Monthly Archives: Fevereiro 2010

Quids S18: Que modelo de foguetão é este? (Desculpem, mas houve problemas com o wordpress…)

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Categories: Quids S18 | 3 comentários

Apoio do MIL à candidatura presidencial de Fernando Nobre

Para saber mais, clique AQUI e AQUI.
Visite o blogue do Núcleo de Voluntários de Lisboa: http://www.lisboacomfernandonobre.org

Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 18 comentários

Fujão Barroso: O Grande Gastador da União Europeia

wehavekaosinthegarden.blogspot.com

wehavekaosinthegarden.blogspot.com

Ora bem: eis que em plena época de recessão global, desemprego galopante e estrutural na Europa e de dificuldades orçamentais em Portugal, Espanha, Itália e Grécia, o Presidente da Comissão Europeia: Fujão Barroso decide dar o exemplo e torra em 2009, mais de 730 mil euros em “despesas de representação”.

A verba consumida por Fujão aos contribuintes é um quatro de todas as despesas do género da Comissão Europeia, e revelam bem os hábitos e o estilo de vida sumptuoso com que esse vampiro suga os cofres europeus.

A maior despesa de Fujão resulta do abuso de aviões-táxi, já que não gosta de fazer ligações aéreas, e que a Comissão Europeia não tem avião próprio. Barroso viaja também com grandes comitivas e passa mais de dois terços do ano no estrangeiro. Num mundo onde as comunicações, via teleconferência são tão disseminadas nos meios empresariais, todas estas viagens serão estritamente necessárias, especialmente num contexto em que o exemplo de contenção financeira tem que (deve) vir de cima?

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1494311

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional | 3 comentários

Fernando Nobre “Temos 40% de pobres” (III Congresso Nacional de Economistas)

Recentemente, falando no III Congresso de Economistas, Fernando Nobre, da AMI, classificou como “completamente intolerável” a posição dos dirigentes das associações de empresários que se declararam contra qualquer aumento do salário mínimo.

Fernando Nobre questionou a plateia formada por empresários e economistas sobre se algum conseguiria viver com 450 euros por mês e questionou os números oficiais que dizem que em Portugal existem “apenas” 18% de pobres, acreditando que o número real será mais próximo de 40%.

O problema estrutural do país é assenta nos baixos rendimentos dos jovens e no desemprego crónico da população ativa com mais de 40 anos. Fenómenos gritantemente contraditórios com as remunerações acima da média (no quadro europeu) dos gestores nacionais. Há que encetar a batalha da redistribuição dos rendimentos, como forma de recriar a classe média que se está agora a perder e de travar as vagas migratórias que levam hoje cem licenciados por dia a buscarem no estrangeiro soluções para as suas vidas. Com a saída deste tremendo capital humano, o país perde todo o investimento que nele aplicou, durante os longos anos em que foram formados pelo sistema de ensino público e o país deixa sair os seus elementos mais empreendedores e dinâmicos.

Fernando Nobre aludiu igualmente aos gestores que se auto-atribuem “prémios de gestão” generosos no mesmo momento em que as suas empresas atravessam crises e despedem funcionários.

O final da intervenção do presidente da AMI foi direcionado para os jovens que estavam presentes na assistência: “Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais”, o que não é já um simples exercício de adivinhação, mas uma realidade concreta e presente nos dias de hoje. Quantos jovens adiam hoje indefinidamente a saída de casa dos pais e a constituição de família até bem para além dos trinta anos apenas porque não conseguem encontrar empregos estáveis e mais bem remunerados do que o salário mínimo? Quanta da nossa declinante demografia não encontra aqui as raízes do problema? Dizem-nos os economistas que não é possível aumentar o salário mínimo devido às pressões da China nem à baixa produtividade dos portugueses. Mas a solução não é estagná-lo ou até reduzi-lo, a solução é agir de forma dupla contra o “dumping” laboral e ambiental chinês, reaplicando taxas aduaneiras que reponham a sã competição e parem com a desindustrialização do mundo a favor da China e re-localizando as nossas economias. E o problema da baixa produtividade tem que ser atacado no cerne: nos gestores e nos métodos de gestão, não nos baixos salários que não farão mais do que camuflar esse problema…

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 9 comentários

Quids S18: Que planeta é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 5 comentários

Lost S06E03: “What Kate does” Comentários

1. O episódio decorre no Universo Paralelo em que o voo 815 nunca se chegou a despenhar sobre a Ilha. Este episódio centrado em Kate não deixou pistas sobre é como é que o enredo de Lost se vai tornar a entrançar neste Universo, já que até ao momento – e salvo erro – no universo introduzido em “LA X” não há vestígios da trama habitual em Lost, apenas de um enredo meramente policial, além dos olhares de reconhecimento difuso que trocam os personagens, como Jack para Desmond ou agora Kate de novo para Jack.

2. No Hospital onde Kate leva a Claire – já em trabalho de parto – aparece Ethan Goodspeed. Como neste universo paralelo, a diferença está fundamentalmente na ausência da queda do voo da Oceanic, então Ethan deverá continuar a trabalhar para os Outros. Como o internamento de Claire é casual, então será que é de novo a “Ilha” a manipular o curso da vida no mundo exterior, como fizera com Michael impedindo o seu suicídio? De qualquer modo, Ethan aparece como obstreta, o que é compatível com a sua história na Ilha, entre os Outros.

3. De volta à Ilha, em 2007, regressa a ação ao Templo coberto de hieróglifos. Com palavras soltas, sem encadeamento frásico ou alinhamento como ocorre nos hieróglifos egípcios, por erro da produção da série ou por intencional referencia a um “proto-egipcio”, mais primitivo e logo, mais remoto. As palavras parecem referir a “vida longa”, “ressurreição”, “elevação”, etc. Todos conceitos diretamente relacionados com as caraterísticas curativas da fonte.

