Daily Archives: 2010/04/12

Jogos Olímpicos: Cuidado Brasil… atenção ao exemplo grego e de Vancouver

O Brasil vive ainda uma certa euforia a propósito da organização dos Jogos Olímpicos. Mas cuidado: uma parcela não desprezível dos gravíssimos problemas orçamentais gregos resulta ainda dos Jogos Olímpicos de Atenas e mesmo o comparativamente muito mais rico Canadá tem agora uma fatura de um bilião de dólares para pagar em “Segurança” pelos Jogos Olímpicos de Inverno que organizou recentemente. A verba inicialmente prevista era de “apenas” 165 milhões de dólares, e terá disparado para a estratosfera.

Os organizadores continuam a dizer que os Jogos ficarão a “custo zero”, com as despesas igualando as receitas, mas esse “equilíbrio” já está a contar com os 423 milhões de dólares em “dinheiro de emergência” do Comité Olímpico Internacional. Mas a cidade de Vancouver – onde foram organizados os Jogos – já tem uma dívida por saldar de quase um bilião de dólares, resultante da construção da Aldeia Olímpica e existem já cortes em serviços públicos como a Educação, a Saúde e as Artes resultantes de dificuldades orçamentais do município.

A ideia era vender os alojamentos da Aldeia Olímpica como condomínios de luxo e assim, recuperar o investimento, mas a crise e a recessão ditaram de outra forma… Atualmente, a direção dos Jogos está a tentar obter um empréstimo de 434 milhões para terminar a Aldeia Olímpica, mas isso não se está a revelar fácil… E a cidade está agora devedora de mais de um bilião de dólares, algo que tem encarecido os juros que paga noutros empréstimos. Por isso, cuidado com a euforia Olímpica, Brasil… A Grécia nunca recuperou da euforia (e das dívidas) dos Jogos Olímpicos e o seu (mau) exemplo deve refrear qualquer aventureirismo em que o Brasil se queira meter, criando despesas e fazendo investimentos de retorno impossível.

Fonte:

http://www.nytimes.com/2010/02/25/sports/olympics/25vancouver.html

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Categories: Brasil, Economia | Etiquetas: | 15 comentários

Quids S19: Que barco é este (nome exato)?

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S19 | 9 comentários

EDP Renováveis: Os 15700 contos mensais da nova CEO

Após a erupção do escândalo da presença do sobrinho de Mário Soares, um certo Rui Pedro Soares, na PT e decorrentemente, no escândalo Face Oculta, surgiram uma série de referências sobre semelhantes casos de nepotismo em empresas onde o Estado (que neste campo se confunde com “Governo”) concedeu lugares de administração a boys e a boyas (não confundir com “girls”).

Um dos mais recentes será o de uma certa CEO da EDP Renováveis que tem o digníssimo e não menos babilónico ordenado de 15700 contos por mês. A dita “boya” vai receber por ano 384 mil euros e – como se não bastasse – uma uma contribuição para o plano de pensão e ainda o prémio anual e até um prémio plurianual para períodos de 3 anos, ambos com o teto máximo do seu salário base. No total, esta socialista de nome pode receber mais de 1,1 milhões de euros, logo no seu primeiro ano à frente da EDP Renováveis. Falamos de uma remuneração que corresponde a nada mais nada menos que 200 salários mínimos, um valor realmente extraordinário até se compararmos com a distância média entre o salário de um colaborador e o do director-geral que é, em Portugal, de 1 para 18. Neste caso concreto a distância é muito superior a esta média, já de si notável para os padrões europeus.

É impossível continuar a exigir sacrifícios aos consumidores da EDP e à classe média em geral e continuar a cumular os gestores públicos de empresas monopolistas, Estado-dependentes, empregadoras de Boys e Boyas e com desempenhos tão sofríveis como aqueles demonstrados no recente temporal no Oeste desta forma. Impõe-se moralização no quadro remunerativo dos gestores em Portugal e – não duvidemos – este caso da EDP Renováveis é apenas um entre muitos, num país onde os 500 euros mensais e o desemprego crónico são cada vez mais a regra.

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 9 comentários

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