A FAP envia para os céus da Somália um avião de reconhecimento P-3P Orion

P-3P Orion da FAP (http://robalo.no.sapo.pt)

P-3P Orion da FAP (http://robalo.no.sapo.pt)

Portugal mantêm atualmente em Victoria, nas ilhas Seychelles, um avião de reconhecimento marítimo P3, assim como 41 militares numa equipa de suporte da força aérea. O avião irá reforçar a capacidade de reconhecimento aéreo da NATO nas suas missões contra a pirataria somali, juntando-se aos aviões aqui já em operação da Suécia e do Luxemburgo.

Apesar da crise financeira e do fim do destacamento de uma fragata na região, Portugal mantêm na operação anti-pirataria da NATO, a Atalanta, uma presença proporcionalmente muito mais significativa do que outras “grandes” potências e que sendo grandes exportadoras ou mantêm na região uma presença mínima (como os EUA e a China) ou estão completamente ausentes (como o Brasil).

O avião de reconhecimento estará nos mares da Somália durante quatro meses, procurando navios piratas e encaminhando os navios da NATO até aos mesmos de forma a impedir que consumem ataques contra embarcações civis.

Fonte:
http://www.defpro.com/news/details/14686/

Categories: DefenseNewsPt | Etiquetas: | 36 comentários

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36 thoughts on “A FAP envia para os céus da Somália um avião de reconhecimento P-3P Orion

  1. Otus scops

    Seychelles? 41 militares? 4 meses? humm, cheira-me a férias… se estivessem no Djibouti como estão os suecos aí está bem, pó, muçulmanos, calor, agora Seychelles… já ouvi desculpas mais melhores. 😉

    • Santos Garcia

      Permita que o elucide da realidade.
      Os Suecos estavam nas Seychelles juntamente com os Portuguese e os Luxemburgueses. Quanto às
      “ferias” que refere vou-me escusar de comentar e apenas referir que 80 a 90% das importações energeticas do nosso Portugal passam por essa região. Deixo para si tirar as conclusões resultantes deste facto.

    • Otus scops

      caro Santos Garcia

      fico grato pela disponibilidade de me elucidar da realidade:
      – quanto a Suecos e Luxemburgueses já o tinha dito o administrador do site.
      – por mim não se escuse de nada, comente à vontade, gosto sempre de aprender (se for esse o caso).
      – não me oponho à missão, mas em tempo de crise doí muito…

      gostava de o elucidar para o facto do meu “post” ser irónico, bem-humorado, não deve ser interpretado “à letra”.

      agora o livre comentário:
      quanto às importações de energia ter perto de 90% importada apenas de uma zona do globo é um erro geo-estratégico-económico-político proporcional ao seu volume, não acha?

      permita-me actualizá-lo, as importações felizmente diminuíram (pouco) devido ao aumento da produção nas renováveis ( http://www.apren.pt/fotos/noticias/16_06_2010_portugal_poupa_500_milhoes_diario_e_1276687663.pdf ) e brevemente começaremos a importar “petra oleum” do Brasil e de Angola por via das participações da GALP nas congéneres. é bom diversificar.

  2. Darth Kahaeldraan

    Citando:” uma presença proporcionalmente muito mais significativa do que outras “grandes” potências e que sendo grandes exportadoras ou mantêm na região uma presença mínima (como os EUA e a China) ou estão completamente ausentes (como o Brasil).”

    Rsrsrsrsrsrsrsrs… 🙂
    Virá o tempo em que Brasil será obrigado a brincar de polícia do mundo, é certo de que ainda no século XXI seremos hostilizados por outros países, e países poderosos, alguma hora alguém vai tentar ou até conseguir nos agredir. Mas é necessário nos armarmos melhor, primeiro.

