Daily Archives: 2010/04/25

E se um dia…

organizasse um jantar dos frequentadores do Quintus?…

Quem alinhava?

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Da crise iminente do modelo de desenvolvimento económico da China

Foi o próprio primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que admitiu recentemente que avisou sobre o sobre-investimento e a falta de procura interna como os dois principais factores que podem minar o crescimento económico da China.

O primeiro-ministro chinês apontou para a “subida precipitada” do imobiliário em algumas cidades chinesas e que devido ao sobre-investimento nesse setor a autorização de novos projetos “devia ser estritamente controlada”.

Não há duvidas que o modelo de desenvolvimento seguido nas últimas décadas pela China é, a prazo, insustentável. A sua economia depende demasiado de um aumento constante das exportações e isso não pode durar para sempre… Um estudo recente do FMI refere que para que a China consiga manter um crescimento anual médio de 8 por cento teria que duplicar a sua quota das exportações mundiais até 2030, e isto é manifestamente impossível.

Para que a China continue a crescer a níveis idênticos aos do passado algo no modelo de desenvolvimento chinês – tão focado para as exportações – tem que mudar. A China que parar de centrar o seu crescimento económico numa explosão continua e “infinita” das suas exportações e realizar a transição para uma economia de consumo. É claro que para isso terá que aumentar a massa salarial dos seus trabalhadores algo que sacrificará a sua maior vantagem exportadora… E se os seus cidadãos começarem a terem acesso facilitado a livros, ao cinema, à Internet, etc, não começarão a ser também civicamente mais conscientes e a exigirem uma democratização do regime?…

Fonte:
http://articles.courant.com/2010-03-11/news/hc-ignatius-economy-china-bubblemar11_1_chinese-economy-chinese-cities-national-people-s-congress

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Cavaco Silva: O mais rico “pensionista” de Portugal (mais um belo exemplo de moral presidencial)

Pessoalmente, acredito e procuro exercer uma “liderança pelo exemplo”. Acredito que um líder de uma equipa, de um projeto ou de uma Nação deve ser o exemplo em todas as condutas, atitudes e ações que pretende imprimir aos membros da sua equipa. Agir de outra forma, é agir no campo do estéril autoritarismo e prepotência. Por isso, quando vejo a notícia segundo a qual o atual (mas felizmente, não durante muito mais tempo) presidente da república, Aníbal Cavaco Silva acumula alegremente com o seu já considerável salário como presidente, não uma, mas TRÊS pensões de reforma com valores muito consideráveis cada uma:
4152 euros pelo Banco de Portugal;
2328 euros pela Universidade Nova de Lisboa além de
2876 euros por ter sido Primeiro-Ministro, totalizando assim – apenas em pensões! – 9356 euros!

Se fosse algo de parecido com aquela imagem de “poupadinho” que os seus assessores de imagem forjaram para si, Cavaco doaria estas reformas a instituições de beneficência ou dispensaria o seu cúmulo, a bem da saúde das mesmas finanças públicas a cuja defesa dedicada tanta verborreia (escrita por assessores, porque ele é incapaz de escrever mais de dez linhas).

Precisamos de um Presidente com verdadeiro sentido de Estado e não com esta atitude predatória, nem com a inconsistência entre o discurso e a prática demonstrada por esta babilónica acumulação de reformas faraónicas. Precisamos de alguém que ocupe a função presidencial não para viajar de graça com a mulher, nem para fazer compras na Casbah de Istambul, nem para passear os amigos e filhos de Falcon. Precisamos de um Presidente digno do cargo, apresentável em público, culto e capaz de escrever os seus próprios discursos. De um Presidente que não sopre notícias para os jornais nem que depois imole os seus próprios amigos que nada mais fizeram do que cumprir as suas torpes ordens. Precisamos – sobretudo – de um Presidente que seja capaz de dar um murro na mesa e de dar um “porque não te calas” quando um presidencial idiota checo qualquer goza com Portugal e esse Presidente não é Cavaco Silva.

Categories: Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 27 comentários

Portugal entregou na ONU o pedido de alargamento da sua plataforma continental

Depois da epopeia seiscentistas asiática… Da expansão oitocentistas para o Brasil e novecentista para África, Portugal tem agora uma nova oportunidade para crescer, de forma sustentada e prolongada. Para tal deve abandonar uma estratégia forçada, estéril e flagrantemente estéril de “integração europeia” e reencontrar no mundo lusófono um novo espaço de crescimento económico e social, recorrendo às suas ligações culturais, sociais e económicas com as economias brasileira e angolana, alavancando aqui uma economia que de demasiado centrado na Europa se tornou estéril e sem futuro.

A par deste recentramento estratégico na Lusofonia, conforme indica já aliás o candidato presidencial Fernando Nobre ao dizer que “Portugal deve procurar no espaço da Lusofonia um novo espaço de crescimento económico” (apoiado pelo Quintus e pelo MIL), o país deve também tornar a olhar para o seu oceano e para os seus recursos como uma opção estratégica vital. Neste contexto, a apresentação a 13 de abril na ONU de uma proposta de alargamento da sua plataforma continental em 2,150 milhões de quilómetros quadrados pode revelar-se vital para as gerações futuras.

A ser aceite, Portugal ficará com uma plataforma continental geograficamente comparável aos territórios de Portugal, Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Itália juntas.

A apresentação foi da responsabilidade da “Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental” (EMEPC) coordenada pelo professor Manuel Pinto de Abreu e a sua continuidade – num processo que pode demorar até seis anos – será atentamente seguida aqui no Quintus pela importância estratégia de que se reveste para todos nós.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/oceanos-portugal-apresenta-proposta-de-plataforma-continental-alargada-a-13-de-abril-em-nova-iorque=f571586

Categories: Ciência e Tecnologia, Política Nacional, Portugal | 12 comentários

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