Monthly Archives: Março 2010

Ainda sobre o Proteccionismo Espanhol

Multiplicam-se as alusões ao “proteccionismo espanhol”. Agora é o presidente do grupo Barbot que a propósito deste proteccionismo, “se [Espanha] o faz, faz muito bem” e que “era boa ideia o Governo português fazer o mesmo”. E Carlos Barbot sabe do que fala. Em 2009, a empresa portuguesa conseguiu comprar uma empresa do ramo em Espanha. Barbot admitiu “ser verdade” que existe um proteccionismo em Espanha, contra as empresas portuguesas e que explica a diminuição das nossas exportações para Espanha em 27% e disse ainda que “não sei se o Governo espanhol o fez ou não, mas se o faz, faz muito bem. Não me admira” e acrescentou ainda que “era boa ideia o Governo português fazer o mesmo”. Se não olharmos pelas nossas empresas, quem o vai fazer? Façamos o mesmo aqui, copiemos o que eles fazem”, disse, acrescentando. Ser acusado de defender as nossas empresas é o mesmo de ser acusado de defender a nossa casa e o nosso jardim. Devíamos deixar de ser bons meninos e simpáticos e olhar mais pelos nossos e de que forma podemos proteger o ambiente”.

Fonte:
http://economia.publico.pt/Noticia/presidente-da-barbot-defende-proteccionismo-espanhol_1425161?utm_source=feedburner&utm_medium=feed

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Quids S18: Quem é esta mulher?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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PRÓXIMO DEBATE PÚBLICO DO MIL/ PRÓXIMA RECOLHA DE LIVROS:


DEBATE PÚBLICO

PORTUGAL

100 ANOS DEPOIS DA REPÚBLICA

ORADORES

Mendo Castro Henriques – Pedro Martins

22 de Maio, Sábado, 16h00

Sociedade de Língua Portuguesa

Lisboa, Rua Mouzinho da Silveira, 23 (junto ao Marquês de Pombal)


RECOLHA DE LIVROS PARA TIMOR-LESTE

(todos os presentes deverão levar alguns livros para esta campanha do MIL, em parceria com a Associação de Apoio da Diocese de Baucau; quem não consiga estar presente, poderá deixar os livros antes ou depois na morada acima indicada)

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO (www.movimentolusofono.org)
(blogue: www.mil-hafre.blogspot.com)
(facebook: http://www.facebook.com/group.php?gid=2391543356)

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Proteccionismo: Porque não segue Portugal o exemplo espanhol?

Ainda que Portugal insista em continuar a ser um “bom aluno europeu”, os países economicamente mais fortes do que nós, como a França e a nossa (má) vizinha Espanha já perceberam que do “comércio livre” se deve manter apenas a retórica.

A Federação da Construção (FEPICOP) pediu recentemente ao governo português que exija a Espanha alguma reciprocidade, de forma a ultrapassar um crescente muro proteccionista que tem impedido a ação das empresas portuguesas em Espanha. Ricardo Gomes, da FEPICOP afirmou que “Em rigor, por cada milhão de euros que uma empresa espanhola fizer em Portugal, tem que haver uma empresa portuguesa a fazer um milhão de euros em Espanha. Tem que ser assim”. Mas não é. Os nossos supermercados estão atulhados de produtos alimentais e de grande consumo fabricados em Espanha, ocupando e destruindo muitas empresas nacionais que operavam neste setor com práticas de dumping fiscal e empresarial que em pouco mais de dez anos, arruinaram todo um setor industrial outrora próspero em Portugal. Em Espanha, são raríssimos os produtos portugueses presentes no comércio, com excepção das zonas fronteiriças, especialmente a sul e apenas devido à presença de grandes números de turistas portugueses.

Este proteccionismo espanhol tem-se intensificado com a queda do país vizinho em crise, como declara o presidente da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) que sublinha que esta vertente proteccionista crescente e que respondeu por uma parcela significativa do decréscimo das exportações portuguesas para Espanha.

Portugal e, sobretudo o governo português, nada têm feito para reagir a este proteccionismo espanhol. Sublinhe-se que o problema é especialmente grave no setor da construção civil, onde há uma profusão de empresas espanholas a operar em Portugal, contra raras empresas portuguesas em Espanha, já que segundo a FEPICOP, no sector da construção “nunca foi permitida a entrada de empresas” não espanholas em Espanha e somou ainda que “a verdade é que, em Espanha, existe uma série de mecanismos na contratação pública que tornam difícil a penetração das empresas não espanholas. Pelo contrário, entre nós, sucede “exactamente o oposto: temos, neste momento, muitas pequenas empreitadas de contratos públicos ganhos por empresas espanholas em que os donos de obra portugueses até fazem, às vezes, gala em entregar as obras a empresas espanholas, mesmo que seja por uma diferença de preço reduzida”.

Até quando? Até quando vamos insistir em desproteger a nossa economia contra este fechamento crescente do nosso principal parceiro comercial? Até quando os nossos partidocratas vão insistir em seguirem uma bitola formal que os seus criadores já abandonaram – na prática – há muito e que apenas estes seus servos do sul seguem religiosamente? Durante quanto mais tempo vamos tolerar que Madrid dificulte a vida às nossas empresas, enquanto que as suas ocupam paulatinamente uma posição cada vez mais “imperial” sobre setores inteiros da nossa economia, da Banca, à Construção Civil, passando pelo setor comercial e de construção civil e energia? Até quando, Portugal, vamos acreditar que o proteccionismo saiu de moda?

