à dignidade do fim da vida dos nossos idosos, às comunidades emigrantes e imigrantes, porque entendo que todos eles são essenciais a uma equilibrada e saudável coesão social nacional.
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Soberania Nacional

3 – Defender a soberania nacional, tal como compete ao Presidente, entendida num sentido amplo e concreto: a defesa dos seus recursos e riquezas naturais, do seu património histórico e natural, da língua, da cultura e do prestígio do seu nome no concerto das nações.
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Crise da Justiça
4 – Não pactuar com a situação trágica da justiça em Portugal. É privilégio e função primeira do Estado a aplicação da justiça, e um Estado que o não faz é um Estado que não tem justificação moral. Defenderei, pois, intransigentemente, a independência da Justiça, mas não aceitarei que o corporativismo, a ineficácia, a irresponsabilidade ou as justificações de circunstância neguem o direito de todos, por igual, à Justiça. Também na Educação, na Saúde, na Economia e na Defesa, é a Justiça que deve estar ao serviço das pessoas e do Estado e não o contrário.
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Crise Financeira Portuguesa
Portugueses: Todos sabemos que Portugal não é um País rico e que a sua situação económica e financeira é hoje muito difícil. Não existem milagres nem soluções mágicas em tempo recorde. A minha tarefa será a de despertar, motivar e incentivar o espírito de cidadania em cada um dos portugueses: todos temos direitos, e todos temos deveres para com o país.
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Boa Governação Local
Ao fim e ao cabo, a liderança global já existe! Infelizmente, actualmente ela é secreta, feita de cima para baixo e nada democrática. Ela está inoperativa, descoordenada, cacofónica e descredibilizada com as guerras do Iraque e Afeganistão com as confusões do Kosovo (estendidas à Ossétia do Sul e à Abacásia), com a Crise Financeira e Económica sistémica, com as piratagens no mar da Somália e a desgovernação na República Democrática do Congo, no Zimbabué, na Somália, na Chechénia, Birmânia…Por tudo isso é que a nada clara governação global, não assumida, constituída pelas Nações Unidas, FMI, BM, OMC, Clube de Roma, o G8, o G20, G2+18, G2 e, menos globalmente, a OPEP, a ASEAN, a União Europeia, a OCDE, a OSCE… está caduca. A Governação Global tem que ser absoluta e urgentemente reformada, reenquadrada e democraticamente legalizada, tendo em conta a premência de Soluções Globais. Não há volta a dar!Exige-se a reforma das instituições e a renovação das lideranças comprometidas com desvarios passados, assim como sucedeu nos EUA com a substituição do senhor Bush filho pelo senhor Obama, a fim de que sejam tratadas com eficácia, humanismo e urgência a Crise financeira, económica, social e política presente, a Crise ambiental, a Crise da violação constante dos Direitos Humanos, a Crise da corrida armamentista, a Crise do Direito Internacional, a Crise da Insegurança e dos Terrorismos, a Crise dos Refugiados, a Crise dos já débeis Sistemas Democráticos, a Crise Cultural e Religiosa, a Crise do Desenvolvimento Global (implementem-se já os Objectivos do Milénio e um Comércio Justo!), a Crise da Confiança…
A Terra precisa de um Sistema de Governação Global (SGG) ético, credível, respeitado e operativo. É vital que se integrem nesse SGG personalidades de grande craveira moral, ética e sábios. Elas existem! Alguns, poucos, Prémios Nobel da Paz, da Economia, da Literatura… Bem peneirados, pois não há nenhum prémio, como não há nenhum grau ou qualidade científica e académica que garanta, de per si, aos seus titulares a integridade, seriedade e coragem necessárias. Precisamos de espíritos livres com coluna vertebral!
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Exploração do Espaço
Foi então que os nossos cientistas se puseram a estudar com afinco o nosso próprio sistema solar, uma vez descartadas as míticas aventuras dos marcianos e outros venusianos, para ver onde, ainda que com múltiplas adaptações (Gravidade, O2, Água, Temperatura, Luz…), as nossas espécies vivas, incluindo a humana, poderiam instalar-se e sobreviver caso a vida se tornasse impossível no nosso Planeta.
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Explosão Demográfica
Se em 1900, desde o início da humanidade com as cidades sumérias e mesopotâmicas há uns 10 mil anos, só éramos 1000 milhões de habitantes no planeta, em 1921, quando a minha Mãe nasceu, já éramos uns 2000 milhões e em 1951, quando eu nasci, passámos a ser 3000 milhões. Hoje, já ultrapassámos os 6000 milhões a consumir cada vez mais e a esgotar os recursos do planeta (fontes minerais, energéticas, mares, solos…) e a poluir o ar (atmosfera), os rios e oceanos (hidrosfera) a explorar a terra (fontes minerais, energéticas, solos…) e a arruinar a nossa biodiversidade.
