Monthly Archives: Fevereiro 2010

A Rasagilina: Uma “nova” promessa contra a Parkinson

svneurologia.org

Um estudo conduzido em Toulouse (França) pela equipa do professor d’Olivier Rascol, em colaboração com um laboratório norte-americano e outro japonês, parecem estar na pista de um medicamento eficaz contra a Doença de Parkinson.

A Rasagilina é prescrita atualmente quando os sintomas da Parkinson quando se tornam demasiado graves para serem suportados, mas este estudo indica que também tem um efeito protetor dos neurónios que ainda não foram afetados pela doença e que assim pode travar a progressão da doença no cérebro do paciente. Surge assim uma nova possibilidade na medicina para combater uma das doenças mais comuns na velhice e que pende sobre todos nós, a prazo…

Fonte:
Science & Vie, novembro de 2009

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F/A-18E/F Super Hornet: Uma resenha sumária

Para muitos o Super Hornet é o melhor caça do mundo… Algo que resulta mais do se custo unitário, do que das suas características “brutas” e sobretudo porque se tornou a peça fundamental da força aérea embarcada e porque tem permitido colmatar a fraca disponibilidade de Raptors na USAF.

O avião tem a capacidade de funcionar em rede (ao contrário do Raptor) incluindo um Link 16 Datalink e um aumento de capacidade em relação ao Hornet original de um maior raio de ação resultante de depósitos 33% maiores. Por isso o avião é mais longo e largo de asas. Foram também instalados mais dois suportes para armamento, que agora são um total de 11.

O avião utiliza uma turbina General Electric F414-GE-400, uma variante do F404.

O primeiro Block II foi entregue em setembro de 2003 com uma parte frontal redesenhada e mudanças necessárias para que pudesse acolher o radar Raytheon APG-79 AESA. Futuramente, todos os Super Hornet serão atualizados para o padrão Block II.

Em 2012, a US NAVY terá 493 Super Hornets e este será o ano em que a construção do aparelho será encerrada. Contudo, a Boeing propôs à US Navy a entrega de 170 novos aviões para que esta mantivesse a sua operacionalidade até à entrega dos F-35. Cada um destes aviões custaria apenas 49,9 milhões de dólares. A maior vantagem do avião, já que devido aos problemas com as turbinas F414 não ganhou boa reputação e que pela ausência de características stealth não é um verdadeiro aparelho de 4,5 geração…

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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Os Hotéis Espaciais da Bigelow Aerospace

Hotel Espacial da Bigellow (http://msnbcmedia.msn.com)

Hotel Espacial da Bigellow (http://msnbcmedia.msn.com)

Estamos cada vez mais perto do primeiro hotel espacial… A Bigelow Aerospace tem atualmente dois protótipos já em órbita e a empresa tem já planos para arrendar espaço nos seus futuros hotéis espaciais também a agências espaciais de todo o mundo.

A empresa foi fundada em 1999 por Robert Bigelow, que investiu na empresa mais de 180 milhões de dólares do seu próprio dinheiro, de uma fortuna conquistada no imobiliário e da sua cadeia de hotéis, a Budget Suites of America.

A Bigelow está a trabalhar num módulo orbital designado de Sundancer capaz de acolher até três pessoas e no BA-330, de maiores dimensões, com 330 metros cúbicos de área útil e capaz de receber até 6 pessoas. Estas estruturas estão a ser construídas nas instalações da empresa, nos EUA, e serão alargadas em 2010, com novos edifícios.

Em julho de 2006, a Bigelow lançou para órbita o Genesis 1, e em junho de 2007, o Genesis 2, para testarem os conceitos por detrás do Sundancer e do BA-330. Ambos os Genesis foram lançados por foguetões ucranianos (mísseis SS-18 reconvertidos) Dnepr.

Em 2015, a Bigelow deverá ter o seu primeiro hotel espacial em órbita, segundo planeia a empresa. O lançador será um Atlas 5 ou um Falcon 9, que em sete lançamentos distintos colocará a totalidade do hotel em órbita.

A Bigelow também se reuniu com a Boeing para apresentarem uma proposta conjunta no âmbito do programa NASA “Commercial Crew Development

A empresa está também a planear a construção de um hotel espacial muito além da órbita baixa, no chamado ponto Lagrange, de equilíbrio entre a Terra e a Lua e até a aterragem suave na Lua de um trio de três módulos BA-330 modules com astronautas… Algo que poderia preencher o espaço deixado vago pelo abandono por Obama do plano da NASA de regressar à Lua, já que esse espaço poderia depois ser alugado à… NASA.

Fonte:
http://www.space.com/businesstechnology/private-space-stations-bigelow-100120.html

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Sobre a Candidatura Presidencial de Fernando Nobre

A Candidatura Presidencial de Fernando Nobre:

O avanço da candidatura presidencial de Fernando Nobre está a criar muita urticaria no espectro político português… especialmente à Esquerda.
A candidatura do presidente da AMI avança sob imperativos de cidadania e sem ligações partidárias diretas, numa assumpção da forma de participação cívica que deveria estar na raiz das sociedades democráticas, mas que de facto foi usurpada “imperialmente” pelos partidos políticos que instauraram uma efetiva partidocracia que preencheu todos os espaços de participação política na Democracia, excluindo todos os demais – particulares ou organizações – e guardando essa exclusividade com ciosidade enciumada.

Fernando Nobre decidiu avança liberto de qualquer grilheta partidária ou enfeudamento corporativo e isso, numa sociedade em que a participação cívica está completamente monopolizada pelos Partidos, é de louvar, já que abre caminho a uma imperativamente necessária renovação do espaço político português. Assim, a expressão do médico em que avança em “nome da cidadania” representa uma pedrada no charco de um quadro partidário estagnado em torno de uma “alternância democrática” que sob a falsa máscara de dois partidos mantêm no Poder os mesmos eternos alternadeiros. Logo desde o começo, houve quem quisesse associar Fernando Nobre ao PS ou a correntes soaristas dentro do PS, algo que Nobre recusou desde o primeiro instante. Os Alegristas também se apressaram a acusar Fernando Nobre de estar a “dividir a Esquerda”, algo que não os preocupou quando nas últimas Presidenciais Manuel Alegre concorreu contra Mário Soares, o candidato oficial do PS… Agora tudo é diferente. Talvez devido ao “acordo de cavalheiros” firmando num hotel lisboeta entre Manuel Alegre e José Sócrates e onde o primeiro aceitava silenciar as suas críticas ao Governo em troca do apoio do PS à sua candidatura presidencial… Fernando Nobre está além de lógicas partidárias – como deixou bem claro logo nos primeiros dias – e de facto, a sua candidatura só faz sentido num registo de estrita “cidadania” e numa lógica apartidária e independente, já que o espaço partidário português se encontra hoje perfeitamente cristalizado e aninhado em posições onde a “Tradição” o “voto de fidelidade” ou “familiar” assumem posições preponderantes em qualquer eleição. Perante um quadro político-partidário estagnado desde a década de 70 (caso único na Europa), a aparição de figuras extra-partidárias, desalinhadas e independentes, como Fernando Nobre é determinante para que Portugal evolua e saia desta torpe “alternância democrática” que mantêm as mesmas famílias políticas em torno do Poder e o país num subdesenvolvimento crónico que urge resolver, antes que leve o país mais antigo da Europa à extinção por inanição.