Fonte:
http://economia.publico.pt/Noticia/federacao-da-construcao-quer-que-governo-portugues-exija-reciprocidade-nos-negocios-com-espanha_1425191

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Recessão e Salvamento: Alguns números e a (des)proporção portuguesa

Uma das lições que os governos aprenderam da grande crise financeira de 1929, foi que as economias não podem ser deixadas entregues a si mesmas, no estrito cumprimento dos dogmas neo-liberais de não-intervenção. Por isso, a reação padrão à presente recessão foi a de injetar triliões de dólares na economia real. Desde 2008, os governos e as grandes instituições financeiras, como o BCE e o FMI, colocaram mais de 9.3 biliões de euros. Esta espantosa quantia equivale ao PIB anual da maior economia do mundo, os EUA e dá uma boa medida da escala da intervenção salvífica que foi necessário fazer para evitar uma recessão tão duradoura como a de 1929, que de facto, só terminaria perto do começo da Segunda Grande Guerra, em 1938.

A estes 9,3 biliões de euros há ainda que acrescentar a evaporação de valor de muitos produtos financeiros e – sobretudo, já que a primeira foi sobretudo uma queda virtual – o abrandamento do comércio mundial em mais de 37 biliões de euros.

O epicentro da crise de 2008 foram os EUA, e nestes, o seu descabelado e selváticamente desregulado setor financeiro. Por isso, é compreensível que seja também o país onde o Governo injetou mais dinheiro na economia, 4 biliões de euros no total, ou quase metade das intervenções governamentais de todo o mundo. Após os EUA, foi a China a realizar a segunda maior intervenção, com uns notáveis 2 triliões de euros. A Europa, foi muito mais contida e limitou-se quase inteiramente em apoiar diretamente o seu setor financeiro, o que explica aliás porque é que é ainda aqui que a recuperação é mais tímida ou – simplesmente – ainda não aconteceu: caso de Portugal, Grécia ou Irlanda, por exemplo.

Portugal foi dos países ditos “desenvolvidos” um dos que menos se aplicou no salvamento da sua economia, já que apenas aplicou 3,6 mil milhões de euros no setor financeiro e um valor ainda menor (nesta escala de valores) na economia real, de 2 mil milhões de euros, ou seja, 3,3% do PIB. Metade dos 6,4% gregos, um terço dos 10,5% espanhóis e muito menos que os notáveis 48% irlandeses. Assim se explica a fraca recuperação da economia portuguesa – quando comparada com a que já se verifica noutros países europeus – pela timidez da resposta governamental, sempre motivada por um patético receio de uma “zanga” dos patrões do norte da Europa. Estúpida, já que acabaríamos por levar com um défice orçamental superior ao que estes nos ditam, mas que ao contrário de outros países europeus, não se deveu a injeções salvífica na Economia mas “apenas” ao enfraquecimento na cobrança de impostos resultante do abrandamento da Economia.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/crise-mundial-ja-custou-46-bilioes-de-euros=f568122

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Quids S18: Em que ilha foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

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Categories: Quids S18 | 7 comentários

Em defesa de uma Agência Espacial Lusófona

Pode parecer do domínio dos sonhos e das ambições irrealizáveis, mas a este também pertencia a gesta dos Descobrimentos e Expansão e se esta não tivesse sido concretizada, nas estaríamos agora a falar sobre o ambicioso, mas realizável, projeto de dois físicos da Universidade do Minho: a criação de uma Agência Espacial luso-brasileira.

Segundo Joaquim Carneiro, diretor da Agência de Energia da Universidade: “O Brasil é um verdadeiro tecnólogo no domínio aeroespacial e Portugal, por seu turno, é membro da Agência Espacial Europeia, mas não tem conseguido liderar projetos. Uma articulação entre os dois países poderá potenciar ambas as valências”. Joaquim Carneiro deslocou-se recentemente ao Brasil, em companhia do pró-reitor Vasco Teixeira, multiplicando-se em vários contactos com empresas e entidades académicas brasileiras no sentido de alavancar este projeto de uma agência espacial lusófona.

Recordemo-nos que o MIL: Movimento Internacional Lusófono teve ocasião de emitir um comunicado em apoio desta iniciativa, noticiado na imprensa especializada do género (como o jornal Ciência Hoje), e que chegou às mãos das principais entidades e instituições ligadas à exploração do Espaço e ao meio académico português e brasileiro.

Falta a Portugal – como indica o professor Joaquim Carneiro – uma verdadeira política espacial, capaz de potenciar o crescimento económico, a multiplicação de saberes e emprego que pode existir no setor aeroespacial. Por isso defendemos a elaboração por parte das entidades portuguesas associadas ao setor de um “Manifesto Português para o Espaço” que delineie os contornos da presença, estratégia e investimentos públicos e privados na área aeroespacial. No passado, Portugal soube liderar o mundo na exploração da Terra, nada obsta a que no presente não saibamos honrar a memória dos nossos antepassados, procurando também cumprir um papel mais ativo nas novas fronteiras que hoje se deparam ao Homem.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/brasil-investigadores-da-universidade-do-minho-propoe-criacao-da-agencia-espacial-luso-brasileira=f568093

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Ecos da proposta MIL para a criação de uma Agência Espacial Lusófona

O recente comunicado MIL “POR UMA CONCERTAÇÃO LUSÓFONA NA INVESTIGAÇÃO OCEANOGRÁFICA E AEROESPACIAL
Teve já vários ecos na blogoesfera:

http://brazilianspace.blogspot.com/2010/03/mil-continua-apoiando-criacao-da.html
http://blogs.opovo.com.br/portugalsempassaporte/mil-quer-agencia-espacial-da-lusofonia/
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40840&op=all
http://www.fisiozone.com/ciencia-e-tecnologia-55/112733-mil-propoe-criacao-da-agencia-lusofona-para-o-espaco.html
http://astropolitica.blogs.sapo.pt/62601.html
http://embaixada-portugal-brasil.blogspot.com/2010/03/movimento-propoe-criacao-de-agencia.html
http://real-abranches.blogspot.com/2010/03/movimento-internacional-lusofono.html

Categories: Brasil, Ciência e Tecnologia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal, SpaceNewsPt | Deixe um comentário

Quids S18: Quem é esta mulher?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…



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A China atrasou os seus planos para lançar o Tiangong-1 de 2010 para 2011

A China atrasou os seus planos para lançar um módulo espacial não tripulado de 2010 para 2011. O módulo será depois somado a um módulo espacial tripulado de forma a formar um laboratório espacial habitado sabendo-se já que serão aqui feitas experiências com sementes enviadas de Taiwan, no âmbito de um programa científico comum.