  3. darth:
    mas já tem meios para assumir essa presença, assim o quisesse fazer… a questão é essa: não tem querido.

    otus:
    sim, a grande vantagem desta missão é o seu baixo risco! pelo menos até nenhum destes:

    chegar às mãos dos piratas somalis…

  4. Pingback: A FAP envia para os céus da Somália um avião de reconhecimento P-3P Orion « PLANO BRASIL

  5. Darth Kahaeldraan

    Clavis, meios para assumir essa presença, tem sim. E realmente não quer, no momento, fazer isso. Mas vai vir o momento em que terá que assumir esse papel por força das circunstâncias. E não vai demorar para esse tempo chegar. Enquanto isso, eu acho que o país devia se armar mais, se preparar melhor. Eu sou favorável a uma criação de uma força militar composta por contingentes dos países da CPLP, algo similar a NATO. E da criação de uma Agência Espacial em comum.

    Caso consigua ver a reportagem, me responda. É lógico, é racional o Brasil não valorizar aliança com um país como esse?

  6. a força lusófona é uma das medidas que o MIL propôs, de facto:
    http://www.petitiononline.com/mil1001/petition.html

    reportagem interessante sim… e conheço essas empresas e iniciatias, sim.
    aliás, trabalho mesmo ao lado de uma outra (não a da reportagem) que faz software para a NASA e que enviou código para a sonda marciana MPL…

    • Darth Kahaeldraan

      Eu li e concordo. Na primeira oportunidade, vou encaminhar a proposta ao governo brasileiro, e ao Congresso também, aos deputados envolvidos diretamente com a CPLP e não prometo que vou ser atendido, mas vou procurar convencê-los de que é necessário. Talvez alguém já deve ter enviado, mas vou tentar convencê-los de que vale a pena.

      Quanto a Agência Espacial, a idéia veio dos cientistas da Universidade do Minho.

      http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40152&op=all
      http://brazilianspace.blogspot.com/2010/03/brasileira-gerencia-na-nasa-projeto-de.html

      E se a NASA respeita o poder científico e tecnológico português e o brasileiro também…
      Eu sou favorável a criar uma Agência para toda a lusofonia participar da exploração espacial.

  7. Paulo39

    Não percebo a ingenuidade portuguesa ao andar a trabalhar de graça (com os custos que isso tem) para grandes potências mundiais, que desta forma poupam recursos e chatices.

    • Santos Garcia

      Apenas lhe digo que o valor que Portugal retira a nivel Nacional supera em muito as despesas deste genero de missões.
      Imagine o que erá 80 a 90% dos recursos energeticos importados por Portugal estarem em risco e essa situação forçar a um aumento ainda mais do preço dos mesmos.

  8. Darth: e o MIL emitiu também recentemente um comunicado a este propósito: http://movimentolusofono.wordpress.com/2010/03/11/proposta-mil-por-uma-concertacao-lusofona-na-investigacao-oceanografica-e-aeroespacial/

    Paulo39: É verdade… Portugal está a cumprir, acima do seu Dever e outros, mais ricos, estão muito abaixo do que lhes seria devido. Bem… A vantagem de estarmos presentes em tantos cenários, do Kosovo, ao Iraque (apesar de tudo), à Somália é que quando precisamos, como no caso de Timor, ficamos com mais argumentos para obter o auxílio da comunidade internacional…

  9. Darth Kahaeldraan

    Clavis, os americanos simpatizam com os portugueses principalmente por vocês serem europeus. Mas, o Brasil se juntou aos aliados contra o eixo na segunda guerra, com os pouquíssimos recursos que tinha, e os alemães, italianos e japoneses foram muito mais beneficiados pelos EUA que o Brasil, depois da guerra. Argumentos, vocês ficam com mais sim. Mas, quando os americanos não precisam mais de ajuda, eles descartam. Apenas cuidado pra que as grandes potências não decepcionem Portugal no futuro. Um dia Portugal necessite e, eles digam “não”.

