A China quer construir uma base naval no Índico Ocidental

A China apresenta-se cada vez mais como uma superpotência… Sinal disso mesmo é a opção pela Marinha como o ramo das suas forças armadas que mais investimentos terá na próxima década e a recente declaração do almirante chinês, Yin Zhuo de que a China iria construir uma base naval no Golfo de Aden de forma a “poder apoiar melhor as operações contra os piratas somalis”.

De facto, a China mantêm na região duas fragatas, envolvidas em discretas missões anti-pirataria, que dependem do tradicional aliado paquistanês para se abastecerem e, mais recentemente, de uma base naval francesa no Djibuti. “Discretas” porque na mais recente missão de “salvamento” a marinha chinesa se limitou a pagar um resgate de 4 milhões de dólares e a ir recolher os 25 marinheiros libertados, sem disparar um único tiro.

As intenções chinesas são óbvias e pouco têm a ver com os somalis. Com bases já ativas no Paquistão e na Birmânia, falta agora à China no Oceano Índico – o oceano por onde transita o petróleo que importa em doses massivas do Médio Oriente – uma base mais a Ocidente, precisamente perto da Somália ou na África Oriental. O Índico é nas palavras recentes de outro alto responsável governamental chinês o foco da atenção estratégica chinesa para o próximo decénio e uma base no Índico Ocidental cumpriria muito perfeitamente esse propósito.

Fonte:

http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/asia/china/6911198/China-may-build-Middle-East-naval-base.html

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Categories: China, DefenseNewsPt, Política Internacional | 44 comentários

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44 thoughts on “A China quer construir uma base naval no Índico Ocidental

  1. Têm o dinheiro e armas. Mas terão a vontade de combater, com um armamento de 2ª categoria? Gostava de ver o material de combate chines em acção, numa verdadeira guerra, para saber da sua fiabilidade.

  2. sim, a última batalha de larga escala foi travada com o vietname, e desde então muito mudou na China, desde as armas à doutrina… ambas são mais modernas e eficazes. provavelmente…
    http://en.wikipedia.org/wiki/Sino-Vietnamese_War

  3. Ñ queira, a China de hoje e = ou melhor q as maiores potencias armadas e tradicionais, como israel, Rússia, e com mt + homens p mandar p a frente de luta…em 1952 de uma única vez foram + de 300.000…pegunte aos ianks se foi bom bater de frente com eles , lá, nos idos dod anos 50? É se eles mudarem a politica dos filho única, p serem contra ponto da india…então só o Inefável Deus dos deuse YHWH p conter as hostes Chinesas…ñ queira meu amigo, Sds.

  4. Coisa de potencia, é q cuida de seus interesses diretamente, em breve será em dois ou tres paíse sulamericano o petróelo Venezuelano e BRASILeiro.

  5. Acredito sinceramente, que a prazo, a China, e o seu apetite por recursos a irá fazer aparecer em todos os locais onde estes existem, a começar em África (onde já está em peso) e a acabar na América do Sul.
    Cedo ou tarde, irá confrontar-se com todos nós.
    É uma questão de tempo.

  6. Lusitan

    Eu acredito que a primeira potência a ser devorada pela China vai ser a Rússia. A Sibéria há muito que faz parte dos planos de expansão da China e com a população Russa a decair a olhos vistos no Extremo Oriente a tentação aumenta a cada dia. E como se não bastasse a Russia é obrigada a vender muita da sua tecnologia de armamento aos chineses para sobreviver perdendo assim muita da sua vantagem. Se a China conseguir construir uma Marinha capaz de ameaçar a Armada americana (e já planeiam construir porta-aviões) de forma a impedir que os Americanos venham em socorro dos Russos no Pacifico, então mais década menos década vamos ter uma confrontação na Ásia. A Russia vai sofrer o mesmo tipo de destino que sofreu o Império Otomano se não tiver ajuda da União Europeia e dos EUA e da India para deter o avanço chinês.

