Daily Archives: 2009/12/07

Os sulfitos oceânicos: uma riqueza oculta sob os oceanos e… uma possível fonte de riqueza para Portugal

Os grandes fundos oceânicos – que ocupam dois terços da superfície do globo – são ainda hoje menos conhecidos que a superfície da Lua. Atualmente, não há mais do que pouco mais de dez engenhos capazes de explorar de perto esta imensa extensão. Mas é aqui que residem algumas das maiores riquezas minerais do planeta.

Atualmente, a De Beers, o maior produtor mundial de diamantes já recolhe metade da sua produção anual de explorações offshore, a mais de 200 metros de profundidade e ao largos das costas da África do Sul. E por outro lado, é já hoje relativamente comum extrair petróleo e gás natural a mais de 1500 metros de profundidade. Mas trazer para a superfície materiais sólidos a partir de tais (ou maiores) profundidades continua a ser extremamente difícil.

Os materiais mais interessantes são os sulfitos oceânicos, minerais que resultam da combinação do enxofre com dezenas de minerais. A fonte dos sulfitos é aquilo que se chamam de “fumarolas” que expelem um fluido de elevada acidez a altas temperaturas contendo numerosos minerais, recolhidos quando os fluidos atravessam as rochas vulcânicas e sedimentares do fundo do oceano e do manto terrestre. Quando este fluido alcança as frias águas do fundo do oceano, isso leva ao depósito desses minerais formando chaminés podem alcançar os 40 metros e pouco depois de atingirem esta altura, desmoronam-se e formam montes de escombros que, algum tempo depois, são penetrados por novas chaminés em formação. Estes montes podem alcançar centenas de metros de diâmetro e dezenas de metros de altura compostos de concentrações muito elevadas de minerais, a taxas impossíveis de encontrar noutros locais. A título de exemplo, as melhores minas de cobre do Chile têm concentrações de 0,5%, enquanto que nestes montes submersos, podem existir concentrações de mais de 10%… E há indícios de que são comuns as concentrações de 20% de zinco, 25% de ferro, etc… Atualmente conhecem-se quase três centenas destes locais, mas trata-se apenas da ponta do icebergue, havendo certamente milhares ou dezenas de milhar esperando serem descobertas.

Solwara 1 será o primeiro local de mineração de sulfitos. Trata-se de um projeto da empresa canadiana Nautilus Minerals e estender-se-á por uma área com mais de 11 hectares numa zona muito rica em cobre e ouro situada ao lado das águas territoriais da Papua-Nova Guiné e a uns impressionantes 1700 metros de profundidade. A instalação deverá entrar já em atividade em 2011.

A inauguração da Solwara 1 vai também recordar as preocupações sobre o impacto ecológico deste tipo de explorações mineiras marítimas. Estas preocupações são plenamente justificáveis porque se acredita que estas fumarolas podem ter sido o berço da vida na Terra. A maioria das criaturas que aqui existem desde aos vermes gigantes aos moluscos e caranguejos mais ou menos exóticos. Todos são muito mal conhecidos e há ainda muitas espécies por identificar. Um tal património natural e genético não pode ser perdido… É assim imperativo criar um sistema internacional de monitorização destes fundos e que garanta (como promete a empresa canadiana) que toda a água recolhida do fundo do oceano é aqui reintroduzida, de forma a evitar a perturbação da coluna de água. No caso da Solwara 1, a empresa garante que dos dois montes submarinos apenas um será explorado de cada vez.

Estamos assim à beira de uma nova época de exploração dos recursos oceânicos. Esperemos que se tenha aprendido com a ruinosa exploração mineira dos últimos séculos… Neste sentido é absolutamente crucial estabelecer instituições internacionais – ligadas à ONU – que vigiem e tenham poder para forçar as empresas a cumprir regras que – de facto – ainda não estão estabelecidas e que a comunidade científica tem que elaborar. Esta questão é especialmente importante, porque vamos a tempo de definir esta grelha legal, necessariamente internacional e consensual entre agentes e interesses ambientais.

