Sobre a forma como a “Europa do Norte” olha para a Europa do Sul e da falta de um “Sentimento Europeu”

Todas estas notícias que agora abundam em meios anglo-saxónicos e germânicos sobre a situação financeira nos países do sul da Europa e, sobretudo, de Portugal, resulta em grande medida de um acumular de preconceitos que têm muito de racistas. É isso que acaba por dizer o embaixador de Portugal em França, Francisco Seixas da Costa, num artigo publicado recentemente no jornal “La Tribune”.

Estes preconceitos contra Portugal sempre inquinaram a opinião dos países do norte da Europa contra Portugal e contagiaram agora as agências de rating e até os elementos mais imbecis da “Comissão Barroso”.

O embaixador recorda que Portugal – ao contrário da Grécia – nunca falsificou orçamentos nem contas públicas e que – ao contrário de muitos países – nunca deixou de honrar todas as suas obrigações internacionais e financeiras. Seixas da Costa recorda que os europeus do norte que na década de oitenta diziam que Portugal não tinha condições para se juntar à CEE e que na década de 90 alegavam que o país não se devia juntar ao euro, são agora os mesmos que o comparam à Grécia e a Espanha… Um destes cépticos foi Jacques Chirac que terá confessado achar que os portugueses eram todos “analfabetos”. Ora se esta é a gente que domina a União Europeia, agora que no Tratado de Lisboa, assume uma forma mais federalista do que nunca, então será que devemos continuar a olhar para estes europeus do norte como verdadeiros parceiros?

A Europa do Norte nunca foi capaz de olhar para a Europa do Sul com verdadeiros sentimentos de comunhão e comunidade e não o fará nunca. E se assim é, nunca haverá uma verdadeira “União Europeia”, mas uma “Federação Europeia” dominada pelo diretório dos Grandes do Norte da Europa. E desta “Europa”, Portugal não deve fazer parte… Abrindo assim pensamento, estratégia e motivação para buscar outras vias. Nomeadamente na Lusofonia.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/seixas-da-costa-ataca-preconceitos-antigos-contra-portugal=f564868

Categories: Lusofonia, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 51 comentários

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51 thoughts on “Sobre a forma como a “Europa do Norte” olha para a Europa do Sul e da falta de um “Sentimento Europeu”

  1. Guga

    A informação que tenho aqui no Brasil é de que Portugal ganhou bastante com a entrada na União Européia, principalmente com relação a melhoria de infraestrutura, a maior estabilidade economica e financeira do país e com acesso livre a inovações tecnologicas de países como França e Alemanha.
    Até que ponto isso corresponde a realidade? Como iniciar a união lusofona? Seria interessante para o Portugal de hoje? E para o Brasil? Gostaria de convida-los a responder a essas perguntas.

  2. xavier lopes

    E que tal a europa do sul pensar em trabalhar mais e perguiçar menos ?
    E que tal a europa do sul pensar em ser menos corrupta ?
    E que tal a europa do sul pensar em premiar menos o chico-espertismo em vez do trabalho ?
    Não podemos culpar o norte da europa da nossa maneira de ser , eu sou do sul e como tal sei da massa que todos nós somos feitos , achamos sempre que somos mais espertos do que os outros .

  3. Lusitan

    É verdade sim. Se não fosse a União Europeia hoje em dia o nosso nível de desenvolvimento seria mais parecido ao de um país do Norte de África que ao de uma nação europeia. Basta lembrar-nos de como era Portugal nos anos 80 e da transformação que sofreu após a entrada de dinheiros da UE.
    Não se pode levar a sério o que certos dirigentes da direita do Norte da Europa dizem para cativar o eleitorado xenófobo. A verdade é que o próprio Chirac e mais tarde Sarkozy apontaram a comunidade portuguesa residente em França como exemplo de integração de imigrantes. E se apontam o dedo à forma como os politicos do Sul da Europa gerem os dinheiros públicos e também europeus, fazem-no muito bem, porque de facto esse dinheiro é mal-gerido e mal empregue em muitos casos. Os países pagantes da União Europeia têm todo o direito de exigir que o dinheiro que contribuem para o desenvolvimento dos outros país seja bem empregue.

    Os políticos do norte da Europa que mais criticam os países do sul são também na sua maioria de partidos anti-UE ou “anti-Tratado de Lisboa”. Veja-se o caso dos Conservadores no Reino Unido.
    E se uma crítica descabida é impecilho ao desenvolvimento da UE, o que dizer duma União Lusófona, se uma grande parte dos portugueses vêem o Brasil e Angola como países corruptos e violentos? E se grande parte dos brasileiros vêem Portugal apenas como um meio de entrar na UE?
    Se fosse pelo cidadão comum continuaríamos orgulhosamente sós, sem imigrantes e com a PIDE a fazer desaparecer umas quantas pessoas por dia e acima de tudo sem impostos. E é o cidadão comum que elege os nossos políticos, logo o político diz aquilo que mais agrada ao eleitor no momento, seja no sul, oeste, norte ou leste da europa, e faz de tudo para ser reeleito, nomeadamente esbanjar dinheiro.