Ao laboratório espacial Tiangong-1 será primeiro atracada a Shenzhou-9 e depois a Shenzhou-10 cada uma com dois ou três astronautas cada, lançadas entre 2011 e 2013. Desta forma a China irá testar as tecnologias de longas permanências no Espaço e de atracagem entre veículos que são essenciais para o sucesso da missão tripulada à Lua que espera concretizar em 2020.

O atraso no lançamento do Tiangong-1 deveu-se a “dificuldades técnicas”, segundo a agencia espacial chinesa, que será lançado por um foguetão Longa Marcha II-F muito modificado.

Mas o programa espacial chinês prepara-se para dar um salto ainda mais significativo com o desenvolvimento do foguetão pesado Longa Marcha V, com uma capacidade de carga máxima de 25 toneladas e que deverá estar operacional já em 2014. Este foguetão irá disputar o muito rentável mercado internacional de satélites pesados e servir de plataforma de lançamentos para uma verdadeira Estação Espacial chinesa e para o seu ambicioso programa lunar e sinal claro da maturidade da China no Espaço e a suprema afirmação do seu estatuto como superpotência.

Fonte:
http://news.xinhuanet.com/english2010/china/2010-03/03/c_13195325.htm

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Seti: Será que devíamos começar a escutar os E.T. por outras formas?

Desde 1960 que se escutam as ondas de rádio que nos chegam do Espaço exterior em busca de sinais de vida inteligente. Até agora, em vão, porque ainda nada foi ouvido.

Esse silêncio pode ter várias explicações. Desde logo, pode simplesmente não haver ninguém a emitir. Por outro lado, pode não haver vida inteligente além da Terra (se é que esta existe mesmo aqui, o que é duvidoso). É também possível que essas civilizações tinham emitido os seus sinais quando ninguém na Terra tinha tecnologia para escutar. É também possível que estas civilizações estejam a tentar comunicar connosco através de formas completamente diferentes, como pelo envio de bactérias (com genoma) pelo Espaço fora ou através de partículas mais ou menos exóticas, desde quarks, a neutrinos ou através da elusiva – mas certamente existente – Matéria Negra.

Por outro lado, a Terra que foi uma fonte intensa de radiação eletromagnética para o Espaço, desde as emissões dos Jogos Olímpicos de Berlim, está agora, gradualmente, a emudecer… Com efeito, não somente as antenas de telemóveis são hoje muito mais eficientes e emitem cada vez menos energia que passa a atmosfera e segue para o Espaço, como até a transição da televisão analógica para a televisão digital terrestre está também a diminuir para menos de 20% a intensidade dos sinais de televisão. Em consequência, a Terra que seria no seu setor da galáxia um dos pontos mais “quentes” está a ficar cada vez mais discreta… Dentro de alguns anos, qualquer civilização extraterrestre que facilmente nos encontrava no firmamento devido às nossas abundantes emissões, deixará de o poder fazer e, consequentemente, não tentará enviar também para nós as suas tentativas de estabelecimento de comunicação.

Fontes:
http://www.physicsworld.com
http://www.spaceref.com/news/viewpr.rss.spacewire.html?pid=30299

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A “Economia Verde” será boa para… o Emprego? Parece que não…

Um dos motes da campanha de Barack Obama, nos EUA, e de muitos outros políticos pelo mundo fora tem sido que uma das formas de recuperar Emprego é o investimento público e privado na construção de uma “economia verde”. De facto, no que concerne à geração de Emprego, a “Economia Verde” é essencialmente a única resposta de Obama.

Mas parece haver um exagero na convicção de que a transformação das economias dos países desenvolvidos em “economias verdes” é a principal resposta contra o Desemprego. Isso mesmo revela um estudo da Universidade Rey Juan Carlos, de Madrid, que revela que, em Espanha, e mesmo depois de fortes políticas públicas de subsídios diretos e indiretos à produção de “energia verde”, por cada emprego aqui criado, se perdem 2,2 na dita “economia tradicional”. Na prática, o estudo revela que os 50227 empregos criados no setor renovável desde 2002, estiveram na direta razão da perda de emprego a 110500 espanhóis.

O estudo revela também que este desequilíbrio ainda é mais severo se o limitarmos unicamente ao setor energético, com a perda de 5,28 empregos por cada um gerado na produção de energia “verde” e até de 8,99 na área do fabrico de painéis fotovoltaicos!

O estudo conclui que se queremos renovar o Emprego, temos que pensar muito para além da necessária (por imperativos ecológicos e climáticas) “revolução verde” que temos que fazer nas nossas economias. De facto, uma política de Emprego séria e consistente não pode até passar por este setor económico, e é até contraproducente, como se observa neste estudo da universidade madrilhena onde a destruição de postos de trabalho pela “economia verde” é a conclusão mais espantosa. O estudo também revela que o Estado espanhol investiu em cada posto de trabalho na “economia verde” mais de um milhão e meio de euros, em subsídios de vários tipos. De sublinhar que esta política de subsídios foi apontada como exemplar por Obama, mas se haver então o conhecimento destas conclusões… Sendo a principal a de que a solução para o problema do Desemprego crónico não é a “economia verde”, que serve outros propósitos e objetivos.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/energias-renovaveis-destroem-2-empregos-por-cada-1-que-criam=f569314

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Nove Boas Razões para votar em Fernando Nobre

Dr. Fernando Nobre (http://mediaserver.rr.pt)

A candidatura de Fernando Nobre é muito mais do que uma “pedrada no charco” de uma democracia representativa adormecida e colonizada pela partidocracia. Ela é também um choque de consciência a um dos partidos que mais cresceu nas últimas eleições e que capitalizou muitos votos como “transformador do sistema político-partidário”: o Bloco de Esquerda.