Biografia de Fernando Nobre:

De nome completo Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre, viu a luz do dia em Angola (Luanda) em 1951. A sua família representa um raro cruzamento de povos, tendo ascendência portuguesa por parte do pai e holandesa, brasileira e francesa, por parte da mãe. Em 1964, o seu pai – empresário – mudava-se para o Congo, então independente já há quatro anos, para a capital Leopolde Ville, hoje Kinshasa. Em 1967 partiria para Bruxelas (Bélgica) onde permaneceu até 1985, regressando ao Zaire durante as ferias escolares. Fernando haveria de doutorar-se na Universidade Livre de Bruxelas, tendo aqui chegado a Professor Assistente na cadeira de “Anatomia e Embriologia” e especializando-se em Cirurgia Geral e posteriormente, em Urologia. A Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa conceder-lhe-ía um doutoramento Honoris Causa, sendo atualmente Professor Catedrático Convidado na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, Professor Convidado dos cursos de Mestrado e Pós-Graduação na Universidade Autónoma de Lisboa e no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna. Atualmente, já não exerce medicina, mas afirma que “em grandes momentos de frustação” tem saudades de exercer a sua profissão, tendo-se dedicado em exclusivo à AMI desde 1984.

Associativismo, Ligações Políticas e Cívicas:

É presidente da Assembleia Geral do Instituto da Democracia Portuguesa. Em 2002, participou da convenção do PSD, em 2002 que haveria de levar Durão Barroso ao Governo. Em 2006, faria parte da Comissão de Honra e da Comissão Política da candidatura de Mário Soares à Presidência da República, em 2006 e, mais recentemente, em 2009, da Comissão de Honra da candidatura de António d’Orey Capucho à presidência da Autarquia de Cascais e da de António Costa, em Lisboa, pelo PS. Também em 2009, foi mandatário nacional na campanha do Bloco de Esquerda para o Parlamento Europeu. No seu blog pessoal, Fernando Nobre, assume a sua amizade por muitas figuras do PSD: “no PSD, nomeadamente, orgulho-me de me considerar há muitos anos amigo dos Drs. Fernando Nogueira, Leonor Beleza, Teresa Gouveia, António Capucho, Luís Filipe Menezes, Alarcão Troni”, embora se lhe reconheçam um número ainda mais generoso de contactos nos partidos da Esquerda parlamentar. É membro do MIL: Movimento Internacional Lusófono, que apoiou a sua candidatura à Presidência da República de 2010 publicamente anunciada a 19 de fevereiro de 2010, no Padrão dos Descobrimentos em Lisboa. Logo no anúncio da candidatura não houve quem declarasse que a candidatura de Fernando Nobre tinha avançado sob influência da tendência Soarista no PS. Segundo uns, por mera atitude revanchista como “vingança” pela candidatura de Manuel Alegre (o agora suposto “candidato oficial” do PS) contra Mário Soares, segundo outros como forma de “unir a Esquerda” contra Cavaco Silva (o igualmente suposto) candidato único da Direita. De facto, Fernando Nobre reúne boas condições para agregar um número significativo de votos à Esquerda, já que dificilmente os comunistas votarão num candidato oficial do PS, e que os soaristas do PS nunca votarão Manuel Alegre… Só Nobre, pelos seus contactos desde o BE ao PS, poderão congregar de forma relativamente pacífica todas essas tendências da Esquerda.

AMI:

Exerceu funções nos Médicos Sem Fronteiras, ainda na sua passagem pela Bélgica (entre 1977 e 1983), quando esta era liderada pelo atual ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner. Foi na MSF que uma reportagem da RTP o encontrou numa missão no Chade em 1983 e o entrevistou identificando como o “único médico português da MSF”, essa entrevista haveria de o inspirar a fundar a AMI, algo para o que o incentivo do então Ministro da Saúde, Maldonado Gonelha, foi decisivo. Em 5 de dezembro de 1984, sendo ainda hoje o seu presidente. A AMI está hoje presente em 35 países, mantendo missões ativas em 15. Em Portugal opera oito centros sociais (7 “Porta Amiga” e um abrigo para sem abrigo), graças ao trabalho de mais de 60 colaboradores e muitos voluntários.

Candidatura, Assinaturas, Prazos e Proponentes:

Para que a Candidatura possa chegar à mesa das urnas tem que reunir 7500 proponentes, num máximo de 15 mil. Estas têm que ser apresentadas até 30 dias antes da eleição, no Tribunal Constitucional. Como as eleições presidenciais serão em janeiro de 2011, isso significa que a candidatura de Fernando Nobre tem até final de dezembro de 2010 para reunir as ditas assinaturas. De notar que cada cidadão pode ser proponente apenas de uma candidatura de cada vez… o que não acontece propriamente com as assinaturas para a instituição de novos partidos políticos, diga-se… Cada assinatura deve também ser acompanhada pela documentação que identifique o cidadão e um certificado de cidadão eleitor que é produzido pela Junta de Freguesia de sua residência. O processo fica então em análise no Tribunal Constitucional, onde se realiza o sorteio dos nomes a aparecer nos boletins de voto. Contudo, mesmo após o sorteio, a secção do Tribunal Constitucional que fiscaliza as assinaturas pode recusar a presença de um nome nos boletins, se encontrar provas da irregularidade de um número suficiente de assinaturas, razão pela qual se podem (e devem) apresentar mais assinaturas do que as 7500 necessárias. Por exemplo, em 2006 o Tribunal Constitucuinal sorteou os nomes de     * Diamantino Maurício da Silvas, Josué Rodrigues Gonçalves Pedro, Teresa Lameiro, Garcia Pereira, Manuela Magno, Carmelinda Pereira, Luís Filipe Guerra, Aníbal Cavaco Silva, Luís Botelho, Ribeiro, Francisco Louçã, Manuel Alegre, Jerónimo de Sousa e Mário Soares, mas apenas 6 destes candidatos se revelariam como cumprindo todos os requisitos legais: Garcia Pereira, Aníbal Cavaco Silva, Francisco Louçã, Manuel Alegre, Jerónimo de Sousa e Mário Soares.

Em Suma

Candidaturas independentes, e livres de esteios partidários, têm sido comuns, mas apenas Manuel Alegre conseguiu chegar aos sufrágios e reunir mais de um milhão de votos. Até agora… No ambiente atual de suspeição quanto aos partidos políticos, à partidocracia sentiu já na candidatura de Fernando Nobre uma ameaça significativa. Desde logo porque aprendeu desde 2006, com Manuel Alegre, que tamanho é hoje o grau de desilusão dos portugueses com a política e com os portugueses que um candidato que se posicione claramente de forma transversal ou exterior ao quadro partidário pode efetivamente reunir um número tão representativo de votos que pode até disputar uma segunda volta com um candidato “partidário”, como apenas por pouco não sucedeu com Alegre… Mas os partidocratas sabem também que o desgaste sofrido pelo PS, que a incerteza incompetente em que o PSD está imerso desde há longos anos, abre espaço para um voto de protesto fortemente alavancado no desnorte do PSD e na desilusão no PS. Este espaço, aberto ao centro do espectro político, pode reunir até mais votos que o milhão que Alegre agregou em 2006, já que o sentimento de desilusão é maior e muitos alegristas de então estão hoje desiludidos pelo seu voluntário silenciamento a troco de um apoio do PS.