4. Sawyer queixa-se de que Sayid apesar do seu passado como torturador foi salvo. E de facto, a Ilha – até na escolha dos novos Outros pela via da “lista” de Jacob parecia escolher os moralmente “limpos” e rejeitar ou até eliminar os moralmente impuros. Mas Sayid é salvo… A um preço ver-se-á depois. Dogen, o líder dos Outros submete Sayid a uma série de testes cruéis. Não é clara a razão para tal. Sayid porta-se como seria de esperar, expressando sofrimento, mas Dogen conclui algo: que Sayid está infetado. Por algo na fonte, algo que o salvou, mas que terá também “possuído” o seu corpo. Exatamente, como sucedeu com o grupo dos franceses. Vírus que pode ser morto ou controlado pelo preparado vegetal que Dogen mói manualmente. Sendo este provavelmente, nanomáquinas capazes de reparar corpos muito danificados, mas que perante um dado composto químico (presente na planta que forma o interior da pílula) se autodestroem, conforme a sua programação. A pílula contudo, se for tomada por quem não esteja infetado, é letal. Dogen afirma que “há uma escuridão a crescer dentro dele” (Sayid), o mesmo fenómeno que sucedeu a Bem tornando-o naquilo que ele é hoje: um sacana sem coração capaz de sacrificar a filha e matar Jacob. O mesmo terá também acontecido a Claire, explicando assim a sua alteração comportamental que a levou a abandonar o filho, Aaron. A minha tese é de que essa “escuridão” é a mesma que levou à extinção da civilização (“Um”) que construiu as ruínas da Ilha: uma epidemia viral, um vírus criado por engenharia genética para recuperar vítimas de ferimentos muito graves, mas que fugiu ao controlo e que se tornou assassino, ao suprimir a “moralidade” nas suas vítimas. O foco da infeção é a fonte do Templo, já que foi aqui que Claire (presumivelmente) terá desaparecido, os franceses do grupo de Rousseau ficaram infetados (após terem entrado no recinto do Templo), Sayid e Bem, após terem sido mergulhados na fonte para serem curados, etc.

5. Quando Jack pergunta a Dogen de onde veio ele, este responde que “foi trazido para aqui, como toda a gente”. Trazido por Jacob que manipula os acontecimentos para trazer para a Ilha sangue novo, desde balões, a navios e até aviões…

6. Claire reaparece na forma de uma nova “Rousseau”: constrói armadilhas defensivas ao seu estilo. Além de já não se importar com mais ninguém, além de si própria, o vírus que a infetou (e contra o qual os Outros tomavam na Temporada 3 um antídoto) torna-a também anti-social, como a Rousseau, aparentemente.

Categories: LOST (Perdidos) | Etiquetas: | 4 comentários

Solução Global para a Corrupção: Acabar com os Off-Shores

Os Off-shores são uma anomalia económica que pouco mais uso tem além de dar cobertura a fugas ao fisco e a operações ligadas ao narcotráfico ou ao tráfico de armas. Concordamos assim – ao mais alto grau – com o presidente do Conselho de Prevenção da Corrupção, Oliveira Martins, que defendeu recentemente a necessidade de combater os “Off-shores”

Sem Paraísos Fiscais não pode haver corrupção em larga escala. Se em todo o mundo, por virtude de algum consensual milagre acordado internacionalmente, todos os Off-shores fossem encerrados, a corrupção galopante que tanta riqueza desvia das populações sofreria um sério e irreversível revez.

Não precisamos de leis abstratas e dificilmente aplicáveis para polícias e tribunais já sobrecarregados contra o “enriquecimento ilícito”. O que precisamos é de ação contra o meio que a corrupção requer para prosperar: os Off-shores. E estes só podem terminar de forma uniforme, consensual e universal. Se um dado grupo de países encerrar os seus Off-shores e outros os mantiverem a funcionar, isso não fará mais do que transferir essas verbas provenientes de corrupção de uns para outros. É assim preciso estabelecer um pacto mundial, em sede da ONU, contra os Off-shores e acabar com todos, em simultâneo.

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1475736

Categories: Economia, Política Internacional | 2 comentários

A Índia está a trabalhar em lasers e num veículo espacial capaz de destruir satélites em órbita.

O veículo está a ser desenvolvida no âmbito do programa indiano de mísseis balísticos da “Defence Research and Development Organisation” do Ministério da Defesa indiano. O veículo utilizará lasers para orientar até ao satélite alvo, destruindo-o pela força do impacto.

Recordemo-nos que em 2007, a China realizou um teste de uma arma semelhante que deixou muitos destroços orbitais numa órbita muito povoada e que se suspeita que pelo menos um satélite de comunicações foi destruído em consequência. Se a Índia começar também a fazer testes com armas anti-satélite, e criar ainda mais destroços orbitais haverá ainda mais satélites destruídos a troco de uma muito duvidosa capacidade para “cegar” eventuais países com os quais a Índia entre em conflito, em que a China surge muito claramente como o principal alvo, já que o Paquistão não tem satélites espiões ativos e a Índia tem um longo conflito pendente com Pequim.

Fonte:
http://www.space.com/news/india-antisatellite-plans-100111.html

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Sobre os problemas e tropeções dos Pandur II

Os Pandur II são uma autêntica revolução para o Exército Português. Após décadas de utilização intensiva de veículos obsoletos Chaimite (construídos localmente pela Bravia, a partir de planos do Cadillac Gage Commando) e de APCs M113 a entrada ao serviço de números significativos das viaturas blindadas de rodas Pandur II poderia representar um aumento significativo de capacidade.

Mas nem tudo está bem com os Pandur II… E o Exército recusa-se a receber mais viaturas enquanto os problemas das viaturas não forem resolvidos. No total, Portugal deverá receber 240 viaturas Pandur II de oito rodas e metade já foi entregue, mas apresentam diversas anomalias e não haverá novas entregas até que estes problemas sejam resolvidos, por decisão do Exército. Isso explica porque é que ainda nenhuma Pandur II foi enviada para uma das múltiplas missões de Portugal no estrangeiro, já que tal implicaria uma aceitação automática das viaturas. Os problemas reportados ao fabricante são graves, estando atualmente 59 das 120 viaturas em armazenamento em Alcochete aguardando reparação pelo fabricante, a Fabrequipa do Barreiro. Fontes ligadas à empresa do Barreiro explicam os problemas com sucessivas alterações impostas pelo Exército aos Pandur, algo que recorda idênticas alegações quanto à relação da Marinha e os Estaleiros de Viana do Castelo a propósito dos patrulhões.

