Daily Archives: 2010/03/21

Notícia da “Ciência Hoje”: “MIL propõe a criação da Agência Lusófona para o Espaço

“Depois de investigadores da Universidade do Minho (UM) terem anunciado uma proposta de criação da Agência Espacial Luso-Brasileira, o Movimento Internacional Lusófono (MIL) apoiou a iniciativa e lançou outro desafio ainda mais ambicioso: uma concertação de esforços dos países de língua portuguesa para a criação de uma Agência Lusófona para o Espaço, com delegação em todos estes países.

Rui Martins, membro da Comissão Executiva do MIL explicou ao Ciência Hoje que o projecto apresentado pela UM seria importante na medida em que as sinergias resultantes da colaboração entre entidades portuguesas e brasileiras ligadas à exploração do espaço e à tecnologia aeroespecial serviriam como “plataforma de promoção do desenvolvimento espacial e tecnológico destes países”.

Este membro do MIL acredita que estas sinergias seriam um alicerce fundamental para o ensino tecnológico, não somente em Portugal e no Brasil, mas também nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP) e Timor, “nomeadamente para estágios universitários e finalistas de cursos tecnológicos”. Poderiam ainda  “reduzir custos nos programas já existentes (AEB e ESA) , sem os suprimir” e  potenciariam “a geração de novos conhecimentos e tecnologias entre Portugal e o Brasil”.

Embora apoie a proposta da UM, o MIL acredita que esse empreendimento deve ser alargado aos restantes países lusófonos, “na medida das possibilidades de cada um”, admitindo, porém, que no campo aeroespacial Portugal e o Brasil estão “mais avançados”.

Rui Martins sublinhou que um ‘protocolo lusófono de investigação espacial’ que fosse o preâmbulo de uma Agência Espacial Lusófona” iria incrementar o intercâmbio de conhecimentos, experiências e projectos nas áreas científica e aeroespacial e permitiria incentivar a captação de recursos nas diversas áreas científicas que a exploração espacial requer, desde a robótica, passando pela química e pela informática.

Além disso , “propiciaria o incremento das relações entre empresas e entidades académicas de todos os países da CPLP”, sendo que “todas estas actividades cruzadas (empresariais e académicas) poderiam ser promovidas por esta nova entidade: a Agência Espacial Lusófona”, explicou Rui Martins.

Movimento Internacional Lusófono

O MIL é um movimento cultural e cívico que conta com três mil adesões, de todo o espaço lusófono. Surgiu em 2008, depois das comemorações do centenário de Agostinho da Silva (2006), quando algumas das pessoas que estiveram envolvidas nesse programa de comemorações, na companhia de outras que entretanto se juntaram, consideraram que era necessário concretizar algumas das ideias deste filósofo luso-brasileiro, nomeadamente a criação de uma Comunidade Lusófona.

MIL pretende criar uma Comunidade Lusófona, tal como  ambicionava Agostinho da Silva
MIL pretende criar uma Comunidade Lusófona, tal como ambicionava Agostinho da Silva











Deste modo, o MIL defende essencialmente o reforço dos laços entre os países lusófonos, não só no plano cultural, mas também social, económico e político. Neste âmbito, já desenvolveu inúmeras iniciativas, desde debates públicos, recolhas de livros ou a criação do Prémio Personalidade Lusófona do Ano, cujo vencedor do ano 2009 foi Lauro Moreira, embaixador do Brasil na CPLP.

Além da proposta da Agência Lusófona para o Espaço, este movimento já apresentou outras, tais como a “Força Lusófona de Manutenção de Paz”, o “Passaporte Lusófono”, o “Canal Lusófono de Televisão” e o “Banco de Desenvolvimento Lusófono”.”

Citado de:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40840&op=all#cont

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O Eurofighter Typhoon terá hipóteses de vencer o MMRCA indiano?

EADS Eurofighter Typhoon (www.military.cz)

EADS Eurofighter Typhoon (www.military.cz)

O consórcio Eurofighter está bater-se por um contrato de 10,4 biliões de dólares no concurso indiano “medium multi-role combat aircraft” (MMRCA). Um Typhoon da Luftwaffe esteve recentemente presente num espetáculo aéreo na Índia, mostrando as suas capacidades, como forma de reforçar as suas possibilidades no MMRCA, onde está presente como candidato desde 2007

Existem sinais contraditórios quanto à possibilidade de sucesso do Typhoon no MMRCA… Por um lado, os indianos parecem acreditar que o desempenho do avião está claramente acima dos requisitos, mas por outro, não parecem muito satisfeitos com o preço do caça europeu. O embaixador indiano na Itália, Arif Shahid Khan, terá dito recentemente que o Eurofighter estava a liderar o concurso. Em competição no MMRCA estão também o Rafale, o JAS 39 Super Gripen IN, o F/A-18E/F-IN Super Hornet, o F-16IL e o MiG-35 russo.

