Daily Archives: 2010/05/16

Hamid Karzai, o presidente afegão… é mentalmente estável? Ou melhor: droga-se?

Karzai... Entre doses? (http://cdn.wn.com)

Karzai... Entre doses? (http://cdn.wn.com)

Um antigo enviado da ONU questionou a “estabilidade mental” de Hamid Karzai, o presidente afegão e chegou até a sugerir se este estaria sob a influência de estupefacientes. As polémicas declarações foram produzidas por Peter Galbraith e este especialistas acabou a recomendar a Obama que limitasse a capacidade de Karzai em nomear funcionários para o seu país até que ele prove ser um parceiro fiável: “Karzai pode ser muito emotivo e agir impulsivamente. De facto, algumas pessoas que trabalham na administração Karzai alegam que ele tem um certo apreço por algumas das exportações mais lucrativas do Afeganistão”. E se isto não é uma referência a heroína, então não sei o que seja… Tal declaração terá ditado muito provavelmente o fim do presidente afegão. Não me espantaria muito se não tivesse sido orquestrada com certas agências de informação e que daqui a algumas semanas Karzai não viesse a ser alvo de “um infeliz acidente”, sendo substituído por alguém mais dócil e conformado do que este antigo agente da CIA…

Recordemo-nos que Galbraith foi despedido do escritório da ONU no Afeganistão – onde ocupava o segundo posto mais elevado – depois de se declarar contrário à fraude eleitoral massiva que reconduziu Karzai ao poder.

Fonte:
http://www.msnbc.msn.com/id/36196464/ns/world_news-south_and_central_asia/

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E se… Portugal saísse do Euro?

Euro (http://www.suapesquisa.com)

Euro (www.suapesquisa.com)

Se Portugal saísse do Euro isso seria efetivamente um “drama” para Portugal e para a nossa economia? Não há duvida de que ao ser uma das moedas mais fortes do mundo o euro permite importar a baixos preços e esse facto está na direta razão da galopante dívida externa portuguesa e dos crónicos défices comerciais lusos. A força cambial do euro é assim uma das fontes para as presentes dificuldades de Portugal.

O facto de Portugal usar uma das mais fortes moedas do mundo e de ter um tecido empresarial pouco competitivo, problemas de competitividade, inovação e produtividade significa que as nossas empresas são obrigadas a competir num mercado global cada vez mais desregulado e onde os nossos adversários não hesitam em recorrer à arma cambial (como no caso do muito desvalorizado yuan, a moeda chinesa) provocando a avalanche de falências e o crescendo de desemprego atual.

Se não estivéssemos colados ao euro poderíamos responder de forma rápida à crise económica, alterando o valor cambial da moeda própria que já não temos e ajustando de forma mais adequada a nossa situação periférica e as dificuldades estruturais da nossa economia aos desafios da Globalização.

Em teoria, a pertença a um espaço económico comum, delimitado pela moeda comum, deveria ser correspondida por uma rede de solidariedade capaz de compensar as economias mais fracas pelas desvantagens da integração monetária. As hesitações, a lentidão da reação e a fraqueza da mesma demonstraram que esta Europa não tem a devida solidariedade. Perante um ataque avassalador e concertado dos Especuladores (e das agências de Rating) os países do euro não se souberam juntar em torno dos seus membros mais fracos e – bem pelo contrário – deixaram quase cair a Grécia, Irlanda, a Itália e Portugal.

Portugal tem agora uma moeda exageradamente forte, de cujo controlo prescindiu quando aderiu (graça a algumas “engenharias financeiras)… Em troca, prometeram-nos que a solidariedade europeia haveria de compensar esta perda de independência, em caso de necessidade. Ora, o que sucedeu à Grécia, as longas hesitações alemãs e uma pífia liderança barrosiana provaram-nos que esta troca foi falsa: que a Europa não só não é solidária, como não nos ajudará se precisarmos.

Perante este fracasso rotundo e aparentemente insanável da Europa só resta a Portugal uma saída: deixar o euro e recuperar a sua independência monetária.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/e-se-saissemos-do-euro=f579264

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