Daily Archives: 2010/03/08

A sociedade civil começa contactos no sentido de se formar uma “Agência Espacial Lusófona”

Foguetão brasileiro VLS (http://www.globalsecurity.org)

Foguetão brasileiro VLS (http://www.globalsecurity.org)

Um grupo de investigadores portugueses da Universidade do Minho multiplicaram-se recentemente em contactos no Brasil para que seja alavancada uma parceria espacial entre Portugal e o Brasil.

Os investigadores contactaram o governo brasileiro e diversas entidades brasileiras ligadas à área da investigação espacial, deixando-lhes uma “proposta de intenções” elaborada em Portugal.

A equipa da Universidade do Minho foi composta pelos físicos Joaquim Carneiro e Vasco Teixeira, que foram convidados pelo coordenador brasileiro do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, Sérgio Mascarenhas, que acompanhou os dois físicos portugueses no Brasil.

Em Brasília, os investigadores portugueses encontraram-se com o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério de Ciência e Tecnologia , José Monserrat Filho, com o objetivo de firmarem protocolos de colaboração e intercâmbio entre a Universidade do Minho, a USP São Carlos, a Embrapa e Ministério da Defesa nos campos de nanotecnologia para energias renováveis, aeronáutica e aplicações aeroespaciais. Em São José dos Campos os dois físicos portugueses encontraram-se com o Coronel Sala Minucci, do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Defesa.

Esperemos que estes contactos sejam frutuosos e que os dois países possam assim encetar o processo de aproximação, partilha e desenvolvimentos conjuntos que permita alavancar o arranque de uma verdadeira “Agência Lusófona para o Espaço”.

Fonte:
http://agenciacienciaweb.wordpress.com/2010/02/18/missao-portuguesa-para-projetos-aeroespaciais-chega-hoje-ao-brasil/

Categories: Brasil, Ciência e Tecnologia, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal, SpaceNewsPt | 6 comentários

Quids S18: Como se chama este taxista?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 10 comentários

Consumimos uma Terra e Meia

Embora o dogma económico dominante ainda não o saiba (ou não queira saber), a verdade é que consumimos demais. Segundo especialistas, Portugal, por exemplo, consome o equivalente aos recursos de quatro portugais.

Segundo um estudo publicado pelo “Global Footprint Network” (GFN) os seres humanos consomem o equivalente a 1,5 planetas num ano. A GFN tem como missão calcular a pegada ecológica de um conjunto de cerca de cem países e do conjunto da humanidade.

Este desequilíbrio entre o consumo e a produção não é novo. Existe desde os finais da década de 80 e traduz-se na prática num consumo de recursos a um nível mais elevado do que a natureza os consegue repor. A GFN estima que atualmente, o planeta precise de 18 meses para absorver o produto do nosso consumo anual. Este desequilíbrio é particularmente sensível na produção de CO2, no consumo de água, de pescas, florestas, etc.

De todos os países do globo, os Estados Unidos e os Emirados Árabes são os piores alunos, já que se todos os países tivessem o seu padrão de consumo, então não estaríamos a consumir uma Terra e meia, mas… Cinco!

A opção é simples: ou reduzimos o consumo – muito rapidamente – ou aumentamos a produção de recursos. Sem um caso ou outro (ou ambos) será impossível manter este padrão atual de consumo e de nível de vida. Como não há mais Terras disponíveis, a solução resta óbvia: reduzir o consumo. Há que substituir o paradigma do “crescimento contínuo”, possível na década de 50, mas assassino de massas na atualidade, pelo novo paradigma do “crescimento zero”: consumir para nutrir e substituir equipamentos e ferramentas avariadas. Desfocar as economias da produção de “coisas”, para a produção de “coisas” substitutas e para a oferta de bens essenciais, serviços culturais e imateriais. Quebrar o círculo vicioso de produtor-consumidor, para introduzir o critério ético na opção de compra de cada consumidor, além da “qualidade”, “durabilidade” ou do fátuo efeito prometido pelas campanhas de marketing.

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1433692&seccao=Biosfera

Categories: Ecologia | 5 comentários

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