Daily Archives: 2009/12/06

O regresso do Trabant (Trabant nT) agora… elétrico

Lembram-se do velho (e obsoleto) Trabant, o veículo emblemático da antiga República Democrática Alemã (RDA)? Bem, ele está de volta, com roupagem idêntica, mas radicalmente diferente lá dentro… O novo Trabant tem agora um motor totalmente elétrico e foi alvo de especial atenção no último Salão Automóvel de Frankfurt.

O Trabant nT, ou newTrabi, tem agora um motor de 47 kW e é capaz de alcançar uma velocidade máxima de 130 km/h. Este motor é alimentado por uma bateria de iões de lítio capaz de carregar na totalidade em menos de oito horas e que oferece ao Trabant nT um total de 160 km de autonomia. O veículo – fabricado pela Herpa – deverá estar à venda antes do final de 2012.

Fonte:
Science & Vie, novembro de 2009

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Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia | 2 comentários

A Questão de Olivença é uma “Questão Lusófona”?

É certo que Olivença está hoje tornada numa cidade de fala castelhana. Como se diz, existe ali apenas uma mão-cheia de idosos que ainda compreendem o português e um escasso grupo de neofalantes.

A estratégia de Madrid de menorizar e combater a utilização da língua nos três concelhos oliventinos conseguiu efetivamente fazê-la desaparecer numa parcela de território que à luz do Direito Internacional e dos Tratados Internacionais assinados por Portugal e Espanha é, ainda, portuguesa.

Mas a colonização (via corrente migratória) ou aculturação (via despromoção do uso do português) não é fonte de direito. Devemos então nós, portugueses, lusófonos e membros do MIL, deixar esquecer a Questão Oliventina e abrir mão para Espanha dessa parcela do nosso território?

Não defendo – naturalmente – uma “invasão” militar ou pacífica (tipo “Marcha Verde”) para Olivença, mas uma recuperação do tema nos fóruns internacionais que resolva de vez esta questão:

1. Reconhecendo a soberania de Espanha no território, em troca de concessões como o ensino obrigatório da língua e história portuguesas (cumprindo determinações recentes do Conselho da Europa);

ou

2. Reservando ao território um estatuto especial de “co-soberania”, atribuindo a Portugal e Espanha direitos iguais, mas administração efetiva a Espanha.

ou

3. Atribuindo ao território um estatuto de “Cidade Livre”, semi-independente, com soberania partilhada, no modelo andorrino.

O que Portugal e os Lusófonos não devem fazer é deixar cair a questão. Se não formos capazes de manter viva esta questão, como poderemos realizar algum esforço consistente e produtivo na defesa da Língua Portuguesa da Galiza contra as tentativas de assimilação que agora Madrid e os Espanholistas lançam sobre ela e que são ua reedição do processo de Substituição Linguística que Madrid realizou com tanto sucesso na década de 50, em Olivença?

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Fotografias do Debate Público: O Futuro da Galiza no Espaço Lusófono (5 de dezembro de 2009)

Uma sala bem composta…

José Manuel Barbosa, Renato Epifânio (moderador) e Alexandre Banhos

José Manuel Barbosa, Renato Epifânio (moderador) e Alexandre Banhos

Alexandre Banhos

José Manuel Barbosa, Renato Epifânio (moderador) e Alexandre Banhos

J. Carlos M. Fortunato, presidente da Ajuda Amiga, tomando notas…

Cuidando da parte técnica…

José Manuel Barbosa, Renato Epifânio (moderador) e Alexandre Banhos

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José Eduardo dos Santos fez uma crítica violenta à… Corrupção no seu país

O Presidente angolano disse que encontrara “timidez” no combate à corrupção. E alegou que havia gente “irresponsável” e de “má fé” nas hostes do MPLA. Eduardo dos Santos acrescentou ainda que a “tolerância à corrupção” seria a prioridade para a 15ª sessão do comité central do MPLA.

A corrupção é de facto endémica em Angola e está confortavelmente instalada em praticamente todos os escalões da Administração Publica, das empresas privadas e (sobretudo) do MPLA. Em resultado, Angola é um dos países mais desiguais do mundo e montantes crescentes resultantes do petróleo desaparecem sem deixar rasto. Estes montantes e a impunidade instalada explicam porque é que hoje Angola é tida como um dos países mais corruptos do mundo, um fenómeno a que a multiplicação de interesses e empresas chinesas em Angola, não é alheia…

A corrupção em Angola é de longe o maior obstáculo ao desenvolvimento deste país lusófono e enquanto existir aqui uma plutocracia muito abastada (liderada desde logo por Eduardo dos Santos e pela sua filha Isabel) este tipo de discursos sofrerá sempre de falta de credibilidade. Outro golpe na credibilidade do regime de Dos Santos é o anúncio esperado de novo adiamento das presidenciais, desta feita, para 2012. Não que se espera grande justeza numas eleições num país onde o governo controla todos os meios de comunicação, claro…

Enfim, até ver nada de novo, naquele que é o terceiro maior país lusófono e um dos poucos que, a prazo, tem condições para melhorar radicalmente o nível de vida dos seus cidadãos. Supondo que a cleptocracia que o rege não aumenta ainda mais a sua voracidade, camuflando-a com desejos pífios de “combate à corrupção”.

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Mundo/angola-presidente-quer-tolerancia-zero-do-mpla-contra-a-corrupcao_1410874?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29&utm_content=Google+Reader

Categories: Lusofonia, Política Internacional | Etiquetas: | 25 comentários

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