Estes números querem dizer apenas isto: desde o ano em que a minha querida Mãe nasceu a população do Planeta mais do que triplicou e desde que eu nasci mais do que duplicou, com o consumo a disparar tanto na vertente alimentar – mais carne (o que consome muito mais energia para a sua produção: no mínimo 6 vezes mais do que os cereais para o mesmo número de calorias),
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Consumismo e CO2
Tornou-se então necessário, indispensável, calcular a pegada das pessoas, empresas e nações (consumo e subsequente produção do nocivo CO2) para chegar à impossível conclusão, a presente quadratura do círculo: o Planeta não aguenta mais! Tanto mais que os povos dos países emergentes e os outros prosseguirão as suas ambições, estão no seu mais estrito direito, de quererem adoptar o nosso modo de vida e consumo…
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Perdão da Dívida
o perdão da dívida e dos juros de dívida dos países mais pobres e endividados (alguns deles já pagaram várias vezes essas dívidas espúrias);
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Fundo de emergência e salvação para a África subsariana
a criação de um fundo de emergência e salvação para a África subsariana, constituído pelos fundos das contas dos corruptos, por uma taxa sobre as transacções financeiras (tipo Taxa Tobin), por uma taxa sobre as transacções de armamentos e por uma taxa sobre os voos aéreos;
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Comércio Justo
o desenvolvimento do comércio justo que incentive e proteja a sobrevivência dos pequenos agricultores do Sul;
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Israel e Palestina
A pacificação do conflito israelo-palestiniano, com a criação e reconhecimento de dois Estados economicamente viáveis e verdadeiramente soberanos, é a pedra basilar para a eventual resolução dessas tremendas conflituosidades que acabo de referir. Uma vez esse imbróglio histórico, político, territorial e militar ultrapassados, estarão criadas as condições favoráveis para se dar um passo na resolução das outras guerras vigentes na região se, também aí, as nossas democracias souberem fazer passar muito claramente a mensagem de que não serão nunca mais aceites e praticados por nós violações de todo inaceitáveis dos Direitos Humanos, do Direito Internacional e das Convenções de Genebra… Só assim poderemos invocar qualquer autoridade moral para podermos exigir em todo o Mundo o respeito desses direitos elementares.
Para mim, já o escrevi há anos, a resolução da tragédia que é o conflito israelo-palestiniano e que está a gangrenar o Mundo só poderá ter um fim se houver dois Estados, reconhecidos e resultando de uma partilha equitativa do território, com soberania plena dos seus governos, com uma utilização equilibrada dos recursos hídricos e um diálogo fraterno entre os dois governos semitas, oriundos de eleições reconhecidas como justas e livres, ficando Jerusalém exclusivamente como Cidade Santa, Património Mundial da Humanidade e sob gestão das Nações Unidas.
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Terrorismo
Esses grupos e movimentos terroristas, hoje espalhados no mundo e inter-relacionados, pugnam pela destruição da nossa sociedade e sonham tomar o poder, criando o caos se necessário. Para tal, estão prontos e dispostos a avançar, como já o fizeram, com massacres em massa de inocentes. É evidente que esses grupos têm de ser combatidos com determinação total, mas tal não nos dá o direito de utilizarmos também metodologias terroristas, como se tem verificado e é sobejamente conhecido da opinião pública mundial.Tal não é admissível, como muito justamente diz James Follows (excertos do The Atlantic Monthly de Boston referidos no nº75 do Courrier Internacional) citando David Kilcullen “ É a Al-Qaeda mais a nossa reacção que criam um perigo mortal”, e Sir Richard Dearlove “A causa da América está perdida se esta não conseguir restabelecer a sua estatura moral”.
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Comércio de Armamento
Eis um tema melindroso mas real. Os Estados e os movimentos que se guerreiam não o fazem à pedrada nem à flechada! Todos eles se abastecem, quase livremente e às claras, junto dos grandes produtores ou de empresas “particulares” ditas “independentes” mas que têm canais de ligação aos Estados e aos poderes. São muitas vezes empresas fictícias, de fachada, que permitem aos Estados produtores vender e evacuar os seus stocks, sobretudo de bombas, outros explosivos e equipamentos bélicos que tenham os seus prazos próximos da expiração. Muitas vezes é mais fácil enviar esses foguetes explodirem sobre pessoas do que pagar o custo da sua reciclagem. É, neste caso também, a lógica do mercado e da produtividade a funcionarem no seu melhor…
