Daily Archives: 2010/02/16

Sobre os problemas e tropeções dos Pandur II

Os Pandur II são uma autêntica revolução para o Exército Português. Após décadas de utilização intensiva de veículos obsoletos Chaimite (construídos localmente pela Bravia, a partir de planos do Cadillac Gage Commando) e de APCs M113 a entrada ao serviço de números significativos das viaturas blindadas de rodas Pandur II poderia representar um aumento significativo de capacidade.

Mas nem tudo está bem com os Pandur II… E o Exército recusa-se a receber mais viaturas enquanto os problemas das viaturas não forem resolvidos. No total, Portugal deverá receber 240 viaturas Pandur II de oito rodas e metade já foi entregue, mas apresentam diversas anomalias e não haverá novas entregas até que estes problemas sejam resolvidos, por decisão do Exército. Isso explica porque é que ainda nenhuma Pandur II foi enviada para uma das múltiplas missões de Portugal no estrangeiro, já que tal implicaria uma aceitação automática das viaturas. Os problemas reportados ao fabricante são graves, estando atualmente 59 das 120 viaturas em armazenamento em Alcochete aguardando reparação pelo fabricante, a Fabrequipa do Barreiro. Fontes ligadas à empresa do Barreiro explicam os problemas com sucessivas alterações impostas pelo Exército aos Pandur, algo que recorda idênticas alegações quanto à relação da Marinha e os Estaleiros de Viana do Castelo a propósito dos patrulhões.

Fontes:

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1478036
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chaimite_%28ve%C3%ADculo_blindado%29
http://www.operacional.pt/m113-o-cavalo-de-batalha-da-infantaria-mecanizada/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pandur_II

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Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Portugal | 4 comentários

Quids S18: Que castelo é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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CARTA ABERTA AO MAGNÍFICO REITOR DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, JOSÉ GERALDO DE SOUSA FILHO

Excelentíssimo Senhor Reitor

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO confia que a Universidade de Brasília sob o reitorado de vossa excelência saberá estar integrada e aberta à comunidade e pronta a transmitir o património intelectual de quem a pensou e a formou, assim como para evocar as vozes da tradição lusófona arraigada no povo afro-brasileiro.

Nessa medida, o MIL propõe duas iniciativas ao Magnífico Reitor José Geraldo de Sousa Filho, que já demonstrou o seu empenho em defender os objetivos da lusofonia, nomeadamente na sua participação do Ciclo de Debate “A Convergência da Língua Portuguesa”, na 28ª Feira do Livro de Brasília.

A primeira iniciativa, com o intuito de que, de facto, seja preservada a memória lusófona na Capital Federal, é a de reunir os adequados meios académicos para selecionar e reagrupar, em espaço único e especificamente destinado à história e à cultura portuguesas, as obras que ainda existem das bibliotecas do Centro de Estudos Clássicos (CEC) e do Centro Brasileiro de Estudos Portugueses (CBEP), cujos fundadores foram Eudoro de Sousa e Agostinho da Silva. Esses professores luso-brasileiros ajudaram na formação da intelectualidade brasileira e apoiaram a implantação dessa Universidade e precisam de ser conhecidos pela comunidade académica, bem como pela comunidade em geral, sobretudo agora, quando Brasília completa 50 anos.

Como segunda iniciativa, o MIL, que lançou com êxito em Portugal a petição “Não destruam os Livros!” – que foi já entregue na Assembleia da República, dados os vários milhares de assinaturas que obteve –, propõe ao Magnífico Reitor que os Livros descartados pela Biblioteca da Universidade de Brasília sejam doados aos países africanos de língua portuguesa e a Timor-Leste, via Ministério das Relações Exteriores e Embaixadas desses países, e também de Portugal, sedeadas em Brasília, como iniciativa concertada no espírito da CPLP.

Por certo, o Reitor José Geraldo tomará as medidas necessárias para que os acervos do CBEP e do CEC sejam preservados e dados a conhecer à comunidade em geral. Que os livros descartados e fora de uso da Biblioteca da Universidade de Brasília permaneçam circulando pela comunidade luso-brasileira.

Vale a pena ressaltar que desde as primeiras aquisições bibliográficas, e não apenas, nos idos da década de 1960, nunca mais houve uma política de aquisição de livros e pesquisa ligada aos estudos portugueses e aos estudos clássicos, com a agravante de que as reformas feitas pelos governos militares destituíram os extintos CEC e CBEP.

A presença da Cátedra Agostinho da Silva e o momento histórico que se vive em Brasília e na UnB, implica – como Vossa Excelência muito bem salientou em sua intervenção no encerramento da Feira do Livro de Brasília – fazer com que os alunos conheçam o pensamento destes professores fundadores de universidades brasileiras, entre elas a UnB. A UnB tem todas as condições para dar acesso à pesquisa e aos livros que permitam o conhecimento da vida e obra de Agostinho da Silva e Eudoro de Sousa, entre outros que a UnB, em seu jubileu, entenda prestigiar.

Muito cordialmente

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO


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O “National Ignition Facility”: Fazendo Fusão Nuclear com Lasers

National Ignition Facility (http://dennytorres.com/)

National Ignition Facility (http://dennytorres.com/)

Um dos Santos Graal da Física é realizar em laboratório o mecanismo natural que alimenta a fornalha solar: a Fusão Nuclear. O processo passa pela fusão (daí o nome) de dois átomos de hidrogénio num único de hélio. A fusão liberta a energia que o Sol liberta e que em última instancia é responsável por toda a vida no planeta Terra.

O problema é que para conseguir fundir dois átomos é necessária uma quantidade tremenda de energia, já que estes naturalmente se repelem. Para ultrapassar este problema, a técnica mais comum tem sido encarcerá-los numa cela magnética. O método foi inventado pelos russos na década de 70, daí o o seu nome: Tokamak. É uma variante desta metodologia que está a ser seguida naquele que será o primeiro reator de fusão viável do mundo, o ITER, que está a ser construído por uma equipa internacional em França.

Mas existe outro método, além do Tokamak e este é igualmente promissor… Trata-se da agregação de um quantidade combustível nuclear (isótopos de hidrogénio) e a sua irradiação por raios laser de elevadíssima potencia. A compressão do material que daqui resulta provoca fusão nuclear.

O mesmo processo está também a ser desenvolvido na Europa, no projeto HIPER, onde Portugal por via do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear do investigação do Instituto Superior Técnico.

Recentemente este método conheceu um avanço significativo quando uma equipa do Laboratório Lawrence Livermore (EUA) utilizando mais poderoso laser do planeta, o National Ignition Facility (NIF) que foca vários feixes de laser num pequeno cilindro até alcançando uma temperatura da ordem dos 1,8 milhões de Joules, um recorde mundial mas que corresponde a apenas 40% da capacidade teórica do NIF.

Quando a potencia do NIF chegar ao seu máximo será possível fundir os átomos no cilindro alvo, esperando-se que do processo decorra um balanço energético positivo, isto é, que saia mais energia do que aquela que entra no sistema. O ensaio em que o NIF chegará à sua potencia máxima será realizado já em maio, mês em que se poderão abrir de par em par as portas de um oceano de energia barata para o planeta… Algo que não vem tarde demais, pelo alcançamento do Pico Petrolífero e pela premente necessidade de se reduzirem as emissões de CO2.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/um-passo-mais-proximo-das-estrelas=f561145

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