Fernando Nobre tem condições para forçar o candidato da Direita (Cavaco Silva ou outro que entretanto apareça) a uma segunda volta. E nesta, dado que existe em Portugal uma tradicional “maioria de Esquerda” é bem provável que seja eleito. As hipóteses de um candidato extra-partidário chegar à presidência da República são portanto bem reais e isto só nos deve motivar a todos a apoiar uma candidatura que terá que enfrentar lobbies solidamente instalados em todos os meios de comunicação, mas sobretudo nas televisões.

Por isso: Apoiemos a Candidatura de Fernando Nobre à Presidência da República!
Nomeadamente oferecendo o nosso voluntariado em http://www.fernandonobre.org
Algo que o MIL: Movimento Internacional Lusófono já teve ocasião de publicamente fazer: http://movimentolusofono.wordpress.com/2010/02/20/o-mil-apoia-o-doutor-fernando-nobre-nas-eleicoes-presidenciais-de-2011/

Bibliografia:
Imagens Contra a Indiferença, Círculo de Leitores / Temas & Debates, 2008
Histórias que contei aos meus filhos, Oficina do Livro, 2008
Gritos Contra a Indiferença, Temas & Debates, 2007
Viagens Contra a Indiferença, Temas & Debates, 2004

Fontes:
http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=631705

http://aeiou.expresso.pt/fernando-nobre-candidata-se-a-belem=f565837

http://www.ionline.pt/conteudo/47175-fernando-nobre-e-candidato–presidencia-da-republica

http://www.ccpm.pt/f_nobre.htm

http://economico.sapo.pt/noticias/candidatura-de-fernando-nobre-surpreende-ps_81804.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Nobre

http://fernandonobre.blogs.sapo.pt/993.html

http://www.publico.pt/Política/fernando-nobre-quer-ser-presidente-da-republica_1423147

http://www.publico.pt/Política/fernando-nobre-avanca-para-candidatura-a-presidencia-em-nome-da-cidadania_1423274

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_Rep%C3%BAblica_Democr%C3%A1tica_do_Congo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%B5es_presidenciais_portuguesas_de_2006

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Sobre a forma como a “Europa do Norte” olha para a Europa do Sul e da falta de um “Sentimento Europeu”

Todas estas notícias que agora abundam em meios anglo-saxónicos e germânicos sobre a situação financeira nos países do sul da Europa e, sobretudo, de Portugal, resulta em grande medida de um acumular de preconceitos que têm muito de racistas. É isso que acaba por dizer o embaixador de Portugal em França, Francisco Seixas da Costa, num artigo publicado recentemente no jornal “La Tribune”.

Estes preconceitos contra Portugal sempre inquinaram a opinião dos países do norte da Europa contra Portugal e contagiaram agora as agências de rating e até os elementos mais imbecis da “Comissão Barroso”.

O embaixador recorda que Portugal – ao contrário da Grécia – nunca falsificou orçamentos nem contas públicas e que – ao contrário de muitos países – nunca deixou de honrar todas as suas obrigações internacionais e financeiras. Seixas da Costa recorda que os europeus do norte que na década de oitenta diziam que Portugal não tinha condições para se juntar à CEE e que na década de 90 alegavam que o país não se devia juntar ao euro, são agora os mesmos que o comparam à Grécia e a Espanha… Um destes cépticos foi Jacques Chirac que terá confessado achar que os portugueses eram todos “analfabetos”. Ora se esta é a gente que domina a União Europeia, agora que no Tratado de Lisboa, assume uma forma mais federalista do que nunca, então será que devemos continuar a olhar para estes europeus do norte como verdadeiros parceiros?

A Europa do Norte nunca foi capaz de olhar para a Europa do Sul com verdadeiros sentimentos de comunhão e comunidade e não o fará nunca. E se assim é, nunca haverá uma verdadeira “União Europeia”, mas uma “Federação Europeia” dominada pelo diretório dos Grandes do Norte da Europa. E desta “Europa”, Portugal não deve fazer parte… Abrindo assim pensamento, estratégia e motivação para buscar outras vias. Nomeadamente na Lusofonia.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/seixas-da-costa-ataca-preconceitos-antigos-contra-portugal=f564868

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Quids S18: Que animal é este? (nome exato)

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sukhoi T-50: algumas notas e dúvidas

Sukhoi T-50 (http://www.7ele.com)

Sukhoi T-50 (http://www.7ele.com)

O primeiro voo do Sukhoi T-50 inundou de euforia muita gente… Mas muitos duvidam da capacidade da empresa aeronáutica russa para terminar o seu desenvolvimento e começar a fabricar este tipo de aparelho já em 2015, como indicam fontes oficiais russas…

O T-50 foi nitidamente concebido tendo em conta a furtividade, com baías de armamento internas. Mas continua a ser no essencial um Flanker (criado em 1977) agora com o aspecto externo de um F-22A Raptor, já que não tem motores de Supercruise, lhe falta um radar AESA. Poderá ser um par do F-35, mas ainda não do F-22, não pelo menos na sua forma atual.

É certo que na sua forma atual, o T-50, ainda é um avião nas suas primeiras fases de desenvolvimento. E se o Raptor entre o seu primeiro voo em 1990 e o primeiro uso operacional em 2005, esteve dez anos em desenvolvimento, como conseguirá a Sukhoi encurtar esse prazo para apenas cinco anos?

O protótipo T-50 apresentou várias superfícies em metal, o que indica que estas serão substituídas por materiais compósitos noutros protótipos e certamente, quando este avião furtivo chegar às linhas de produção, já que é difícil acreditar que um avião furtivo não use este tipo de materiais em abundância.

O T-50 apresenta os motores muito separados um do outro, o que garante excelente manobrabilidade com os seus jatos vetoriais, assim como bom espaço para armamento interno (um dos problemas do Raptor) ou espaço para combustível. As baías externas deverão ser usadas para mísseis ar-ar e serão complementadas por baías externas de armamento que nem sempre serão preenchidas de forma a baixa a elevada furtividade do aparelho.

Os motores que irão equipar o T-50 serão fabricados pela Saturn e serão completamente novos, não um desenvolvimento dos 117S, como se chegou a afirmar. Mas estas declarações da Saturn foram pouco depois desmentidas pelo vice-primeiro ministro russo Sergei Ivanov que disse que “a questão dos motores ainda está por dizer”, e que os motores do aparelho poderiam mesmo ser afinal os 117S que equipam os 3 protótipos. O que permitirá talvez cumprir o calendário de 2015, já que o novo motor supercruise só estará pronto lá para 2020, pelo menos…

O radar AESA está a revelar-se como outra dificuldade do T-50. O radar está a ser concebido pela Tikhomorov NIIP e está atualmente a ser testado no solo, devendo estar pronto para testes no protótipo do T-50 a partir de meados de 2010.

O T-50 continua a tradição russa de fabricar aviões capazes de transportarem grandes cargas de armamento, bem superior ao F-22, diga-se e na melhor tradição do Su-27.

A Índia é um parceiro importante deste programa (financiando 25% do seu custo total) e será cliente de metade dos 500 aparelhos já encomendados. O seu T-50 será o bilugar T-50UB, uma versão própria, desenvolvida pela empresa indiana HAL, a partir do T-50 original.