  4. Fenix

    O ferro e barro não se ligão.Concordo com post esta europa não serve para Portugal.

  5. Nos primeiros anos o país recebeu mais capital por ano, do que auge dos diamantes do Brasil ou da Canela da Índia, para se ter uma noção aproximada do investimento que a CEE/UE fez em Portugal. Volvidos mais de 20 anos, vemos que esse investimento enriqueceu alguns pato-bravos, especuladores e que além de nos dotar das melhores auto-estradas e empresas financeiras do mundo, pouco mudou de facto na nossa economia, e comprometeu seriamente todo o nosso tecido industrial e produtivo, que de facto, foi sacrificado em troca desses recursos.

    O momento da UE já passou (e não foi devidamente aproveitado). urge agora encontrar novas vias estratégicas, que motivem Portugal como a UE nunca soube e que retirem desta alma lusa adormecida as energias que (Lusitan) nos fizeram deter as poderosas legiões de Roma, nos levaram a Macau e a criar esse gigante uno e continental que é o Brasil: e esse projeto polarizador de energias adormecidas, em Portugal e no Brasil e sobretudo em Angola é a Lusofonia, ou melhor, uma União federal entre estes e mais povos que sirva de polarizador e catalisados para sociedades em becos sem saída e que acelere ainda mais o ritmo de desenvolvimento do Brasil.

  6. feliz

    bem feito! os portugueses se achando o maximo , voltando as costas aos outros de lingua portuguesa, a levantar o nariz para dizer “somos europeus”. Agora veem que não passam de “pigs”, para os do norte, que querem mais é que os “pigs” da europa( Portugal, Espanha, Itália e Grécia) se explodam… E agora que o Brasil caminha para seu lugar de direito, entre as cinco maiores nações do mundo, agora que também começa a decadência da Europa, que a nau européia começa a afundar, pouco a pouco, agora Portugal começa a se interessar pelo Brasil. Vejam só!

  7. O preconceito de “colonizado” de alguns brasileiros já me enjoa… Ó feliz, seja feliz.

  8. xavier lopes

    No dia em que os governantes Portugueses perceberem , que o caminho está , na instrução do povo , falo numa VERDADEIRA instrução , não me refiro ao programa da ” novas oportunidades ” , pois esta é uma anedota . refiro-me a uma instrução que permita e obrigue os portugueses a dominar as ciencias que são a estrada para a evoluição tecnológica ,tais como : Matemática , fisica , Quimica entre outras… Quando este dia acontecer ( se é que algum dia irá acontecer ) , então a partir dai , podem ter certeza de uma coisa , com o conhecimento e com a capacidade de criação do nosso povo , com o espirito aventureiro da nossa gente , poderão ter a certeza , Portugal voltaria novamente a ser uma grande nação e o quinto imperio iria se concretizar .
    Até lá seremos cada vez mais os Albanezes e os romenos do sul da europa !!!!

  9. Fenix

    Eu sempre fui a favor de uma união lusofuna mesmo antes de se ouvir falar ou da União Européia. Primeiro porque nunca me senti europeu como agora não me sinto.Segundo eu já sabia que isto de 1985 União Européia não ia dar certo apesar de haver muitas sem ilussões essas ar ilussões mas iam sair nos frustradas por varios em factores.Quandos ouvi falar de dinheiros a fundo perdido pensei logo que os nossos muito maus politicos, empresarios e etc .. não iam saber aproveitar a não ser para fazer aquilo que um é comum todos os paises lusofunos roubar para proveito proprio. Parece a historia da formiga e da cigarra. Quando se tem Sol Sempre na BOA VIDA Quando não tem chora se . E também parecido com vosso carnaval gastam rios de dinheiro mas passam todo o ano muitos viverem sem educação na miseria e sem casa,e a viverem favelas ao lado de Criminoso. Esse até deve ser o vosso melhor produto de exportação do Brasil é Criminosos analfabeto devem estar em primeiro lugar. Eu acredito numa união sim lusofuna mas que também credito Portugal se deve encontrar primeiro consigo e proprio para depois se unir a outros.