1. O namoro descarado de Manuel Alegre ao Bloco de Esquerda, buscando ali o apoio que lhe fugia no seu próprio partido, acabou por surtir efeitos e levar o Bloco a cumprir a inóspita caminhada de acompanhar lado-a-lado um candidato que numa negociata no Altis vendeu o seu silêncio a Sócrates em troca do apoio do aparelho do PS. Manuel Alegre que assim conseguira capitalizar os votos daqueles que estavam desiludidos com o imobilismo e o suave cheiro a corrupção que rodeia o bi-partido, vê assim – com esta negociata – fugir uma parte significativa destes votos.

Perante esta verdadeira “asfixia democrática”, este bloqueio da vida de Portugal e dos portugueses entre as várias “alternativas” da partidocracia, a aparição de um candidato verdadeiramente apartidário e independente como Fernando Nobre pode ser decisiva para revigorar o sistema democrático português.

2. Ademais as caraterísticas pessoais de Fernando Nobre, expressas enquanto dirigente da AMI, de excelso negociador, de diplomata consagrado e de mediador experimentado podem revelar-se cruciais para um exercício da função presidencial de elevada qualidade. Fernando Nobre tem também demonstrado uma verticalidade ética e um experiência de vida e um conhecimento dos problemas que hoje mais afligem o globo que lhe confere um conhecimento de causa que pode revelar-se crucial na resolução de crises internacionais onde um Presidente da República pode ter um papel de mediador que tem sido descartado por vários presidentes.

3. Dirão os mais céticos – em coro com os partidocratas – que Fernando Nobre não tem experiência política. Mas Ramalho Eanes – provavelmente o melhor Presidente da República que já tivemos – também não a tinha quando ascendeu ao cargo e isso não o impediu de cumprir com excelência o seu dever. E além do mais o facto de ser verdadeiramente apartidário e independente, livre do repressor enfeudamento a grupos políticos ou a interesses partidários ou pseudo-partidários dá-lhe uma liberdade que poucos presidentes puderem usufruir não sendo raros os momentos em presidentes como Mário Soares ou Cavaco Silva foram acusados de estarem a servir os interesses dos respetivos partidos que os elegeram.

4. Existe, é certo, uma certa aparência de “ingenuidade política” na conduta de Fernando Nobre. Tal acusação tem-lhe sido atirada por certa Esquerda mais ou menos radical que não esqueceu ainda o seu apoio a Durão Barroso mas se existir “ingenuidade” essa de facto será não uma desvantagem, mas uma vantagem para o candidato já que resulta da sua ausência do circo governativo que em rotativismo tanto tem feito para destruir este nosso Portugal. E se querem confundir ingenuidade com desligamento do partidarismo, então excelente. Fernando Nobre é de facto um verdadeiro candidato suprapartidário, livre das peias partidárias e sem necessidade de falsos mascaramentos “suprapartidários” como aqueles com que nos logram os candidatos partidários que o bi-partido PS-PSD tem enfiado em Belém, ano após ano.

5. Fernando Nobre tem um espaço político próprio. O acordo mais ou menos secreto (todos o conhecem…) negociado no Altis entre Sócrates e Alegre que seria selado no patético “abraço de apoio” entre os dois nas Legislativas, em Coimbra. Quem votar Alegre, vai agora não mais votar em protesto contra Sócrates ou as políticas do seu governo, mas, agora, a favor do mesmo, após a selagem deste acordo. O espaço de protesto “à Esquerda”, antes preenchido por Alegre, está agora disponível para Fernando Nobre ocupar…

6. Muitos daqueles que se habituaram a ver Fernando Nobre a navegar na área da chamada “Esquerda” espantaram-se ao ver o candidato presidencial escolher como local de lançamento da sua candidatura o Padrão dos Descobrimentos, um dos ícones do Salazarismo em Portugal. A escolha poderá não ter ser das mais judiciosas e aberto desnecessariamente o flanco aos seus críticos, mas não tem – de longe – a carga ideológica que alguns lhe querem reconhecer. A escolha do Padrão dos Descobrimentos não tem essa carga, mas é uma forma que Fernando Nobre encontrou para proclamar a sua aspiração a regenerar o país e a democracia sem nunca perder de vista os valores representados pela Portugalidade e a capacidade que os portugueses demonstraram nos idos de Quinhentos.

7. Há também quem queira ver em Fernando Nobre um “monárquico tímido” ou encapotado. Um dos argumentos mais fortes a favor deste argumento encontra-se no facto de Nobre ser o presidente da Assembleia Geral do Instituto de D. Duarte Nuno de Bragança. Não existem, contudo, textos ou declarações de Fernando Nobre que permitam afirmar de forma absolutamente categórica o seu “cripto-monarquismo”. Terá já dito ser um “simpatizante” da causa monárquica, mas isso não é o mesmo que dizer que é um apoiante da reinstauração da monarquia. De longe. Insistir nesta tecla, é apenas uma forma torpe e cobarde de diminuir a grandeza da fibra ética e inteletual do candidato, uma forma de “baixa política” que querendo criar uma imagem de inconsistência política em Nobre, pretende tão somente diminuir as suas possibilidades de disputar nas urnas com a devida justiça pelos votos dos eleitores.

8. Embora tenha apoiados politicamente pessoas posicionadas ao centro-direita (como Durão Barroso e António Capucho) a candidatura de Nobre posiciona-se claramente à Esquerda. É aqui que recolherá certamente o essencial dos sufrágios, mas estando desvinculada do cristalizado quadro partidário português, esta candidatura reúne boas condições para se constituir como a primeira candidatura para ser a primeira a erguer até à Presidência da República o primeiro candidato externo à Partidocracia, num sinal de inovação a uma situação estagnada e bloqueada que hoje paralisa a nossa democracia.