O busílis de toda a questão do armamento (produção e venda), que demonstra que o fenómeno da Paz é uma autêntica quadratura do círculo, é que os maiores produtores e vendedores de equipamentos bélicos no e para o Mundo são os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e que, absurda e cinicamente, são exactamente aqueles que têm como primeira missão zelar pela Paz no Mundo…O que dizer mais?
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Crise Financeira e Regulação dos Mercados
– Sem o restabelecimento da insubstituível CONFIANÇA entre os cidadãos, os governantes, os empresários e o sistema financeiro, vulgo banca, será de todo impossível sair-se da presente espiral negativa criada pela ganância e a irresponsabilidade de uma certa “liderança” enferma de egocentrismo e indiferença. Sem se tomarem as decisões imprescindíveis e urgentes na política e na justiça (regulamentações diversas, julgamento rápido dos prevaricadores e imediata confiscação de todos os seus bens, estejam onde eles estiverem, em seus nomes ou não…), decisões que devem ser vistas como essenciais par a salubridade ética e moral de uma sociedade e de um sistema financeiro completamente pervertidos porque engendrados por mentes enfermas de ganância, sem o mínimo bom senso, e desconectadas da realidade, a CONFIANÇA não regressará e então nada será possível. Nem em 2009, 2010, 2011, ou 2012…
– A derrocada em curso já provocou pelo menos o surgimento de mais duas centenas de milhões de pobres no Mundo: nos países mais pobres mas também no seio dos países até agora definidos como ricos ou desenvolvidos. A esse respeito a procissão só agora chegou ao adro e mais centenas de milhões de pobres e de miseráveis surgirão até que se consiga estancar a hemorragia do desemprego e da desesperança.
– Sem uma MUDANÇA RADICAL DO PARADIGMA sobre o qual se alicerçou a Sociedade Humana vigente, há décadas ou mesmo há séculos, não há saída sustentável para a actual crise sistémica. Se essa MUDANÇA PROFUNDA DE COMPORTAMENTOS não ocorrer, e quanto mais depressa melhor, podemos estar certos que a instabilidade financeira, económica, social e política irá agravar-se e desembocará numa crise de regime profunda em todo o Mundo que gerará conflitos globais, sociais e militares, tremendos.
Os “líderes actuais” responsáveis da “Ideologia Económica do Desastre”, por convicção ideológica ultraliberal, por subserviência ou demissão perante o desregulado poder financeiro ou por mera ganância ou incompetência, não pensem que bastará apenas fazer uma superficial cirurgia estética (para povo ver e ser ludibriado), para continuarem, ficando tudo na mesma, a actuar como fizeram até hoje!
– Os mercados terão que ser muito mais regulados, as Off Shores (paraísos das fraudes e outras evasões fiscais) terão que ser banidas, os Estados vão ter que controlar os pilares mestres do seu sistema bancário, segurador, energético e hídrico (e não abrir mão evidentemente dos seus sistemas de segurança interna e externa assim como das suas relações exteriores…), e será necessário regulamentar com um mínimo de ética e bom senso as obscenas disparidades actuais nos salários (e outros bónus) e nas reformas!
– É urgentíssima a estabilização do Mercado e o fim dos cortejos de despedimentos, dos layoff e dos trabalhos precários, causas, senão mesmo sinónimos, de maior pobreza e miséria. É agora porque em 2010, 2011 ou 2012 já será tarde demais porque com o rebentamento das Bombas Sociais o equilíbrio societário será rompido com consequências imprevisíveis!
“Os mercados terão que ser muito mais regulados, as Off Shores (paraísos das fraudes e outras evasões fiscais) terão que ser banidas, os Estados vão ter que controlar os pilares mestres do seu sistema bancário, segurador, energético e hídrico (e não abrir mão evidentemente dos seus sistemas de segurança interna e externa assim como das suas relações exteriores…), e será necessário regulamentar com um mínimo de ética e bom senso as obscenas disparidades actuais nos salários (e outros bónus) e nas reformas!”
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Funções do PR:
“O pilar do Estado a que me candidato tem funções importantíssimas e insubstituíveis.”
“Eu nunca vivi da política mas acredito que tenho os atributos necessárias e suficiente onde poderei criar os pontos de união.”