Fonte:
http://www.military.com/features/0,15240,210368,00.html?ESRC=dodnews.RSS

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A Líbia anda às compras… Para gáudio dos russos

A Líbia anda às compras… Assinou um grande contrato com a Rússia que ascende a quase dois biliões de dólares e que parece envolver a compra de espingardas de assalto Kalashnikov, 20 caças, dois sistemas anti-aéreos S-300 e várias dezenas de tanques T-90C.

A União Soviética foi antes da bloqueio o principal fornecedor de armamento ao regime de Kadhafi e este – no auge dos bombardeamentos norte-americanos – chegou a pedir a adesão ao Pacto de Varsóvia… O recente degelo nas relações entre a Líbia e o Ocidente, a abolição de todas as sanções que afetavam a Líbia e, sobretudo, a importância crescente do petróleo na diplomacia internacional, alteraram tudo e os primeiros contactos entre líbios e russos de meados de 2008 lograram agora resultados muitos concretos. Especificamente, a renovação do exército e força aérea que estavam praticamente inoperacionais depois de décadas de sanções.

Fonte:
http://www.spacewar.com/reports/Libya_strikes_billion-dollar_Russian_arms_deal_999.html

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Quids S18: Que avião é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O Irão testou com sucesso um segundo míssil de combustível sólido Sejjil-2

O Irão testou com sucesso um segundo míssil de combustível sólido Sejjil-2. O Sejjil-2 tem um alcance máximo de dois mil quilómetros e este teste segue-se a um primeiro, realizado em maio de 2009.

Segundo fontes iranianas, o Sejjil-2 pode levar “diferentes tipos de ogivas”, com até 1,2 toneladas, numa indireta alusão à sua capacidade levar ogivas químicas ou nucleares e tem “caraterísticas furtivas”, para iludir os radares de sistemas antí-missil, como os PAC dos EUA ou os S-300 russos.

O míssil foi concebido para lançamentos muito rápidos, graças à propulsão sólida e de elevada velocidade na fase de ascensão e descida sobre o alvo, momentos do voo, onde se focam a maioria dos sistemas antimíssil.

O míssil foi desenvolvido em parceria com a Coreia do Norte e representa um grande avanço para as forças balísticas iranianas, já que o tempo que medeia entre a paragem do veículo transportador e o lançamento é muito curto, não havendo a necessidade de o abastecer de combustível líquido, como sucedia com os Scud iraquianos durante a Guerra do Golfo.

Em 3 de fevereiro de 2010, o Irão lançou um foguetão Kavoshgar 3, que em fevereiro de 2009 tinha já lançado o primeiro satélite iraniano, o Omid, mas este novo satélite representa um novo e importante passo para o programa espacial iraniano, já que este transportava vários animais vivos: um rato, tartarugas e vermes. Os sinais de suporte de vida foram transmitidos para Terra.

O Irão está também a trabalhar num lançador mais poderoso que designa de Simorgh, que será capaz de transportar cargas úteis de até cem kg até órbitas baixas.

Fonte:
http://defense-update.com/newscast/0509/news/sejjil_test_200509.html

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Marte… Depois de desistir da Lua, será esta a prioridade da NASA?

O Administrador da NASA, Charles Bolden, afirmou que a NASA deveria enfocar-se numa missão tripulada a Marte, possivelmente na década de 2030 e retirar importância à exploração da Lua. Bolden acrescentou que há contudo duas incógnitas que restam: a mitigação dos efeitos da radiação e a perda de massa óssea.

A orientação para Marte do programa espacial norte-americano poderia calar aqueles que criticam Obama por não ter uma visão clara para a missão e objetivos da NASA, além de ter cancelado o programa Constellation e o regresso à Lua. Na prática, estes cancelamentos, fizeram desperdiçar os 9 biliões de dólares que a agência já gastou no Constellation e a curto prazo irão colocar a tradicional liderança no Espaço que os EUA detinham após a queda do Muro de Berlim.

Não é crível que estas declarações de Bolden sobre viagens humanas a Marte tenham sido produzidas sem o prévio aval de Obama e quando Bolden defendeu o envio de missões humanas à Lua (mas não bases permanentes) como forma de ensaiar tecnologias a usar mais tarde numa missão a Marte, Obama deve também ter estado envolvido… Vai uma aposta como nos próximos meses teremos uma declaração bombástica por parte de Obama quanto a uma missão a Marte?

Fonte:
http://www.chron.com/disp/story.mpl/metropolitan/6859370.html

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Quids S18: Que sonda é esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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CARTA ABERTA AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA “IBÉRIA”

Excelentíssimos Senhores:

1. Como devem saber, as empresas de aviação civil que operam em Portugal são obrigadas a cumprir a legislação nacional e a respeitarem a cultura e a língua nacionais. Para poderem realizar as suas operações entre nós, recebem um alvará, emitido pela ANA e é a ASAE que é responsável pelo estrito cumprimento da lei nas suas operações. Daí, por exemplo, uma recente queixa à ASAE relativa à “Easyjet”, dado que a empresa britânica recusava as reclamações de perda de bagagens que não usassem a língua espanhola ou inglesa, conforme foi amplamente noticiado nos meios de comunicação social.

2. Embora opere em Portugal e tenha que cumprir a legislação portuguesa, a Ibéria mantém no nosso país apenas um escritório de vendas. Fazem reservas de segunda-feira a Domingo, mas, ainda que estejam a vender em Portugal e a portugueses, não se dignam a falar em português fora deste período conforme se constata na sua página web:

“Portugal

Reservas

707 200 000 (Português) De 09:00 a 20:00 horas locais de Segunda a Domingo.

(Inglês e Espanhol) 24 horas de Segunda-Feira a Domingo.”

3. Mas isto não é o mais grave: se um cliente português quiser apresentar uma reclamação pelo mau serviço prestado, o escritório da Ibéria em Portugal não o aceita. Nem aceita um correio eletrónico, nem um fax nem uma carta. Obriga os clientes portugueses, que compram e pagam os seus bilhetes em Portugal a uma empresa certificada para operar em Portugal, a enviarem uma carta em inglês ou em castelhano.

4. Nessa medida, o MIL, enquanto entidade que, sem complexos, defende, de forma coerente e consequente, a Lusofonia, irá apresentar uma reclamação junto do Instituto do Consumidor, da ANA e da ASAE:

i) Porque a Ibéria não cumpre a lei do consumidor em vigor e recusa a apresentação de reclamações em língua portuguesa;

ii) Porque a Ibéria mantém um serviço de venda (reservas) em língua não portuguesa, em Portugal (o número verde é de uma operadora nacional);

iii) Porque ainda que sejam portugueses uma parcela muito significativa dos seus clientes, a empresa não mantém a língua portuguesa no seu serviço de comunicações. Algo que, de resto, seria muito fácil, tendo em conta que na própria Espanha há já 3 milhões de falantes do Português da Galiza (língua galega).

Muito cordialmente

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

www.movimentolusofono.org

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Lost S06E04 “The Substitute” (Comentários)

1. O episódio começa com uma perspetiva absolutamente nova: uma cena em que vemos a Ilha sob os olhos do Monstro, à medida que este viaja pela Ilha, atravessando a selva, até à Barracas e aqui, tomando enfim a forma de Locke e entrando onde um Sawyer deprimido se rende à bebida. Não há duvidas que o Monstro é agora Locke. E que fez de Sawyer o seu alvo predileto… Assim como o facto de que a Temporada 6 irá girar em torno do que é o Monstro e dos seus planos para si, para a Ilha e para os Sobreviventes.