    • Otus scops

      caro Darth, em diplomacia não há amizades há interesses. tal como a relação Portugal/Brasil é norteada por interesses mútuos que surgiram nos últimos 20-25 anos. antes disso pouco mais havia que a relação afectiva (maníaco-depressiva) que ainda existe nas ideossincracias entre os povos “irmãos”.
      os EUA nem sabe que Portugal existe. quanto aso motivos pelos quais o Brasil se juntou na II GM sinceramente não sei, sei que o corpo expedicionário foi bravo em batalha e que estava equipado com armamento americano e ía utilizando armamento italiano e alemão consoante o apanhava. obviamente que a geopolítica era diferente então, a Europa estava devastada, o Brasil não, portanto é natural que a ajuda fosse para lá. depois havia o perigo (na óptica de uns, esperança na de otros…) da expansão do Pacto de Varsóvia, não se podia deixar cair socio-económicamente as nações para não mudarem “de lado”.
      quanto “aos americanos” como se fossem todos iguais, tenho por eles uma ideia diferente, costumam ser leais aos seus compromissos. apesar de não podermos esquecer-mo-nos que os EUA são uma economia de guerra, são A super-potência, o império Romano do sec XXI, portanto, “cuidado ao manusear”! não esqueçamos que os impérios também acabam, é o eterno devir da história.
      quanto a este assunto acho um pouco exagerado dizer que os EUA não estão lá. tem bem perto a ilha de Diego Garcia que é uma base vital para a estratégia do domínio planetário deles. é uma das 5 bases de rastreio do segmento terrestre Navstar (vulgo GPS), domina o Índico, tem estacionados bombardeiros estratégicos, etc. quem acha que os EUA não estão lá? quem salvou o Capitão Richard Phillips do Maersk Alabama? eles estão lá até ao pescoço, pode é ser de forma discreta.
      cuidados temos todos que ter sem dúvida. Portugal tem três coisas a favor, é um fiel membro fundador da NATO, não tem riquezas para ser cobiçado e sempre soube ao longo da história passar pelo intervalo da chuva. cinismo e pragmatismo são dois instrumentos que a diplomacia cá do burgo sempre utilizou com a máxima mestria. só correu mal aquando do ultimato inglês porque não seguiram esses dois conceitos…
      mas o Brasil é que pode (e deve) ter preocupações. é grande e rico demais para ser apenas para os Brasileiros.

  10. Darth Kahaeldraan

    Caro Otus,sim. Países não têm “amigos”, não têm “irmãos”, porque países não são pessoas físicas. Um país, de uma forma geral, é um território social, político, cultural e geograficamente delimitado. É uma “demarcação de território” de um grupo de pessoas que têm elementos em comum, o principal deles, o idioma, embora haja exceções à regra. Palavras como “país irmão”, “pátria mãe”, é só uma forma de expressão com a intenção de ser diplomaticamente simpático. Mas países têm só relações de troca e de interesses. A grande maioria da população americana pode talvez não saber nem que o Brasil existe, ainda mais Portugal. Mas alguns americanos de destaque na sociedade deles simpatizam sim com as nações européias ocidentais em geral. Eu não sou 100% contra tudo que é made in USA/UK. Critico a postura das lideranças políticas deles com o resto do mundo, apesar de que o Obama é uma pessoa que merece o meu respeito. Mas muitas das minhas músicas preferidas são de bandas americanas e inglesas. E o Inglês com sotaque da Inglaterra, quando sai de boca de mulheres, é lindo de se ouvir. Americanos têm sim opiniões diferentes entre si mesmos, tal como ingleses.
    Do período entre a independência dos EUA e a primeira guerra mundial, a relação entre os EUA e o Reino Unido eram tensas, de rivalidade. Foi no século XX que eles se tornaram “amigos”. Às vezes eu insinuo “relação amorosa”, mas isto é um escárnio da minha parte, porque quase todas ações militares americanas, os britânicos estão lá para ajudá-los, após o fim guerra fria. O Brasil começou a se afastar muito de Portugal a partir de 1889, com a proclamação da República no Brasil. E a única referência que os brasileiros passaram a ter dos portugueses, foram os imigrantes que chegavam, a última grande imigração em massa foi em 1975, e vieram de Angola.
    Os EUA são muito poderosos ainda, e podem se dar ao luxo de não participar da British Commonwealth, foram capazes de enviar astronautas à Lua, assim como os soviéticos foram capazes de mandar o primeiro homem ao espaço, mas o Brasil não é tão poderoso assim, precisa fazer alianças com outras nações, através da CPLP, da cimeira Iberoamericana, até um país como Guiné Equatorial que bate as portas da CPLP, ou o Marrocos que bate às portas da cimeira Iberoamericana, o Brasil tem que tomar cuidado pra não jogar fora as oportunidades. E se há nações que se dispoem, entre elas, Portugal, então façamos alianças. E insisto que o Brasil deve entrar numa corrida armamentista antes que perca o seu território para outros.