9. A candidatura de Fernando Nobre não vem dividir a Esquerda. Bem pelo contrário, ao oferecer mais uma alternativa à Esquerda, irá necessariamente aumentar o número de votantes, reduzir a abstenção à Esquerda (sociologicamente maioritária em Portugal) e logo aumentar as possibilidades de haver uma segunda volta, onde essa maioria sociológica possa determinar quem será o vencedor.

E eis nove boas razoes para votar em Fernando Nobre…

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A Rússia vai ter um novo bombardeiro estratégico até 2020/2025

Como poderá ser o novo bombardeiro russo (http://lh5.ggpht.com)

Como poderá ser o novo bombardeiro russo (http://lh5.ggpht.com)

O novo caça russo de 5a geração, o PAK-FA (ou Sukhoi T-50) deverá cumprir mais de dois mil testes de voo completo antes de entrar em produção. Isto mesmo admitiu o próprio Putin, acrescentando na mesma declaração que agora que o T-50 se estava a desenvolver, era o tempo para focar o trabalho no desenvolvimento de um novo bombardeiro estratégico capaz de substituir o Tu-95.

Já antes falamos da intenção russa de criar um novo bombardeiro de longo alcance, mas Putin acrescentou agora factos novos ao dizer que este avião “seria um transportador aéreo de mísseis”.

A explicação porque é que a entrada em testes do T-50 está ligada ao começo do trabalho de concepção do novo bombardeiro não é clara, já que o T-50 é um programa da Sukhoi e o novo bombardeiro um programa da Tupolev, mas poder-se-á prender com os problemas orçamentais que a Rússia atualmente atravessa.

A Tupolev deverá fazer voar o primeiro protótipo do seu bombardeiro até 2017 e começar a fabricá-lo em série entre 2020 e 2025, ou até 2030, segundo fontes da aviação russa. Será este aparelho que substituirá três tipos diferentes de bombardeiros atualmente em operação na Rússia: o Tu-95MC Bear, o Tu-160 Blackjack e o Tu-22M3 Backfire, todos aviões já com longas carreiras de serviço ativo e longamente carentes de substituição.

Fonte:
http://www.defpro.com/news/details/13497/

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João Jardim: Lembra-se? “Nem um tostão para Timor!”

A solidariedade a propósito da tragédia na Madeira criou uma natural e compreensível amnésia na sociedade portuguesa. Muitos de nós preferiram esquecer a boçalidade, os dislates e os insultos de Jardim a Portugal e à República. Mas passada a primeira hora, importa recordar de que tipo de personagem estamos a falar e o quanto ela tem prejudicado a Madeira e os madeirenses, aparentando – superficialmente – favorecê-la.

Lembremo-nos de que em 1999, João Jardim clamou: “Nem um tostão para Timor!” Agora, em 2010, não teve qualquer pudor em reclamar do continente que dez anos antes quisera negar aos timorenses, povo que sempre soube manter a língua portuguesa mesmo nos momentos de maior repressão e genocídio durante a ocupação indonésia.

Por isso, quando Timor decidiu enviar 750 mil dólares dos seus próprios fundos para enfrentar emergências para auxiliar a mesma Madeira liderada pelo energúmeno “nem mais um tostão para a Madeira” mostrou por aquela que é sempre a via mais expressiva: a do exemplo, especialmente eloquente quando temos em Timor um dos países mais pobres do mundo e na Madeira uma das regiões mais ricas da Europa.

Bem Haja, Timor!

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As Jet Streams: Uma fonte de energia fabulosa… mesmo acima de nós!

Uma das maiores de energia potenciais do mundo são os jet-streams, os corredores de vento nascidos da colisão entre o ar quente tropical e o ar frio polar, que têm lugar nas regiões temperadas do globo. Com efeito, enquanto que à superfície os ventos não ultrapassam as poucas dezenas de quilómetros por hora, a dez mil metros de altitude estes ventos circulam a mais de 200 km/h. De facto, não é necessário chegar aos dez mil metros, já que basta chegar aos mil metros para que a velocidade do vento seja o dobro em relação ao solo.

Uma grande vantagem destes ventos de alta altitude é o facto de sobre algumas das grandes cidades – situadas precisamente nas regiões temperadas – a perto de oito metros de altitude existem ventos capazes de gerar até 10 kW/m2. Ou seja, 50 vezes mais do que o existente ao nível do solo…

Para aproveitarem este imenso manancial energético há já várias hipóteses:

Magenn (Canadá):
Altitude: 300 metros
Preço: menos de 0,05 euro
Produção: 2010
O vento faz rodar um balão sobre um eixo horizontal, o qual se encontra ligado a um alternador no solo. O gás do balão será hélio ou hidrogénio.

Kite Gen (Itália)
Altitude: 800 a 1200 metros
Preço: 0,03 a a 0,05 euro
Produção: 2010
Uma asa voadora puxada pelo vento e que estica um cabo preso a um alternador instalado na outra extremidade do cabo, no solo. Quando o cabo está completamente esticado, é recolhido e o processo começa novamente.

Rotor (Austrália)
Altitude: 5000 a 10000 metros
Preço: 0.01 a 0.02 euro
Um rotor que se mantém a voar pela rotação das suas pás, alimenta um alternador ligado por um cabo. O Rotor ganha altitude pelo uso das pás como se se tratasse de um gigantesco helicóptero.