2. A cena em que o Monstro tenta recrutar Richard revela que este – apesar de ser um dos mais antigos Outros, sendo alexandrino ou um marinheiro do século XIX – na verdade não conhecia os projetos e planos de Jacob… Richard parece nem sequer saber que o Monstro pode mudar de forma! O melhor argumento do Monstro neste recrutamento está em que promete contar tudo o que sabe a Richard…

3. A meio da tentativa (frustada) de recrutamento de Richard, Mlocke (M+Locke) é surpreendido pela aparição de uma criança loura, que Richard é incapaz de ver. Como o Monstro está ali, na forma de Mlocke, então quem vê Mlocke? Será Jacob (outro Monstro de Fuma) renascido e assumindo a sua própria forma enquanto criança? Algo mais? Voto na segunda opção…

4. Quando vemos Ilana a recolher num saco as cinzas de Jacob ficamos a saber duas coisas: uma, de que corpo de Jacob foi efetivamente aqui incinerado, a outra: a natureza das cinzas que rodeavam a cabana de Jacob na selva e aquelas outras que os Outros espalharam à volta do Templo para manterem afastado o Monstro de Fumo. E como os Outros tinham já uma reserva de cinzas anterior à morte de Jacob, isso quer dizer que têm acesso a uma espécie de necrópole de seres semelhantes a Jacob e ao Monstro, onde renovam os seus suprimentos dessa cinza.

5. Quando Mlocke e Sawyer atravessam a selva a caminho do local onde o Monstro vai mostrar a Sawyer porque é que está na Ilha, a aparição infantil torna a aparecer, mas desta vez, Sawyer também é capaz d o ver, o que espanta o Monstro. E então a aparição fala e diz a Mlocke: “não podes quebrar as regras” e “não o podias ter morto”. Que “regras”? As mesmas que mantinham Widmore fora da Ilha? Ou… As leis pelas quais se regia a civilização que vivia na Ilha e da qual O Monstro e Jacob eram os últimos sobreviventes vivos? Por outro lado, se a aparição fala de “não O podias ter morto”, então não se trata de Locke… Será assim um terceiro “antigo”? A aparição é claramente Aaron. Somente ele ficou no mundo exterior quando os Sobreviventes regressaram à Ilha e se tal sucedeu foi para os resguardar do Monstro até se desenvolver o suficiente para se poder defender.

6. Numa das cenas finais do episódio, vemos Mlocke e Sawyer descendo por um perigoso penhasco até uma caverna onde está uma mesa com uma balança com uma pedra branca e outra preta. Mlocke atira a branca para o oceano, desequilibrando a balança e simbolizando assim esta “piada privada” a morte de Jacob. No tecto da caverna vemos centenas de nomes, prefaciados com números e entre eles: os nomes dos sobreviventes. Cada personagem aparece no tecto da caverna associado a um dos Números: 4-Locke, 8-Reyes, 15-Ford, 16-Jarrah, 23-Shephard, 42-Kwon. Hum… Que Kwon? Sun ou Jin? Todos os outros – que ainda estão vivos na Ilha, como Lapidus e Ilana, são omitidos – e isso que foram estes precisamente os escolhidos para saírem da Ilha por uma razão… Qual? A lista não parece recente, já que há lá nomes do acampamento militar do US Army… E logo, haverá outros ainda mais antigos, remontando ao tempo do Black Rock ou ainda mais cedo. É então que Mlocke confronta Sawyer com uma de três opções: 1. Não fazer nada, 2. Assumir a tarefa que Jacob escolheu para ele que foi a de se tornar um Outro e assumir o dever de proteger a Ilha ou 3. Deixar a Ilha e nunca mais regressar. Este é o plano de Mlocke: convencer os Sobreviventes a deixar a Ilha.

7. O título do episódio “The Substitute” é também revelador… É uma referencia a Locke e o trabalho temporário de “professor substituto” que a empresa de Hurley lhe arranja, mas também ao facto de Locke ser “substituído” pelo Monstro. O título pode também ser uma alusão à criança, a Aaron, que irá substituir Jacob na sua defesa da Ilha agora que se foi.

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Quids S18: Onde foi captada esta imagem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A “Proporção Dourada” finalmente explicada?

A Proporção Dourada (http://www.contracosta.cc.ca.us)

Quem leu o “Código Da Vinci” deve saber o é a “Proporção Dourada”. A civilização egípcia teria usado a dita na construção dos seus maiores monumentos, como as pirâmides e surgiria também posteriormente, no Parthenon de Atenas, nas grandes catedrais do gótico e, por exemplo, na Mona Lisa de Leonardo da Vinci (referida a este propósito por Dan Brown).

A “proporção dourada” ou “proporção divina” seria uma proporção geométrica que seria a mais esteticamente agradável. A “proporção” descreve um rectângulo de proporção um e com metade desse comprimento em largura.

Foi sobre esta proporção que se debateu um professor da “Duke University” de nome Adrian Bejan que acredita que esta proporção é tão comum na natureza, na arte e na arquitetura porque, segundo o professor, os olhos humanos analisam a imagem com maior rapidez se se tratar de uma forma compatível com um retângulo na “proporção dourada”. O professor norte-americano afirma que o mundo (humano ou natural) está basicamente orientado na horizontal e que os animais especializaram a sua visão para procurarem presas e caçadores nesse eixo, tendo aqui, assim, uma visão mais perfeita nesse eixo. Os mecanismos de cognição evoluíram em sincronia com esta adaptação da visão, acompanhando a nova informação com a capacidade de processamento e por essa razão é que existiria na natureza tantos exemplos da “proporção dourada” e porque estes seriam tão comuns na arte: porque biologicamente todos fomos programados para o procurar e reproduzir.

Fontes:
http://www.terradaily.com/reports/Mystery_Of_Golden_Ratio_Explained_999.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Golden_ratio

Categories: Ciência e Tecnologia, Hoaxes e Mitos Urbanos, O Código da Vinci | Deixe um comentário

Mira Amaral passou-me à frente na fila para o “Cartão do Cidadão”. Grumpf.

Mira Amaral

Mira Amaral (http://diario.iol.pt)

Estive recentemente a tratar do meu Cartão do Cidadão. De facto, já devia há muito ter tratado disto, mas tenho sido dissuadido de tal por causa dos longos períodos de espera que existem nos locais onde requeremos este cartão… Foi por isso uma surpresa quando vi o ex-ministro Mira Amaral, entrar na Loja de Turismo dos Açores (Av. Elias Garcia, Lisboa), tirar uma senha e esperar pacientemente pela sua vez enquanto lia um molho de mensagens de mail impressas em papel e as anotava com uma caneta.

O antigo ministro de Cavaco Silva não usou nenhuma “cunha” para passar à frente de ninguém, nem os serviços de qualquer secretária ou funcionário e usou todo o tempo de espera para ir trabalhando. Um bom exemplo, que infelizmente não é seguido por todos os gestores de empresa portuguesas, como bem sabemos…

Subiu vários degraus na minha consideração. Apesar de ser cavaquista.