  10. Fenix

    2010/02/28 às 02:41
    Eu sempre fui a favor de uma união lusofuna mesmo antes de se ouvir falar na União Européia. Primeiro porque nunca me senti europeu como agora não me sinto.Segundo eu já sabia que isto desde 1985 União Européia não ia dar certo apesar de haver muitas ilussões no ar mas essas iam ilussões nos sair frustradas por varios em factores.Quandos ouvi falar de dinheiros a fundo perdido pensei logo que os nossos muito maus politicos, empresarios e etc .. Não iam saber aproveitar a não ser para fazer aquilo que um é comum todos os paises lusofunos roubar para proveito proprio. Parece a historia da formiga e da cigarra. Quando se tem Sol Sempre na BOA VIDA Quando chora Não tem se. E também parecido com vosso carnaval Gastam rios de dinheiro mas passam todo o ano muitos viverem Educação na miseria e sem casa, favelas ea viverem ao lado de Criminoso. Esse até Deve Ser o vosso melhor produto de exportação do Brasil é analfabeto Criminosos Devem estar em primeiro lugar. Eu acredito numa união lusofuna também mas sim credito que Portugal SE DEVE encontrar consigo proprio, primeiro para depois se unir a outros.

  11. Lusitan

    Caros colegas Movvistas, eu não sei ao certo a média de idades da maioria dos frequentadores deste blog, mas parece-me a mim que eu devo ser um dos mais jovens aqui presentes apesar de ir a caminho dos 30. Ao contrário da maioria das pessoas que aqui comentam a minha geração cresceu com a UE. Sei que a minha geração dá a UE como garantida e não consegue sequer imaginar o futuro sem poder viajar livremente pela Europa ou poder trabalhar em qualquer ponto da Europa sem os problemas burocráticos daí resultantes numa Europa com fronteiras. Tenho amigos que trabalham na Suécia, Alemanha, Reino Unido, Espanha, etc. todos em cargos bem remunerados, bons naquilo que fazem e que em Portugal ou estariam no desemprego ou em firmas de outsourcing. Se não houvesse UE não teriam meio de escape.
    E nem imagino o que as gerações mais novas como as dos meus irmãos farão no futuro sem a UE. Eles que nasceram com a facilidade de locomoção dentro da Europa e com o programa Erasmus que lhe permitiu ter amigos de todo o lado da Europa. Se a minha geração é a geração portuguesa pró-Europa, a geração dos meus irmãos será a geração europeia portuguesa.
    Não podemos dizer que a UE falhou por nós (Portugal) termos falhado. Está na altura de começarmos a responsabilizar-nos pelos nossos problemas. Não somos nós (portugueses) que votamos em listas de partidos sem sabermos o programa desses partidos? Não somos nós que apoiamos clubes de futebol minados de mafiosos? Não somos nós que apoiamos autarcas corruptos? Não somos nós que não temos ponta de civismo e idolatramos o chico-espertismo?
    Enquanto não resolvermos estes nossos problemas intrínsecos como é que podemos sequer sonhar em construir uma União Lusófona em que todos os países sofrem do mesmo tipo de problemas que Portugal, mas em escalas assustadoramente maiores? Se não conseguimos resolver os nossos problemas com a ajuda de países socialmente avançados, como é que vamos ajudar a resolver esses mesmos problemas em países socialmente atrasados?

  12. Fenix

    Eu tenho 34 anos e passei pelo antes e depois da entrada da união europeia.Podia não ter tudo mas vivia melhor antes da entrada na união europeia do que agora.O FERRO E BARRO NÂO SE LIGAM por mais que tentem. Como é possivel ter de se sair da nossa terra para outras apenas por dinheiro é errado pois isso já faziamos antes da entrada da união europeia por isso algo continua muito errado. A europa so pode ir para frente quando posserem ordenados iguais por ela toda pois não pode haver cidadãos de primeira e cidadão de segunda.Mas isso nunca vai acontecer pois isso não interesa aos empresarios Portugueses nem a outros paises.

  13. nada é permanente no mundo e na vida. A UE foi incontornável e provavelmente inevitável na sua época, mas está esgotada por esta ânsia de expansão que – como o Império Romano – a levou a crescer sem solidez além da razoabildade.
    Criação sem alma nacional está a prazo fadada à extinção.
    A UE falhou porque não foi capaz de criar o sentimento de uma pátria transnacional que fosse mais forte que os nacionalismos europeus. Deixou-se seduzir pelos interesses monetários e não quis (não soube) forjar essa alma que em momentos de dificuldades a mantivesse coesa.
    Precisamos de um projeto transnacional, polarizador de energias adormecidas, tão “impossível” como o dos Descobrimentos que nos motive a nos ultrapassarmos a nós mesmos. E este projeto não é uma UE dominada pelos povos do norte. É algo que fará reencontrar Portugal com o mundo que ajudou a fundar: a União Lusófona.
    A questão da demografia dos movvistas (bom termo! 😉 ) é interessante… ainda hei de lançar aqui um inquérito para apurar isso mesmo!

