Daily Archives: 2009/12/23

Bom Natal!

A todos os amigos que vão passando por este espaço e que precisamente por o fazerem dão razão de ser ao Quintus, Obrigado!

Listando apenas os mais recentes:

Mário Nunes, Hetau, Fadrini, Carlos Argus, HSMW, Daniel de Souza Telles, Paulo39

e os mais fiéis dos Quideiros:

Odete, Pedro Nunes no Mundo, Biriades Cartagúlio, Fairwind, 7oninho, Deltóide Latejante, Lusitan,  Darth Vader

E a todos os outros:

Bem Hajam!

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A NASA e a agência espacial europeia (ESA) estabeleceram uma estratégia conjunta para a exploração robótica de Marte


(O rover marciano ExoMars em http://www.esa.int)

A NASA e a agência espacial europeia (ESA), de que Portugal faz parte  estabeleceram uma estratégia conjunta para a exploração robótica de Marte. A iniciativa conjunta foca-se por enquanto em 2016 e 2018 e deverá incluir várias atividades, incluindo landers e orbiters que serão capazes de realizar uma série de missões, entre as quais investigações de astrobiologia, geológicas, geofísicas, climatológicas. No mesmo âmbito da mesma parceria, a ESA e a NASA pretendem recolher amostras do solo marciano e levá-las para Terra, algo que deverá acontecer antes de 2025.


(A Mars Sample Return da década de 2020 em http://www.esa.int)

Esta será a “Mars Sample Return” que vai incluir nada mais nada menos do que uma flotilha de cinco naves: um estágio de transferência Terra-Marte, um orbitador marciano, um módulo de descida, um de ascensão e um veículo de reentrada na Terra. Quando o orbitador estiver numa órbita de baixa altitude em torno de Marte, o módulo de descida será libertado e descerá até à superfície marciana. No solo, o módulo recolherá amostras com um peso total de 500 gramas, que serão carregadas num módulo de ascensão. Este módulo será depois lançado de encontro ao veículo de retorno à Terra.

A aterragem na atmosfera marciana será realizada com um sistema de airbags, idêntico ao do rover ExoMars, de 2018, que também está a ser avaliado para o regresso à Terra do veículo de retorno.

Atualmente, espera-se que esta missão seja lançada entre 2020 e 2022 e representará um momento histórico na exploração de Marte e do sistema solar, se conseguir trazer para a Terra a primeira amostra de um solo de um outro planeta.

Fonte:
http://www.spaceref.com/news/viewsr.rss.html?pid=32797

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Quids S17: Que filme é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Campanha de Natal do MIL: www.kiva.org

Estamos em época natalícia, que, para além de todas as religiões e credos, é uma época de partilha e generosidade. Neste ambiente, o MIL estabeleceu com a Kivaum grupo de solidariedade de micro-crédito.

Esta Organização Não Governamental possui uma extensa rede de organizações estabelecidas localmente, em países em vias de desenvolvimento e que através do regime do micro financiamento permite que empreendedores estabeleçam as suas atividades empresariais, fornecendo-lhes meios para sair da pobreza e contribuir assim para o desenvolvimento económico e social das suas comunidades locais. O sítio da Kiva (http://www.kiva.org) possui todas as informações adicionais sobre as suas iniciativas, e uma lista de organizações locais com quem trabalha, estando entre elas duas moçambicanas: http://www.kiva.org/about/partners/

O convite que fazemos aos membros e simpatizantes do MIL é que:

1. Adiram à Kiva, registando-se e assim contribuindo para este sistema de micro crédito https://www.kiva.org/app.php?page=register de méritos internacional reconhecidos e que escolham um empreendedor ou negócio de Moçambique (o único país lusófono por enquanto representado).
Na adesão, podem aderir ao grupo que o MIL criou:
http://www.kiva.org/community/viewTeam?team_id=110342.