  7. Já escrevi sobre isso, aliás:
    http://movv.org/2008/06/02/a-hipermortalidade-e-a-evaporacao-demografica-da-russia/
    A Rússia, com os seus recursos em petróleo e fronteira comum com a China é uma tentação para os estrategas chinesas…
    recordemo-nos aliás desta guerra não tão passada como isso..
    http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB49/

  8. Os russos não devem ser substimados. Sempre que o foram, as derrotas dos inimigos foram atrozes. A China nunca se voltará contra a Rússia. O conflito possível poderá ser com um gigante adormecido – O Japão. Façam uma pesquisa sobre as melhorias na Armada japonesa (tudo em silêncio, sem alarido, mas lá vão melhorando as suas forças de “Autodefesa”). O espaço geoestratégico será futuramente disputado entre estes. Os russos estão noutra onda, geograficamente falando.
    Quanto às armas, os chineses, desculpem a crueza, copiam e compram patentes de modelos fiáveis e depois vão melhorando o que têm. Algum exército digno desse nome lhes compra alguma coisa? Não. Está tudo dito.

  9. Lusitan

    Mas achas que uma população de 143 milhões (a diminuir) é capaz de travar 1,35biliões (e não são mais por causa de uma politica de filho único)? Os americanos tiveram uma pequena amostra na Coreia do que avalanches de homens mal armados conseguem fazer. Hoje em dia a China está a tentar equipar-se com armamento ao nível do armamento Ocidental. A sua indústria militar ainda não se equipara à russa, mas à velocidade que a indústria militar russa está a implodir, não tarda a que a China esteja em pé de igualdade com a Russia em termos de armamento. O Japão tem uma Marinha poderosa exactamente para dissuadir a China de qualquer politica agressiva no Extremo Oriente.

  10. à China faltava ainda cobrir o “gap” da tecnologia… graças aos russos, conseguiram acompanhar o estado tecnológico (mísseis e aeronáutica) da década de 90. Agora, estão a ganhar know-how ao Ocidente (Airbus, p.ex.). Daqui a menos de 10 anos já dominarão toda a mesma tecnologia que o Ocidente hoje detêm. Com meios humanos e tecnológicos deste nível, serão imparáveis.
    E todos lamentaremos essa vantagem impossível de vencer.
    Sendo que os primeiros a lamentar serão os russos.

  11. Sim, na Coreia os números tiveram alguma importância, apesar de não terem sido determinantes… É de recordar que em alguns recontros, os aliados da altura só foram obrigados a retirar porque não tinham mais munições para o “tiro ao pato”…

    Mas as guerras mudaram muito desde então… No entanto, partilho da ideia de que a China será uma ameaça no futuro. Mas não me parece que sejam estúpidos ao ponto de se meterem com o japão, até ver.

    Tenho em crer que o material bélico chinês ainda não passa de uma grande treta… Lembram-se do poderosissimo exército iraquiano? Pois…

    E onde está essa potência na crise do Haiti? Posso estar enganado mas ainda não vi nenhum auxilio chinês…

  12. Pois é, Sá. A nova superpotencia mundial, com as maiores reservas de divisas do mundo; um crescimento do PIB robusto; o maior mercado de automóveis do mundo enviou apenas 50 homens para o drama do Haiti… Em compensação, o muito menor Portugal envia pelo menos 32 membros da Proteção Civil.
    Belo exemplo de um mundo futuro, onde a China será a superpotencia dominante…

  13. Lusitan

    A China já tinha militares ao serviço da ONU no Haiti. E de qualquer maneira numa situação destas mais importante que pessoas são alimentos, medicamentos, tendas, etc. e acho que a China forneceu alguma ajuda.
    Fiquei feliz por ver que o Brasil está a ter um grande envolvimento na ajuda e está finalmente a comportar-se como a potência que é!

  14. Não concordo, Lusitan. Tendo em conta que o Haiti é um país praticamente sem estruturas policiais ou de socorro, as equipas médicas, de engenharia e sanitárias assumem um papel tão importante, quanto os bens de primeira necessidade. Ainda há muita gente ferida que pode morrer se não tiver assistência, ainda há muita gente presa nos escombros e com tanto cadáver um pouco por toda a parte corre-se o risco de surgirem algumas doenças que ocorrem nestes cenários.

    Mas partilho essa satisfação de ver o Brasil assumir um papel importante.

    E agora trago um comentário vindo do café onde paro, onde geralmente só reina o disparate, mas onde, por vezes também saem umas pérolas… Um sujeito via as notícias e comentava o seguinte: “pois é, ninguém gosta dos americanos, mas quando veêm o cu apertado gostam que os venham ajudar…”

  15. e de segurança… estão neste momento a ocorrer pilhagens aos armazéns de alimentos da ONU, provando que enviar ajuda sem enviar mais militares é um erro.
    e sim, Obama está a fazer o que deve.

