Daily Archives: 2010/02/10

Quids S18: Que guerra parou este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 18 comentários

Lost S06E01 e 02: “LA X”; Comentários

0. Logo no começo da Temporada 6, repete-se a cena em Jacob debate com um personagem desconhecido a chegada do navio esclavagista Black Rock. Este personagem é muito provavelmente o Monstro de Fumo, numa das suas formas humanas. Ambos, serão provavelmente os dois últimos sobreviventes da civilização que deixou as ruínas na Ilha e representam correntes opostas, a acreditar neste diálogo: uma Conservacionista (o Monstro) e outra Progressistas (Jacob).

1. Lost recomeça em 1977 com Sawyer procurando Juliet no poço onde caiu e detonou a bomba de hidrogénio que deveria ter levado os Sobreviventes do voo 815 de volta para a sua vida normal. A detonação da bomba (a “Jughead”) provoca o mesmo clarão que as viagens temporais na Ilha, e a sua aparição aqui indica que o intenso campo magnético no poço provocou o mesmo efeito.

2. Após a explosão da Jughead, surge uma cena que decorre em 2004, num Universo Paralelo onde o voo da Oceanic nunca se despenhou. Na cena aparece Cindy, a Hospedeira que fazia parte da “lista” dos Outros elaborada por Jacob e que estes terão recolhido logo na primeira noite em que Sobreviventes ficaram na Ilha. Este Universo Paralelo indica que o plano de detonar a bomba funcionou, mas que criou uma nova Linha Temporal, paralela e desligada da primeira, num Universo Paralelo cuja existência concorda com as teses de alguns físicos quânticos.

3. A partir do voo, a câmara desce para o oceano e mostra a Ilha completamente submersa, com a cidade dos Outros e o pé de quatro dedos da base da estátua onde vivia Jacob antes de Ben o assassinar por ordem do Monstro de Fumo. A cena mostra um tubarão com o logotipo da Dharma, talvez o mesmo que aparece no primeiro episódio da Temporada 1 e que ataca Jack Shephard. O tubarão será – como os ursos brancos – produto das experimentações biológicas de uma Estação Dharma. Quanto à submersão de toda a Ilha, ela não pode ter resultado da detonação do engenho de hidrogénio, já que isso teria destruído quase tudo e a cena submersa mostra-nos as estacas sónicas, as Barracas, o pé da estátua, tudo praticamente intacto. É muito mais provável que tenha sido afundada por um grande terremoto provocado pela detonação da Jughead e multiplicado pela actividade vulcânica que está na origem da geotermia da Ilha.

4. O Universo Paralelo de 2004 não parece ser apenas uma linha temporal paralela, mas uma em que algumas caraterísticas foram radicalmente alteradas… Hurley, por exemplo, gaba-se da sua “boa sorte”, enquanto que na linha temporal original era assolado por uma série de eventos de má sorte. É claro que Hurley terá ganho a lotaria com outros que não os Números… Pela simples razão de que se a Ilha foi destruída em 1977  então não havia nenhuma transmissão de rádio com os números e estes não poderiam ter chegado a Leonard e, depois, a Hurley. Curiosamente, neste Universo Paralelo Inverso, a companhia aérea Air Oceanic, chama-se Oceanic Air… A cena do 815 omite completamente a dupla Michael-Walt pela muito prática razão de que o ator Malcolm David Kelly (Walt) já envelheceu e não é mais a criança da Temporada 1. O título do episódio duplo é aliás, “LA X”, em que “X” vale por especial, ou alternativa, a LA, “Los Angeles X”. Desmond, que se senta ao lado de Jack no avião deste universo alternativo lê “Haroun and the Sea of Stories” de Salman Rushdie cuja ação decorre numa cidade antiga e arruinada, num indireto óbvio às ruínas na Ilha que na Temporada 6 assumirão um papel central na narrativa, certamente. Na cena, Desmond e Jack não se lembram um do outro. Mas quando se encontraram na Cisne, lembravam-se de se terem cruzado no estádio… E que anel de casamento é aquele na mão de Desmond? Terá Casado com Penny nesta linha temporal alternativa, ou como esta não chegou a nascer, porque o seu pai morreu em 1977 na explosão da Jughead, terá casado com outra mulher?

5. A cena seguinte decorre já em 2007, e mostra Kate e o resto do grupo recuperando da Transição desencadeada pela Jughead. Kate Austen aparece num ramo alto, de uma árvore, o que sugere que o seu corpo foi deslocado no Espaço e no Tempo. Contudo (e infelizmente) aparece com a mesma roupa de 1977… Desmond, quando se desloca, aparece sempre nu. Erro de continuidade ou… Censura puritana tipicamente norte-americana?

6. Hurley, na carrinha Wolkswaggen, quando está a cuidar do gravemente ferido Sayid (sangrando sem para já há umas boas improváveis 15 horas) recebe a visita de Jacob, naquilo que se percebe pouco depois ser uma das suas visões dos mortos, quando este confessa ter morrido “uma hora antes”. Jacob avisa Hurley que deve levar Sayid e o estojo da guitarra que lhe deu no táxi, em Nova Iorque para o “Templo”. Jin leva o grupo até ao Templo, onde perto do túnel sobre o muro encontram o livro “Fear and Trembling” do filósofo Kierkegaard nas mãos do corpo de Montand sendo capturados pelos Outros pouco depois. De novo, como no livro de Desmond, eis uma escolha bem judiciosa, já que neste livro o filósofo uma linha de tempo alternativa para contar a história de Isaac. É de certa forma estranho que o Monstro que na década de 70 parecia residir praticamente no recinto do Templo, agora tenha desaparecido daqui.