Fontes:

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1478036
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chaimite_%28ve%C3%ADculo_blindado%29
http://www.operacional.pt/m113-o-cavalo-de-batalha-da-infantaria-mecanizada/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pandur_II

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Quids S18: Que castelo é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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CARTA ABERTA AO MAGNÍFICO REITOR DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, JOSÉ GERALDO DE SOUSA FILHO

Excelentíssimo Senhor Reitor

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO confia que a Universidade de Brasília sob o reitorado de vossa excelência saberá estar integrada e aberta à comunidade e pronta a transmitir o património intelectual de quem a pensou e a formou, assim como para evocar as vozes da tradição lusófona arraigada no povo afro-brasileiro.

Nessa medida, o MIL propõe duas iniciativas ao Magnífico Reitor José Geraldo de Sousa Filho, que já demonstrou o seu empenho em defender os objetivos da lusofonia, nomeadamente na sua participação do Ciclo de Debate “A Convergência da Língua Portuguesa”, na 28ª Feira do Livro de Brasília.

A primeira iniciativa, com o intuito de que, de facto, seja preservada a memória lusófona na Capital Federal, é a de reunir os adequados meios académicos para selecionar e reagrupar, em espaço único e especificamente destinado à história e à cultura portuguesas, as obras que ainda existem das bibliotecas do Centro de Estudos Clássicos (CEC) e do Centro Brasileiro de Estudos Portugueses (CBEP), cujos fundadores foram Eudoro de Sousa e Agostinho da Silva. Esses professores luso-brasileiros ajudaram na formação da intelectualidade brasileira e apoiaram a implantação dessa Universidade e precisam de ser conhecidos pela comunidade académica, bem como pela comunidade em geral, sobretudo agora, quando Brasília completa 50 anos.

Como segunda iniciativa, o MIL, que lançou com êxito em Portugal a petição “Não destruam os Livros!” – que foi já entregue na Assembleia da República, dados os vários milhares de assinaturas que obteve –, propõe ao Magnífico Reitor que os Livros descartados pela Biblioteca da Universidade de Brasília sejam doados aos países africanos de língua portuguesa e a Timor-Leste, via Ministério das Relações Exteriores e Embaixadas desses países, e também de Portugal, sedeadas em Brasília, como iniciativa concertada no espírito da CPLP.

Por certo, o Reitor José Geraldo tomará as medidas necessárias para que os acervos do CBEP e do CEC sejam preservados e dados a conhecer à comunidade em geral. Que os livros descartados e fora de uso da Biblioteca da Universidade de Brasília permaneçam circulando pela comunidade luso-brasileira.

Vale a pena ressaltar que desde as primeiras aquisições bibliográficas, e não apenas, nos idos da década de 1960, nunca mais houve uma política de aquisição de livros e pesquisa ligada aos estudos portugueses e aos estudos clássicos, com a agravante de que as reformas feitas pelos governos militares destituíram os extintos CEC e CBEP.

A presença da Cátedra Agostinho da Silva e o momento histórico que se vive em Brasília e na UnB, implica – como Vossa Excelência muito bem salientou em sua intervenção no encerramento da Feira do Livro de Brasília – fazer com que os alunos conheçam o pensamento destes professores fundadores de universidades brasileiras, entre elas a UnB. A UnB tem todas as condições para dar acesso à pesquisa e aos livros que permitam o conhecimento da vida e obra de Agostinho da Silva e Eudoro de Sousa, entre outros que a UnB, em seu jubileu, entenda prestigiar.

Muito cordialmente

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO


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O “National Ignition Facility”: Fazendo Fusão Nuclear com Lasers

National Ignition Facility (http://dennytorres.com/)

National Ignition Facility (http://dennytorres.com/)

Um dos Santos Graal da Física é realizar em laboratório o mecanismo natural que alimenta a fornalha solar: a Fusão Nuclear. O processo passa pela fusão (daí o nome) de dois átomos de hidrogénio num único de hélio. A fusão liberta a energia que o Sol liberta e que em última instancia é responsável por toda a vida no planeta Terra.

O problema é que para conseguir fundir dois átomos é necessária uma quantidade tremenda de energia, já que estes naturalmente se repelem. Para ultrapassar este problema, a técnica mais comum tem sido encarcerá-los numa cela magnética. O método foi inventado pelos russos na década de 70, daí o o seu nome: Tokamak. É uma variante desta metodologia que está a ser seguida naquele que será o primeiro reator de fusão viável do mundo, o ITER, que está a ser construído por uma equipa internacional em França.

Mas existe outro método, além do Tokamak e este é igualmente promissor… Trata-se da agregação de um quantidade combustível nuclear (isótopos de hidrogénio) e a sua irradiação por raios laser de elevadíssima potencia. A compressão do material que daqui resulta provoca fusão nuclear.

O mesmo processo está também a ser desenvolvido na Europa, no projeto HIPER, onde Portugal por via do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear do investigação do Instituto Superior Técnico.

Recentemente este método conheceu um avanço significativo quando uma equipa do Laboratório Lawrence Livermore (EUA) utilizando mais poderoso laser do planeta, o National Ignition Facility (NIF) que foca vários feixes de laser num pequeno cilindro até alcançando uma temperatura da ordem dos 1,8 milhões de Joules, um recorde mundial mas que corresponde a apenas 40% da capacidade teórica do NIF.

Quando a potencia do NIF chegar ao seu máximo será possível fundir os átomos no cilindro alvo, esperando-se que do processo decorra um balanço energético positivo, isto é, que saia mais energia do que aquela que entra no sistema. O ensaio em que o NIF chegará à sua potencia máxima será realizado já em maio, mês em que se poderão abrir de par em par as portas de um oceano de energia barata para o planeta… Algo que não vem tarde demais, pelo alcançamento do Pico Petrolífero e pela premente necessidade de se reduzirem as emissões de CO2.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/um-passo-mais-proximo-das-estrelas=f561145

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Gripe A: “o maior escândalo médico do século”. Segundo a União Europeia

Agora que está mais do que estabelecido que a Gripe A tem uma mortalidade inferior à da Gripe Sazonal, parece certo que a OMS foi cúmplice (intencional ou por incompetência) dos laboratórios farmacêuticos que venderam milhões de vacinas e antivirais aos governos de todo o mundo. Isso mesmo reconheceu o próprio presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Wolfgang Wodard, que classificou a Gripe A como uma “falsa pandemia” e que acrescentou que estaríamos perante “o maior escândalo médico do século”.