Sobre o apoio a Durão Barroso:
“Exige ainda que se consulte os povos quando a opção da guerra não consta de nenhum programa eleitoral ou de governo” (…)
“A boa governação não aceita que se façam guerras baseadas na trapaça e na mentira (como aconteceu com a guerra do Iraque) e que se encete, em período próximo de eleições, malabarismos de marketing, afirmando e prometendo tudo e o seu contrário ou pura e simplesmente que se fuja às suas responsabilidades, sobretudo se for para ocupar um lugar de maior destaque…”
“Esses espúrios comportamentos e atitudes vergonhosas contribuíram decisivamente para a descredibilização das classes políticas e dos governantes responsáveis pela actual desorientação e desmotivação dos povos.”

Sistema de Governação Global:
“Ao fim e ao cabo, a liderança global já existe! Infelizmente, actualmente ela é secreta, feita de cima para baixo e nada democrática. Ela está inoperativa, descoordenada, cacofónica e descredibilizada com as guerras do Iraque e Afeganistão com as confusões do Kosovo (estendidas à Ossétia do Sul e à Abacásia), com a Crise Financeira e Económica sistémica, com as piratagens no mar da Somália e a desgovernação na República Democrática do Congo, no Zimbabué, na Somália, na Chechénia, Birmânia…””A Terra precisa de um Sistema de Governação Global (SGG) ético, credível, respeitado e operativo. É vital que se integrem nesse SGG personalidades de grande craveira moral, ética e sábios. Elas existem! Alguns, poucos, Prémios Nobel da Paz, da Economia, da Literatura… Bem peneirados, pois não há nenhum prémio, como não há nenhum grau ou qualidade científica e académica que garanta, de per si, aos seus titulares a integridade, seriedade e coragem necessárias. Precisamos de espíritos livres com coluna vertebral!”
“Sabemos, sei, que a ideia e a concretização de um Sistema de Governação Global não vai ao encontro dos ideais sectários e nacionalistas daqueles que ainda sonham, querem e lutam, com todos os meios legítimos e ilegítimos ao seu alcance, pela constituição de governos imperialistas sustentados por determinadas ideologias, que sempre excluem o outro.”

A Explosão Demográfica:
“Estes números querem dizer apenas isto: desde o ano em que a minha querida Mãe nasceu a população do Planeta mais do que triplicou e desde que eu nasci mais do que duplicou, com o consumo a disparar tanto na vertente alimentar – mais carne (o que consome muito mais energia para a sua produção: no mínimo 6 vezes mais do que os cereais para o mesmo número de calorias), mais carros, mais televisões, mais computadores, mais telemóveis, mais i-pods…”

Pegada de Carbono:
“Tornou-se então necessário, indispensável, calcular a pegada das pessoas, empresas e nações (consumo e subsequente produção do nocivo CO2) para chegar à impossível conclusão, a presente quadratura do círculo: o Planeta não aguenta mais! Tanto mais que os povos dos países emergentes e os outros prosseguirão as suas ambições, estão no seu mais estrito direito, de quererem adoptar o nosso modo de vida e consumo…”

Sociedade Civil:
“De facto, a implicação sistemática da Sociedade Civil organizada nos processos de decisão de assuntos que dizem respeito à vida dos cidadãos, é decisiva, se quisermos um Portugal, uma Europa e um Mundo aberto e democrático que, efectivamente, pretenda, e talvez consiga, erradicar a pobreza e promover um desenvolvimento sustentado e durável para todos.”

O perdão da dívida:
“O perdão da dívida dos países em desenvolvimento e o congelamento das contas bancárias astronómicas dos seus corruptos e insensíveis governantes, a defesa das mulheres no mundo, a luta pela democracia participativa em todos os países, mesmo nos actualmente ditos democráticos, o fim dos regimes ditatoriais e corruptos, a luta pela salvaguarda do meio-ambiente, o fim do trabalho e da prostituição infantis”

Congelamento das contas bancárias dos corruptos:
“congelamento das contas bancárias astronómicas dos seus corruptos e insensíveis governantes”:

Emigração e Comércio Justo:
“Em Janeiro de 2007, escrevi este texto, hoje prefácio de um livro prestes a ser publicado: “Comércio Justo para Todos”
“o desenvolvimento do comércio justo que incentive e proteja a sobrevivência dos pequenos agricultores do Sul”

Micro-Crédito
o desenvolvimento do micro crédito (é essencial que os decisores globais e o sistema bancário tenham em atenção as pessoas e entendam, por isso mesmo, que a microeconomia é necessária e indissociável da macroeconomia);
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Fundo de Emergência para a África:
“a criação de um fundo de emergência e salvação para a África subsariana, constituído pelos fundos das contas dos corruptos, por uma taxa sobre as transacções financeiras (tipo Taxa Tobin), por uma taxa sobre as transacções de armamentos e por uma taxa sobre os voos aéreos”

Patentes:
“a moralização, nomeadamente da OMC e da sua nefasta política proteccionista de patentes de certos medicamentos e espécies agrícolas”

Produtividade:
“se sabemos ser eficazes e produtivos no Luxemburgo, na Bélgica, na Austrália ou nos Estados Unidos porque não em Portugal? Ousemos pois interrogar-nos!…)”

Corrupção:
“combate determinado à fraude e evasão fiscais (o que será facilitado se o Estado for visto como pessoa de bem!)”