2. Que os membros do MIL que conheçam ONGs de créditos reconhecidos as sugiram à Kiva para que esta possa expandir as suas iniciativas a outros países lusófonos:
http://www.kiva.org/about/pic


Para saber mais sobre a Kiva:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kiva_(organização)
http://articles.latimes.com/2007/oct/18/business/fi-kiva18
http://select.nytimes.com/2007/03/27/opinion/27kristof.html?_r=1
http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/28/kivaorg/

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
(www.movimentolusofono.org)

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Sobre a crise dos Estaleiros de Viana do Castelo e as LFC “Lanchas de Fiscalização Costeira”


(a LFC “Lancha de Fiscalização Costeira” a construir nos Estaleiros de Viana do Castelo em http://www.envc.pt)

Os últimos estaleiros navais portugueses estão em dificuldades. A rejeição do navio “Atlântida” pelo governo açoriano devido à sua incapacidade de navegar à velocidade contratada de 18 nós (a sua velocidade máxima é de apenas 16,6), um problema provocado por uma má concepção do navio que está a colocar em causa a viabilidade financeira dos ENVC pode representar o “golpe final” na empresa. Não são “apenas” 900 postos de trabalho que estão ameaçados. Depois da evaporação de extensos setores da atividade industrial deste país, é agora o que resta (que já não era muito) do histórico setor da construção naval que agora querem deixar também deslocalizar?

O governo português não pode deixar morrer estratégico setor da construção naval. Não com a extensa Zona Económica Exclusiva que temos: é patético ser um país atlântico, com tanto Oceano (e recursos submersos) e não ter um único estaleiro naval. Já basta não ter dos melhores portos da Europa (Lisboa e Sines) e não ter praticamente marinha mercante – abatida nas últimas duas décadas – mas não termos estaleiros é realmente demais.

A recusa do “Atlântida” é apenas um ponto focal que agravou a situação dos ENVC até ao ponto da pré-rutura, mas a recessão global e a concorrência tantas vezes desleal dos estaleiros asiáticos e chineses contribuíram decisivamente para erodir a carteira de clientes dos estaleiros de Viana. Cabe agora ao Estado o essencial papel de salvar os últimos estaleiros nacionais dignos desse nome, compensando o dumping provocado pelos estaleiros asiáticos e a abertura de fronteiras que decorreu da entrada na UE. Atualmente, os ENVC dependem sobretudo de contratos militares, nomeadamente de 2 NPOs em fase final. O Estado tem o dever nacional de desbloquear a construção prevista dos dois NCP (Navios de Combate à Poluição) e colocar em andamento o projeto de construção de 5 lanchas de fiscalização costeira (LFC) e optar pela construção das 3 adicionais já previstas, de forma a garantir a sobrevivência dos estaleiros até pelo menos 2014. O projeto das LFC deverá ser realizado em parceria com um estaleiro alemão, de forma a evitar os problemas sérios de concepção que afetaram a construção do “Atlântida”. No total, estes contratos representaram mais de 500 milhões de euros e são essenciais à sobrevivência dos ENVC, importa assim que parem com as hesitações e que se prossiga no rumo (lento) da substituição dos nossos meios navais, obsoletos ou raros na sua generalidade por meios modernos e fabricados em Portugal.

Mas mesmo que o governo desbloqueie o projeto dos LFC e decida iniciar a construção dos NCP isso não resolve a totalidade do problema dos ENVC, já que estes projetos ocupariam apenas metade da capacidade industrial dos estaleiros… encomendas civis precisam-se… Navios para a Marinha Mercante que deixámos deslocalizar, para as Pescas que deixámos que a União Europeia nos destruísse, etc, etc… Algo que tem que mudar rapidamente, já que desde 2007 que os estaleiros não assinam novos contratos com entidades civis! Há que esperar que a recessão global passe e que regressem as encomendas, criando mecanismos de estímulo à reconstituição de uma marinha mercante e de um setor pesqueiro de longa distância verdadeiramente nacionais, que passados que sejam estes anos de crise (onde a construção militar terá que suprir este hiato) as encomendas regressem e se assegure a sobrevivência desta empresa crítica para os interesses nacionais.

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