Daily Archives: 2009/12/16

Quids S17: O que é isto? (nome exato)

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 15 comentários

A “Petição CONTRA as comissões sobre Levantamentos em ATMs (Multibanco)”: O Fim da Novela da Banca contra os utentes do Multibanco?

Por volta do ano 2000 – quando alguns ainda temiam o fim do mundo provocado pelo então famoso “Bug do ano 2000” – criei a petição “Petição CONTRA as comissões sobre Levantamentos em ATMs (Multibanco)” que foi alvo de diversos reenvios por correio eletrónico ao longo dos anos, artigos na imprensa (Destak, Expresso, etc.) e que chegou nomeadamente à Assembleia da República, dando origem a um Projeto-Lei do PCP. Agora, com o ressurgimento da questão pela via da aparição de uma taxa por parte dos comerciantes a quem faça pagamentos por cartão, a “taxa ao Multibanco” reapareceu. É verdade que a maioria dos comerciantes não parece pretender aplicar esta taxa, mas esta nova abertura para o pagamento de uma taxa por parte dos comerciantes recordou a muitos a anterior manobra dos Bancos para a imposição de uma taxa aos pagamentos por Multibanco.

Inicialmente, e perante o ressurgimento desta questão o ministro Teixeira dos Santos começou por prometer legislação contra as taxas no Multibanco. Depois, disse que iria apenas “usar” a CGD para impedir as taxas, instruindo-a para não as aplicar e assim, pela via da concorrência, bloquear eventuais taxas por parte da Banca privada. Mais recentemente, numa política de navegação à bolina clássica da governação PS “pós-fase autoritária”, eis que la se legisla de forma a impedir que a Banca venha eventualmente a impor tais taxas.

Será então o fim de uma novela que os Bancos começaram na década de 90 com as primeiras tentativas (por parte do BCP) para imporem uma “taxa ao Multibanco” quando o levantamento fosse feito numa ATM de um outro Banco. A atual barreira legal vai parar com movimentações bancárias que estavam agora a ressurgir novamente com a alegação de que “somente em Portugal é que não se pagam estas taxas”. A comparação é obviamente falaciosa. Não se pode comprar o grau de desenvolvimento económico dos países do norte da Europa com o português, nem se pode escamotear as reduções de pessoal e de custos de funcionamento que a Banca logrou com a generalização do Multibanco: experimente ir hoje pessoalmente a um balcão de qualquer Banco e aposto que dificilmente será atendido em menos de meia hora. Isso era inaceitável há apenas alguns anos… O sistema Multibanco representa uma escala fantástica de poupanças para os Bancos e logo é ridículo e fruto de uma enorme desfaçatez invocar os seus “custos” para alegar a necessidade de impor uma dada taxa, esquecendo de forma imoral todas as poupanças que tal sistema concede à Banca.

Fonte:
http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1421662http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1401538

Categories: Portugal, Sociedade Portuguesa | Etiquetas: | 36 comentários

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