Na luta contra a pirataria na Somália, a Marinha Portuguesa é a mais eficiente

Fusileiros da Álvares Cabral (http://www.sabado.pt)

Ainda que não tenha nem meios numerosos, nem particularmente modernos, a Marinha portuguesa continua a manter elevados níveis operacionais, comparáveis em termos de eficácia e desempenho aos de qualquer outra nação desenvolvida. Prova disso mesmo é o facto da nossa Marinha ser a do país da NATO que mais piratas somalis deteve durante as suas missões nos mares do Índico e isto apesar de ter aqui apenas uma fragata, antes a Corte Real e agora, a Álvares Cabral.

No total, a Marinha terá capturado já mais de 40 piratas somalis, num total de 100. Infelizmente, esta eficácia não tem sido acompanhada pelo Parlamento, que insiste em não produzir legislação que permita que a Marinha faça algo mais além de deter e libertar, logo de seguida estes piratas, em águas internacionais. Até quando é que a partidocracia dominada pelo bipartido vai insistir em dormir na forma e a ignorar o crime de pirataria?

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1453709

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13 thoughts on “Na luta contra a pirataria na Somália, a Marinha Portuguesa é a mais eficiente

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  2. Lusitan

    A questão é mais complexa que isso. Como se trata de uma questão de direito marítimo internacional uma mudança de legislação teria de ser concertada a nível da ONU ou de outra instância internacional.

  3. esse problema não impediu os franceses de legislarem nesse sentido:

    “There are exceptions, the French have an absolute policy of deterring piracy and eliminating pirates by force. They board the hijacked vessels when they approach the coast of Somalia, a red line status. French commando units board the vessels and attack the pirates. This has of course lead to loss of life for hostages as well as the pirates. In one case the pirates escaped ashore in Somalia, and the French pursued them into the desert. There are currently 12 captured pirates in French custody being returned to France for prosecution.”

    http://www.jaxdailyrecord.com/showstory.php?Story_id=52262

  4. Apesar dos meios patéticos, o nosso exército, marinha e força aérea nunca nos deixam ficar mal. Fosse todo o Estado assim…

  5. é verdade.
    e sabem os deuses como o Estado não lhe tem dado os devidos meios… por exemplo, a nossa Marinha está hoje reduzida a 3 fragatas da década de 90. Lindo.

  6. Fenix

    Primeiro de tudo quero mandar um abraço ao meu primo joão que faz parte da guarnição da Corte real. Os nosso politicos marionetes das outras potencias como do reino unido ,estados unidos da america e russia e aos poucos dos chinises.Não querem que Portugal tenha umas forças armadas fortes.O problema não é o dinheiro é mesmo politico e geoestrategico.

  7. Fenix

    À maneiras de finaciar e de poder criar em Portugal meios para termos não so uma industria produtiva de material militar para todos os fins assim como alvancar o sector privado com a inovação criada por esse sector e podendo criar investigação nas univercidades.Todo isso passa por organizar o finaciamento militar dotalo de meios proprios de finacimento sem ser presiso ir ao orçamento de estado.

  8. começando pela revitalização dos ENVC com um programa conjunto (Brasil-Angola) de desenvolvimento e construção de novas corvetas… por exemplo…

  9. Fenix

    Sim sou de acordo a programas conjuntos no espaço lusofono mas não podemos ir para esses programas como um paretente pobres que está sempre a espera dinheiro para investir.

  10. Fenix

    Mas quero também dizer que apesar de podermos ficar com uma força militarmente forte não será em numero mas sim em qualidade de meios em geral.Dividida por 3 tempos forças de teirno,forças de manutenção de paz,e forças reserva para tempo de guerra.Nas força de teirno o todo material usado e devido ao baixo numero e ao desgate que tem são pagos logo como custo de uso.Cada vez que as força de manuteção de paz são assiunadas aluguer longa duração “A vida util do meios acordado entre o estado maior e o fabricante dividido preço de cada meios” é pago o restante em divida e acordado como custo de uso.As força de reserva ficam em armazem bukers em durante o seu tempo de vida util podendo ser vendidos mas nunca o seu numero podera ser menor ao acorda como força de reserva e que estado maior paga como aluguer de não uso.”O preço do meio dividindo pelos anos de vida util do meio”

  11. o ALD é um erro colossal neste tipo de meios… os submarinos e o seu custo demonstram isso mesmo.

  12. Fenix

    A diferença entre este sistema e ald normal primeiro todo material com custo e uso é pago logo desde que seija assiunado o custo de uso enquanto o sistema de reserva esse sim Ald é pago em mais anos devido não tem a desvalorização do uso apenas a obessolencia.Ou seija se tenho um taque que custa 1mlhão de euros e se tempo de vida 30 anos divido o preço de não uso pelos trinta anos faz com que estado maior tenha de pagar 33.333 euros por ano por cada taque mas se passar custo de uso tem que pagar apenas o valor total menos o tempo de não uso.

  13. Fenix

    O erro colossal é no não termos industria militar que possa construir qualquer meio militar que o estado maior queira sem recorrer ao estragueiro. Tudo isto por falta de visão politica e estrategia e economica e geopolitica.Não é por falta de dinheiro as democracias ocidentais e mais europeias tem esse problema deixa sempre para segundo plano a sua propria defeza e depois ninguem os ouve porque a diplomacia dois pilares um forças militar militarmente fortes e outro é a caneta.

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