A energia das Jet Streams é hoje uma das maiores possibilidades de produção de energia limpa, segura e barata. Está disponível em praticamente todas as regiões do globo, mas especialmente nas latitudes temperadas, sendo particularmente intensa no Canadá, EUA, Chila, sul do Brasil, Uruguai, norte de África, África do Sul, Médio Oriente, China central, Japão e Austrália e Nova Zelândia. Nestes países a energia destes ventos de alta altitude pode satisfazer mais de 20% de todas as necessidades atuais, ou seja, assumir uma parcela maior que aquela hoje ocupada pela energia nuclear ou pela eólica. Portugal não está nas regiões mais favorecidas pelos Jet Streams, mas também não está naquelas onde estas não são suficientemente fortes para justificar tal exploração… Há assim todo o interesse em ver assim projetos deste tipo surgirem em Portugal e no Brasil sobretudo, onde grandes cidades como São Paulo e o Rio de Janeiro se encontram precisamente nas zonas a sul do Equador onde estas correntes são mais intensas, sendo absurdo não aproveitar este imenso manancial de ventos com mais de 200 km/h em época de alterações climáticas e de um reforço imperativo de redução da nossa pegada de carbono! Para as Jet Streams, já, e em força, é caso para dizer!

Fonte:
Science & Vie, novembro de 2009

Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia, Economia | 2 comentários

Quid S18: Quem é este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 13 comentários

O permafrost do Ártico está a derreter: Efeitos para o Aquecimento Global

Os depósitos submarinos de metano estão destabilizados e começaram a emitir grandes quantidades de metano para a atmosfera. Esta é uma consequência do aumento de temperaturas nas latitudes mais elevadas do globo e tem uma enorme gravidade, já que o metano é 30 vezes mais influente para o Aquecimento Global que o muito mais mediático Dióxido de Carbono.

Esta revelação surge na revista “Science” e refere-se ao permafrost do ártico, que até à bem pouco tempo atrás se acreditava ser resistente à evaporação do metano aqui conservado. Mas não é isso que está a acontecer. O estudo foi liderado pela climatologista norte-americana Natalia Shakhova Shakhova. O estudo revela que o metano que é atualmente emitido no Ártico é já equivalente ao emitido por todos os outros oceanos do planeta. No total, falamos de 1,1 milhões de toneladas emitidas por ano, metade do total de emissões mundiais de metano. Mas o que é mais preocupante não é o valor atual, é o facto de segundo o estudo, existirem sinais que estamos à beira de um aumento explosivo das emissões de metano: os níveis de metano registados nas águas profundas do Ártico são oito vezes superiores aos das águas dos restantes oceanos e há até locais onde o nível é 250 vezes superior ao normal no Verão e 1400 no Inverno.

O metano é 30 vezes mais grave que o dióxido de carbono para o Aquecimento Global, mas a situação é agravada – afirma a investigadora – pelo facto de que a emissão de apenas 1% do metano armazenado no permafrost ir alterar a composição atmosférica quadruplicando o total de metano já presente hoje na atmosfera.

Fonte:

http://motherjones.com/blue-marble/2010/03/massive-methane-melt-siberia

Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia | 2 comentários

Existe uma ligação estatística entre os estudantes com pior desempenhos escolares e taxas de desemprego superiores

O estudo PISA, da OCDE encontrou uma ligação estatística entre os estudantes com pior desempenhos escolares e taxas de desemprego superiores. Parece óbvio, mas esta demonstração de que quem tem maus desempenhos escolares aos 15 anos não conseguem entrar nos melhores cursos, e deixa escapar os empregos mais bem remunerados, é cabal e reforça o senso comum. O estudo foi realizado no Canadá e englobou mais de 30 mil jovens durante mais de dez anos.

O estudo demonstrou que os jovens com melhor desempenho no secundário apresentavam 20 vezes mais hipóteses de chegar às universidades que os com pior desempenho. E o mesmo sucede quando estes jovens ingressaram no mercado trabalho, recebendo em média as mulheres mais 13% que as com pior desempenho escolar e mais 5% os homens. E o desemprego afetava 14% dos homens com piores desempenhos, contra 8% entre os melhores.

Moral da história? Ser um bom estudante – mesmo no Secundário – parece ser muito importante para que tenhamos um adulto realizado e empregado, razão pela qual este ciclo de ensino é fundamental para criar uma sociedade sã e equilibrada e razão pela qual devemos estar especialmente atentos ao desempenho escolar dos nossos jovens, especialmente neste período.

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1495203

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Quids S18: Como se chama este objeto?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Breve entrevista de Renato Epifânio (MIL) ao Dr. Fernando Nobre

Lusofonia, a importância do espaço da Lusofonia para a nossa afirmação no mundo e nos mercados internacionais.
Portugal com a dimensão do mundo.
O Passaporte Lusófono (de Agostinho da Silva)
Portugal é o mundo lusófono, mais todas as comunidades e todas as comunidadades lusodescendentes no mundo.

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Jantar do 1º de Maio com Fernando Nobre (Mercado da Ribeira)

Jantar de voluntários e apoiantes com o Dr. Fernando Nobre! Em Lisboa, restaurante a indicar brevemente.
Inscreva-se, via facebook ou enviando uma mensagem de correio eletrónico para: paula.sarmento@lisboacomfernandonobre.org

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Os sites de Torrents estão a mudar… The Pirate Bay, Mininova, Torrent Spy, etc, já eram e agora…

Quem anda pelos sites de Torrents, sabe que algo está a mudar neste meio… O Pirate Bay já foi ao ar. O mesmo destino seguiram o TorrentSpy, o mininova e muitos outros menos conhecidos sites de Torrents. Na verdade, isso pode incomodar os menos conhecedores do submundo dos Torrents, mas não os “profissionais” da pirataria que – como sempre – andam sempre um passo à frente das multinacionais de Media.

Com efeito, os utilizadores mais intensos de clientes BitTorrent criaram sites fechados, livres dos ficheiros falsos e dos vírus com que as empresas de Media têm saturado os últimos sites de Torrents e somente acessíveis a utilizadores registados que mutuamente se conhecem. Os sites privados de Torrents estão apenas acessíveis a quem receba um convite de um utilizador atual. A maioria destes sites privados são especializados, por tema ou tipo de ficheiro, mas existem alguns mais genéricos, como os sites de Torrents que entretanto fecharam. Mas estes sites privados não escapam à mira da indústria dos Media… Alguns, como o OiNK, já foram encerrados, mas o seu lugar foi rapidamente ocupado por várias alternativas, alguns com mais de cem mil membros ativos.