Até ao momento apenas a Áustria e a Arábia Saudita compraram Typhoons, além de Espanha, Itália, Reino Unido e Alemanha, países que fazem parte do consórcio construtor.

Um ponto essencial para a vitória do Typhoon no concurso indiano pode acabar por ser o seu motor… Com efeito, a EUROJET Turbo GmbH já admitiu estar disposta a transferir a construção dos motores do aparelho para a Índia e este poderia ser também utilizado para o caça indiano Tejas, sendo esta vantagem provavelmente tão importante como a aparente superioridade técnica do aparelho sobre os seus oponentes no MMRCA… Resta saber se estas duas grandes vantagens serão suficientes para compensar o alto preço do Typhoon, especialmente contra o Gripen e o Super Hornet.

Fonte:

http://www.defpro.com/daily/details/508/

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A evolução dos limites da Galiza no transcurso da História

Palestra de José Manuel Barbosa, na Sociedade de Geografia de Lisboa, a 19 de março de 2010:
O nome da Galiza não se corresponde com o mesmo território segundo a etapa histórica da que estejamos a falar e é por isso pelo que os limites da mesma também não são os mesmos.
O Paradigma galeguista, como contraposição ao Paradigma castelhanista põe sobre a mesa uma narração dos factos no que a Galiza existe como ente protagonista da Idade Média e ainda de outras épocas. Nós tentaremos desvendar aquelas chaves que até agora não levam sido publicitadas porque a Galiza não tinha possibilidade de as expor como sim tem sido possível com a Catalunha e o País Basco dentro do contexto do Reino da Espanha porque nesses países sim há um poder autocentrado que não só permite, mas impulsiona o estudo da própria História como elemento fulcral na (re-)construção nacional, apesar do castelhanismo ideológico que procura deformar a realidade passada dos povos e nações da península Ibérica.

O nome da Galiza não se corresponde com o mesmo território segundo a etapa histórica da que estejamos a falar e é por isso pelo que os limites da mesma também não são os mesmos.O Paradigma galeguista, como contraposição ao Paradigma castelhanista põe sobre a mesa uma narração dos factos no que a Galiza existe como ente protagonista da Idade Média e ainda de outras épocas. Nós tentaremos desvendar aquelas chaves que até agora não levam sido publicitadas porque a Galiza não tinha possibilidade de as expor como sim tem sido possível com a Catalunha e o País Basco dentro do contexto do Reino da Espanha porque nesses países sim há um poder autocentrado que não só permite, mas impulsiona o estudo da própria História como elemento fulcral na (re-)construção nacional, apesar do castelhanismo ideológico que procura deformar a realidade passada dos povos e nações da península Ibérica.

ÁUDIO (De melhor qualidade) em:
Categories: Galiza, História, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | 9 comentários

As Pandur II da República Checa

Como saberão (até pelos posts publicados aqui no Quintus), os Pandur II representam para o Exército Português um autêntico “salto quântico” em termos de capacidades e poder operacional, quando comparadas com as vetustas “Chaimites” e M113 que ainda equipam as forças mecanizadas do Exército.

Além de Portugal, a República Checa também assinou em janeiro de 2006 um contrato com a Steyr-Daimler-Puch Spezialfahrzeug GmbH austríaca no sentido desta lhe fornecer 199 APCs Pandur II. Os veículos deveriam começar a ser entregues entre 2007 e 2012, sendo os Pandur II fabricados na Áustria e na República Checa. O negócio esteve ameaçado pela crise financeira que devastou a Europa de Leste e à qual a República Checa não escapou. Apesar disso os checos conseguiram salvar o programa dos seus obsoletos OT-33, diminuindo contudo o número total de Pandur II a construir em fevereiro de 2009.

Fonte:

http://www.defenseindustrydaily.com/czechs-to-buy-199-pandur-ii-apcs-for-1-billion-01810/

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