E pouco depois, tornava a descer… A Loja do Cidadão ficou sem “sistema informático” e todas as pessoas chamadas recebiam apenas essa nota, regressando à sala de espera. Quando este regressou… O ex-ministro sai rapidamente da sala e passa à frente de umas boas dez pessoas, eu inclusive. Obviamente não se livrou de uma bronca e de uma fotografia.

Nota curiosa: ao seu lado estava um velhote de uns 70 e poucos anos lendo o folheto clínico do “Cialis”.

Categories: Política Nacional, Portugal, Sociedade | 5 comentários

Quids S18: Como é conhecida esta região?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S18 | 11 comentários

O Desemprego: o grande problema do nosso tempo

O problema do Desemprego não é um dos problemas da nossa sociedade, nem sequer um dos mais graves. É O PROBLEMA da nossa sociedade, o “nó górdio” que tudo ata e que tudo soltará se alguma vez for encarado com coragem e frontalidade, tudo desatará. Sem Emprego condigno não há estabilidade social, criminalidade em níveis aceitáveis, geração de riqueza, estabilidade social, independência económica, orçamentos equilibrados e velhices seguras.

Existem atualmente em Portugal um número crescente de pessoas que não recebe qualquer apoio do Estado na sua condição de desempregado. Estima-se que este número já ultrapassará os 170 mil desempregados. Basicamente, estas pessoas provêm de dois grupos: jovens que nunca trabalharam mais de 6 meses e que, logo, não têm os dias mínimos de descontos e desempregados de longa duração, com mais de 40 anos que as empresas se recusam a contratar – contra toda a lógica, já que recusam a sua experiência e maturidade – em clara discriminação e violação da Lei.

O subsídio de desemprego deve ser alargado, nem que seja à custa da redução da prestação mensal já paga aqueles afortunados que o recebem, quer à custa do aumento da contribuição social das empresas que nunca recrutam empregados com mais de 40 anos. Mas sobretudo, a carga fiscal que as empresas pagam por cada novo funcionário com mais de 40 anos deve ser severamente reduzida como forma de combater esta forma de desemprego crónica que exclui definitivamente centenas de milhar de pessoas do Mercado de Trabalho. Este mecanismo deve ser reforçado com a imposição de quotas que determinem uma percentagem de novos empregados com mais de 40 anos. Estas medidas são essenciais para manter as famílias – quase sempre com menores – que dependem destas pessoas e necessárias porque os gestores portugueses são ineptos e não percebem que estas pessoas estão no auge das suas capacidades e não no declínio como ditam os gurus e os “manuais de gestão” que tão acriticamente devoram…

Fonte:
http://dn.sapo.pt/bolsa/emprego/interior.aspx?content_id=1461202

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | 6 comentários

Os MiG-29 Fulcrum polacos

MiG-29 Fulcrum polaco em (http://farm4.static.flickr.com)

Ao contrário da maioria dos países do Leste da Europa que faziam parte do Pacto de Varsóvia, a Polónia optou por continuar a voar os seus aviões de origem soviética. De facto, não só usa ainda os seus antigos MiG-29 e Su-22, como até reforçou o número dos primeiros adquirindo aparelhos que antes tinham voado na Alemanha de Leste e na República Checa. Com este reforço, os MiG-29 polacos deverão manter-se ativos até pelo menos 2028, algo que só será possível atualizando constantemente estes aparelhos e, eventualmente, comprando ainda mais Fulcrums usados para efeito de canibalização de peças.

Força Aérea Polaca mantém um tempo mínimo de voo de 80 horas de voo anuais para os pilotos dos MiG-29 e de 180 horas para os pilotos dos seus F-16.

Cerca de 75% dos F-16 estão operacionais apresentando estes aviões uma taxa de avarias idêntica à dos aviões de origem russa na época da Guerra Fria, com uma avaria de um F-16 a cada sete horas de voo, enquanto que tal sucede ao MiG-29 a cada cinco horas e com o ainda mais antigo, mas muito mais robusto, Su-22, com uma avaria apenas de dez em dez horas!

Atualmente, a Força Aérea Polaca tem 128 aviões (nos tempos do Pacto de Varsóvia chegou a ter 600) e quando em 2015 os Su-22 forem retirados este número descerá ainda mais, para 80. Como segundo obrigações NATO, o país deverá manter 120 aparelhos, é certo que a Polónia terá que comprar mais F-16 e que a frota de MiG-29 terá que se manter aos números atuais, havendo rumores que serão adquiridos alguns aviões sul-coreanos T-50 e A-50 para complementar estes dois tipos de aeronaves.

Fonte:
Air Forces Monthly, dezembro de 2009

Categories: DefenseNewsPt | Etiquetas: , | 3 comentários

Cancelem tudo: Praticar desporto, não faz perder pedo (Science & Vie)

Parece que afinal de contas, praticar desporto… Não faz perder peso. Sabe-se que para emagrecer, é preciso diminuir as entradas energéticas, de forma a que sejam inferiores às saídas. O problema é que o desporto, ainda que aumente as saídas, não altera a balança.

Uma grama de lipídios fornece uma quantidade de energia de 9 kilocalorias e para perder um kg de massa gorda, é preciso assim uma atividade física de perto de 9 mil calorias. Mas, uma hora de marcha rápida queimam apenas 400 kcal e uma de ténis 600 kcal, ou seja, temos que andar vinte horas de marcha rápida ou 15 horas de ténis, sem comer nada, para perder apenas um quilograma! E atenção: o desporto dá fome, por isso para perder peso o melhor é mesmo uma dieta constante. Sem duvida que uma pratica desportiva regular permite aumentar as saídas energéticas, mas o corpo buscará sempre um equilibro, procurando compensar essas saídas com novas entradas (fome). Bom, pelo menos o desporto parece contribuir para um melhor equilíbrio entre matérias gordas e magras no nosso corpo, e para uma melhor silhueta, mas emagrecer… Nope.

Fonte:
Science & Vie, novembro de 2009

Categories: Ciência e Tecnologia, Saúde | 1 Comentário

A “Missão Solar” da Índia: a resposta indiana ao problema das Alterações Climáticas

Painéis Solares na Índia

Painéis Solares na Índia (http://www.greenpeace.org)

A Índia está empenhada num extenso programa para aumentar a produção de energia solar em apenas dez anos. Esta estratégia é o cerne da ação indiana contra as Alterações Climáticas e que nesse período de tempo deverá resultar na produção de 20 mil megawatts.

O grande problema desta estratégia indiana é que o custo de produção da energia solar é ainda muito alto, especialmente quando comparado com o da produção convencional e que, logo, tal estratégia tem que contemplar investigação científica e produção de novos materiais e técnicas.

A Índia tem além do mais, outro grande problema: metade da população indiana não tem acesso a energia elétrica e qualquer aumento da produção de energia “verde” será rapidamente absorvido. É assim compreensível que o governo indiano procure na energia solar formas de fornecer energia elétrica à sua população, de forma distribuída e local.

A Índia espera gastar até 19 biliões de dólares na sua “Missão Solar”, os quais serão investidos localmente em investigação e na fabricação dos painéis solares e que serão determinantes para que a Índia assuma a sua parte que lhe cabe no seu dever global para o problema das Alterações Climáticas.