    • Otus scops

      as corridas armamentistas (na minha opinião) dão mau resultado, o pais empobrece e leva à guerra. não sei quem são os inimigos do Brasil que o façam levar a esta sinistra corrida.
      espere, já sei, as favelas?
      a pobreza aos milhões?
      a exploração dos fazendeiros e madeireiros que põem em causa o próprio papel do estado e sua soberania agindo com impunidade utilizando os seus cangaçeiros?
      ou racismo/xenofobia que ainda existe e que excluí e divide em castas herméticas a sociedade a brasileira?
      ou vai atacar aqueles que impedem o desenvolvimento da classe média, que tornará, aí sim, uma potência de expressão mundial?
      mas que armamento é necessário para combater isto?
      o Brasil só será grande para fora quando for grande por dentro e infelizmente ainda está longe disso. resta-me a fé que tem vindo a melhorar progressivamente!!!
      p.s. – gostei do sotaque inglês “…quando sai de boca de mulheres, é lindo…”. se for “cockney” gosto muito mas se for de Liverpool (Lancashire lanky) é horrivel (além de imperceptível). é o problema das generalizações…

  11. Darth Kahaeldraan

    Argumentou bem! Pode ser que a expressão “corrida armamentista” seja exagero, muito forte. Talvez não é pra tanto. Porém, embora seja essencial resolver problemas sociais, você está absolutamente certo, mas os inimigos do Brasil provavelmente vão se manifestar em dias mais difíceis no futuro. Desejo estar errado. Mas (na minha opinião), o Brasil deve se armar bem sim. Deve se preocupar sim, em ser potência militar. E não apenas as forças armadas, mas a polícia também tem que ser muito, muito melhorada. Aqui afirmaram tanto a necessidade de priorizar o social, e nem se empenharam em mudar a realidade triste do país, só palavras e promessas, deixaram os criminosos se armarem mais que a polícia, deixaram as forças armadas ficarem sucateadas, obsoletas, em certas regiões do país há um regime “feudal”, há tanto pra se corrigir no Brasil… Agora, a base de toda nação próspera, é a educação de boa qualidade. É onde eu temo que o ideal do “Brasil potência” seja apenas um mito. O nível de escolaridade e de qualificação é baixo demais, chego a ficar assustado. Os governos federal, estaduais e municipais não reagem a altura, não levam a sério a necessidade de melhorar muito a educação pública e até a educação privada. Por um lado, tenho esperança. Por outro, tenho dúvidas…

    Já Portugal, não está errado em querer mostrar serviço, mas cuidado com a “lealdade”(deslealdade) das potências.