As críticas recaem sobre a OMS que levou muitos governos a gastarem fortunas na compra de vacinas e de antivirais de valor clínico duvidoso, fortunas que na Europa ascenderam a mais de 5 mil milhões de euros!

Mas não são estes biliões a maior perda nesta falsa pandemia: a maior perda é a a confiança na OMS, que nunca mais será acreditada se houver uma pandemia verdadeira, por exemplo, quando o vírus da Gripe Aviária mutar – e isso irá acontecer mais cedo ou mais tarde, ninguém levará a sério esses avisos e, em consequência, haverá mais mortes do que necessário (talvez milhões) “apenas” porque os médicos da OMS não souberam resistir à pressão da indústria farmacêutica. É caso para dizer: Obrigadinho!

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1478235

Categories: Ciência e Tecnologia | 11 comentários

Quids S18: O que é isto?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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ExtraQuid: Cultura Geral

Cá vai um QUID EXTRA !

NOTA: Usem os vossos nicknames habituais neste QuidExtra!

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 22 comentários

Dos malefícios da aquacultura

Mais de metade dos peixes consumidos na Europa provêm da aquacultura. Poder-se-ía pensar que isso seria positivo para a preservação dos recursos naturais, mas a maior parte dos peixes assim criados são alimentados com farinhas e óleos fabricados a partir de outros peixes pescados em alto mar: sardinha e anchova, sobretudo. De facto, só em 2006, mais de 20 milhões de toneladas de pescado serviram para alimentar peixes em aquacultura. A proporção é extraordinária: 88% do consumo mundial de óleos de peixe e 68% de todas as farinhas de peixe têm como destino a aquacultura!

Uma solução poderia ser criar em aquacultura apenas espécies que consumam algas, não outros peixes. Mas atualmente, até essas espécies estão a ser alimentadas a farinha de peixe, numa proporção que se estima rondar o 1,5, isto é, por cada quilograma de peixe em aquacultura, são consumidos 1,5 quilogramas… Ou seja, ainda que o consumo de peixe seja apesar de tudo ética e ecologicamente mais correto porque não produz tanto sofrimento aos animais consumidos (libertando-os das agruras da agro-pecuária industrial) e ecológica (porque para criar um quilo de carne são precisas centenas de quilos de forragens, com emissões de metano e CO2), a verdade é que o consumo de peixe também está longe de ser completamente adequado. Especialmente o de aquacultura. Algo que temos que ter em conta da próxima vez que fizermos as nossas compras no supermercado…

Fonte:
Science & Vie, novembro de 2009

Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia, Economia | 4 comentários

O “Plano Obama para o Espaço”

O recentemente apresentado “Plano Obama para o Espaço” representa uma viragem radical no programa espacial tripulado dos EUA. A grande orientação governamental é agora a de fazer residir estas missões em naves espaciais construídas por privadas e não mais naquelas construídas pela NASA.

Um outro aspecto do Plano Obama é o (esperado) prolongamento da vida da Estação Espacial Internacional (ISS) e o (igualmente esperado) abandono do projeto de regressar à Lua até 2020.

Esta alteração da política espacial dos EUA vai implicar a entrega de mais seis biliões de dólares às empresas norte-americanas capazes de entregar foguetões e cápsulas tripuladas, como o SpaceX e a Orbital, algo que além de radical, é também muito arriscado, já que até agora e embora a SpaceX esteja muito perto, ainda nenhuma delas conseguiu colocar um só astronauta em órbita. Seis biliões de dólares podem, contudo, fazer toda a diferença, já que estas empresas nunca tiveram tal escala de capital à sua disposição…

O abandono desse legado eternamente subfinanciado da Era Bush, o Ares-Constellation e a transferência destes objetivos para empresas privadas irá também libertar recursos para que a NASA possa enviar astronautas para um asteróide ou para uma das luas de Marte.

A decisão de retirar à NASA a missão de conceber e produzir um novo lançador e cápsula tripulada terá certamente impacto no emprego gerado indiretamente pela agência nas empresas suas subcontratadas, como a Boeing ou a Lockheed Martin, especialmente na Florida onde essa industria é particularmente vigorosa.

A visão de Obama passa também pela concepção pela NASA de um novo lançador pesado, a ser usado nas missões tripuladas a asteroides e às luas de Marte.

Já se sabia que Barack Obama não era um “homem do Espaço”. O tempo que demorou a nomear um novo administrador para a NASA, depois da demissão de Griffin já disse, aliás, isso mesmo… Agora, e com o inevitável último voo do Space Shuttle, o fim do Ares-Constellation e a aposta arriscada nos lançadores privados, estaremos no ocaso dos EUA, enquanto potencia espacial?

A decisão pode soar a acertada no clima atual de recessão e de défice orçamental galopante, mas custará milhares de empregos de alta tecnologia a curto prazo e implicará o prolongamento quase certo dos pagamentos à Rússia em troca de lugar para astronautas americanos nas cápsulas Soyuz. A entrega de 6 biliões de dólares a empresas norte-americanas poderá recuperar alguns destes empregos, mas sempre com um défice final considerável, já que SpaceX e Orbital empregam muitos menos que as grandes e tradicionais empresas aeroespaciais norte-americanas.