  14. Lusitan

    A diferença Fenix é que hoje não os portugueses já não saiem prá Europa clandestinamente e já não vão pra limpar as sarjetas francesas e alemãs. Hoje saiem para empresas de topo e para cargos de chefia. Hoje os portugueses não saiem de Portugal para fugir à fome. Se acham que Portugal está mal agora imaginem como estaríamos sem o controlo da UE.

    • MSilva

      Saem para limpar as sarjetas da suíça, do luxemburgo, da alemanha, para calcetar ruas, carregar baldes de cimento em angola, moçambique, cabo verde.Enfim, só mudaram os destinos, porque a clandestinidade e o tipo de trabalho continuam sendo o mesmo..

  15. Lusitan

    O que pode unir a Europa como aconteceu com a união da Alemanha é a criação de um exército europeu e uma guerra vitoriosa.

  16. Fenix

    O Portugal que eu vivo deve ser diferente do seu.Está falar de uma minoria que cá faziam falta estar por varios factores pois são pessoas que pela sua formação assim como pelos seu descontos para irs são importantes mas não vão para fora para descontarem em outros paises. Ainda hoje a grande maioria daqueles que vão para fora vão para fugir a miseria e para trabalhar no duro.Pois Portugal continua a queimar gerações inteiras.

  17. Fenix

    “O que pode unir a Europa como aconteceu com a união da Alemanha é a criação de um exército europeu e uma guerra vitoriosa.”Com todo respeito mas seria o maior erro que a união europeia podia fazer.Comparar as união duas alemanhas a uma união europeia não se pode fazer essa comparação pois as alemanhas eram já unidas antes da segunda guerra mundial falam a mesma ligua e culturalmente são muito iguais. Quando estamos a falar de paises que tem diferentes liguas diferentes culturas e interesses opostos uns aos outros.Uns querem mandar mais que outros quando devia ser todo tratados de igual modo pois todos são paises independentes apesar de uns serem maiores e outros mais pequenos.A guerra pode unir temporariamente quando o obcjectivo é comum mas pode fazer vir ou de cima as questões fracturastes incobertas os radicalismos europeus o raxismos primario entre os povos europeus e para os de fora.Acho que o tratado de lisboa fosse a referendo em Portugal perdia e não tinha sido aprovado esse foi outro erro.

  18. é verdade que nada une mais os povos do que a guerra. mas a desunião europeia parece estar acima disso. Quantas guerras os franceses e ingleses travaram juntos, ajudando-se uns aos outros (ok, os ingleses ajudando mais os franceses…) e nem por isso resolvendo o problema da sua longa e estéril rivalidade?
    E a Alemanha? É aliada hoje na NATO, mas quem pode negar que toda a gente ainda suspeita da sua conduta?

  19. Fenix

    Enquanto ouver quem queira mandar mais que outros nunca vai haver união na europa. Primeiro a frança por tradição é sempre do contra. A Alemanha pensa em fazer da europa aquilo que hitler não conseguio com a guerra e mandar nela. O reino unido quer voltar a ser imperio e mandar na europa. Ainda vai haver mais divisões quando a turquia entrar europa ai sera o golpe final para esta europa.

  20. esse é o problema de Europa: é demasiado pequena para tantos “grandes”…

  21. Guga

    Portugal de maneira diferente do Brasil, já possui a calma e a estabilidade social e cultural que só os países milenares possuem.
    Acredito em todas as idiossincrasias inerentes ao processo de união de tantos países com culturas e línguas distintas. Porém a ideia de união europeia pode dar certo, pois penso que, apesar das particularidades de cada país a proximidade geográfica auxilia muito no processo de integração, aqui no Brasil ficamos maravilhados com a ideia de pegar um trem e poucas horas depois já ter atravessado metade da Europa. Esse é um dos maiores paradoxos da União Lusófona, opondo-se diametralmente a união européia o triangulo atlântico formado pelos vértices: Portugal, Brasil e Angola unem-se pela lingua mas encontram-se separados por um oceano inteiro… Poderia funcionar?

