Daily Archives: 2009/12/05

O Renault Kangoo elétrico prepara-se ser comercializado em Portugal

O Kangoo elétrico em cmsimg.detnews.com

A versão elétrica do Renault Kangoo já percorreu os primeiros quilómetros de estrada portuguesa. O veículo estará à venda entre nós a partir de finais de 2010 a um preço idêntico ao da versão diesel.

A Renault após o Kangoo elétrico irá lançar o Fluance, e após este o Twizy e o Zoe, sendo os dois últimos veículos concebidos para serem elétricos de raiz, o que não acontece nem com o Kangoo, nem com o Fluance.

O grande problema dos carros elétricos – a lenta recarga das baterias – será resolvido neste lançamento através de um serviço de aluguer de baterias, que estarão disponíveis em vários locais do país, de forma a obviar à ainda limitada autonomia do veículo, de apenas 200 km. O veículo carrega também as suas baterias na totalidade se estiver ligado a uma tomada convencional durante oito horas, ou ainda num modo de “carregamento rápido” onde as baterias são carregadas em apenas 20 minutos, mas exigindo uma instalação especial (trifásica de 22 amperes).

A Renault estima que em termos de custos de utilização, o Kangoo elétrico será 30% mais económico que a versão diesel. Mas o veículo não é fabricado em Portugal, nem conta com tecnologia nacional, algo que devia estar nas contrapartidas para a importação destes veículos, mas não está porque a União Europeia Não permitiria tal… Resta assim apenas lamentar que os nossos gestores e investidores estejam mais ocupados a construir supermercados, centros comerciais e Bancos do que a inaugurar fábricas de veículos elétricos e baterias, duas peças centrais para os anos vindouros e para libertarem Portugal da dependência crónica dos combustíveis fósseis e de balanças comerciais desequilibradas.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1410939&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29&utm_content=Google+Reader

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O “Lusitanismo” existe mesmo?

Segundo um artigo na Wikipedia portuguesa, o “”Lusitanismo” é uma doutrina nacionalista estremenha (da Extremadura Espanhola) que defende uma união política com Portugal, para criar uma Federação Lusitana, cuja bandeira seria verde, branca e vermelha.” Este artigo é acompanhado por um artigo idêntico, mais extenso e provavelmente anterior ao português.

Esta lacónica frase é repetida – quase sem alterações – em vários fóruns e grupos de discussão na Internet, sendo usada sempre por portugueses e nunca por espanhóis ou habitantes da Extremadura.

A teoria é que tal federação permitiria reencontrar a tradição perdida da Lusitânia pré-romana, uma região de cultura e língua próprias e que sob Viriato chegou a colocar em causa o domínio de Roma na Península. Após a romanização, a província perdeu esse carácter único e latinizou-se como poucas, com excepção talvez da Bética. Mais tarde, sob os muçulmanos, terá aqui existido o “reino de Badajoz” que reunia sob a mesma bandeira territórios hoje sob administração portuguesa e espanhola da antiga Lusitânia. Existe atualmente na Extremadura um inusitado interesse pela língua portuguesa, havendo aqui mais de trinta mil alunos de português. É na também aqui que se encontram os três concelhos de Olivença, ocupados ilegalmente por Espanha desde 1801. Na Extremadura há um caracter identidário forte com a existência da “língua da Extremadura”, usada com especial incidência numa região entre o vale de Xálima (ou Jálama) e o vale do rio Ellas (ou Eljas), a noroeste da província de Cáceres.

Segundo o artigo da Wikipedia espanhola sobre o “Lusitanismo” extremenho, esta corrente de opinião estaria ativa a norte da província de Cáceres, desde San Martín de Trevejo (San Martín de Trevelhu) até Valverde del Fresno (Valverde do Fresno). O artigo reconhece que em Olivença – onde apesar de tudo ainda se fala a língua de Camões – o “Lusitanismo” não teria praticamente apoiantes.

O problema é que além destes dois artigos na pouco fiável Wikipedia (qualquer anónimo pode criar e alterar textos aqui, na maior das impunidades) e de referencias a ambos em fóruns de discussão, nada mais se encontra. Nenhum blogue, nenhum sitio da “corrente”, e sobretudo nenhuma referencia ao “Lusitanismo” nos meios de comunicação oficiais pode ser encontrada… Será que existe mesmo o Lusitanismo? E os Lusitanistas? Serão reais ou… Irmãos do Monstro do Loch Ness?

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Os MiG-29K da União Indiana

Os 16 únicos destes aviões serão entregues à Marinha Indiana, que recebeu já 4 destes aparelhos. Estes escassos 16 aviões são os únicos aviões novos que a RSK fabrica desde a década de 90, já que todos os outros foram de facto conversões a partir de aviões construídos nessa década!

Os 12 restantes aviões continuam na Rússia, a serem usados pelos pilotos indianos em treinos intensivos com a força aérea russa e esperando a muito atrasada entrega do porta-aviões INS Vikramaditya, que agora será apenas passado para a Índia em 2012.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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