Fontes:
http://news.discovery.com/space/nasa-former-administrator-weighs-in-on-obama-no-moon-plan.html
http://www.spaceref.com/news/viewpr.rss.html?pid=30099
http://www.space.com/news/obama-nasa-space-plan-reactions-100128.html

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Sobre o papel das “portas dos fundos” no Gmail e o ataque chinês às contas de correio da Google: A História por Contar

Recentemente, a invasão em algumas contas de correio eletrónico Gmail, da Google, esteve na base de uma grande celeuma entre o gigantesco motor de busca norte-americano e o governo chinês, que a dado ponto, envolveu até a administração Obama, com Hillary Clinton, atirando indiretas à China e à sua atitude sistemática de violar sistemas informáticos nos EUA, para obter informações e prosseguir os seus projetos de repressão da sua própria população. A invasão teria tido origem no enorme “ciberexército” de hackers que a China tem reunido nos últimos anos e que pelo Quintus, já foram alvo de várias notícias… Mas agora, a CNN, indica que a China poderá ter usado o… próprio Governo dos EUA para conseguir invadir o gmail. E isso sim, é espantoso.

Corre o rumor de que – pressionado pelo governo dos EUA – a Google terá estabelecido uma “porta dos fundos” (backdoor access) para as contas de correio Gmail e que teria sido esta a forma através da qual os hackers chineses teriam entrado nos sistemas invadidos. O rumor é antigo, e já existe desde os tempos do Windows 95 a propósito do acesso da NSA às máquinas Windows e tem sido reforçado por várias intenções declaradas de governos quanto a este tipo de acesso… e pela instalação de Sniffers ligados ao FSB (o “novo” KGB russo) em todos os ISP do país, naturalmente…

Este tipo de acesso de “porta dos fundos” propicia a estes abusos e apropriações pois não será particularmente difícil a uma organização de grandes dimensões e com muitos recursos identificar essas formas de acesso e apropriar-se delas para seu próprio benefício.

Recentemente, a Ericsson terá incorporado um forma de realizar escutas nos produtos da Vodafone (segundo reputado consultor de segurança Bruce Schneier). A característica estaria pronta a ser ligada a pedido dos governos. No Irão, sabe-se que empresas como a Siemens e a Nokia participaram na construção de uma rede governamental de cibervigilância e algo de idêntico sucedeu na China. E estas movimentações não acontecem apenas neste tipo de países, estando também a acontecer na Europa, na Austrália e no Canadá sob a falsa capa do “combate à pedofilia e ao terrorismo”.

Sejamos claros: talvez a conhecida vulnerabilidade “Aurora” do Microsoft Internet Explorer 6, não seja a única responsável pelas invasões cibernéticas chinesas. Sejamos igualmente claros: nem só empresas norte-americanas terão sido visadas, mas haverá alvos estratégicos em praticamente todos os países do mundo. E sejamos ainda mais claros: esta obsessão securitária dos governos “democráticos” atuais que está a transformar as nossas democracias em “Estados de Cibervigilância” a troco de “Segurança” começa a erodir os próprios pilares da Liberdade de Expressão e da Democracia, podendo além do mais ser abusada por regimes imorais e ditatoriais.

Fontes:
http://www.heise.de/tp/r4/artikel/5/5263/1.html

http://edition.cnn.com/2010/OPINION/01/23/schneier.google.hacking/index.html
http://www.nsa.gov/

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Obama começa finalmente a avançar contra os Megabancos. Os tais que eram “grande demais para falhar”

Obama finalmente parece ter despertado da sua modorra quanto a ações contra o setor financeiro que com os seus desmandos e comportamentos irresponsáveis afundou a economia mundial em 2008: Os EUA irão assim limitar a dimensão e a área de ação dos Bancos dos EUA, o que irá obrigar Bancos com o JP Morgan e a Goldman Sachs a venderem empresas que controlam noutros setores.

A medida vai ter impacto nestes “Bancos Grandes Demais para Falhar”, que foram salvos da falência com dinheiro dos contribuintes e que findo o momento da crise se apressaram a distribuir parte desse dinheiro na forma de bónus a gestores. O impacto representará para a JP Morgan uma perda que este estima ser superior a 13 mil milhões de dólares nos Bancos JP Morgan, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Crédit Suisse, UBS e Deutsche Bank. Todos estes acumulavam atividades especulativas e de exóticas “engenharia financeira” com atividades de retalho convencionais, criando as condições para novo colapso.

A separação entre Banca de Investimento e Banca da Retalho, desejada por Obama nada de original, já que é no essencial a resposta de Roosevelt à crise semelhante da década de Trinta e, se hoje, voltamos a falar desta separação foi apenas porque os lobbistas conseguiram inverter estas regulações do New Deal, nos mandatos presidenciais de Clinton e Bush. E passa apenas pela reposição de uma separação saudável para as instituições financeiras e a prazo, para as economias mundiais… Mas é apenas o primeiro passo, já que não prevê que os Megabancos se dividam nos Bancos que têm comprado incansavelmente nas últimas décadas, chegando à escala atual, tornando-se imensos geradores de desemprego (cada fusão leva a novos desempregados) e de risco sistémico de falha global. Agora após a separação, falta conjugar um novo advérbio: a divisão…

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1419284

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Portugal vai participar no desenvolvimento do novo cargueiro militar da Embraer: o KC-390

Embraer KC-390 (http://www.defesabr.com)

Embraer KC-390 (http://www.defesabr.com)

Fontes do Ministério da Defesa português confirmaram o interesse em participar no desenvolvimento do avião de transporte militar Embraer KC-390 que foi alvo recentemente de uma apresentação de projeto em Lisboa, no âmbito de uma busca por parceiros que a empresa brasileira está a fazer em Portugal.

O projeto poderia servir de alavanca para o estabelecimento de um cluster aeroespacial em Portugal, abrindo assim caminho para que Portugal seja um dos clientes do aparelho, já que apesar das palavras pouco animadoras de Basílio Horta: “as coisas não estão ligadas, nem se devem ligar”, a verdade é que após o cancelamento da presença de Portugal no A400M e a inevitável substituição a prazo dos C-130H esta opção seria muito interessante, quer para a industria nacional, quer para suprir essa necessidade a prazo da FAP.

O projeto KC-390 assenta num contrato de 930 milhões de euros entre a Embraer e o governo brasileiro que assegura o financiamento estatal para o arranque do projeto, mas precisa de encontrar outros parceiros para reforçar a sua plena viabilidade financeira, de forma a cumprir o calendário e colocar no ar o primeiro protótipo até 2012 e as primeiras entregas até 2015.