Em suma, as redes P2P desceram para debaixo da terra, ganharam em discrição e secretismo o que perderam em notoriedade, e este movimento teve muito a ver com o alto perfil mediático que os fundadores suecos do The Pirate Bay tiveram durante as suas longas batalhas com a Justiça. Em resultado da sua derrota, praticamente todos os outros grandes sites de Torrent foram por sua vez condenados à extinção, mas em movimento de contracorrente, vimos nascer estas redes de sites alternativos, bem mais pequenos, quase secretos, privados e muito mais resilientes (porque mais flexíveis) a qualquer tipo de ataque que a indústria queira lançar sobre eles.

Fonte:
http://gizmodo.com/5475006/the-secret-world-of-private-bittorrent-trackers

Categories: Informática | 4 comentários

Quids S18: Onde estão estas portas?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 13 comentários

A Portugal Telecom: Covil de nepotistas, sobrinhos e filharada de políticos

André Sampaio: "Além da Sofia, também tenho um tacho na PT" (http://aeiou.caras.pt)

André Sampaio: "Além da Sofia, também tenho um tacho na PT" (http://aeiou.caras.pt)

A Portugal Telecom tornou-se um autêntico covil para políticos “reformados” e sua filharada. Esta praga assola sobretudo os escalões mais elevados da PT e no seu amplo número contam-se figurinhas de currículo tão anónimo e de nome tão sonoro como a filha de Edite Estrela, o filho de Teixeira dos Santos ou o mano favorito de Santanaz Lopes. Estes “génios da gestão” de pergaminhos firmados graças ao estatuto VIP dos seus papás, mamãs e manos refastelam-se alegremente nos sofás da PT, lado a lado com outros (in)dignos representantes das “Quatrocentas Famílias” que Alternadamente, governam em bi-partido este país desde o Pombalismo, como o filho de Jorge Sampaio, o filho de Guterres, o filho de Marcelo Rebelo de Sousa, o filho de Otelo Saraiva de Carvalho.

É claro que os VIP da política para encaixarem a sua prole nestes cargos babilonicamente remunerados e de trabalho inteletual “suave” (essencialmente como “consultores” ou “gestores de topo”) teriam primeiro que se encaixarem na PT… E foi isso que fizeram João de Deus Pinheiro (conhecido em Bruxelas por passar mais tempo no golfe que no Parlamento Europeu), Briosa e Gala, ex-secretário de Estado para a Cooperação, Jaime Gama, José Lamego, Álvaro Amaro, Isabel Damasceno, entre muitos outros…

Sejamos claros: estes múltiplos exemplos de nepotismo naquela que é hoje a maior empresa portuguesa e a única verdadeira multinacional neste país são a expressão de uma sociedade profundamente penetrada pelo fenómeno da corrupção da classe política com a maior das impunidades. Esta prioridade que a PT parece dar às relações de sangue sobre os verdadeiros méritos profissionais e académicos dos preenchedores destes cargos indica que ao mais alto nível de gestão a empresa está paralisada pela incompetência. E por cada lugar preenchido nepoticamente, temo um lugar na mais importante empresa portuguesa desperdiçado para a incompetência e menos uma oportunidade para um daqueles 80 mil portugueses abandonam o país em busca de alternativas no estrangeiro.

Fonte:
http://castelodevide.blogspot.com/2005/08/o-pap-politico-e-o-filho-tem-emprego.html

Categories: Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | 19 comentários

Fernando Nobre: Sondagens, Suposto “divisionismo de Esquerda”, Alegre e autofagia no BE

Fernando Nobre (http://www.cm-lagos.pt)

Fernando Nobre (http://www.cm-lagos.pt)

Uma sondagem da Universidade Católica indica que Cavaco Silva beneficia da clássica má memória dos eleitores portugueses e está agora bem à frente dos dois outros candidatos presidenciais já conhecidos Fernando Nobre e Manuel Alegre. Ainda me lembro do tempo em que Cavaco Silva, após ter chefiado um Governo minoritário do PSD fez campanha com o lema “deixem-nos Governar”, depois de o PSD ter acabado de ser governo e de anos antes ter governado em coligação com o PS… Então, os portugueses comeram nesse prato, agora, parece que já se esqueceram do papelão patético que Cavaco teve ao mandar um acessor caninamente fiel telefonar aos jornais para que estes publicassem notícias sobre “escutas” na Presidência e depois forçando a demissão deste (mas paradoxalmente, mantendo-o em funções), quando foi sempre evidente que Fernando Lima agiu sempre sob ordens do dono.

Com efeito, a sondagem da Católica dá a Cavaco 57% das intenções de voto, ou melhor dá-o como quem “apresenta melhores capacidades para desempenhar o cargo presidencial”, seguido a grande distância por Manuel Alegre com 19% (resultado um pouco inferior ao das últimas Presidenciais), seguido por Fernando Nobre, com 8% da sondagem.

Não sabemos se este valor corresponde minimamente à verdade ou não, mas sabemos que seja la qual for o valor final da votação serão votos que numa primeira instância viriam daquele conjunto que anos antes votou Manuel Alegre. É por isso compreensível que Manuel Alegre, logo no dia seguinte ao anúncio de Fernando Nobre tenha dito que a sua candidatura “vinha dividir a Esquerda”. A lógica era simples: tal “divisão” beneficiava o putativo candidato único da Direita, Cavaco Silva. É claro que tal afirmação foi mais fruto de nervosismo do que de reflexão: os votos de protesto do PS que Alegre recolheu nas últimas presidenciais à muito que transpiraram para as bandas abstenção desiludidos (como eu) com as hesitações de Alegre e, sobretudo, com o seu recente abraço socrático e silêncio decorrente contra as mais impopulares facetas do socratismo. São estes eleitores desiludidos, que se iam abster, que Nobre agora recuperou, com a certa adição de uma parcela de votos significativa do BE, dos setores mais frustados com o seu apoio a um candidato que é praticamente oficial do PS, partido que o BE tem tanto combatido no Parlamento e que é a origem principal dos votos que ganhou nos últimos dez anos. Assim, Fernando Nobre, parece mais capaz de ter uma votação até maior do que Alegre, especialmente porque até a ala direita do PS (alinhada a Sócrates) dificilmente esquecerá tudo o que Alegre disse dela e engolirá esse sapo.