  22. é verdade. os portugueses raramente dão valor à paz e estabilidade que carateriza o nosso território desde as invasões napoleónicas… compara-se com os numerosos banhos de sangue de “Espanha”, por exemplo…
    A Europa não foi um falhanço total. Não questiono que se vive hoje muito melhor do que na década de 80, mas a que custo? sacrificámos a nossa indústria, grande parte da agricultura e quase todas as pescas, em troca do euro, do fim da fronteiras e da liberalização de comércio com a China: que restou? um sonho europeu que desiludiu porque a “Europa do Aço” não soube criar uma nacionalidade europeia e um horizonte de saída mais amplo e potencialmente ainda mais fértil que é da Lusofonia, de uma União Lusófona, que creio será o grande projeto para Portugal e Brasil nas próximas décadas.

  23. Eu tenho pena do meu Portugal, é agr um estado europeu…vou perder minhas referências , minhas origens..VIEIRA..+ vai ficar a lenda do Porto do Galo. Do novo país UE.

  24. mas não verdadeiramente “europeu”… Portugal é ainda e sempre um país atlântico, unido apenas secundariamente à Europa. O nosso rosto olha para o Mar e viramos as costas à Europa.
    Foi isso que ainda não perceberam os nossos “estrategas”.

  25. Fenix

    È possivel se deixar-mos os nacionalismos de lado se passar-mos a ser lusofonos de coração e não Portugues ou Brazileiros ou Angolanos,ect. Podemos fazer uma grande nação de deixar o mundo de boca aberta.Onde a Paz seja real e fomentada com outros.Onde a economia não tenha pib onde o bem estar de todos seja a nossa meta a Fib.Onde não procteja cada região e a sua economia onde se baixe o comsumo para niveis em que seja possivel continuar a viver neste planeta por muitos e bons seculos e tudo cabe a nos lusofunos fazer mudar a nos e aos mundo.

  26. Lusitan

    Oh Clavis… E o Reino Unido e a Holanda e até a Dinamarca não são países “atlânticos”? Nós temos mais em comum com a Europa do que a maioria pensa. As estratégias não são imutáveis. Isso é o erro de maus gestores, maus politicos e maus generais. As estratégias adequam-se aos tempos e aos fins. As tácticas são depois implementadas em função da estratégia definida. Porque razão é que o futuro de Portugal tem de ser apenas lusófono? Porque razão não pode ser poliglota?

    Fenix… a guerra vitoriosa a que me refiro é precisamente a guerra franco-prussa que levou à união alemã ainda antes da Primeira Grande Guerra. Antes disso nem sequer havia uma entidade chamada Alemanha. Como hoje ainda não há uma entidade chamada Europa.
    Em relação aos portugueses que migram para cargos de chefia noutros países, garanto-lhe que não se trata mais de uma minoria vaga. São cada vez mais os casos de sucesso de portugueses em empresas de topo internacionais.
    Eu tenho algumas dúvidas que a Turquia alguma vez entre para a UE… isto por enquanto ainda é para bem ou pró mal um clube cristão.

  27. são, certamente, sobretudo o RU, mas repara na diferença de posicionamento entre RU e Portugal no seio da UE! Eles têm a atitude certa, colocando o seu eixo atlântico acima do europeu, enquanto que Portugal segue sendo (tentando) ser o “bom aluno” europeu…

  28. Lustan

    Isso é porque o RU tem mais a perder que a ganhar com uma UE forte, já Portugal não é o mesmo caso.

  29. feliz

    Teseu e Fenix: não adianta chorar e baixar o nível… encarem a realidade, o Brasil está a crescer e Portugal e Europa a cair… Fenix, não fale de pobreza e criminosos, como se Portugal não os tivesse… e vai ter muito mais, quando as coisas piorarem mais, o que é destino de Portugal e Europa… já se sabe que vem coisa ainda pior para vós, muitos já previram… não adianta invejar o Brasil e falar das coisas ruins de cá, fechando os olhos para as coisas boas… e lembre-se que os europeus do norte falam de vós, portugueses, como alguns de vós falam dos brasileiros, pois lembrem-se que vós sois chamados “PIGS” por muitos aí mesmo na Europa que tanto vocês amam…

  30. Fenix

    A história da Alemanha inclui os acontecimentos ocorridos nos territórios de língua alemã que correspondem aproximadamente ao Estado formado em 1871 em Versalhes, quando o Império Alemão, dirigido pela Prússia, foi constituído.

    O Sacro Império Romano Germânico, que existiu desde o século VIII até 1806, é considerado o primeiro Reich alemão (Reich, Império, em alemão, termo usado para descrever os sucessivos períodos históricos do povo alemão). No momento de maior extensão territorial, o Império incluía o que são hoje a Alemanha, a Áustria, a Eslovênia, a República Checa, o oeste da Polônia, os Países Baixos, o leste da França, a Suíça e partes da Itália central e setentrional. A partir de meados do século XV, passou a ser conhecido como o “Sacro Império Romano da Nação Germânica”. O Império Alemão de 1871-1918 é chamado de o Segundo Reich, de modo a indicar a sua descendência do império medieval. Segundo o mesmo raciocínio, Adolf Hitler referia-se à Alemanha Nazista (1933-1945) como o Terceiro Reich.