A Embraer procura em Portugal parceiros capazes de construir segmentos de fuselagem, usinados e materiais compósitos, assim como serviços de engenharia e de software que fornecerão a fábrica que a empresa está a construir em Évora e que deverá estar terminada já em 2012, gerando 500 postos de trabalho altamente qualificados. A empresa espera construir em Portugal uma grande parte da fuselagem do aparelho, o que deverá representar mais 3000 postos de trabalho no país, já a partir deste ano de 2010, especialmente se Portugal se assumir como cliente do aparelho, podendo inclusivamente o país surgir como o local de montagem final do aparelho.

A OGMA, de Alverca e já detida maioritariamente pela Embraer em 65% poderá participar no desenvolvimento do aparelho, mas submete a sua participação há existência de “incentivos públicos aos custos de desenvolvimento”. Além das OGMA, a Embraer já identificou 16 empresas portuguesas e estabeleceu contactos preliminares com 8. O projeto é estratégico para Basílio Horta, presidente da AICEP (Associação para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) já que “além do arranque do cluster aeronáutico, em Portugal, é uma oportunidade de cooperação estratégica com os países da CPLP. Onde está o Brasil, está a nossa agência. O Brasil é a prioridade das prioridades, a par de Angola”, logo o projeto poderá assumir-se como um elemento vital de união entre os países lusófonos.

No mundo, já existem vários interessados no novo avião brasileiro, como o Chile e a Polónia, mas o mercado global para um avião de transporte militar de 20 toneladas de carga é estimado pela construtora em mais de 695 aparelhos, em 77 países que usam atualmente aviões a carecerem de substituição e que agora dispõem apenas das alternativas pouco apelativas apresentadas pelo infiável C-130J e pelo caro e atrasado A400M e seria um erro de proporções babilónicas se Portugal não aproveitasse esta oportunidade para estabelecer um cluster aeronáutico viável e de futuro e sair da sua humilhante posição de consumidor passivo de equipamentos militares fabricados noutros países. O projeto permitiria também solidificar as relações com os países da CPLP e com o Brasil, criando no processo uma importante fonte de exportações e de geração de emprego de qualidade e altamente qualificado. É, pois, um projeto estratégico, e de interesse vital para o nosso país.

Fontes:

http://aeiou.expresso.pt/portugal-ja-tem-18-fornecedores-para-o-aviao-da-embraer=f560638
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1420138

http://www.oje.pt/noticias/negocios/ministerio-da-defesa-quer-participar-no-desenvolvimento-do-kc-390
http://aeiou.expresso.pt/embraer-pode-criar-autoeuropa-dos-avioes-em-evora=f560432

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O Problema do Êxodo Rural na China: O princípio do fim da ascensão da China?

É certo que a China tem conhecido nas últimas décadas um notável progresso nas condições económicas de vida das suas populações. Mas há um tremendo problema latente na sociedade chinesa que está muito longe de ser resolvido e que poderá minar pela base este crescimento económico… Trata-se do crescente fosso de rendimentos entre os meios rurais e urbanos que em vez de diminuir, não para de crescer, como sucedeu em 2009, em que o rendimento anual per capita nas zonas urbanas subiu 0,6% em comparação com as áreas rurais.

Estas discrepâncias (cada vez mais notórias) têm estado na base de um êxodo rural clandestino, que contraria as proibições do governo chinês e que coloca centenas de migrantes internos chineses em situação de clandestinidade no seu próprio país. Em paralelo, o esvaziamento crescente da agricultura (ainda pouco mecanizada) tem vindo a impactar seriamente na produção de alimentos e a tornar o país cada vez mais dependente de importações… A prazo (curto) estas contradições, estas hordas de pessoas vivendo na clandestinidade e com remunerações muito baixas (até para os padrões chineses) poderão representar um barril de pólvora que na primeira crise económica que se abata verdadeiramente sobre a China, poderá ter consequências catastróficas, abalando a própria viabilidade do Estado Chinês.

Fonte:

http://aeiou.expresso.pt/china-fosso-entre-a-cidade-e-o-campo-continua-a-acentuar-se=f559368

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Quids S18: Qual será o uso destes equipamentos?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Phoenix Mars Lander terá terminado a sua missão?

Phoenix Mars Lander

Phoenix Mars Lander (http://dvice.com)

O Lander marciano que a NASA colocou em Marte em 2008, Phoenix Mars Lander, não respondeu quando o Orbiter Mars Odyssey o tentou contactar em finais de janeiro. Durante trinta passagens, o Mars Odyssey tentou captar sinais vindos do Lander, sempre sem sucesso.

O Phoenix Mars Lander está silencioso desde a sua última comunicação, em novembro de 2008 e deve ter sucumbido ao intenso inverno que teve que suportar no polo norte marciano. A NASA irá tentar tornar a ouvir o Lander em várias passagens do Odyssey, em fevereiro e março, época em que as temperaturas em Marte são mais elevadas, até desistir finalmente do Lander que trouxe para Terra as espantosas fotografias de gelo de água em Marte e as primeiras provas absolutamente cabais da presença de água em Marte.

Fonte:
http://www.spacetoday.net/Summary/4841

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O regresso à Lua será muito provavelmente… circumlunar

Cápsula circumlunar soviética Zond 5 (http://solarsystem.nasa.gov)

Apesar de várias notícias sobre o iminente regresso do Homem à Lua, de facto, tal regresso não vai ter lugar na próxima década.

Os EUA estão a reavaliar completamente o seu programa Orion e não é de todo impossível que o regresso à Lua seja cancelado e substituído por missões circum-lunares (sem alunagem) ou a asteroides.

Na década de 60, os soviéticos enviaram para missões circum-lunares as cápsulas Zond – versões não tripuladas das Soyuz e lançadas por Protons – algumas das quais levavam até pequenos animais. O programa foi cancelado com o sucesso das missões Apollo, mas foi ressuscitado recentemente com a proposta de turismo espacial da Space Adventures que propõe uma viagem circumlunar numa Soyuz com um módulo de propulsão extra.