  16. Lusitan

    O problema no Haiti não é a falta de gente. É a falta de uma estrutura de comando e organização da ajuda. De que serviria a China enviar milhares de soldados para o outro lado do mundo, para uma zona que pertence à esfera de influência dos EUA? Os EUA já têm 2mil soldados na zona e ainda ocorrem pilhagens porque, tal como em New Orleans, ninguém sabe quem manda e para onde canalizar a ajuda. Já chegaram víveres ao Haiti que ainda não foram distribuidos. Os sobreviventes se tiverem uma voz de comando podem ajudar na procura de soterrados e a enterrar os mortos, algo que é comum vermos em países onde existe Estado.
    Já estive em algumas zonas de catástrofe e garanto-lhe que não é por ter muita gente no local que se salvam mais vidas. Coisas tão simples como água potável ou gazes são por vezes mais importantes que dezenas de pessoas sem meios para acudir os feridos.

  17. “esfera de influência”… A doutrina Monroe já era… se a China quisesse mesmo ajudar, tê-lo-ía feito.
    Não teme afrontar ninguém em termos de violações de direitos humanos, não vejo porque temeria os EUA…
    o que falta é organização, e nesse respeito os dez militares dos EUA poderão fazer toda a diferença.
    e recuperar alguma da má imagem que os EUA de Busho deixaram no mundo.

  18. Lusitan

    Se há ainda algum país que a China tenta não afrontar seriamente, esse país é os EUA. Ou acham que Taiwan ainda é independente porque a China quer uma resolução pacífica?
    A doutrina Monroe não se aplica de qualquer modo uma vez que se aplica apenas à intervenção colonizadora das potência europeias. A doutrina Monroe foi erradamente utilizada para explicar o dominio dos EUA sobre a América Latina quando na altura da sua formulação os EUA nem sequer tinham capacidade para impor a sua vontade no continente sul-americano. Aliás a sua esfera de influência limitava-se ao Caribe e à América do Norte.

  19. Renato Rodrigues da Silva

    A atual “moda China” me lembra muito a “moda Japão” dos anos 80/90; o Japão seria a potência do “futuro”; conversar com descendentes de japoneses dava até nojo (cheguei a falar para vários deles para irem emborar para lá; ou perguntar o que a família dele veio fazer aqui no Brasil).

    De qualquer maneira, não acredito que a China vá muito longe (talvez, eu esteja errado). A China não produz conhecimento, só o copia. Sua mão de obra é mendiga. Ela praticamente está exaurindo seus recursos naturais e, para continuar no estado que está, terá que continuar a sufocar as liberdades políticas e pessoas “ad-infinitum” – e isso é impossível.

    E se as armas chinesas tiverem a mesma qualidade dos demais itens que produzem…não darão nem para o cheiro…

  20. Lusitan

    O problema é que as Forças Armadas Chinesas estão a reformular as suas doutrinas. Deixaram de pensar em quantidade e começaram a pensar em qualidade. Estão a começar a criar sistemas de armas com qualidade aquém da do Ocidente mas de qualquelr maneira bastante fiáveis. Mas também a Alemanha não tinha uma superioridade tecnológica sobre a União Soviética na Segunda Guerra Mundial?

  21. de facto, estão… a doutrina aérea já não é a mesma que lhe levou a derrota humilhante contra o Vietname (quando correu a ajudar os aliados facínoras do Cambodja) e a doutrina naval já não é a da “armada de costa” de antigamente… de novo graças aos Udaloy russos e à tecnologia que eles trouxeram…
    Por isso é um adversário muito temível no futuro próximo.

  22. “Já estive em algumas zonas de catástrofe e garanto-lhe que não é por ter muita gente no local que se salvam mais vidas. Coisas tão simples como água potável ou gazes são por vezes mais importantes que dezenas de pessoas sem meios para acudir os feridos.”

    Volto a insistir que as equipas médicas, de engenharia e forças militares são tão importantes quanto os alimentos.
    Sem controlo, as ditribuições de comida tendem a ser caóticas e a imperar a lei do mais forte, que depois amadurece para situações de mercado negro. Se já esteve nesse tipo de cenário, certamente concordará. O “estado” haitiano não existe e internamente não vejo como será conseguida qualquer coordenação.

    Eu não falei de muitas pessoas sem meios, falei de muitas pessoas com muitos meios. Faltam ambas e nenhum destes factores funcionará de modo isolado.

  23. Renato-penso da mesma forma. Volto a lançar a questão. Mas que exército moderno compra armas à superpotência China?
    Hoje em dia, ter milhões num exército não é nada se comparado com um pequeno mas bem organizado e equipado exército (caso de Israel). Vejam a Coreia do Norte. Não fossem as armas nucleares (que são obsoletas mas mesmo assim temiveis), e eles já teriam sido engolidos.

  24. a Coreia do norte só tem armas nucleares desde 2006… até lá confiaram mesmo nos números brutos.
    nos seus 1,19 milhões de homens em armas…

  25. Lusitan

    Sá… Os meios já lá estão. Os homens já lá estão. Ainda não há é uma coordenação. É óbvio que meios de engenharia e médicos são precisos. Não é preciso um exército de chineses sem qualificação nenhuma. É preferível enviar 1 dezena de médicos e 5 cães pisteiros que 2000 soldados.

  26. Claro… Falta a tal coordenação para as várias vertentes do rescaldo, digamos assim.

    Epá! Um exército de chineses é sempre uma coisa que não me parece precisa em lado nenhum! 🙂

    Mas atenção que como não parecem haver forças militares/policiais, pode haver o tal caos ( pilhagens, etc, etc ), do qual já há sinais. Sem forças militares corre-se sempre o risco de os rúfias locais assumirem o controlo da situação. Já vi imagens de civis nas ruas de caçadeira em punho e não devem andar propriamente às rolas… ou se calhar…

  27. Rui:

    “1,19 milhões de homens em armas”

    Já lá vai o tempo em que isso contava… E não devem ser tipos muito motivados. O exército Iraquiano era o quê? O 5º maior não era?…

  28. pois.
    sem dúvida… não valeu de muito…
    mas a coreia não é o iraque…
    os árabes não são bons soldados e o deserto não é o cenário mais adequado para resistir a um exército moderno.
    já as montanhas…

  29. Lusitan

    O facto de haver esse tipo de actividade marginal não tem a ver com a falta de militares. O Haiti já era um caos de segurança quando os soldados da ONU patrulhavam as ruas. Agora que os soldados foram chamados de volta para as bases e os soldados americanos ainda não começaram a sua missão o caos avolumou-se. Agora continuo a dizer que não são precisos mais soldados. É preciso que os que já lá estão comecem a actuar e a coordenar esforços com as equipas de resgate.

  30. porque eram apenas 7500 num país de milhões, num dos “estados falhados” mais terminais da História… a segurança é de facto, determinante, aqui.
    E o país está em condições para ser um “protetorado internacional”, como o Kosovo ou Timor (o foi).

  31. “os árabes não são bons soldados”

    Rui, agora fizeste-a bonita… Sai uma fatwa para aquele senhor alto de Lisboa! 🙂

    Olha que… não sei…

    Lusitan: Pronto, concordamos em 90% da questão. Deixemos o tempo ver quem tinha razão nos outros 10%.

  32. fico à espera! 😉
    P.S.: Qual foi mesmo a última guerra que um país árabe venceu contra um país não-árabe?…

  33. invasao inglesa ao afeganistao

    acho que eles nao sao bem arabes

    entao acho que foi a conquista de acre

    eu acho

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Terceira_Cruzada

  34. pois não! 🙂
    foram corridos e bem corridos… como os russos e agora a NATO.
    O Afeganistão é uma guerra terrivelmente dura e impossível de ser vencida, nas condições atuais.

    E as Cruzadas não valem!
    eu disse: “última guerra” ! 😉

  35. Lusitan

    Agora não sou só eu a dizer. Já é oficial.

    http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/8478130.stm

  36. e flagrante…
    o papel da ONU, na condução desta crise tem sido especialmente criticado…
    esperemos que sirva para alguma coisa e que aprendam algo!

  37. Um ataque ao irã poderá levar radiaçãso até a europa , sem falar nas vidas ceifadas durante é depois; é como seria esse contrataque , ..melhor os presidentes da geórgia é da turquia ccncelarem essa loucura…a resposta poderá ser mt “dura”..É mt pior pa as economias q estão querendo sair do buraco da crise.

  38. “He also criticised US forces in Haiti, saying troops had no training in running a civilian relief operation.”

    Bem, uma coisa é dizer-se que as tropas não têm preparação para o cenário, outra é dizer que elas não eram necessárias. Aliás, o secretário geral das NU foi muito explicito na necessidade de haverem mais tropas no terreno.

    Se a presença de tropas pecou em algo ( para além desta falta de preparação, até certo ponto compreensível… ) foi por não ter sido imediata e com maior relevância.

    É bastante demagógico pensar que num cenário pós-apocaliptico com aquelas particularidades, a ajuda poderia aos destinatários sem haver uma componente militar que refreasse o cenário “Mad Max” que sempre se instala nestas situações e que foi aprofundado pelas “singularidades” do país.

    Quem travaria as pilhagens e todo o rol de malfeitorias que como bem sabemos sempre ocorre nestas situações. A policia local?

    Não sei se escapou o visionamento de imagens e os relatos de grupos armados que se formaram quase logo a seguir ao sismo. É o instinto de sobrevivência… É compreensível. Mas como não somos animais, tem de ser refreado.
    O problema é que foi lenta e mal coordenada porque, como sempre, foi cada um a trabalhar para o seu lado, sem haver coordenação supra-nacional.

    A ONU falha? Sim, mas de quem é a culpa? De todos os que sabotam a sua autoridade.

    Abraços!

  39. os grupos armados já existiam… e o que faz falta é uma força policial permanente da ONU que pudesse intervir rapidamente nestas ocasiões.
    Os EUA fizeram o que puderam, com a rapidez possível.

  40. Lusitan

    Já existia uma força de estabilização da ONU no local com 7000 soldados e 2000 policias mais do que sufciente para tratar da manutenção da ordem. Se mandamos mais 12000 soldados sem qualquer tipo de formação neste tipo de situações, só estamos a enviar mais bocas para alimentar, o que vai aumentar ainda mais o caos logistico que se estabeleceu após o sismo.
    Mais uma vez reafirmo os soldados existentes no Haiti eram suficientes. O que faltou desde inicio foi uma estrutura de comando e víveres. Porque razão nos dias após o terramoto os cerca de 3000 soldados existentes em Port-au-Prince foram chamados de volta aos aquartelamentos e/ou transferidos para o aeroporto? E porque razão é que quando os americanos chegaram tomaram logo conta da torre de controlo do aeroporto? Porque as forças da ONU estão completamente ao escuro sobre o que fazer.

  41. dois mil polícias para uma população de 3 milhões?…
    mas concordo, no demais.
    às forças da ONU no local, faltou organização e comando forte e decidido.
    Razão pela qual começo a defender a tese daqueles que defendem que devem ser definidas grelhas regionais, onde algumas potencias locais assumam este tipo de deveres…
    nesta região, tal poderia caber ao México, EUA e Brasil, p.ex.
    assim se terminaram as confusões sobre quem faz o quê e quem manda onde.

  42. Lusitan

    2000 policias, porque para o bem ou para o mal do Haiti, este país até tem (no papel) uma força policial. É no entanto altamente corrupta, com falta de material e ordenados baixos o que leva a que seja um alvo fácil para os grupos de crime organizado existentes no Haiti (estes sim cada vez mais organizados e poderosos mercê do tráfico de droga para a Flórida).

  43. Lusitan

    Esta gente não tem visão estratégica nenhuma. Vendem a diferença tecnológica que os mantém a salvo duma China militarista, pondo em causa a sua própria segurança.

    http://www.defensenews.com/story.php?i=4470356&c=EUR&s=TOP

  44. “The European Union’s Spanish presidency is considering whether to lift the bloc’s arms embargo on China, Spain’s Foreign Minister Miguel Angel Moratinos said Jan. 26.”
    São umas bestas…
    A Sukhoi já aprendeu, quando os Sukhoi-27 fabricados na China sob licença (e designação local J-11B) apareceram no Sudão… sem royalties para a Sukhoi.
    A Airbus vai também aprender… agora que os seus aviões são também fabricados na China.
    São uns idiotas, a China recuperou em 10 anos, o atraso tecnológico e está agora ao nível do Ocidente em começos da década de 2000. Mais cinco anos (com estes contratos) e ultrapassa o resto do mundo, não só em custo de mão de obra, mas também em know-how tecnológico e depois e que ficamos todos a “mamar no dedo”.

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