Daily Archives: 2010/03/31

Ainda sobre o Proteccionismo Espanhol

Multiplicam-se as alusões ao “proteccionismo espanhol”. Agora é o presidente do grupo Barbot que a propósito deste proteccionismo, “se [Espanha] o faz, faz muito bem” e que “era boa ideia o Governo português fazer o mesmo”. E Carlos Barbot sabe do que fala. Em 2009, a empresa portuguesa conseguiu comprar uma empresa do ramo em Espanha. Barbot admitiu “ser verdade” que existe um proteccionismo em Espanha, contra as empresas portuguesas e que explica a diminuição das nossas exportações para Espanha em 27% e disse ainda que “não sei se o Governo espanhol o fez ou não, mas se o faz, faz muito bem. Não me admira” e acrescentou ainda que “era boa ideia o Governo português fazer o mesmo”. Se não olharmos pelas nossas empresas, quem o vai fazer? Façamos o mesmo aqui, copiemos o que eles fazem”, disse, acrescentando. Ser acusado de defender as nossas empresas é o mesmo de ser acusado de defender a nossa casa e o nosso jardim. Devíamos deixar de ser bons meninos e simpáticos e olhar mais pelos nossos e de que forma podemos proteger o ambiente”.

Fonte:
http://economia.publico.pt/Noticia/presidente-da-barbot-defende-proteccionismo-espanhol_1425161?utm_source=feedburner&utm_medium=feed

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Quids S18: Quem é esta mulher?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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PRÓXIMO DEBATE PÚBLICO DO MIL/ PRÓXIMA RECOLHA DE LIVROS:


DEBATE PÚBLICO

PORTUGAL

100 ANOS DEPOIS DA REPÚBLICA

ORADORES

Mendo Castro Henriques – Pedro Martins

22 de Maio, Sábado, 16h00

Sociedade de Língua Portuguesa

Lisboa, Rua Mouzinho da Silveira, 23 (junto ao Marquês de Pombal)


RECOLHA DE LIVROS PARA TIMOR-LESTE

(todos os presentes deverão levar alguns livros para esta campanha do MIL, em parceria com a Associação de Apoio da Diocese de Baucau; quem não consiga estar presente, poderá deixar os livros antes ou depois na morada acima indicada)

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO (www.movimentolusofono.org)
(blogue: www.mil-hafre.blogspot.com)
(facebook: http://www.facebook.com/group.php?gid=2391543356)

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Proteccionismo: Porque não segue Portugal o exemplo espanhol?

Ainda que Portugal insista em continuar a ser um “bom aluno europeu”, os países economicamente mais fortes do que nós, como a França e a nossa (má) vizinha Espanha já perceberam que do “comércio livre” se deve manter apenas a retórica.

A Federação da Construção (FEPICOP) pediu recentemente ao governo português que exija a Espanha alguma reciprocidade, de forma a ultrapassar um crescente muro proteccionista que tem impedido a ação das empresas portuguesas em Espanha. Ricardo Gomes, da FEPICOP afirmou que “Em rigor, por cada milhão de euros que uma empresa espanhola fizer em Portugal, tem que haver uma empresa portuguesa a fazer um milhão de euros em Espanha. Tem que ser assim”. Mas não é. Os nossos supermercados estão atulhados de produtos alimentais e de grande consumo fabricados em Espanha, ocupando e destruindo muitas empresas nacionais que operavam neste setor com práticas de dumping fiscal e empresarial que em pouco mais de dez anos, arruinaram todo um setor industrial outrora próspero em Portugal. Em Espanha, são raríssimos os produtos portugueses presentes no comércio, com excepção das zonas fronteiriças, especialmente a sul e apenas devido à presença de grandes números de turistas portugueses.

Este proteccionismo espanhol tem-se intensificado com a queda do país vizinho em crise, como declara o presidente da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) que sublinha que esta vertente proteccionista crescente e que respondeu por uma parcela significativa do decréscimo das exportações portuguesas para Espanha.

