Daily Archives: 2010/04/14

Medina Carreira: Uma lúcida visão sobre a realidade portuguesa

Medina Carreira (http://nunoanjospereira.files.wordpress.com)

Medina Carreira (nunoanjospereira.files.wordpress.com)

O Professor Medina Carreira tem brindado a adormecida sociedade portuguesa com algumas declarações que têm tanto de bombásticas, como de certeiras… Recentemente, num programa televisivo tornou a agitar as consciências com frases que cedo abriram caminho pela Internet portuguesa e que agora aqui publicamos, com os nossos comentários:

“José Sócrates, é um homem de circo, de espectáculo. Portugal está a ser gerido por medíocres, Guterres, Barroso, Santana Lopes e este, José Sócrates, não perceberam o essencial do problema do país.”

– todos os políticos modernos o são. De Blair a Sarkozy, passando por Bush e Putin, a política tornou-se num autêntico circo mediático em que os seus agentes se assemelham todos entre si divergindo apenas no estilo ou na competência cénica com que desempenham os seus papéis e a as coreografias para eles arquitectadas pelas agências de marketing político, atividade em próspera expansão mas de graves efeitos para a qualidade da nossa democracia.

“O desemprego não é um problema, é uma consequência de alguma coisa que não está bem na economia. Já estou enjoado de medidinhas. Já nem sei o que é que isso custa, nem sequer sei se estão a ser aplicadas.”

– ora bem. Este é de facto o problema número um, dois e três. É o Nó Górdio que se for desatado, resolverá todos os demais, desde a crise orçamental (pela via da maior captação de impostos), à crise demográfica, à crise da segurança social. O modelo português não é único no mundo, e a flexibilização do mercado laboral não é resposta absoluta, mas a sua inflexibilidade relativa também não se tem revelado como parte da solução. Talvez a solução esteja algures a meio termo, numa flexisegurança à dinamarquesa (não como o modelo castrado proposto para Portugal, que flexibilize o Emprego e aumenta a dimensão e extensão da social de cobertura ao desemprego.

“A população não vai aguentar daqui a dez anos um Estado social como aquele em que nós estamos a viver. Este que está lá agora, o José Sócrates, é um homem de espectáculo, é um homem de circo. Desde a primeira hora.”

– Portugal, desde o 25 de abril, conseguiu erguer um “Estado Social” que no Antigo Regime não existia. Esta é aliás – com o Municipalismo – a grande conquista da Democracia e a sua importância não deve ser diminuída. O julgamento de Medina Carreira talvez seja neste ponto, demasiado excessivo, mas assente na realidade de que o país não conseguirá suportar durante muito mais tempo a carga imposta pelas benesses sociais, desde o Rendimento Mínimo, passando pelas pensões de reforma chorudas de muitos ou até os salários na função pública com salários muito superiores aos auferidos em empresas privadas. Há um certo desfasamento, entre estas realidades e as possibilidades de um Estado que tem sido apenas mascarada por uma carga fiscal superior à média europeia e à custa do estrangulamento do consumo dos particulares e do são desenvolvimento das empresas. A solução para este “Estado Máximo” não passa contudo pela minarquia dos neoliberais, mas pela sua repartição em entidades menores, de proximidade e que pela sua menor escala permitem realizar poupanças e aumentos de eficiência: os municípios. Descentralizar, sem Reduzir, essa é a solução para reduzir o peso asfixiante do Estado na Economia e Sociedade portuguesas.

“Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar «6×3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7… Isto não é ensino… é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa!”

– sem dúvida que a Educação publica e privada portuguesa tem optado por embarcar num clima de facilitismo que inebriado por estatísticas artificiais e transitórias não hesita em tudo sacrificar em nome de reduções artificiais do insucesso escolar. Em vez do rumo da exigência e do esforço, escolheu-se a via do facilitismo e da “passagem administrativa”. Este rumo – a prazo autodestrutivo – segue em absoluto contraste com o que se passa na maioria das economias emergentes, a começar pela Índia e pela China, onde os jovens têm uma perfeita percepção de que o seu sucesso profissional está intimamente ligado ao seu esforço e dedicação enquanto estudantes.

“Os números são fatais. Dos números ninguém se livra, mesmo que não goste. Uma economia que em cada 3 anos dos últimos 27, cresceu 1%… esta economia não resiste num país europeu.”

– mas e que crescimento (ou estagnação) é esta? Muitos questionam hoje a validade dos critérios que definem o crescimento bruto e contínuo do PIB. Este crescimento é hoje sustentado em autênticas depredações sistemáticas aos direitos humanos e laborais na Índia e na China e responde por padrões ambientais e climáticos que a prazo não são sustentáveis. O problema de Portugal não é tanto o de não crescer, é mais o de não se bater suficientemente para alterar os critérios que definem o crescimento do PIB, devendo no entretanto ignorá-los e destacar aqueles onde melhor nos posicionamos (por exemplo na medida da “felicidade”, da baixa mortalidade infantil, dos relativamente elevados padrões de vida, etc). Medina Carreira é um economista da Escola Clássica e como os seus pares ainda continua a seguir demasiado religiosamente as suas bitolas… Como aquela que crê que a Terra pode suportar um crescimento contínuo ou que crescer é compatível com a degradação catastrófica do clima ou com problemas sociais explosivos a curto prazo criados pela desigualdade ou por níveis elevados de desemprego.

“Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis? P’rá gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha que sim? A aviação está a sofrer uma reconversão, vamos agora fazer um aeroporto, se calhar não era melhor aproveitar a Portela?”

– o TGV é notoriamente um erro colossal e, pior, um erro conscientemente cometido a custo do sacrifício das gerações presentes e futuras em nome da satisfação de “dividas eleitorais” para com as grandes construtoras onde pontifica a Mota Engil do inefável Jorge Coelho. O TGV poderia ser facilmente substituído por uma renovação da linha ferroviária que permitisse que o Alfa Pendular alcançasse a sua real capacidade e o mega aeroporto de “Lisboa” por uma renovação da Portela e pela transformação de Alverca num aeroporto de Low Cost. Tal solução, com o atual abrandamento do tráfego aéreo, poderia oferecer uma solução “Portela mais um” que defendemos desde o princípio e corresponder a uma poupança muito notável. Contudo, infelizmente, esta solução não agrada aos lobbies da Construção Civil que tanta influencia têm nos governos do bi-partido PS-PSD em Portugal…

“Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça. É uma desconfiança que eu tenho. E então, quanto mais complicado aquilo for…”

– ora aí está uma boa e terrivelmente plausível razão que explica porque esse grande cancro da nossa sociedade que é a ineficácia da Justiça continua por resolver… É claro que ao longo das últimas décadas se têm multiplicado as “reformas” e as alterações de Códigos, mas findo todo este tempo a Justiça continua a ser o maior obstáculo isolado para o desenvolvimento da nossa economia (pela ineficácia na cobrança de dívidas, p.ex.) e para a Justiça social em Portugal. Sem Justiça não há democracia e com a Justiça coxa que temos temos uma sociedade que assiste à desfaçatez e aos abusos impunes dos mais poderosos que usam as curvas da lei ou poderosos escritórios de advogados para se furtarem à Lei.

“A educação em Portugal é um crime de «lesa-juventude»: Com a fantasia do ensino dito «inclusivo», têm lá uma data de gente que não quer estudar, que não faz nada, não fará nada, nem deixa ninguém estudar. Para que é que serve estar lá gente que não quer estudar? Claro que o pessoal que não quer estudar está lá a atrapalhar a vida aqueles que querem estudar. Mas é inclusiva…”

– governos sucessivos, nos últimos anos, estiveram mais preocupados com a aritmética estéril das estatísticas do que com a qualidade do ensino. Sem pudor pela mentira, manipularam-se “rankings”, estabeleceram-se “currículos alternativos” e espalharam-se pelo sistema educativo mecanismo facilitistas. Tudo isto tem que acabar. Onde há facilitismo, deve haver exigência. Onde há facilidade, deve haver dificuldade. Só assim se reformará estas fábricas de mediocracia em que se tornaram hoje as universidades, com níveis assustadores de impreparação ao nível dos mais básicos conhecimentos de matemática e português. Os currículos do Secundário – nível essencial à formação de competentes gerações de universitários – devem ser simplificados, descartando toda a ganga que hoje ocupa a maior parte do espaço letivo e substituído pelo ensino das matérias fundamentais para desenvolver a compreensão das matérias: Português e Matemática, disciplinas que juntas devem ocupar mais de metade dos currículos, deixando o restante para disciplinas compatíveis com a área vocacional cientificamente determinada nas escolas, por peritos nesse domínio. Assim se poderá reformar o Ensino, devolvendo enfim a Portugal as virtualidades de desenvolvimento das capacidades dos portugueses, adormecidas longamente por alternâncias “democráticas” de uma partidocracia que tudo sacrifica à sua própria rotação no poder, e excluindo sempre qualquer forma de meritocracia, pela via da reforma do sistema educativa. Sem a devida Educação popular, as elites mantêm-se imperialmente em todos os segmentos do poder, razão primeira pela qual nunca se esforçaram verdadeiramente por a reformar.

“Nós estamos com um endividamento diário nos últimos 3 anos correspondente a 48 milhões de euros por dia: Por hora são 2 milhões!”

– em 1890, a dívida de Portugal era 15 vezes superior a todas as receitas anuais do Estado e duas vezes o PIB. A situação hoje é consideravelmente melhor, e além do mais, a integração no euro e na UE, servem como redes de segurança adicionais que então não existiam. Mas esta dívida – que não pára de crescer – será rapidamente, talvez em menos de dez anos, um problema tão grande como em 1890, se nada de muito radical não alterar entre nós. Na época, Oliveira Martins, ministro das Finanças, teve a fibra para declarar a bancarrota parcial, suspender os pagamentos da dívida externa, renegociá-la e estabelecer novos impostos e cancelar subsídios estatais às grandes empresas. Faltam hoje líderes com a coragem de reduzir a um terço o pagamento das dívidas externas ou a sua conversão em títulos de dívida interna, como exigiu Oliveira Martins, para grande ira dos financeiros internacionais da época. Então, em 1891, de um défice de 15190 contos, passou-se para um de apenas 2186, logo em 1896. Na época, nas palavras de Pedro Lains “optou-se por cortar no pagamento de juros, interrompendo-se o fluxo de importações de capitais mas sem apertar a agricultura e a indústria. E o proteccionismo teve um efeito positivo na economia.” E hoje? Onde estão estes líderes frontais e corajosos?