Cidadania Empresarial:
“desenvolvimento do fundamental conceito de “Cidadania Empresarial”, valorização da competência profissional, do método e da organização em detrimento do laxismo, do amiguismo e do clientelismo político que já tanto prejudicaram o País.”

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Categories: Fernando Nobre, Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 4 comentários

Quids S19: Que empresa construiu este aparelho?

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Foi divulgado um relatório dos EUA com… 32 acidentes diferentes com armas nucleares

Segundo um relatório do Departamento de Defesa dos EUA, nas últimas décadas houve pelo menos 32 acidentes com armas nucleares. E “pelo menos” quer dizer que podem ter havido ainda mais, especialmente porque o próprio relatório indica que se refere apenas a acidentes ocorridos depois de 1980.

Entre estes 32 acidentes contam-se bombas nucleares deixadas cair de aviões, um disparo acidental de um retrofoguete de um míssil balístico, a dispersão de materiais radioativos e até a perda de bombas nucleares, das quais algumas até hoje nunca foram encontradas.

Os locais destes acidentes foram muito diversos) Groenlândia, Espanha, Inglaterra, Marrocos, uma base militar não identificada, e em 16 Estados dos EUA, para não falar de três oceanos.

Alguns dos acidentes nucleares incluídos neste relatório já eram conhecidos, mas outros são completamente novos e a maioria reportam-se a acidentes com o programa “Airborne Alert” que mantinham permanentemente no ar uma série de bombardeiros B-52 sempre prontos a largarem as suas bombas sobre a União Soviética, caso esta atacasse os EUA. Como este programa terminou em 1968 estes incidentes também diminuíram.

O relatório assume um tom tranquilizante ao mencionar que “nunca houve detonação nuclear total ou parcial”, ainda que admita que em várias ocasiões material radioativo entrou em contacto com o meio ambiente…

O relatório lista alguns dos acidentes mais notáveis com engenhos nucleares:

1957: Uma bomba nuclear caiu pela baía de bombas de um bombardeiro B-36 perto da base aérea de Kirkland, no Novo México. A bomba caiu no solo e os explosivos do seu detonador rebentaram, mas como não estava armada, não detonou.

1958: Um B-47 ejetou acidentalmente uma bomba nuclear que caiu no jardim da família Gregg em Mars Bluff, na Carolina do Sul. A explosão do detonador criou uma cratera de várias dezenas de metros de largura e profundidade e a casa da família Gregg foi completamente destruída. Cinco casas próximas e uma igreja sofreram também alguns prejuízos mas houve apenas feridos ligeiros entre os Gregg.

1960: um míssil antiaéreo com ogiva nuclear incendiou-se e ardeu durante 45 minutos na base aérea de McGuire (Nova Jérsei) e derreteu-se. A carga atómica caiu do míssil em chamas.

1961: um B-52 com duas bombas de 24 megatoneladas cada partiu-se em pleno voo perto de Goldboro, na Carolina do Norte. Uma das bombas caiu num depósito de água de uma quinta, enterrando-se mais de 30 metros no solo. A Força Aérea acabou por comprar o terreno. Segundo um relatório do Pentágono, cinco dos seis mecanismos de segurança falharam e foi apenas o bom funcionamento do sexto que impediu a explosão da arma nuclear.

1966: um B-52 com quatro bombas nucleares colidiu com um KC-135 sobre Palomares, em Espanha. Duas destas bombas foram recuperadas do oceano mas outras duas caíram no solo e detonaram os seus explosivos convencionais, largando então grandes quantidades de radiação. Para resolver o problema, os EUA tiveram que remover mais de 1400 toneladas de solo e vegetação e transportá-los para os EUA.

E estes são apenas alguns dos acidentes mais mediáticos… E apenas aqueles que aconteceram nos EUA. Não é difícil adivinhar que um número ainda maior (e mais grave) sucesso na URSS e na China… Já para não falar das outras potenciais nucleares, como a França e o Reino Unido.

Fonte:
http://nsarchive.wordpress.com/2010/04/02/document-friday-narrative-summaries-of-accidents-involving-nuclear-weapons/

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