    • Otus scops

      caro Darth, já perguntei mas ainda não tive resposta, afinal quem são objectivamente os inimigos do Brasil?
      se for os EUA, é para esquecer, não vale a pena gastar dinheiro pois eles vão ganhar. se for algum dos vizinhos dá-me vontade de rir! o Brasil é practicamente metade(!!!) da área de toda a América do Sul, a população (192 milhões) igualmente, ou seja o Brasil é meia América do Sul. qual é “o grilo”?
      gostei de ler esse exercício de análise dos problemas internos. quando o Brasil os dominar então entrará numa era de enorme prosperidade e aí poderá emanar uma força de dissuasão de respeito para proteger a riqueza então obtida e quiçá intervir pelo mundo fora.
      se desviar desproporcionadamente preciosos fundos para outras actividades nunca passará de uma república das bananas, com uma série de vizinhos…

  12. a frente interna deve ser combatida pela via do desenvolvimento económico e social (não confundir ambos… ver o exemplo chinês), mas na frente externa, o Brasil não pode deixar-se desarmar. É demasiado rico de recursos (terras aráveis, água doce, petróleo, para falar apenas dos principais) para não ser cobiçado pelas grandes potencias do futuro quando estes recursos foram dezenas de vezes mais raros do que hoje.

    • Otus scops

      duplamente bem evidenciado:
      1. o desenvolvimento (económico versus social)
      2. a China como um exemplo a não seguir em nada (abro excepção ao chá, seda e porcelana)

      provocações:
      1. exceptuando a Noruega quem mais no mundo faz bom uso das riquezas naturais/minerais????
      2. quais os países mais ricos, prósperos e com maior índice de desenvolvimento humano (o que realmente interessa no final) vive da exploração de riquezas naturais e minerais???

  13. Fenix

    Isto é roubo aos contribuintes,em tempo de crise tem tropas kosovo,iraque na sumalia e ect para que?! Andam gastar mais dinheiro que não tem.O unico sitio que eu acho que devemos fazer o sacrificio é em Timor.Os outros que se virem vão outros…Chega de o anão Portugues se armar em gigante vamos sair mesmo que moralmente pareca errado.Essa devia ser a primeira medida compra o ataque espaculativo sair de todos os teatros militares e deixar de pagar a cota as nações unidas para sempre.

    • Otus scops

      Fénix, tinha feito um comentário a este post mas (julgo) perdeu-se… tenho pena porque perdi algum tempo. vou pedir ao administrador do site para o recuperar caso seja possível.
      “- ó CP, onde está a minha resposta ao Fénix desta madrugada????”
      pronto já pedi. 😉

  14. Darth Kahaeldraan

    Caro Otus, você perguntou “quem são os inimigos do Brasil?” Hoje em dia, não há um inimigo específico para o Brasil, além de seus problemas internos. Mas, como o Clavis disse, “É demasiado rico de recursos (terras aráveis, água doce, petróleo, para falar apenas dos principais) para não ser cobiçado pelas grandes potencias do futuro quando estes recursos foram dezenas de vezes mais raros do que hoje.” No futuro poderá aparecer um inimigo, talvez. Pode ser a China, ou os EUA, ou poderemos viver em paz com todas as nações. Hoje mesmo não há um país específico que possamos chamá-lo de “inimigo”. Mas “é melhor prevenir do que depois ter que remediar”. O Morales e o Chavez não assustam. Só agitam. Hoje, não há um país inimigo.

    • Otus scops

      provocações:
      1. exceptuando a Noruega quem mais no mundo faz bom uso das riquezas naturais/minerais????
      2. quais os países mais ricos, prósperos e com maior índice de desenvolvimento humano (o que realmente interessa no final) vive da exploração de riquezas naturais e minerais???

    • Darth Kahaeldraan

      Respondendo a “provocação” 🙂
      1. exceptuando a Noruega quem mais no mundo faz bom uso das riquezas naturais/minerais????
      R: Se eu estou devidamente informado, a Austrália, o Canadá, a Suécia, a Finlândia e a Islândia fazem bom proveito de seus recursos naturais. A Suécia é rica em minério de ferro, a Finlândia usufrui bem da vegetação que tem. A Islândia, só com a pesca e o turismo, atingiu um IDH magnífico. Pesca não é mineração mas é uma forma de aproveitamento de recursos naturais, alimento obtido do mar.