Quer de uma forma comercial e turística, quer através de uma missão mais “estatal”, seja ela norte-americana ou… Chinesa ou até indiana, parece muito mais que provável – pelo menor risco e custos envolvidos – que o regresso do Homem à Lua seja primeiro antecedido por uma missão circumlunar.

Fonte:
http://www.moondaily.com/reports/Circumlunar_Missions_The_Missing_Link_999.html

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Quids S18: Que nome tinha este avião?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Segundo uma reportagem da ABC: O sexo oral e a prostituição ocasional banalizam-se entre os adolescentes norte-americanos

Uma reportagem televisiva da ABC News está a chocar a América. O tema é chocante e versa sobre a antecipação da vida sexual dos adolescentes norte-americanos e a forma como o estão a fazer, recorrendo ao sexo oral como forma de impedirem a gravidez e de evitarem (supõem) doenças venéreas.

O documentário foi realizado pela realizadora canadiana Sharlene Azam e demorou mais de quatro anos a concluir recebendo o nome muito apropriado “Good Morning America”. A sua mais espantosa conclusão é de que o sexo oral entre os adolescentes é atualmente tão banal como beijar e que a prostituição ocasional que já assolar as escolas secundárias japonesas desde finais de 1990 é muito mais comum do que se poderia acreditar.

Muitos adolescentes seguem a mesma linha de pensamento de Bill Clinton e acreditam que o sexo oral, não é sexo. E de facto, existem estudos do CDC que indicam que mais de 50% dos adolescentes entre os 15 e os 19 já praticaram sexo oral.

A prostituição casual é outro problema em explosão. Muitos adolescentes admitem receberem dinheiro ou favores diversos em troca de roupa, dinheiro ou de trabalhos de casa. A reportagem inclui testemunhos de raparigas que praticam sexo em troca de 100 dólares, tiram t-shirts por 20 e fazem striptease por 100.

Este fenómeno da prostituição casual é especialmente grave entre as raparigas, especialmente as de famílias de classe média e é o produto direto de uma sociedade tornada materialista e consumista até ao mais alto grau, onde o sexo é considerado uma mercadoria e se banaliza ao ponto de deixar de ser considerado enquanto tal. Não existem estudos idênticos para Portugal e para a Europa, mas tendo em conta a presente “globalização cultural” que hoje uniformiza praticamente todos os jovens no Ocidente, não espantaria se a situação entre nós fosse muito diferente: prostituição casual e antecipação da idade de iniciação sexual… E redução do período “criança” da vida dos seres humanos atuais. Para redução decorrente da sua consolidação como adultos plenos e realizados, porque a precocidade de alguém não pode contribuir para a sua transformação num adulto mentalmente são e completo.

Fonte:
http://abcnews.go.com/GMA/Parenting/story?id=7693121&page=1

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Quids S18: Que guerra parou este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Lost S06E01 e 02: “LA X”; Comentários

0. Logo no começo da Temporada 6, repete-se a cena em Jacob debate com um personagem desconhecido a chegada do navio esclavagista Black Rock. Este personagem é muito provavelmente o Monstro de Fumo, numa das suas formas humanas. Ambos, serão provavelmente os dois últimos sobreviventes da civilização que deixou as ruínas na Ilha e representam correntes opostas, a acreditar neste diálogo: uma Conservacionista (o Monstro) e outra Progressistas (Jacob).

1. Lost recomeça em 1977 com Sawyer procurando Juliet no poço onde caiu e detonou a bomba de hidrogénio que deveria ter levado os Sobreviventes do voo 815 de volta para a sua vida normal. A detonação da bomba (a “Jughead”) provoca o mesmo clarão que as viagens temporais na Ilha, e a sua aparição aqui indica que o intenso campo magnético no poço provocou o mesmo efeito.

2. Após a explosão da Jughead, surge uma cena que decorre em 2004, num Universo Paralelo onde o voo da Oceanic nunca se despenhou. Na cena aparece Cindy, a Hospedeira que fazia parte da “lista” dos Outros elaborada por Jacob e que estes terão recolhido logo na primeira noite em que Sobreviventes ficaram na Ilha. Este Universo Paralelo indica que o plano de detonar a bomba funcionou, mas que criou uma nova Linha Temporal, paralela e desligada da primeira, num Universo Paralelo cuja existência concorda com as teses de alguns físicos quânticos.

3. A partir do voo, a câmara desce para o oceano e mostra a Ilha completamente submersa, com a cidade dos Outros e o pé de quatro dedos da base da estátua onde vivia Jacob antes de Ben o assassinar por ordem do Monstro de Fumo. A cena mostra um tubarão com o logotipo da Dharma, talvez o mesmo que aparece no primeiro episódio da Temporada 1 e que ataca Jack Shephard. O tubarão será – como os ursos brancos – produto das experimentações biológicas de uma Estação Dharma. Quanto à submersão de toda a Ilha, ela não pode ter resultado da detonação do engenho de hidrogénio, já que isso teria destruído quase tudo e a cena submersa mostra-nos as estacas sónicas, as Barracas, o pé da estátua, tudo praticamente intacto. É muito mais provável que tenha sido afundada por um grande terremoto provocado pela detonação da Jughead e multiplicado pela actividade vulcânica que está na origem da geotermia da Ilha.

4. O Universo Paralelo de 2004 não parece ser apenas uma linha temporal paralela, mas uma em que algumas caraterísticas foram radicalmente alteradas… Hurley, por exemplo, gaba-se da sua “boa sorte”, enquanto que na linha temporal original era assolado por uma série de eventos de má sorte. É claro que Hurley terá ganho a lotaria com outros que não os Números… Pela simples razão de que se a Ilha foi destruída em 1977  então não havia nenhuma transmissão de rádio com os números e estes não poderiam ter chegado a Leonard e, depois, a Hurley. Curiosamente, neste Universo Paralelo Inverso, a companhia aérea Air Oceanic, chama-se Oceanic Air… A cena do 815 omite completamente a dupla Michael-Walt pela muito prática razão de que o ator Malcolm David Kelly (Walt) já envelheceu e não é mais a criança da Temporada 1. O título do episódio duplo é aliás, “LA X”, em que “X” vale por especial, ou alternativa, a LA, “Los Angeles X”. Desmond, que se senta ao lado de Jack no avião deste universo alternativo lê “Haroun and the Sea of Stories” de Salman Rushdie cuja ação decorre numa cidade antiga e arruinada, num indireto óbvio às ruínas na Ilha que na Temporada 6 assumirão um papel central na narrativa, certamente. Na cena, Desmond e Jack não se lembram um do outro. Mas quando se encontraram na Cisne, lembravam-se de se terem cruzado no estádio… E que anel de casamento é aquele na mão de Desmond? Terá Casado com Penny nesta linha temporal alternativa, ou como esta não chegou a nascer, porque o seu pai morreu em 1977 na explosão da Jughead, terá casado com outra mulher?