    O termo “germanos” é usado para referir-se ao grupo ou grupos étnicos oriundos da Idade do Bronze Nórdica, que falavam línguas germânicas e ocupavam a chamada Germânia. A partir do período histórico do Sacro Império, pode ser empregado o termo “alemães” para designar os habitantes do Império.

  31. Fenix

    Tem sido dito que a história moderna da Alemanha foi predeterminada por três fatores: o Reich, a Reforma Protestante, e depois o dualismo entre Áustria e Prússia. Muitos esforços têm sido feitos para entender por que o Reich nunca formou um poder forte e centralizado sobre seus territórios, como aconteceu com a sua vizinha França. Algumas razões incluem:

    O Império era um corpo federativo desde o início: ao contrário da França, que tinha feito parte do Império Romano, na parte oriental do Reino Franco, as tribos germânicas que depois fizeram parte da nação germânica (Saxões, Turíngios, Francos, Bávaros, Alamanos ou Suábios) eram muito mais independentes e relutavam em ceder o poder a uma autoridade central. Todas as tentativas de fazer o reino uma monarquia hereditária falharam; em vez disso, o rei era sempre eleito. Depois, cada candidato para rei fazia promessas para o seu eleitorado, o chamado Wahlkapitulationen (Capitulações eleitorais), assim dando aos nobres mais e mais poder através dos séculos.
    Devido às conotações religiosas, o Império era uma instituição duramente afetada pela disputa entre o Papa e os Reis germânicos em suas respectivas coroações como Imperador. Nunca ficou claro sob quais condições o papa devia coroar o imperador e especialmente se todo o poder do imperador era dependente do poder clerical do papa. Muito debate aconteceu sobre isso, especialmente durante o século XI, levando à Controvérsia da Investidura e a Concordata de Worms em 1122.
    Se o sistema feudal do Império, onde o Rei era formalmente o topo da chamada “pirâmide feudal”, era a causa ou sintoma da fraqueza do Império não é certo. Em qualquer caso, a obediência militar, que – de acordo com a tradição germânica – estava intimamente ligada à doação de terras aos tributários, sempre foi um problema: quando o Império tinha que ir para a guerra, as decisões demoravam e eram tímidas.
    Até o século XVI, os interesses econômicos do sul e do oeste divergiam daqueles do norte, onde a Liga Hanseática operava. A Liga Hanseática era muito mais ligada com a Escandinávia e o Báltico do que com o resto da Alemanha.
    A historiografia alemã de hoje enxerga o Sacro Império Romano-Germânico como um sistema balanceado de organizar uma multidão de estados (efetivamente independentes) sob um complexo sistema de regulamentos legais. Pequenos estados como os Senhorios e as cidades Imperiais Livres sobreviveram por séculos como entidades independentes, embora eles não tivessem nenhum poderio militar. As cortes supremas, Reichshofrat e o Reichskammergericht ajudaram a diminuir os conflitos, ou ao menos mantê-los como guerras de palavras em vez de guerras verdadeiras.
    O grande número de territórios diferentes com diferentes línguas (alemão, francês, Italiano, tcheco, esloveno, etc.), denominações religiosas e diferentes formas de governo levaram a uma grande variedade de culturas, o que pode ser visto na atual Alemanha com as culturas regionais, costumes e dialetos que mudam às vezes no raio de poucos quilômetros.
    [editar] Impérios Sucessores

  32. não duvido (ninguém duvida) de que o Brasil está a crescer, e de forma sustentada. Não tanto por causa do biocombustível (que nessa área os avanços em enzimas e algas cedo trarão custos mais baixos que o da cana), mas na via alimentar, onde o mundo será cada vez mais deficitário.
    existe hoje algum (perigoso) excesso de otimismo no Brasil que pode deitar tudo a perder. Os problemas tremendos com a Educação, o Crime e a Corrupção são reais e se forem secundarizados devido a esse otimismo irão comprometer a prazo esse desenvolvimento.

  33. Lusitan

    PIGS foi um termo que nasceu num site de extrema-direita britânico. Se for a um site de extrema-direita portuguesa vai ver que somos muito mais criativos e que arranjam nomes bem mais giros para os imigrantes brasileiros. De qualquer maneira são nomes inventados por gente de baixo nível com uma educação deficitária nos valores fundamentais europeus… mais ou menos como o feliz… mas esse ainda tem desculpa que não é europeu.