Fonte:
http://www1.voanews.com/english/news/India-Boost-Solar-Power-Generation-11Jan10–81147317.html

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A Boeing apresenta uma cápsula espacial para o concurso CCD da NASA

A cáosula Boeing (http://www.flightglobal.com)

A cápsula Boeing (http://www.flightglobal.com)

A Boeing apresentou a sua resposta ao concurso “Commercial Crew Development” (CCD) da NASA. Trata-se de uma cápsula para até sete tripulantes e que poderá ser lançada por diversos tipos de lançadores comerciais atualmente disponíveis no mercado.

A Boeing tem uma parceria com a Bigelow Aerospace, para desenvolver uma cápsula para os seus hotéis espaciais, de onde resulta esta cápsula (derivada da Orion, entretanto cancelada por Obama) e assim foi-lhe fácil desenvolver este projeto e alinhar-se assim com outras empresas concorrentes e concorrer ao programa CCD e aos 6 biliões de dólares a que este corresponde.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2010/02/09/338035/picture-boeing-reveals-commercial-crew-capsule.html

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Discurso de Fernando Nobre na Apresentação da sua Candidatura à Presidência da República

19 de Fevereiro de 2010 / 20h00
Auditório do Padrão dos Descobrimentos
Belém – Lisboa

Portugueses,

Sou candidato a Presidente da República, impulsionado por imperativo moral, de consciência e de cidadania.

Portugal precisa de um Presidente que venha verdadeiramente da sociedade civil, que seja independente, que nada precise da política e que conheça bem o país e o mundo.

Nada tenho contra os partidos ou a democracia partidária, porque não existe outra. Mas sou contra o sufoco partidário da vida pública. Acredito, sincera e profundamente que um homem livre, só e independente, pode servir melhor o país, nesta altura tão difícil e sensível para Portugal. A magistratura suprapartidária do Presidente da República deve ser exercida sem demagogias, sem populismos, sem anti-corpos contra os partidos e os políticos.

Não peço nem pedirei nenhum apoio que não o dos cidadãos que se identifiquem com o meu projecto, e aceitarei de bom grado todos os que a minha consciência não rejeitar, não me enfeudando a nenhum …
A minha candidatura é, também, a candidatura dos que não tiveram voz até agora, dos que se desiludiram com a política, dos que acreditam que a política não se esgota nos políticos e não é a sua coutada privada. Não é uma candidatura neutral, é uma candidatura empenhada, que diz respeito a todos aqueles para quem o destino do país não é indiferente, e que acreditam que as mudanças indispensáveis podem, ainda, ser feitas dentro do quadro constitucional e institucional.

Sei que muitos pensam ou já pensaram muitas vezes o mesmo que eu, mas não acreditaram que valesse a pena este combate. Chegou a hora da grande, determinada e corajosa opção de actuar, de acreditar em Portugal. Chegou a hora de não continuar de fora, chegou a hora de travar as dúvidas e de combater a maledicência, chegou a hora da esperança e da confiança no nosso futuro colectivo. Portugal é uma questão que diz respeito a todos os portugueses: ninguém se pode eximir desse dever de cidadania indeclinável.

Sou democrata, patriota e com particular sensibilidade social e humanística. Tenho orgulho de ser português e, trago bem enraizadas em mim as marcas da multiculturalidade, da lusofonia e de uma profunda mundivivência.

Sou apartidário mas não apolítico. Tenho os meus valores e os meus princípios e não acredito num saco de gatos onde todos cabem. O meu espaço político, mais do que definido à esquerda, à direita ou ao centro, é o da liberdade, da justiça social, do humanismo, da ética, da solidariedade, da transparência na vida pública e da adequada, justa e indispensável função redistributiva do Estado, que abranja no que diz respeito aos deveres, e não apenas aos direitos, todos os cidadãos de todas as áreas do território nacional. Procurarei, assim, que a sociedade portuguesa e todas as suas instituições se libertem dos velhos paradigmas e passem a reconhecer o mérito, a premiar a excelência, e a recusar a impunidade.

Conhecendo os poderes presidenciais que a Constituição reserva ao Presidente, não tenho um programa político para a governação – tal compete ao Governo eleito – mas apenas um programa que constitui um compromisso moral intransigente, com o qual me comprometo e pelo qual responderei sempre perante os portugueses e Portugal.

Não usurparei nenhum poder que não me caiba pela Constituição, mas não prescindirei de exercer nenhum dos que me competem. Não serei factor de perturbação das instituições, mas sim garante da sua estabilidade e regular funcionamento, tal como manda a Constituição.

Não interferirei nem dificultarei a vida a qualquer Governo, mas não presidirei, de braços cruzados, ao desgoverno do país ou à degradação das suas condições de vida, da sua essencial coesão social, do seu desenvolvimento, da sua justiça, da sua democracia e da dignidade de Portugal.

Se for eleito Presidente, como espero, embora limitado aos poderes que a Constituição me confere, prestarei contas ao País sempre que necessário.

À luz que faço do mandato presidencial proponho-me:

1 – Lutar, promover e incentivar a regeneração ética da vida política do país. Todos os eleitos, todos os nomeados politicamente, estão ao serviço do país e têm de prestar contas, honrar as suas propostas, assumir as responsabilidades e deveres do cargo e as consequências dos seus actos. Serei intransigente a exigir de cada um o cumprimento das suas obrigações. Portugal espera de cada um que cumpra o seu dever. A todos exigirei o mesmo que exigirei a mim próprio: trabalho, cidadania, solidariedade e ética.

2 – Apoiar e incentivar todos os esforços do governo e da sociedade civil no caminho da justiça social em todos os sectores da vida dos cidadãos: na educação, na saúde, nas oportunidades de emprego, na criação de riqueza, na justiça fiscal, na promoção de condições de vida dignas. Estarei particularmente atento à situação dos desempregados e dos trabalhadores precários assim como ao futuro dos nossos jovens, à dignidade do fim da vida dos nossos idosos, às comunidades emigrantes e imigrantes, porque entendo que todos eles são essenciais a uma equilibrada e saudável coesão social nacional.

3 – Defender a soberania nacional, tal como compete ao Presidente, entendida num sentido amplo e concreto: a defesa dos seus recursos e riquezas naturais, do seu património histórico e natural, da língua, da cultura e do prestígio do seu nome no concerto das nações.

4 – Não pactuar com a situação trágica da justiça em Portugal. É privilégio e função primeira do Estado a aplicação da justiça, e um Estado que o não faz é um Estado que não tem justificação moral. Defenderei, pois, intransigentemente, a independência da Justiça, mas não aceitarei que o corporativismo, a ineficácia, a irresponsabilidade ou as justificações de circunstância neguem o direito de todos, por igual, à Justiça. Também na Educação, na Saúde, na Economia e na Defesa, é a Justiça que deve estar ao serviço das pessoas e do Estado e não o contrário.

Portugueses: Todos sabemos que Portugal não é um País rico e que a sua situação económica e financeira é hoje muito difícil. Não existem milagres nem soluções mágicas em tempo recorde. A minha tarefa será a de despertar, motivar e incentivar o espírito de cidadania em cada um dos portugueses: todos temos direitos, e todos temos deveres para com o país.

A missão – que já não pode mais ser adiada – de devolver a todos a fé na democracia, a esperança num país melhor e a confiança num país justo, cabe a todos e a cada um dos portugueses, e não apenas aos que governam e decidem.