7. No Templo, os Sobreviventes são apresentados ao líder deste grupo de Outros, um japonês de nome Dogen que ordena a sua execução até que Hurley lhe mostra o estojo dado por Jacob e invoca o nome deste. Dentro, está um Ankh de madeira (o símbolo egípcio para “Vida eterna”) e dentro dele Dogen revela uma lista de nomes, escrita por Jacob e que insere este grupo de sobreviventes (Jack, Hurley, Miles, Sawyer e Sayid) naqueles que como os que Outros recolheram na noite do acidente do voo 815, se podem juntar ao grupo dos Outros.

8. Sayid é levado para o interior do Templo, até ao local que terá salvo Bem, quando seriamente ferido por Sayid (ironia…) na década de 70, e que se revela ser uma fonte com capacidades curativas extraordinárias e que deve estar também na base da longevidade dos Outros, nomeadamente de Richard, que não envelheceu desde a década de 50 e que pelo domínio do latim, bem que poderá ser um habitante no mundo romano… Esta fonte pode ser a razão pela qual o Ankh aparece em vários motivos ligados às ruínas da Ilha.

9. Perante um ataque iminente do Monstro de Fumo, os Outros, que o temem. Sinalizam o ataque lançando um foguete e circundando o edifício com a mesma cinza que rodeava a cabana onde Jacob dava as suas ordens a Bem. Cinza de quê?… Uma pergunta que será respondida nos próximos episódios, certamente. É igualmente curioso saber que até à morte de Jacob os Outros não parecerem temer particularmente o Monstro, como se o pacto de paz entre Jacob e o Monstro se lhes aplicasse também, Pacto que expira com a morte de Jacob, pelo que nos próximos episódios teremos mais deste confronto Outros-Monstro.

10. Durante a breve luta no interior da estátua entre o grupo de Outros e o suposto John Locke, que este vence, este admite a Bem que é o Monstro de Fumo (se dúvidas houvesse): “lamento ter-me visto sob aquela forma”. E admite também qual é o seu objetivo. Não “defender a Ilha”, como antes admitira sob a forma de um francês, mas “ir para casa”… Mas a sua casa é a Ilha. Então, será que quer regressar ao passado, à época dos construtores das ruínas da Ilha, isto é, a Mu? Bem provável, se tivermos em conta que as Viagens no Tempo são um dos pontos fortes de Lost. O Monstro diz também que não é “o quê”, mas “quem”… Não é assim o “sistema de vigilância” que Ben na Temporada 5 dizia que ele era, mas um ser consciente. Um antigo habitante de Mu, preservado pela fonte da imortalidade do Templo? Ao morrer, as últimas palavras de Jacob são “eles estão a chegar”. E não, não é o grupo de Outros de Ilana, mas os Sobreviventes do Oceanic 815, o que demonstra a importância que lhes dá, por alguma razão ainda por revelar… O Monstro parece ter morto Jacob por recear os planos deste em trazer novos elementos para a Ilha, o que ameaçava a sua estabilidade, o que parece ser um dos objetivos do Monstro de Fumo. Com a morte de Jacob (e estranho desaparecimento do seu corpo na lareira), Ben parece perceber rapidamente para onde pende agora o balanço do poder e escolhe seguir o Monstro. Não hesita inclusivamente em entregar o seu amigo Richard aos planos do Monstro, provavelmente para assim demonstrar a sua fidelidade ao seu novo patrão.

11. Quando o Monstro confronta Richard diz-lhe que é “bom vê-lo sem correntes”. Se Richard é muito velho e talvez da época romana, será um escravo dessa época, que conheceu o Monstro nessa época, ao chegar à Ilha? A linha do olho, muito marcada em Richard, e estas referencias a correntes e a temas egípcios (até na camisa de linho de Jacob) poderão até significar que Richard é um escravo da Alexandria romana… Ainda que possa também ser um marinheiro do navio esclavagista Black Rock, e que daí vem venha esta referência às correntes.

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O programa espacial nigeriano

O Satélite nigeriano NigSat-1 (us-cdn.creamermedia.co.za)

Pode não estar no topo das notícias, mas a Nigéria tem uma agência espacial já há mais de dez anos. Trata-se da “National Space Research and Development Agency”.

A agencia espacial nigeriana pretende colocar um astronauta no Espaço até 2015, inaugurando assim a era dos astronautas africanos. A opção – a ser concretizada, o que é duvidoso – levanta uma série de questões: será ético empenhar 5 ou 8 milhões de dólares a pagar aos russos pela “honra” de um bilhete de ida e volta numa cápsula Soyuz, só para poder alardear o duvidoso troféu da “primeira nação africana negra no Espaço”? Não tenhamos dúvidas: sou um fervoroso adepto das vantagens económicas, cientificas e de desenvolvimento da exploração espacial, mas pagar um bilhete numa Soyuz não é propriamente uma forma de investir na produção de ciência na Nigéria, mas sim de investir no programa espacial russo, apenas…

Se a Nigéria quer (e deve querer) investir de facto na Ciência no seu país, no desenvolvimento do seu país, dos seus quadros científicos e académicos, assim como na criação de uma indústria aeroespacial no seu país deve optar por investir esses 5 milhões em lançadores modestos, mas desenvolvidos localmente, por cientistas e empresas locais e não depositá-los diretamente em contas bancárias algures em Moscovo… De novo – como no programa espacial chinês – parece importar mais cumprir fins de propaganda, do que desenvolver a ciência aeroespacial e a industria de um país, neste caso, a Nigéria…

Fonte:
http://nasawatch.com/archives/2009/10/when-other-disc.html

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