    • Otus scops

      o correcto é PIIGS:
      Portugal
      Italy
      Ireland
      Greece
      Spain

      já agora qual foi o site???

  34. Fenix

    Para o senhor feliz .Eu não faço parte dos Mil. Apenas defendo a União lusofuna por conta propria.Por isso não tenho que diplomaticamente que lhe pedir desculpas até porque o senhor foi ofensivo em relação a “Portugal” e as suas gentes. Como clavis escreveu e é verdade o brazil está crescer e não tenho invejar que brazil cresça até fico orgulhosos de ver um país irmão finalmente a despertar.A se organizar ecomicamente e sociologicamente a criar oportunidade para os brasileiros não terem de sair da sua terra para outros sintos para se realizarem materialmente. Pois nos temos que nos sentir bem onde estão as nossas raizes a nossa familia a nossa cultura os amigos e vizinhos.Para estamos completos e não divorciados de tudo o que nos rodeia e darmos mais importancia regiões onde vivemos mas também a sermos mais humanos na ajuda que podemos dar a cada um que precise dela.Espero também que a riqueza que está apenas nas mão de alguns também seja melhor dividida por todos e pensem na Felicidade interna Bruta para cada brazileiros como um metedo de creximento sustentavel vossa economia não apenas em comsumo e mais comsumo.O brazil está a despertar mas não se achem os maiores seijam humides como sempre foram pois esse sempre foi a vossa melhor qualidade.Um país grande que nunca se portou como tal foi sempre humilde e assim ainda se trona maior.

  35. Fenix

    Segunda parte.Enquanto a Portugal é um pais que sempre foi pobre e seus maiores feitos foi quando a pobresas o mais afectou porque teve de pensar pela sua cabeça para sobriviver e deixar a preguisa de pensar e de realizar de lado.E ser humilde de arriscar no desconhecido tudo o que tinha e não tinha.Teve sorte mas também nunca a soube aproveitar assim hoje quem tem petrolio pensa que dura para sempre casos dubai esse também foi o problema Portugues.

  36. motivação: a chave para o desenvolvimento e para o crescimento pessoal e humano é ter a motivação para melhorar. Portugal teve-o quando buscou saída para a sua pobreza no além mar.
    e é isso que nos falta, razão pela qual creio que falta um projeto polarizador que desperte em nós essas energias adormecidas.

  37. Guga

    Como brasileiro penso que o feliz fez um comentário extremamente infeliz… As pessoas confundem liberdade de expressão com libertinagem de opinião.

  38. eu sei.
    e o feliz até nem foi dos mais radicais… nem imaginam as coisas que aparecem aqui na caixa de comentários e que vou apagando sem chegarem a ler.
    o comentário do feliz ainda estava dentro do limite que habitualmente tolero.

  39. feliz

    Meus primeiros comentarios foram absolutamente normais (apesar de duros), apenas disse a verdade (que Portugal e outros países são chamados PIGS por certos europeus, entre outras ofensas) , que, claro, dói e aqueles que sentem essa dor muitas vezes não se aguentam e saem a ofender, coisa que não fiz, ao contrário do senhor FENIX (disse que o melhor produto de exportação do Brasil são os criminosos e favelados), do senhor TESEU (chamou-me “colonizado”), o senhor LUSITAN… é só relerem os comentarios anteriores… Aí podemos ver quem realmenrte baixou o nível!… mas,claro, portugueses não vão concordar e dirão que foi o “brasileiro” quem baixou o nível. O Sr. CLAVIS, mesmo, um português, também ignorou, fechou os olhos aos comentários ofensivos de seus patrícios (como sempre?) a mim e aos brasileiros, e chamou-me “RADICAL”. Ora, CLAVIS, é assim que queres uma união lusófona, coisa que nunca vai acontecer????? se criticar certas atitudes dos poertugueses, sem ofender, é ser radical, neste blog, então avisem aos não portugueses que por cá somente se aceitam elogios aos portugueses e a Portugal! Que qualquer crítica é ofensa e que só os poertugueses podem criticar e até ofender!

    E GUGA, antes de escrever, leia TODOS os comentários, para ver quem ofendeu quem, quem verdadeiramente foi “infeliz” em seus comentários…

    Mentir é fácil, mas qualquer um não português que leia TODOS os comentários vai facilmente perceber quem verdadeiramente partiu para as ofensas… Depois, o “brasileiro” é que é de baixo nível!…

    E, por favor, seja justo, CLAVIS, teus patrícios portugueses disseram coisas terríveis, enormes ofensas a mim e aos brasileiros, e eu é que sou “radical”???????????? Nem pensaste em apagar os comentarios deles, mas sim o meu??????????? É assim que queres uma união lusófona???????? Com esse senso de justiça?????????????

