Daily Archives: 2010/04/03

CTTs e carteiros: Reclamando e Ineficiências diversas…

Ultimamente, tenho tido as minhas guerras com os CTTs… Enfim, quando digo “ultimamente”, estou a ser grandemente impreciso, já que me lembro bem de nos últimos 10 ou 15 anos NUNCA ter recebido uma encomenda ou carta registada em mãos. Ou seja, sempre que foi suposto o carteiro (em Lisboa ou em Sintra) me ter tocado à porta, eu ter aberto e assinado algo em troca da dita correspondência, isso nunca aconteceu. E isto apesar de em todas essas 4 ou 5 eu estar em casa.

Assim, não me espanta nada saber que, só em 2009, os Correios tenham registado 4899 queixas, sendo que destas precisamente a mais comum é “como tocarem a campainha e, logo de imediato, deixarem aviso, obrigando os destinatários a levantarem a encomenda num balcão de atendimento.” há também um número bem abundante de reclamações sobre más devoluções, más atitudes, etc. E certamente, que todas estas reclamações (cujo nível a administração dos CTTs alega ser “baixo”) são apenas a ponta do iceberg, já que tradicionalmente a maioria dos portugueses reclamam no café, entre a família e os amigos, mas depois se coíbem de seguirem os canais corretos.

Devemos criar em Portugal uma “cultura da exigência” que comece por reclamarmos sempre pelas vias certas, de forma a que administrações de empresas não se venham gabar de “níveis baixos” quando todos conhecemos a degradação da qualidade dos serviços dos Correios nas últimas décadas e especialmente a partir do momento em que se inventou o “Correio Azul”, pelo método torpe e rápido de atrasar toda a correspondência, mantendo a “azul” os mesmos prazos de entrega anteriores. Há uma manifesta sobrecarga de giros e de funções nos carteiros, má formação e acompanhamento e estas lacunas são responsabilidade primeira e última da administração dos Correios.

Assim: reclame! Queixe-se por escrito junto da administração dos CTT e à Provedoria dos Correios, enviei reclamações escritas à entidade que os tutela, à ANACOM, à DECO e ao Instituto do Consumidor. Exerça os seus direitos!

Fonte:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=164312

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Os cubos “pilhas de combustível” da Bloom Energy

Uma das empresas que maior celeuma está hoje a provocar, nos EUA, é a Bloom Energy. A empresa resulta de um processo de investigação longo de oito anos e que consumiu mais de 400 milhões de dólares mas que alega ter conseguido criar uma fonte de energia do tamanho de uma mão e que é capaz de produzir a energia suficiente para as necessidades de uma casa média.

O produto da Bloom consiste num conjunto de pequenas pilhas de combustível feitas a partir de areia da praia, cozida em fornos especiais até se solidificar num quadrado cerâmico muito fino coberto depois por duas substâncias “secretas”. Os cubos da Bloom podem ser ligados em série, estimando-se que 60 sejam suficientes para suprir as necessidades energéticas de um restaurante médio.

Sabe-se que existem já cubos da Bloom em empresas como a Google, a Cisco e a eBay, que tem pelo menos cinco grupos de cubos Bloom a funcionar, alimentando alguns dos seus servidores e alimentados por painéis solares colocados nos telhados.

A empresa espera contudo ainda desenvolver o produto antes de o colocar nos lares, algo que não deverá acontecer antes dos próximos dez anos. Nessa altura, as células de energia deverão custar menos de 3 mil dólares e serem capazes de funcionarem sem interrupções durante dezenas de anos.

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1507765

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