Daily Archives: 2010/01/02

Se quiser (e puder) já pode comprar um Sukhoi Su-27UB

Sukhoi Su-27UB (http://cavok.com.br)

A empresa privada norte-americana “Pride Aircraft” está a vender dois antigos Sukhoi Su-27UB da força aérea ucraniana. Os aviões (construídos em 1990) foram preparados para venda num hangar em Chicago e têm poucas horas de voo tendo sido antes completamente revistos na Ucrânia entre 2007 e 2008, tendo sido dados como prontos em agosto de 2008. Foram depois pintados, desmontados e enviados num An-124 para os Estados Unidos.

Ainda que os dois Sukhoi tenham sido colocados à venda em plena época de recessão económica nos EUA, sem dúvida que continuam a existir aqui aficionados da aviação com poder de compra mais do que suficiente para comprar um destes aparelhos… Certamente que não faltará muito tempo até que um deles tenha sido vendido e… Esteja a voar nas mãos de um qualquer particular.

Fonte:

Air Forces Monthly, dezembro de 2009

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Sobre o concurso “Light Attack Armed Reconnaissance” da USAF

O Embraer EMB-314 Super Tucano, um dos concorrentes ao LAAR (www.copswiki.org)

A USAF recebeu o financiamento inicial para o programa de 2 biliões de dólares que será o responsável pela aquisição de 100 Light Attack Armed Reconnaissance para operações irregulares como aquelas que a USAF cumpre no Iraque e no Afeganistão. O LAAR deverá estar operacional até 2013, apenas um ano depois das primeiras entregas.

Entre os aviões já propostos à USAF estão o At802U, o Alenia Aermacchi M-346, o Embraer EMB-314 Super Tucano, o Hawker Beechcraft AT-6L e o Pilatus PC-6 Porter.

A USAF quer um aparelho que tenha um custo de hora inferior aos mil dólares. Um avião de combate como o F-16C custa 7 mil dólares e o F-15E 44 mil.

O LAAR deverá ter uma ou duas metralhadoras de 7,62 mm duas bombas guiadas de 227 kg e capacidade para levar lançadores de rockets ou o míssil ar-terra Hellfire.

O programa LAAR poderá ser uma forma de vermos aviões brasileiros na USAF, depois destes estarem já nos EUA, sendo operados pela empresa de mercenários Blackwatter, mas agora de uma forma mais “oficial”… Este concurso é vital para manter na USAF o tipo de apoio aéreo de proximidade que o A-10 disponibilizava e que agora – com a sua iminente saída de serviço – se está a perder, para insatisfação dos comandantes no terreno (no Iraque e no Afeganistão) que ressalvam a necessidade de um aparelho – simples e barato – que possa ser empregue em abundância e com menos reservas do que aviões mais sofisticados e difíceis de manter como aqueles que restarão no inventário da USAF, após o último voo do A-10.

Fonte:
Air Forces Monthly, dezembro de 2009

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QuidExtra!: Avalie o seu conhecimento da heresia prisciliana

Como prometido nas novas regras…

Cá vai um QUID EXTRA !

Ainda meio experimental, pelo que peço que sejam condescentes com eventuais anomalias mas…

valendo já os 3 pontos da regra!

NOTA: Usem os vossos nicknames habituais neste QuidExtra!

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100% ou se tendo passado mais de 48 horas, ao participante que recolher melhor classificação.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 14 comentários

Sobre o envididamento público da República

Estão criadas todas as condições para que 2010 venha a ser para Portugal um ano ainda mais difícil do que 2009. O Desemprego deverá ultrapassar os 15% e o Governo já não tem a escassa “rede orçamental” que conseguiu ter no ano passado… A governação por minoria será capaz de reger o destino de um país que atravessa a maior crise económica das últimas décadas e que terá para o ano a maior taxa de desemprego JAMAIS registada em Portugal?

Os níveis galopantes do endividamento público parecem impor o estabelecimento de medidas de contenção orçamental draconianas, as últimas agora possíveis depois do agravamento desbragado da carga fiscal pelo primeiro Executivo de Sócrates e depois da venda de património do Estado pelo governo PSD Fujão Barroso-Ferreira Leite. Assim, quando a CIP vem alertar para a necessidade do regresso de medidas como aquelas que o FMI impôs em Portugal na década de 80 é difícil não concordar com os patrões portugueses…

O próximo ano tem todas as condições para ser economicamente ainda mais difícil e para, consequentemente, ser um ano de grande contestação nas ruas, com greves nos setores onde estas ainda são possíveis (Estado e empresas públicas) e com um agravamento da pressão dos empresários sobre os direitos laborais e humanos dos seus funcionários, potenciado pela redução das facturações e pelo agravamento do Desemprego.

Em tal ambiente, mandaria o bom senso que Governo e oposição se metessem de acordo e estabelecessem não uma coligação, mas pelo menos um “pacto de regime orçamental”, isto é, um consenso que permitisse erguer um orçamento que fosse do acordo do bi-partido que nos rege com tanto (in)sucesso desde 1976, mas que permitisse ao Governo pelo menos alguma folga até que a recessão amaine nos nossos principais parceiros comerciais e, sobretudo, em Espanha. Este orçamento tem que ser realista e contido, sem as loucuras despesistas do “novo aeroporto” nem do TGV e prioritizar a saúde das contas públicas e, sobretudo, a dívida das empresas publicas.

Como bem sublinham os gestores privados, de João Salgueiro a Ferraz da Costa, Cavaco Silva, eleito precisamente pelos seus supostos pergaminhos como “economista” recolhe uma parte da culpa pelo estado das finanças públicas e pelo endividamento da República por “não ter contribuído para o esclarecimento dos grandes problemas estruturais das Finanças Públicas e da economia portuguesa”. O seu silêncio e demissão de responsabilidades neste assunto (acrescidas agora que estamos num governo minoritário) e em tantos outros com os silêncios majestáticos ou seráficos a que nos habituou representam uma demissão das suas responsabilidades e deveres enquanto PR e justificam a sua impopularidade recorde.

Portugal não pode continuar com a dívida pública – direta e indireta – acima de 100% e com o endividamento externo na vizinhança dos 100% do PIB. Esta situação ameaça o rating do país e aumenta os juros que o país tem que pagar quando contrai empréstimos no exterior. Há que agir assim em duas vias: reduzir draconicamente os empréstimos ao exterior e para isso a interrupção de todas as obras faraónicas é imperativa e reduzir as importações e para isso ou se congelam os salários (o meu está congelado há 3 anos) ou todos reduzimos os nossos níveis de consumo de produtos importados, preferimos nas nossas compras uma “escolha consciente” e privilegiamos produtos nacionais, ecológicos e sustentáveis, preferencialmente locais. Cortar para sobreviver, enquanto concentramos as importações nas muito mais meritórias importações de ferramentas e bens que nos libertem da dependência das importações. É preciso relocalizar a nossa indústria, reavaliando a reinstauração de um “neoprotecionismo” ético e que reponha a justiça em práticas de dumping laboral e ambiental e que em simultâneo sirva para repor a produção industrial nacional assim como o equilibro da Balança de Pagamentos.

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1449883

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 7 comentários

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