Temos enormes potencialidades: uma lusofonia à dimensão do mundo, um mar com reservas inexploradas, jovens cientistas de craveira internacional e um povo ímpar, que foi dos poucos povos que marcou indelevelmente a História da Humanidade.

Assim, não acredito em nenhum fatalismo lusitano para que Portugal seja regularmente citado pelas piores razões.

Candidato-me, não apenas porque o imperativo da hora me impõe esse dever moral e cívico, mas, sobretudo, porque a tarefa de não nos conformarmos a assistir, sem nada fazer, à agonia lenta de Portugal é uma exigência dos que vêm a seguir – os nossos filhos e netos – que não podemos ignorar nem desiludir.

Estou consciente que esta será uma batalha difícil, talvez até invencível, mas não será nunca inútil: a luta contra a indiferença sempre foi e será a minha marca individual. A minha candidatura é, assim, uma questão de coerência para comigo próprio.

É HORA DE ACREDITAR EM PORTUGAL!

Agora e aqui, neste Padrão dos Descobrimentos, alicerçados na nossa História convido-vos a olhar para o futuro, destemidos e a trabalhar com perseverança e afinco para vencermos os novos adamastores que nos angustiam e amedrontam, e assim transformarmos os actuais “cabos das tormentas” em “novos cabos de esperança” que iluminarão Portugal.

Convido-vos a todos para esse combate em nome dos nossos filhos e netos.
Em nome da esperança,
Em nome do “Acreditar em Portugal”.

Viva Portugal!

Fonte:
http://www.fernandonobre.org/

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Biodiversidade: O outro grande problema da Terra, além das Alterações Climáticas

Tem-se falado muito (mas nunca demasiado) das Alterações Climáticas, mas existe um outro problema, ainda mais grave e de consequências potencialmente mais graves que tem passado ao lado dos meios de comunicação: a redução dramática da biodiversidade no globo.

Este é o “Ano Internacional da Biodiversidade”, mas o foco sobre o Aquecimento Global tem retirado atenção a este problema. E é pena porque o desaparecimento de habitats e a destruição de ecosistemas inteiros está a multiplicar a velocidade com que todos os anos desaparecem espécies inteiras, na maioria completamente desconhecidas pela ciência.

2010 será o Ano Internacional da Biodiversidade, que terá que ser bem mais do que uma data oca ou meramente mediática já que se estima que existam mais de 20 milhões de espécies no planeta, das quais apenas 1,9 estão catalogadas e 5 milhões de espécies irão desaparecer nos próximos 90 anos, muitas delas antes de terem sido sequer conhecidas…

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1461250

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Quids S18: Que logotipo é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A Isthmus Engineering e o modelo de gestão de “Cooperativa de Trabalhadores”

O último documentário de Michael Moore: “Capitalism, a Love Story” depois de se concentrar nas (numerosas) maleitas de que padece e nos faz padecer o sistema Capitalista passa de uma forma mais ou menos superficial a questão dos métodos empresariais alternativos de gestão. Moore concentra-se no modelo das “Cooperativas de Trabalhadores” abordando vários exemplos de sucesso em atividade nos EUA.

Usando o exemplo concreto de uma destas “Cooperativas de Trabalhadores”, a Isthmus, que se dedica à área de conceber e fabricar robots e sistemas de automação, vamos deitar nas próximas linhas uma visão sumária sobre este tipo de organizações:

1. A empresa é detida pelos próprios trabalhadores e o seu sucesso – que deriva necessariamente do desempenho de toda a equipa – é igualmente repartido
por todos que nele efetivamente participam.
2. A empresa é organizada sob o modelo de uma cooperativa, uma organização desenhada para agregar os recursos representados pelos indivíduos que a compõem de forma a alcançar um objetivo comum. Existem vários tipos de cooperativas: de Produção, de Consumidores e de Trabalhadores. A “Isthmus Engineering” escolheu o modelo de “Cooperativa industrial de Trabalhadores”.
3. Uma “Cooperativa de Trabalhadores” é um tipo de cooperativa onde os cooperantes são os mesmos que nela trabalham. As decisões de gestão são sempre tomadas de forma democrática em que cada membro tem um voto, na melhor aplicação do princípio fundamental das democracias: “um Homem, um Voto”.
4. Existe uma distribuição equitativa dos lucros da cooperativa entre todos os seus membros, independentemente das funções que desempenham na organização.
5. As Cooperativas de Trabalhadores têm um enfoque muito forte nas áreas de formação e na educação dos seus cooperantes.
6. Este tipo de organizações também mantêm laços de solidariedade entre os seus membros e as suas famílias, assim como preocupações de responsabilidade social para com a comunidade em que estão inseridos.

Acreditamos que a melhor forma de gerar riqueza e emprego não reside nas empresas públicas ou estatais, mas no empreendedorismo particular, na livre iniciativa em suma no Capitalismo. Mas um Capitalismo de pequena ou média escala e de âmbito local e não multinacional, de Empresas Locais, feitas para e a partir da Comunidade e das pessoas que a compõem e não de e para “conselhos de Administração” egóticos, babilonicamente remunerados e completamente irresponsáveis no que concerne aos efeitos das suas más decisões. Este modelo de gestão privado, apresentado pelas “cooperativas de trabalhadores” é uma opção que hoje nos é apresentado como possível pelo sucesso vincado das empresas que nos EUA e em outros países o escolheram. E sendo um modelo de gestão plenamente democrático é também melhor garantia contra os desmandos e loucuras de gestão a que os “gestores modernos” nos habituaram e porque exige empresas de pequena ou média escala e sempre de âmbito local, muito adequado ao paradigma das “Economias Locais” do economista alemão E. F. Schumacher que por aqui temos vindo a defender.

Fonte:
http://isthmuseng.com/aboutus/workerownedcoop/workerownedcoop.aspx

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Recomenda um estudo: Os golfinhos deviam ser considerados como “pessoas não humanas”

Os golfinhos foram oficialmente declarados como a “segunda espécie mais inteligente depois do Homem”. De facto, são tão inteligentes que os autores de um estudo da Emory University em Atlanta, Georgia (EUA), os golfinhos são tão inteligentes que devem mesmo ser considerados como “pessoas não humanas” .

Este estudo expôs semelhanças comoventes nas formas de comunicação entre golfinhos e humanos, mais próximas do que aquelas que existem entre seres humanos e chimpanzés, o parente próximo do Homem. Anatomicamente, os cérebros dos golfinhos possuem igualmente estruturas idênticas às dos seres humanos.

O estudo conclui (corretamente) que é moralmente inaceitável tolerar que animais tão inteligentes como os golfinhos passem toda a sua vida encerrados em parques de diversão ou matá-los apenas por diversão ou comida, como é uso corrente no Japão e na China.

Os cérebros dos golfinhos são – em algumas espécies – maiores até que os humanos e segundos na natureza se forem comparados com a sua massa corporal.

Esta conclusão, de que os golfinhos são “pessoas não humanas” devia ter um reflexo nas leis internacionais e determinar a total proibição da sua pesca (como sucede hoje na China e no Japão) e a libertação de todos estes animais que se encontrem presos em “parques de diversão”.

Fonte:

http://www.timesonline.co.uk/tol/news/science/article6973994.ece

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