A questão dos sulfitos e da exploração dos mesmos diz muito a Portugal. Algumas das fumarolas já conhecidas situam-se ao largo dos Açores e são apenas uma pequena parcela de um total que deverá existir na nossa extensa Zona Económica Exclusiva. Trata-se de um recurso essencial para o país, a prazo, porque o esgotamento de alguns dos minerais no mundo, nas minas convencionais se prevê para daqui a menos de 50 anos (caso do ferro) e estes recursos marinhos – se bem explorados – podem revelar preciosos para um país que nunca foi conhecido pela riqueza dos mesmos… Assim os saibamos aproveitar sem dar a parte de leão a corporações estrangeiras!

Fonte:
Science & Vie, outubro de 2009

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Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia, Economia, Portugal | 14 comentários

Quids S17: Que jogo é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 6 comentários

Proposta MIL: “Banco de Desenvolvimento Lusófono”

Tendo em consideração que:
a) o aprofundamento das relações institucionais, culturais, económicas e sociais entre os Estados membros da CPLP tem que ser claramente assumido como preocupação e objetivo prioritário dos respectivos Governos e como condição necessária da promoção da paz e do bem estar social dos seus cidadãos;
b) as profundas desigualdades económicas e sociais que ainda caracterizam o espaço lusófono, e a dimensão da atual crise económico-financeira planetária, exigem dos governantes dos Estados membros da CPLP a definição de uma estratégia comum de cooperação e de uma conjugação de políticas de longo prazo que, no campo económico e no da promoção do desenvolvimento social, se não subordinem ao imediatismo do ‘desenvolvimento financeiro’ e à vertigem da ‘competição global’ induzida e conduzida pelo discurso e pelos interesses do capitalismo dito neo-liberal, mas que visem a criação das condições para uma verdadeira gestão equilibrada e de longo prazo dos recursos naturais, para um desenvolvimento ecologicamente sustentado e para o reforço de uma sociedade livre onde a pobreza seja uma memória e não uma fatalidade;
c) o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO considera que é no quadro do respeito pelos valores essenciais da cultura lusófona e do seu humanismo universalista que se podem e devem buscar alternativas viáveis à crise do actual ciclo de civilização economicista e tecnocrático, para tornar possível a emergência de uma outra globalização, a do desenvolvimento das plenas possibilidades humanas e da harmonia ecológica, assente na utilização partilhada, responsável e democrática dos actuais recursos materiais, económicos e tecnológicos;
d) o MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO considera essencial assegurar o predomínio da ética e da política sobre a economia, de modo a que a produção e distribuição da riqueza visem o bem comum e a satisfação das necessidades básicas das populações, para o que se torna imperativo explorar as potencialidades de formas de organização económica cujo objectivo fundamental não sejam, meramente, o crescimento desgovernado e o lucro financeiro a todo o custo;
e) não existem ainda, a nível da CPLP, estruturas intergovernamentais capazes de dar resposta eficaz às necessidades de planeamento, partilha de saberes e experiências, e acesso ao crédito e ao micro-crédito por parte das famílias, das pequenas comunidades e dos projectos locais de valorização de uma economia respeitadora de recursos e de pessoas, ou sequer de auxiliar consistentemente a sustentabilidade dos Estados e regiões mais desfavorecidos e a articulação das economias dos Estados lusófonos numa rede ecológica e humana de economias locais auto-organizadas e sustentáveis;

