Daily Archives: 2010/02/08

Entrega do prémio de “Personalidade Lusófona do Ano 2009” ao Embaixador do Brasil na CPLP: Lauro Moreira

A cerimónia que teve lugar hoje à tarde na Academia de Ciências de Lisboa foi muito participada e acolheu algumas personalidades marcantes da vida política nacional, desde Mário Soares, Adriano Moreira, Loureiro dos Santos, sem esquecer o embaixador do Brasil e o Secretário-Geral da CPLP, entre muitos outros.

A cerimónia de entrega da medalha relativa à distinção atribuída ao embaixador Lauro Moreira foi agraciada com um emotivo e brilhante discurso do Embaixador e uma introdução e fecho do professor Adriano Moreira que muito nos dignificou.

Brevemente, no nosso sítio oficial surgirá o vídeo integral da cerimónia:
http://www.movimentolusofono.org/

A todos os que de vós puderam participar: Obrigado pela presença! E aos demais: haverá novas oportunidades…

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O financiamento partidário: a grande fonte do fenómeno da corrupção em Portugal

Em Portugal existe um problema crónico com o combate à corrupção. Desde os escândalos de corrupção de Macau envolvendo Rui Mateus, Carlos Melancia e Rosado Correia (o arquiteto que corria pela pista do aeroporto com malas cheias de notas). Na época deste agora quase esquecido escândalo de Macau, o hoje “sábio” Mário Soares dava cobertura a estes deslizes porque – constava… – que alguns destes dinheiros macaenses derramavam na direção dos cofres do Rato. A corrupção em Portugal parece com efeito estar sempre ligada em certa medida aos financiamentos partidários. Este é o “nó górdio” que importa desatar: os financiamentos partidários.

As empresas imorais que “dão” milhões de euros em troca de favores em negócios, os empresários que assim lançam laços de fidelidade canina a autarcas e governantes, devem simplesmente deixar de o fazer. O Estado deve assumir completamente todas as despesas dos partidos políticos, proibindo-se e punindo-se severamente qualquer “doação” a um partido político, e a dimensão das campanhas eleitorais fosse detida dentro de limites razoáveis e não na estratosfera dos milhões onde agora pairam.

Fonte
:
Jornal Sol de 18 de dezembro de 2009

Categories: Justiça, Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | 13 comentários

Contra os megabancos: perigos globais que podem potenciar a eclosão de um recessão de proporções inéditas

Segundo um estudo da Bloomberg, os grandes bancos europeus estão a atravessar a recessão apresentando resultados financeiros muito acima do inicialmente esperado. Paradoxalmente, isso, segundo a Bloomberg, é negativo para a Economia porque traz mais riscos.

Com efeito, os 15 maiores bancos europeus têm mais ativos que o PIB do país onde estão estabelecidos! Paradoxalmente – devido à recessão – em 2007 apenas três estavam nessa situação sendo os casos do BNP Paribas, do Barclays e do Banco Santander especialmente notáveis pelo crescimento dos seus ativos desde 2007 e fenómeno idêntico ocorre nos EUA onde Flop-Obama continua a não conseguir fazer nada para recuperar à Banca o controlo da economia americana.

Este gigantismo bancário é provavelmente o ponto mais frágil da economia atual. Estamos perante bancos que resultaram de fusões e aquisições sucessivas durante quase vinte anos (que nos disseram serem indispensáveis) que os tornaram simplesmente “demasiado grandes para falir” sendo assim quase obrigatório que os Estados intervenham para salvar estes bancos PRIVADOS sempre que estes estiverem em dificuldades. Com efeito, este gigantismo, que caminha a passos largos para que no mundo existam uma meia dúzia de megabancos daqui a uns dez ou vinte anos, é perigoso para todos, excetuando os banqueiros: torna os governos democráticos reféns dos empréstimos de dois ou três bancos; impossibilita que os cofres públicos sejam capazes de acudir a estes megabancos se estes caírem em bancarrota e, sobretudo, elimina a verdadeira raiz da eficácia e do desenvolvimento das economias: a sã concorrência.

A prioridade número um para todos os governos devia ser a de forçar a divisão destes Bancos por entidades menores, regionais e especializadas. Porque a este ritmo… Será impossível que os governos salvem um destes bancos dos seus próprios erros de gestão – como fizeram em 2008 – já que simplesmente não haverá fundos públicos para salvar um Banco cujos ativos são mais elevados do que o PIB do país onde estão instalados!

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1412261

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Quids S18: Em que quarteirão se encontra o edifício onde está esta estrutura?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 8 comentários

Sobre a (desconvocada) greve dos super e hipermercados e da redução atual de direitos laborais

Aquilo que esteve na base da recente convocatória de greve (entretanto desmarcada) por parte dos trabalhadores das grandes superfícies merece reflexão. A intenção das empresas de distribuição era passar as semanas de trabalho flexível das atuais 50 horas para 60 horas. Este aumento de dez horas significava que cada trabalhador poderia ter que trabalhar mais quatro horas além das oito diárias atuais, cumulando assim em cada dia um total de 12 horas! E a entidade patronal poderia notificar o seu “colaborador” de tal adição apenas no dia anterior! Perante a ameaça de grave, as empresas de distribuição recuaram e vieram negar tais propósitos, mas fica a certeza de que esta história está longe de ter terminado…

As empresas de distribuição não têm propriamente fama de pagarem acima da média, mas agora além de maus ordenados (numa das raras indústrias muito lucrativas de Portugal) querem consagrar ainda mais a má imagem pública que já têm ao instaurar jornadas de trabalho medievais. Todas as empresas têm uma responsabilidade social para com a sociedade onde estão inseridas e não podem agir como se esta não existisse. Uma empresa que impõe dias de trabalho com 12 horas de duração é uma empresa anti-família e antagonista das mesmas crianças que com Leopoldinas e quejandas criaturas quer cativar e afirma “adorar”. Por um lado, cria condições para dissuadir qualquer jovem casal seu funcionário de ter filhos e dificulta a um grau extremo a vida daqueles que já os têm: como resolver o “problema” de ir buscar os filhos ao infantário ou à escola se a empresa nos avisa apenas na véspera?

Mas não nos iludamos: se estas pessoas têm que trabalhar nestas condições – e assim será muito brevemente, já que esta “guerra das 12 horas” ainda não terminou – tal deve-se ao nosso comodismo, enquanto consumidores. Os supermercados apenas estão abertos ao fim-de-semana (destruindo milhares de lojas locais) porque nós os frequentamos e quando estes seres humanos (com filhos) forem forçados a estas jornadas de trabalho desumanas será por nossa primeira culpa: porque frequentámos essas grandes superfícies nesses horários.

Fonte:
Jornal Sol de 18 de dezembro de 2009

Categories: Portugal, Sociedade Portuguesa | 6 comentários

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