5. A cena seguinte decorre já em 2007, e mostra Kate e o resto do grupo recuperando da Transição desencadeada pela Jughead. Kate Austen aparece num ramo alto, de uma árvore, o que sugere que o seu corpo foi deslocado no Espaço e no Tempo. Contudo (e infelizmente) aparece com a mesma roupa de 1977… Desmond, quando se desloca, aparece sempre nu. Erro de continuidade ou… Censura puritana tipicamente norte-americana?

6. Hurley, na carrinha Wolkswaggen, quando está a cuidar do gravemente ferido Sayid (sangrando sem para já há umas boas improváveis 15 horas) recebe a visita de Jacob, naquilo que se percebe pouco depois ser uma das suas visões dos mortos, quando este confessa ter morrido “uma hora antes”. Jacob avisa Hurley que deve levar Sayid e o estojo da guitarra que lhe deu no táxi, em Nova Iorque para o “Templo”. Jin leva o grupo até ao Templo, onde perto do túnel sobre o muro encontram o livro “Fear and Trembling” do filósofo Kierkegaard nas mãos do corpo de Montand sendo capturados pelos Outros pouco depois. De novo, como no livro de Desmond, eis uma escolha bem judiciosa, já que neste livro o filósofo uma linha de tempo alternativa para contar a história de Isaac. É de certa forma estranho que o Monstro que na década de 70 parecia residir praticamente no recinto do Templo, agora tenha desaparecido daqui.

7. No Templo, os Sobreviventes são apresentados ao líder deste grupo de Outros, um japonês de nome Dogen que ordena a sua execução até que Hurley lhe mostra o estojo dado por Jacob e invoca o nome deste. Dentro, está um Ankh de madeira (o símbolo egípcio para “Vida eterna”) e dentro dele Dogen revela uma lista de nomes, escrita por Jacob e que insere este grupo de sobreviventes (Jack, Hurley, Miles, Sawyer e Sayid) naqueles que como os que Outros recolheram na noite do acidente do voo 815, se podem juntar ao grupo dos Outros.

8. Sayid é levado para o interior do Templo, até ao local que terá salvo Bem, quando seriamente ferido por Sayid (ironia…) na década de 70, e que se revela ser uma fonte com capacidades curativas extraordinárias e que deve estar também na base da longevidade dos Outros, nomeadamente de Richard, que não envelheceu desde a década de 50 e que pelo domínio do latim, bem que poderá ser um habitante no mundo romano… Esta fonte pode ser a razão pela qual o Ankh aparece em vários motivos ligados às ruínas da Ilha.

9. Perante um ataque iminente do Monstro de Fumo, os Outros, que o temem. Sinalizam o ataque lançando um foguete e circundando o edifício com a mesma cinza que rodeava a cabana onde Jacob dava as suas ordens a Bem. Cinza de quê?… Uma pergunta que será respondida nos próximos episódios, certamente. É igualmente curioso saber que até à morte de Jacob os Outros não parecerem temer particularmente o Monstro, como se o pacto de paz entre Jacob e o Monstro se lhes aplicasse também, Pacto que expira com a morte de Jacob, pelo que nos próximos episódios teremos mais deste confronto Outros-Monstro.

10. Durante a breve luta no interior da estátua entre o grupo de Outros e o suposto John Locke, que este vence, este admite a Bem que é o Monstro de Fumo (se dúvidas houvesse): “lamento ter-me visto sob aquela forma”. E admite também qual é o seu objetivo. Não “defender a Ilha”, como antes admitira sob a forma de um francês, mas “ir para casa”… Mas a sua casa é a Ilha. Então, será que quer regressar ao passado, à época dos construtores das ruínas da Ilha, isto é, a Mu? Bem provável, se tivermos em conta que as Viagens no Tempo são um dos pontos fortes de Lost. O Monstro diz também que não é “o quê”, mas “quem”… Não é assim o “sistema de vigilância” que Ben na Temporada 5 dizia que ele era, mas um ser consciente. Um antigo habitante de Mu, preservado pela fonte da imortalidade do Templo? Ao morrer, as últimas palavras de Jacob são “eles estão a chegar”. E não, não é o grupo de Outros de Ilana, mas os Sobreviventes do Oceanic 815, o que demonstra a importância que lhes dá, por alguma razão ainda por revelar… O Monstro parece ter morto Jacob por recear os planos deste em trazer novos elementos para a Ilha, o que ameaçava a sua estabilidade, o que parece ser um dos objetivos do Monstro de Fumo. Com a morte de Jacob (e estranho desaparecimento do seu corpo na lareira), Ben parece perceber rapidamente para onde pende agora o balanço do poder e escolhe seguir o Monstro. Não hesita inclusivamente em entregar o seu amigo Richard aos planos do Monstro, provavelmente para assim demonstrar a sua fidelidade ao seu novo patrão.

11. Quando o Monstro confronta Richard diz-lhe que é “bom vê-lo sem correntes”. Se Richard é muito velho e talvez da época romana, será um escravo dessa época, que conheceu o Monstro nessa época, ao chegar à Ilha? A linha do olho, muito marcada em Richard, e estas referencias a correntes e a temas egípcios (até na camisa de linho de Jacob) poderão até significar que Richard é um escravo da Alexandria romana… Ainda que possa também ser um marinheiro do navio esclavagista Black Rock, e que daí vem venha esta referência às correntes.

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