  40. caro feliz:
    “bem feito! os portugueses se achando o maximo , voltando as costas aos outros de lingua portuguesa, a levantar o nariz para dizer “somos europeus”. Agora veem que não passam de “pigs”, para os do norte, que querem mais é que os “pigs” da europa( Portugal, Espanha, Itália e Grécia) se explodam… E agora que o Brasil caminha para seu lugar de direito, entre as cinco maiores nações do mundo, agora que também começa a decadência da Europa, que a nau européia começa a afundar, pouco a pouco, agora Portugal começa a se interessar pelo Brasil. Vejam só!”

    o tom é claro, e muito mais eloquente do que qualquer palavra…
    “os portugueses se achando o maximo”
    “Vejam só”

  41. Eu escrevi “complexo de colonizado”… mas também que há portugueses com “complexo de colonizador”. Enfim, complexos.
    Felizmente considero-me emancipado de tais complexos e irrita-me quem os mantém. Seja Feliz, Sr Feliz.

  42. Fenix

    E se os há…mas esses não defende a descentralisão politica nem admistrativa assim como economica.Apenas defende o centralismo puro e duro em todas as arias.Caso do centralismo europeu por exemplo.

  43. ou melhor: o federalismo europeu, o grande sonho dos eurocratas…

  44. Fenix

    Nem fale desse seres como eu os detesto Os eurocratas.

  45. que encontro bastas vezes nos seus (e meus) voos para Bruxelas… inevitavelmente voando em Executiva, com o dinheiro dos meus impostos.

  46. Odin Borson

    Sobre a União Européia, eu vejo com bom olhos sim a atitude das nações da Europa procurarem se unir entre si por um ideal comum. Se não der certo, valeu a tentativa dos europeus de querer uma união sim. Valeu a boa vontade. Países que há sete décadas atrás eram inimigos, compartilhando o mesmo espaço. Não acho que as nações européias erraram ao tentar a união. Os governos europeus acreditaram que seria o melhor para os seus cidadãos e, trabalharam décadas pela união. Se fracassar, eu vou lamentar sim.

    Sobre uma união lusófona, pra essa união se concretizar, as nações lusófonas terão que trabalhar mais arduamente que as nações européias de diversos idiomas. E vai levar muito mais tempo pra se realizar do que a união européia levou pra se tornar realidade. Nos detalhes de IDH, renda percapta, a qualidade da saúde e da educação pública(e privada), entre os lusófonos, o que tem os melhores índices é Portugal. E o Brasil tem que se empenhar até superar todos os seus problemas sociais internos. Os Palops estão à pouco tempo independentes, e não sei se querem se unir ao Brasil e à Portugal. E se não quiserem? O Brasil, em especial aqueles que o governa, estão gabando demais o país. Acharam petróleo, tem riquezas naturais, mas se os governos não investirem principalmente na qualidade da educação, não pôr a população pra estudar de verdade, teria sido melhor não terem descoberto o petróleo. Gostaria é que o petróleo deixasse de ser usado como fonte de energia, devido a poluição que provoca. Mas, puder gerar benefícios e não desavenças, deve ser usado em benefício da nação sim. Acho que o Brasil tem que se preocupar agora é em fazer os seus cidadãos estudarem, se tornarem profissionais qualificados. Pra que no futuro, brasileiros não tenham que ir ao estrangeiro por não ter condições decentes de sobrevivência em sua própria terra natal. Por outro lado, isso não impede amizade e cooperação com países de língua portuguesa, cooperação científica, por exemplo. Eu sei que têm muitos brasileiros sem vaga nas universidades, mas apóio a idéia da universidade para estudantes de países lusófonos no Brasil sim. Mesmo tendo os seus problemas, por que não ajudar como for possível os Palops e o Timor, não é mesmo?

    • Odin Borson

      Por outro lado,”toda casa que está dividida contra si mesma, não subsiste”. Se for pra permanecer o sentimento de rejeição de europeu contra europeu, não há como a UE ser bem sucedida. É uma pena que seja tão difícil superar preconceitos… um projeto bonito de união.

  47. sem Alma comum, não pode haver jamais verdadeira “união política”. Essa foi a grande falha da Europa, tornada agora especialmente evidente pela quebra de solidariedade e pelas “marteladas orçamentais” dos gregos…
    Era um belo projeto, que contudo, nunca foi muito mais longe que o “carvão e o aço”, e foi esse (no campo Cultural) o maior fracasso da Europa e o princípio do ocaso deste modelo.

  48. Pingback: DIFERENCAS EUROPA DO NORTE & SUL « Brasil

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