Entende o MIL que
Se torna necessária a conjugação de esforços dos Governos e o empenhamento dos cidadãos da comunidade lusófona na criação de uma estrutura financeira institucional de fins não lucrativos com a participação de todos os Estados que atualmente integram a CPLP, ao serviço das políticas de cooperação e envolvimento que os Governos desses Estados não podem deixar de definir em conjunto, no âmbito das aspirações comuns que presidiram à constituição e justificam o progressivo e permanente reforço da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Uma tal estrutura financeira terá o objetivo e a missão de, em todo o espaço lusófono, prosseguir o desenvolvimento equilibrado e sustentado das sociedades dos países-membros, o combate à exclusão social e à pobreza, a criação de condições para a melhoria da qualidade de vida das populações lusófonas, onde quer que estas se encontrem, e a contribuição para a integração das economias dos países da CPLP.
Para tal, é indispensável a criação das condições técnicas, financeiras e humanas para que essa estrutura financeira possa estimular e dar apoio efectivo a projectos públicos ou em parceria público-privada, em qualquer dos Estados-membros da CPLP, que contribuam para concretizar os objectivos de aprofundamento da integração das economias da CPLP, que apresentem garantias de solidez do ponto de vista económico, financeiro, técnico e ambiental e que sejam susceptíveis de atrair fontes de financiamento complementares, designadamente privadas.
Uma tal instituição apenas poderá ser constituída com a participação directa dos Estados-membros da CPLP, de forma a permitir o necessário acesso ao crédito nos mercados financeiros internacionais nas melhores condições; não visando o lucro, poderá por sua vez conceder crédito em boas condições, em permanente ligação aos Governos dos países da CPLP e a instituições financeiras públicas e privadas, agências de desenvolvimento, ONGs e fundações privadas do espaço lusófono.

Assim,
– Requeremos aos Governos da CPLP que assumam o compromisso da criação de uma estrutura financeira institucional lusófona de suporte a um horizonte comum de envolvimento e cooperação entre os povos e as economias da lusofonia;
– Requeremos aos Governos da CPLP a construção comum de uma alternativa lusófona ao já existente “Banco do Sul”, lançado por Hugo Chávez e que além da Venezuela, agrega também Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai e o lusófono Brasil, de uma alternativa lusófona a esta abordagem estritamente sul-americana da política externa brasileira.
– Requeremos aos Governos da CPLP o empenhamento claro num projecto de longo prazo que aprofunda os laços económicos e sociais entre os povos da lusofonia, que abre novas alternativas de financiamento onde as outras se encontrarem indisponíveis, que tem como prioridade o foco no desenvolvimento humano e não apenas os critérios do lucro ou do crescimento bruto das economias, sem ter em consideração a repartição da riqueza ou a qualidade de vida e direitos cívicos e humanos dos cidadãos.
– Requeremos aos Governos da CPLP o empenhamento consistente na criação de um verdadeiro banco de desenvolvimento que promova o envolvimento das populações e a integração, à escala humana, das economias dos seus países – o empenhamento na criação e na condução partilhada de um Banco de Desenvolvimento Lusófono.


MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
(www.movimentolusofono.org)


MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO (www.movimentolusofono.org)
(blogue: www.mil-hafre.blogspot.com)
(facebook: http://www.facebook.com/group.php?gid=2391543356)

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico que conta já com mais de um milhar e meio de adesões, de todos os países da CPLP.

Se quiser aderir ao MIL, basta enviar um e-mail: adesao@movimentolusofono.org
Indicar: nome, e-mail e área de residência.

MIL-COMISSÃO EXECUTIVA:
António José Borges, Casimiro Ceivães, Eurico Ribeiro, José Pires F., Renato Epifânio (porta-voz) e Rui Martins.
MIL-CONSELHO CONSULTIVO:
Alexandre Banhos Campo (Galiza), Amândio Silva (Portugal), Amorim Pinto (Goa), Artur Alonso Novelhe (Galiza), Carlos Frederico Costa Leite (Brasil), Carlos Vargas (Portugal), Fernando Sacramento (Portugal), Francisco José Fadul (Guiné-Bissau), Jorge Ferrão (Moçambique), Jorge da Paz Rodrigues (Portugal), José António Sequeira Carvalho (Portugal), José Jorge Peralta (Brasil), José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde), José Manuel Barbosa (Galiza), Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil), Luís Costa (Timor), Manuel Duarte de Sousa (Angola), Miguel Real (Portugal), Miriam de Sales Oliveira (Brasil), Nuno Rebocho (Portugal), Octávio dos Santos (Portugal), Paulo Daio (São Tomé e Príncipe), Paulo Pereira (Brasil) e Vitório Rosário Cardoso (Macau).