Portugal e, sobretudo o governo português, nada têm feito para reagir a este proteccionismo espanhol. Sublinhe-se que o problema é especialmente grave no setor da construção civil, onde há uma profusão de empresas espanholas a operar em Portugal, contra raras empresas portuguesas em Espanha, já que segundo a FEPICOP, no sector da construção “nunca foi permitida a entrada de empresas” não espanholas em Espanha e somou ainda que “a verdade é que, em Espanha, existe uma série de mecanismos na contratação pública que tornam difícil a penetração das empresas não espanholas. Pelo contrário, entre nós, sucede “exactamente o oposto: temos, neste momento, muitas pequenas empreitadas de contratos públicos ganhos por empresas espanholas em que os donos de obra portugueses até fazem, às vezes, gala em entregar as obras a empresas espanholas, mesmo que seja por uma diferença de preço reduzida”.

Até quando? Até quando vamos insistir em desproteger a nossa economia contra este fechamento crescente do nosso principal parceiro comercial? Até quando os nossos partidocratas vão insistir em seguirem uma bitola formal que os seus criadores já abandonaram – na prática – há muito e que apenas estes seus servos do sul seguem religiosamente? Durante quanto mais tempo vamos tolerar que Madrid dificulte a vida às nossas empresas, enquanto que as suas ocupam paulatinamente uma posição cada vez mais “imperial” sobre setores inteiros da nossa economia, da Banca, à Construção Civil, passando pelo setor comercial e de construção civil e energia? Até quando, Portugal, vamos acreditar que o proteccionismo saiu de moda?

Fonte:
http://economia.publico.pt/Noticia/federacao-da-construcao-quer-que-governo-portugues-exija-reciprocidade-nos-negocios-com-espanha_1425191

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Recessão e Salvamento: Alguns números e a (des)proporção portuguesa

Uma das lições que os governos aprenderam da grande crise financeira de 1929, foi que as economias não podem ser deixadas entregues a si mesmas, no estrito cumprimento dos dogmas neo-liberais de não-intervenção. Por isso, a reação padrão à presente recessão foi a de injetar triliões de dólares na economia real. Desde 2008, os governos e as grandes instituições financeiras, como o BCE e o FMI, colocaram mais de 9.3 biliões de euros. Esta espantosa quantia equivale ao PIB anual da maior economia do mundo, os EUA e dá uma boa medida da escala da intervenção salvífica que foi necessário fazer para evitar uma recessão tão duradoura como a de 1929, que de facto, só terminaria perto do começo da Segunda Grande Guerra, em 1938.

A estes 9,3 biliões de euros há ainda que acrescentar a evaporação de valor de muitos produtos financeiros e – sobretudo, já que a primeira foi sobretudo uma queda virtual – o abrandamento do comércio mundial em mais de 37 biliões de euros.

O epicentro da crise de 2008 foram os EUA, e nestes, o seu descabelado e selváticamente desregulado setor financeiro. Por isso, é compreensível que seja também o país onde o Governo injetou mais dinheiro na economia, 4 biliões de euros no total, ou quase metade das intervenções governamentais de todo o mundo. Após os EUA, foi a China a realizar a segunda maior intervenção, com uns notáveis 2 triliões de euros. A Europa, foi muito mais contida e limitou-se quase inteiramente em apoiar diretamente o seu setor financeiro, o que explica aliás porque é que é ainda aqui que a recuperação é mais tímida ou – simplesmente – ainda não aconteceu: caso de Portugal, Grécia ou Irlanda, por exemplo.

Portugal foi dos países ditos “desenvolvidos” um dos que menos se aplicou no salvamento da sua economia, já que apenas aplicou 3,6 mil milhões de euros no setor financeiro e um valor ainda menor (nesta escala de valores) na economia real, de 2 mil milhões de euros, ou seja, 3,3% do PIB. Metade dos 6,4% gregos, um terço dos 10,5% espanhóis e muito menos que os notáveis 48% irlandeses. Assim se explica a fraca recuperação da economia portuguesa – quando comparada com a que já se verifica noutros países europeus – pela timidez da resposta governamental, sempre motivada por um patético receio de uma “zanga” dos patrões do norte da Europa. Estúpida, já que acabaríamos por levar com um défice orçamental superior ao que estes nos ditam, mas que ao contrário de outros países europeus, não se deveu a injeções salvífica na Economia mas “apenas” ao enfraquecimento na cobrança de impostos resultante do abrandamento da Economia.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/crise-mundial-ja-custou-46-bilioes-de-euros=f568122

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

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