Daily Archives: 2010/02/05

Quids S18: Em que satélite foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 13 comentários

Portugal e a sua (quase inexistente) indústria de Defesa

O governo do bi-partido (na presente fase de “alternância democrática” nas mãos do PS) descobriu agora a evidência: nas palavras do novo ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, Portugal deve “deixar de se colocar apenas na posição de comprador”. Lamentamos que só agora é que o seu governo tenha reparado que não temos industria de defesa, razão aliás pela qual é que os “pacotes de contrapartidas” negociados nas últimas décadas não têm surtido efeitos práticos… E ou instalamos urgentemente essa rede industrial e de pesquisa, ou perdemos mesmo completamente o barco, tornando-nos em meros consumidores passivos.

O tristemente famoso (pela sua ineficácia e incumprimento impune) regime das “contrapartidas” está aliás de finados, com a erupção da “estratégia europeia de Defesa” que pressupõe a existência de empresas nacionais capazes de participar na construção dos equipamentos adquiridos enferma de um ponto fraco: essas empresas, mercê da desindustrialização das últimas décadas, praticamente já não existem.

Portugal tem atualmente na área de Defesa algumas empresas capazes do elevado grau de know-how técnico exigido hoje em dia na área de Defesa, especialmente na área de comunicações e tecnologias de informação, como a Efacec e a Critical Software, mas faltam-lhe empresas de tecnologia aeronáutica “pura”, onde as OGMA, atualmente da Embraer brasileira, são o único operador com significado internacional.

Para que Portugal deixe de ser esse comprador passivo, é preciso que os empresários portugueses sejam capazes de mais visão do que a necessária para comprar ações da PT ou da Galp na Bolsa e se abalancem a criarem um cluster nacional da área de Defesa. Este pode partir da Efacec ou das OGMA e assim estabelecer o esteio de uma participação em projetos futuros comuns, comunitários ou com o Brasil, que façam com que o país reassuma o papel de produtor desse tipo de equipamentos que já teve no passado, na década de 70. Tal desenvolvimento iria aumentar o emprego, criar emprego altamente qualificado, aumentar as exportações e reduzir o défice da balança comercial. No arranque, o Estado poderia ter que oferecer garantias a estes empreendedores, mas logo que este cluster estivesse montado, nada obstaria a que fosse autónomo e muito rentável. De permeio, os produtos que resultassem desses projetos sairiam a custos unitários muitos inferiores aqueles que teriam se fossem comprados ao estrangeiro… E naqueles em que o uso duplo (civil e militar) fosse possível, como nos helicópteros ou em navios, a própria indústria civil poderia beneficiar a curto prazo…

Para que tais clusters possam arrancar, para além da aparição de entidades privadas interessadas e com a ambição necessária, é também preciso estabelecer parceiras multinacionais. Hoje em dia, nem mesmo os ditos “grandes países”, são capazes de erguerem um grande projeto sozinhos. Tal foi o caso do F-35 dos EUA e do Gripen sueco (como motores e aviónica norte-americana). Aparelhos como o Rafale francês seriam hoje impossíveis de desenvolver num quadro mononacional, pela escala do investimento necessário. Mesmo o PAK-FA (T-50) russo está a ser desenvolvido em parceria com a Índia, e neste contexto, Portugal tem que se começar a posicionar a pensar nos projetos que num futuro próximo irão surgir na Europa e no mundo lusófono.

Assim, e aproveitando a ligação umbilical entre a Embraer (o quarto maior construtor aeronáutico do mundo) e as OGMA e o arranque do avião de transporte militar KC-390, assim como o interesse da empresa brasileira em fazer as OGMA participarem no projeto, assim como outras empresas nacionais, Portugal pode equacionar a inevitável substituição dos seus Hércules C-130H por estes novos aparelhos, estabelecer parcerias com outros países lusófonos, como Angola e Moçambique, e definir um quadro de exportações garantido por contrapartidas diversas com esses países, usando a sua presença na UEO e na NATO, para propor esse avião da Embraer como alternativa ao grande flop que é o A400M…

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1468958

Categories: Brasil, DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 15 comentários

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