Contacto: 967044286

Categories: Economia, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | 8 comentários

Revelações (ou não) made in NASA no “Incidente OVNI de Kecksburg”

Um dos incidentes OVNI mais conhecidos teve lugar na cidade de Kecksburg, na Pensilvânia a 9 de dezembro de 1965. Foi este o dia em que alguns dos residentes desta pequena cidade norte-americana viram uma bola de fogo atravessando os céus noturnos. Os relatos da época descreviam um objeto do tamanho de um janto Jumbo e parecia ter feito uma aterragem controlada num bosque próximo. Falava-se também que militares tinham isolado a região pouco depois e que algo tinha saído dali num camião militar e oculto sob uma lona.

Para procurar esclarecer o que se passou em Kecksburg, a jornalista nova iorquina Leslie Kean encetou um processo judicial para obter do Governo toda a documentação necessária. O processo começou em 2002, com um pedido formal de um “Freedom of Information Act” (FOIA), de forma a obrigar o Governo a entregar toda a informação existente nos arquivos governamentais. O processo haveria de resultar em 2003 num segundo processo contra a NASA, acusada pela jornalista de ter bloqueado a entrega de documentos a propósito deste incidente OVNI. Em outubro de 2007 a NASA acabaria por acordar em entregar centenas de documentos relevantes a este caso, numa busca interna que só terminaria em agosto de 2009.

O documento resultante das fontes da NASA seria intitulado “Conclusão do Processo contra a NASA – Referente ao caso OVNI de Kecksburg de 1965” e detalha todas as peripécias do processo judicial, assim como a conclusão da busca depois do acordo judicial de 2007.

O relatório conclui que muitos ficheiros não foram localizados ou que foram pura e simplesmente destruídos. As conclusões do relatório abordam também o já conhecido “Project Moondust”, uma espécie de agencia governamental que lida com a recuperação de todos os objetos espaciais de origem não norte-americana e vários documentos provam a ligação da NASA à recuperação e exanimação destes objetos.

A jornalista depois de ter estudado a documentação libertada pela NASA concluiu que algo caiu de facto em Kecksburg e continua a acreditar que existe uma considerável probabilidade de se tratar de um objeto de origem extraterrestre. Não exclui contudo, a possibilidade de se tratar de um projeto ultrasecreto dos EUA ou de outra nação, mas não dá a esta tese muita substância, segundo o relatório da NASA sobre a análise o lixo orbital que poderia (ou não) ter caído em Kecksburg. Esta informação é corroborada pelos dados do “U.S. Space Command” e da Agencia Espacial Russa que apontam para que o que caiu em Kecksburg não era nem um satélite soviético. Se não era soviético, só poderia ser “made in usa” ou… Alienígena. Mas se era norte-americano então porque é que essa origem permanece secreta mais de 40 anos depois? Uma pergunta que só reforça a possibilidade extraterrestre. É claro que poderia ser um teste militar ultra-secreto, evolvendo mortos ou motores nucleares (como os NERVA ou Kiwi que estavam então a ser desenvolvidos em segredo), a radioatividade, a morte de militares poderia explicar o secretismo…

A origem natural do objeto está aparentemente excluída, já que logo nos primeiros relatos as diversas testemunhas afirmavam que o objeto atravessara o céu, virando subitamente sobre Kecksburg e abrandando depois a velocidade realizando uma aterragem controlada na floresta. Mais tarde, outras múltiplas testemunhas (diferentes das primeiras) observaram um objeto metálico em forma de bolota semi-enterrado no solo. E a rápida recuperação do mesmo por um grupo de homens uniformizados indica que se tratava de algo muito importante. Cápsula espacial experimental ou… OVNI, fica ao critério do leitor. Eu já fiz a minha escolha.

Fonte:
http://www.space.com/searchforlife/091124-kecksburg-ufo-mystery.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+spaceheadlines+%28SPACE.com+Headline+Feed%29&utm_content=Google+Reader

Categories: OVNIs | 3 comentários

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