Anúncios
Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 19 comentários

Quids S19: Como se chama esta colina/monte?

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S19 | 5 comentários

ExtraQuid: Star Trek

Cá vai um QUID EXTRA !

NOTA: Usem os vossos nicknames habituais neste QuidExtra!

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S19 | 11 comentários

Fernando Nobre e Maria de Lurdes Pintassilgo: Duas candidaturas presidenciais “idênticas”?

Paulo Rangel declarou que a candidatura de Fernando Nobre à Presidência da República lhe “fazia lembrar a Maria de Lurdes Pintassilgo”. Rangel reconheceu que a decisão de Nobre em avançar com a candidatura “é um ato de generosidade. Não sei se depois vai ser um ato totalmente consequente, mas isso logo se vê. Não me cabe a mim fazer análise política”.

A associação com a candidatura de Lurdes Pintassilgo é de facto de certa forma correta. Mas não totalmente, ainda que esse possa ser o desejo de Rangel… Nas Presidenciais de 1986, Lurdes Pintassilgo concorreu sem o apoio de qualquer máquina partidária, mas envolta de um grande e merecido prestígio, recolhido durante a sua curta passagem pelo governo. Em 1985, formalizava a sua candidatura com mais de 15 mil assinaturas, um valor notável para quem concorria fora dos partidos e então, estava claramente destacada em todas as sondagens. Mas a força dos aparelhos da partidocracia haveria de se fazer sentir e recolheria então apenas 7,4% dos sufrágios.

Como Nobre, Pintassilgo avançava por imperativo de cidadania. Como Nobre, Pintassilgo avançava sem apoios na partidocracia. Estes, compreendendo muito cedo que o seu monopólio estava ameaçado lançaram sobre Pintassilgo as mesmas calunias que agora derramam sobre Fernando Nobre: ingenuidade, inconsistência política e ingenuidade. Como com Pintassilgo, os aparelhos começam a movimentar os seus caterpilars e já mostraram o tipo de guerra suja que vão lançar contra o candidato. O que se passou com Pintassilgo indica também que há uma possibilidade muito sensível de forçar uma segunda (especialmente com Cavaco Silva no inglório papel de “presidente mais impopular de sempre”) e de obter uma votação suficientemente significativa para Fernando Nobre que o faça passar essa transição para a segunda volta. Assim tenhamos todos a força, a motivação e a energia para contrabalançar todos os meios que os partidos vão atirar contra a livre e espontânea expressão de cidadania de Fernando Nobre e a nossa livre escolha de o apoiar.

Fonte:
http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Paulo-Rangel-diz-que-candidatura-de-Fernando-Nobre-lhe-faz-lembrar-a-de-Pintassilgo-CAUDIO.rtp&article=320804&visual=3&layout=10&tm=9

Categories: Fernando Nobre, Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

A Austrália consolida a sua liderança na área do uso de scramjets para lançar satélites

A Universidade australiana de Queensland está a liderar um consórcio internacional para desenvolver um motor de scramjet capaz de colocar cargas úteis no Espaço a uma fração do custo de um lançamento de foguete químico ou de combustível sólido.

O consórcio internacional tem um orçamento inicial de 14 milhões de dólares e tem como objetivo construir um veículo propulsado a scramjet capaz de chegar ao Espaço a velocidades superiores a Mach 8. Uma segunda versão será capaz de alcançar o Mach 14 e o novo motor será testado em túneis de vento especialmente desenvolvidos pela universidade na Austrália.

Os motores Scramjet são capazes de velocidades hipersónicas e prometem um acesso barato ao Espaço, mas como só conseguem operar a altas velocidades, devem ser montados no topo de um foguetão convencional que os acelera até uma velocidade mínima onde podem começar a ser usados.

O consórcio é formado por 4 universidades australianas: a Universidade de Queensland a de Adelaide, a de New South Wales, a de Southern Queensland e a universidade norte-americana do Minnesota. Além destas instituições académicas também a DLR alemã, a JAXA japonesa e outras entidades australianas participam do projeto.

A Austrália é, desde à longo tempo, líder na pesquisa no uso de scramjets como forma de colocar cargas úteis no Espaço, sendo esta parceria a antecâmara para o primeiro lançamento de um satélite com esta tecnologia que será realizado ainda durante a presente década.

Fonte:
http://www.space-travel.com/reports/Australia_Launches_Scramjet_Consortium_999.html

Categories: Ciência e Tecnologia, SpaceNewsPt | Etiquetas: | 1 Comentário

Site no WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade