Daily Archives: 2010/01/06

O Vietname vai comprar seis submarinos russos Project 636

Project 636 em http://www.fas.org

Em abril de 2009 foram conhecidos detalhes de uma negociação entre a Rússia e o Vietname para a venda de seis submarinos Project 636. Esta aquisição seria muito importante não somente devido ao volume da flotilha de submarinos, mas também porque o país nunca operou antes submarinos. Num segundo contrato, assinado com a Rússia em dezembro de 2009, o Vietname comprou torpedos Klub para estes submarinos, confirmando a intenção de compra submarinos russos.

Esta importante aquisição é sem dúvida uma resposta direta à prioridade que a China atribuiu à modernização da sua marinha para os próximos anos e à longa e nunca resolvida rivalidade entre os dois países ao longo da fronteira terrestre entre os dois países e sobretudo sobre as muito disputadas ilhas Spratly que em 1988 provocaram mesmo um conflito naval entre a China e o Vietname.

Esta aposta na arma submarina por parte do Vietname contra um adversário potencial armado com uma frota de superfície maior e mais moderna é na realidade uma reedição das estratégias antes seguidas pela União Soviética contra a maior e mais moderna frota norte-americana.

Os submarinos deverão custar mais de dois biliões de dólares e deverão ser entregues ao ritmo de um por ano sendo construídos no estaleiros de São Petersburgo havendo rumores de que seriam os mesmos submarinos que outrora a Venezuela queria comprar, algo entretanto abandonado com o agravamento da situação financeira da Venezuela, com a queda do preço do petróleo e com a iminente bancarrota do país.

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/Vietnam-Reportedly-Set-to-Buy-Russian-Kilo-Class-Subs-05396/?utm_campaign=newsletter&utm_source=did&utm_medium=textlink

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Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: , | 1 Comentário

Quids S17: De onde vieram todos estes homens?

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 7 comentários

O computador “Magalhães”: três dúvidas: Porquê Intel? Porque pagamos o Marketing? Porquê Microsoft?

“o documento assinado entre o governo e a Intel definiu que a distribuição de 500 mil computadores pelos alunos do 1o ciclo teria exclusivamente tecnologia Intel. Apesar de existirem outros produtores mundiais especializados em computadores para crianças (como a Negroponte)”
(…)
“ficou ainda acordado que Portugal teria que envolver-se no “lançamento e promoção da Iniciativa Magalhães a nível nacional e internacional bem como no planeamento, desenvolvimento e lançamento de iniciativas de cooperação com outros países.”
Ou seja, o Governo assumiu como obrigação sua publicitar noutros países o produto comercial da Intel que seria fabricado pela JP Sá Couto. Como de facto, acabou por verificar-se com a Venezuela, a Líbia ou Angola, por exemplo. Só Hugo Chavez comprou um milhão de computadores à JP Sá Couto.”
(…)
“A Microsoft diz no seu site que “a disponibilização de licenças do seu mais recente software foi feita a custo reduzido.”

No que respeita ao combate à infoexclusão, o programa Magalhães é um rotundo sucesso, merecidamente citado enquanto tal por várias entidades internacionais. Mas esse sucesso não nos deve fazer esquecer os seus erros e lacunas, especialmente porque este programa não pode estar esgotado e tem que ser renovado todos os anos, entregando novos computadores às crianças que todos os anos ingressam no sistema de ensino.

São vários os pontos de falha que encontramos no “Magalhães”:

1. A Intel é a detentora em mais de 90% do mercado mundial de processadores. O “Magalhães” é uma variante do seu computador “Classmate” que a multinacional norte-americana tem procurado vender em todo o mundo, esmagando sem grande pudor os seus adversários, como o “One Laptop per Children” (OLPC) da fundação não-lucrativa de Negroponte, um prestigiado académico, que optou por equipar os seus computadores não com o processador da Intel, mas com um processador da sua derradeira rival sobrevivente, a AMD. O OLPC corre também uma variante do Linux, enquanto que os clones Classmate, como o “nosso” Magalhães são concebidos para correr os sistemas operativos de outra multinacional norte-americana: a Microsoft.

2. Como sucede tantas outras vezes: o Governo português não soube estar à altura da dignidade do Estado que representa nas negociações com a Intel e a Microsoft. O Primeiro-Ministro José Sócrates não hesitou em fazer-se fotografar assinando protocolos com executivos de segundo plano das empresas americanas, quando para preservar a dignidade do Estado que representa devia ter deixado essa oportunidade para um diretor geral ou – no máximo – para um Secretário de Estado. E sobretudo, a consagração contratual que seriam os nossos impostos a financiar as campanhas de marketing de duas muito prósperas multinacionais norte-americanas é – no mínimo – patética! Não basta já pagar a estas cada componente e licença vendida, mas também temos que pagar e fazer marketing a seu favor no estrangeiro! É como se quando comprássemos um apartamento, ficássemos também com a obrigação contratual de vender os outros que o construtor ainda não conseguiu vender! Ridículo!

3. Por fim, não compreendo porque todos os Magalhães têm que ter cópias do sistema operativo comercial da Microsoft e do seu Office. É certo que a distro de Linux portuguesa também está presente em cada Magalhães, mas porque pagar mais (mais do que um cêntimo) por um sistema operativo comercial quando um gratuito já está instalado nele? Que interesses servis se cumprem aqui? Compreende-se bem o interesse da Microsoft em arregimentar futuros utilizadores dos seus sistemas inseguros, instáveis e caros (veja o preço da nova versão do Vista: Windows 7), mas é difícil perceber porque é que os Magalhães não foram entregues com o Caixa Mágica e a versão gratuita de Office conhecida como “OpenOffice”. Difícil, a menos que se quisesse mesmo dar dinheiro do Estado à Multinacional americana a todo o custo…

Fonte:
Luís Rosa
Jornal Sol, de 18 de dezembro de 2009

Categories: Educação, Informática, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

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