      2. quais os países mais ricos, prósperos e com maior índice de desenvolvimento humano (o que realmente interessa no final) vive da exploração de riquezas naturais e minerais???
      R: Os 5 mais ricos em per capta são o Luxemburgo, a Noruega, a Suíça, os EUA e a Suécia. Os 12 melhores em IDH são Noruega, Austrália, Islândia, Canadá, Irlanda, Países Baixos, Suécia, França, Suíça, Japão, Luxemburgo e Finlândia.

      Países como Canadá, Austrália, Noruega, Suécia, Finlândia, Islândia tem algo que facilita a distribuição de renda. A população não é grande. O Brasil é muito populoso e isso dificulta a distribuição de renda. É claro que não é só isso, existe má vontade por quem está no poder econômico daqui. Existe a injustiça sim.

    • Darth Kahaeldraan

      Retificando a resposta 2: Países ricos com alto índice de IDH, que vivem só de exploração de riquezas naturais e minerais, que eu saiba, não existem. Os setores secundário e terciário da economia são indispensáveis para o desenvolvimento social.

    • Otus scops

      caro Darth
      essa onda smile em resposta à “provocação” é fantásticao, dá-me gosto constitui uma honra travar “diálogos” consigo!
      apesar de concordar genericamente com a resposta ao ponto 1 nenhum deles vive da exploração dos recursos naturais, ou seja, apesar de os explorarem não assentam a base das economias nessa actividade.
      sobre o tamanho da população realmente é uma verdade, quanto maior mais difícil de governar, excepção feita aos EUA e até ao Japão. bem observado.
      a rectificação à resposta 2 é exactamente aquilo que penso! estou totalmente de acordo. por norma as riquezas só empobrecem (curiosa esta contradição) quando não resvalam para guerras (muito comum). os países mais ricos são os que assentam a sua economia no conhecimento, serviços, industria e que colocam o valor acrescentado nos produtos/serviços como objectivo.
      logo a maior riqueza do Brasil está em S.Paulo e não off-shore nem na Amazónia ou nos múltiplos lugares “exploráveis” desse imenso país.

    • Darth Kahaeldraan

      A honra é toda minha. Gosto de conversar com gente culta, erudita. Enriquece o meu saber. Tenho muito ainda pra aprender e crescer pessoalmente. 🙂
      Junto com os EUA e Japão, eu incluiria a Alemanha também. Para o padrão da Europa, é muito populosa. Além de São Paulo, eu digo que os três estados do Sul também são melhores em IDH do que a maior parte do país. E não estão tão longe do nível europeu não. A renda por lá é relativamente bem distribuída, se for comparado com a maioria dos estados brasileiros e países latino-americanos. E são ricos em agricultura e pecuária, mas não são muito ricos em minérios não. Por acaso, foram os estados que mais receberam imigrantes, os do Sul e SP. E são os que ainda mais recebem, os pouquíssimos que ainda veem ao Brasil (principalmente argentinos).

  15. exato, os inimigos do Brasil são aqueles que desejam os seus ricos recursos! são contra esses que o Brasil tem que se afirmar na cena internacional se não quiser ser devorado por eles, quando chegar o momento! é chegado assim o momento da afirmação, não mais tímida, mas ostensiva e influente no mundo!
    neste sentido a viagem de Lula ao Irão foi um bom sinal… por muito que me repugne (muito) o regime dos ayatolas…

  16. otus: a resposta já apareceu?
    tenho a moderação de comentários com problemas e há muitos que tenho que aprovar (como os teus) sem que supostamente o devesse fazer (porque os já pré-aprovei antes)… é o que dar ter o quintus numa plataforma gratuita!

  17. então finou-se… não está na caixa de spam… sorry!

  18. pois… bugs… informáticos! sabes como é! 😉

    • Otus scops

      como diz um grande amigo meu (o meu guru informático):
      “o maior foco de problemas da informática localiza-se em mais de 85% dos casos entre a cadeira e o teclado…”
      😀

  19. 85%?…
    um optimista, esse teu amigo!

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