Fernando Nobre poderá até cativar alguns votos do centro-direita… Nas últimas autárquicas apoio António Capucho, em Oeiras, alguns sociais-democratas ainda se lembram do comportamento absolutamente deplorável de Cavaco no caso das “Escutas”, da forma como soprou notícias para os jornais e como depois “executou” o seu mais fiel assessor de imprensa. Muitos sabem bem também qual é currículo humanitário de Nobre e dão-lhe o devido valor… De Alegre, contudo, só lhe reconhecem os méritos literários e uma certa inclinação inconsequente para demolir a governação do seu colega de partido, José Sócrates. E todos se lembram que Alegre nunca, mas nunca mesmo, se pronunciou sobre o Face Oculta…

Fontes:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1518807
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1368683

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Quids S18: Que foguetão é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 9 comentários

Lost S06E07 “Dr. Linus”: Comentários

Evangeline Lilly, a Kate de Lost (http://www.imotion.com.br)

Evangeline Lilly, a Kate de Lost (http://www.imotion.com.br)

1. No episódio “lighthouse”, Jack perguntara a Hurley: “O que é que Jacob” quer de mim, ao ver que o seu nome aparecia na “lista de candidatos” do Espelho do Farol. Essa resposta é em “Dr. Linus” respondida:

2. Linus ensina História Europeia no universo paralelo de LA-X, em 2004, e é apresentado neste episódio ensinando sobre o exílio de Napoleão na Ilha mediterrânea de Elba… Esta linha tem com toda a certeza relevância do intrincado enredo de Lost e pode explicar porque é que Jacob e sobretudo porque é que o Monstro (MLocke) estão na Ilha. O último deixou aliás já bem claro no último episódio que a sua prioridade era sair da Ilha, como se se sentisse nela preso e se se quisesse evadir desta prisão. Napoleão era um ditador, exilado por ter perdido uma guerra. Jacob seria um outro ditador da “raça dos Antigos” e MLocke o seu guarda imortal? Quando o diretor Reynolds pede a Ben que “supervisione” a aula de “detenção” será uma referência indireta à chefia dos Outros por parte de Ben?

3. Em LA-X, Locke encoraja Ben a assumir a direção da escola. Isso é exatamente o que ele acaba por fazer, na Ilha, encorajando Ben a assumir a posição de Jacob de defensor da Ilha, enquanto ele e os Outros que quiserem sair (aparentemente, com a excepção de Ben) a abandona. Notemos ainda uma curiosidade: na sala de aulas de Bem encontramos um póster de Vasco da Gama, o nosso descobridor do caminho marítimo para a Índia…

4. De volta a 2007, Richard Alpert lidera um pequeno grupo formado por Jack e Hurley a caminho do Black Rock. Jack pergunta então diretamente a Richard como é que é possível que ele em 30 anos não tenha envelhecido nada, ao que este responde que “recebeu uma oferenda de Jacob”. Richard esclarece então mais um mistério de Lost: ele chegou à Ilha no veleiro esclavagista. Pessoalmente, preferia que ele fosse um antigo alexandrino, do final do período romano, o que era consistente com a presença de tantos motivos egípcios na Ilha, os seus olhos com “Khol” (de facto um detalhe anatómico real, neste ator). Mas não, não passa de um antigo marinheiro do Black Rock. Pode não ser a resposta que eu preferia, mas pelo menos é menos um “mistério de Lost” para a lista… O regresso de Richard ao navio tem como objetivo o seu suicídio mas alega que “não pode suicidar-se” e que terá que ser outra pessoa a detonar a barra de dinamite por si. Não parece tratar-se de um obstáculo moral, mas de algo muito concreto, um pouco como Michael que não se conseguia suicidar em Nova Iorque… Terá a Ilha, ou o Monstro algum tipo de capacidade para salvarem os candidatos? Ou será que a “dádiva” de Jacob o tornou imortal (por exemplo, através da capacidade de auto-regeneração total de tecidos?) inclino-me mais para a segunda tese.

5. Ilana explica a Sun que ela ou o marido são um “candidato” e o que isto significa: que são candidatos a substituir Jacob na sua missão na Ilha, mas acrescenta que a natureza dessa missão será apenas revelada quando a seleção for feita. Já sabemos que não se trata de simplesmente “proteger a Ilha”, porque essa é que era missão do Monstro de Fumo, logo será outra, de natureza diferente… Qual?

6. Miles refere os milhões de dólares que valem os diamantes enterrados junto de Nikki e Paulo (Rodrigo Santoro), fazendo uma recordação que irá indicar que estes dois personagens vão regressar ao elenco de Lost…

7. Mlocke (o Monstro em forma de Locke) diz a Bem quando ele cava a sua própria sepultura, que ele está a preparar a sua fuga da Ilha e que acredita que Ben é a melhor pessoa para deixar na Ilha, à sua guarda (a sua missão original). Isso quer dizer que muito provavelmente o Monstro vai transformar Bem num… Monstro de Fumo, a única criatura com as caraterísticas necessárias (de poder e invulnerabilidade) para defender capazmente a Ilha. Um palpite que antes do fim desta temporada saberemos se corresponde ou não aos planos dos produtores.

8. Numa das cenas finais do episódio vemos um periscópio de um submarino e no seu interior… Charles Widmore. Algo me diz que Widmore vai tomar o lugar de Jacob na luta contra o Monstro…

Categories: LOST (Perdidos) | 8 comentários

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