Daily Archives: 2009/12/02

Debate sobre o “Futuro da Galiza no Espaço Lusófono” noticiado no PGL

O debate terá lugar no Sábado 5 de Dezembro às 15h00 na Sociedade de Língua Portuguesa de Lisboa

O debate terá lugar no Sábado 5 de Dezembro às 15h00 na Sociedade de Língua Portuguesa de Lisboa

PGL – O Movimento Internacional Lusófono marcou para o dia 5 de Dezembro, em Lisboa, um debate aberto no que se tratará do futuro da Galiza no espaço lusófono. O acto, que tenciona fazer visível a situaçom da Galiza para o resto da Lusofonia, contará com nutrida presença galega entre as pessoas convidadas.

No mês de Outubro o coordenador executivo do MIL deu umha palestra de apresentaçom da revista Nova Águia em Ourense, e em encontro posterior concretizou-se a data para a realizaçom do acto de Lisboa do dia 5 de Dezembro. Este acto, está pensado para ajudar a melhorar o conhecimento da Galiza e a sua situaçom como espaço lusófono.

As principais questons a tratar som determinar qual é a verdadeira situaçom do português da Galiza na Galiza e como a Lusofonia pode agir de jeito vantajoso para os galegos e galegas na conservaçom e impulsionamento da sua a língua e culturas. O debate terá lugar no sábado dia 5 de Dezembro às 15h00 na Sociedade de Língua Portuguesa de Lisboa, na Rua Mouzinho da Silveira 23 (junto ao Marquês de Pombal).

As intervençons dos membros do Conselho Consultivo vam ser por esta ordem:

Alexandre Banhos, ex-presidente da AGAL, falará sobre A situaçom do português da Galiza e o processo que a Galiza vive de substituiçom linguística e cultural. O problema do galego, como um jeito de ser espanhol e o seu absoluto balizamento no âmbito espanhol. A acçom lusófona na Galiza, como a necessidade de “desgaleguizar” à Galiza, é dizer desidentificar esse nome com Espanha, e deixar de contrapor a Galiza espanhola a Portugal, esquecendo qualquer ideia na relaçom mútua de hierarquia ou dependência -histórica ou sentimental-.

Banhos aponta que «o balizamento da Galiza no quadro lusófono é fulcral entender que a Galiza espanhola muito pouco tem a ver com a Galiza medieval e que desta o seu cerne está em Portugal. Os galegos e galegas só somos e seremos no mundo na nossa língua o português da Galiza, qualquer outra ideia é um miragem».

Por outra parte, os académicos Barbosa e Novelhe, preparárom duas intervençons conectadas entre si.

José Manuel Barbosa falará sobre O novo paradigma histórico da Galiza, em contraposiçom com o paradigma oficial, centralista, que foca a realidade desde o centro peninsular, apagando a Galiza da história.

Artur Alonso Novelhe falará sobre Os novos poderes hegemónicos no mundo, e como a Lusofonia e a Galiza, se deverám adaptar e criar estratégias de futuro, tendo em conta o evoluir dos novos acontecimentos.

Após as intervençons dos galegos haverá tempo para um interessante debate onde os membros do MIL esclarecerám ideias e preconceitos sobre à Galiza espanhola.

Ainda, da executiva do MIL anunciárom a possibilidade de se incorporarem outras pessoas da Galiza ao acto sempre que os membros do Conselho Consultivo da Galiza acharem que a sua intervençom, polo seu especial conhecimento, poda ajudar a cumprir o objectivo que foi marcado para o acto.

Cartaz do evento

O MIL

O Movimento Internacional Lusófono é um movimento da sociedade civil lusófona que se estende por todos os países lusófonos, e os lugares do mundo onde há um importante grupo de pessoas de língua e culturas portuguesas com qualquer das suas variedades e sotaques. O MIL tem o seu centro em Lisboa. Foi a sua criaçom um grande esforço impulsionado pola Associação Agostinho da Silva, e é o primeiro movimento lusófono que inclui à Galiza como um outro território da Lusofonia. Edita a revista Nova Águia, à venda já nalgumhas das mais prestigiosas livrarias da Galiza.

Fôrom já muitos os galegos e galegas de todo tipo de ideologias, que se aderírom ao movimento, aguardando a organizaçom que este numero venha a acrescentar-se significativamente no futuro.

Dirigido por umha Executiva que coordena o professor Renato Epifânio, dentro da Executiva há umhas parcerias especializadas dos membros em distintas tarefas e na coordenaçom dos distintos territórios e espaços lusófonos, correspondendo a Galiza ao professor Rui Martins. Aliás, o MIL dispom dum conselho consultivo na que estám pessoas de todos os países e espaços lusófonos. Rui Martins estivo na Galiza no passado verám olhando a situaçom do país e contactando com distintas pessoas das aderidas ao manifesto ou das que achava de interesse para achegar informaçom, também se dérom outros contactos realizados em Lisboa.

Resultado desse contactos a Comissom Executiva pediu a distintas pessoas da Galiza de se incorporarem ao Conselho Consultivo, figurando no mesmo neste momento os académicos da AGLP Artur Alonso Novelhe e José Manuel Barbosa Alvares, e o ex-presidente da AGAL Alexandre Banhos.

Para aderir ao MIL, basta enviar um correio electrónico para o endereço adesao@movimentolusofono.org, indicando nome, e-mail e área de residência.

Recolha Solidária

Todos os presentes deverám levar alguns livros para apoiar a campanha solidária do MIL, em parceria com a ONG Ajuda Amiga, que tenciona poder levar livros para a Guiné-Bissau.”

Fonte:

http://www.pglingua.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1570:o-futuro-da-galiza-no-espaco-lusofono-&catid=4:eventos&Itemid=72

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Querem enviar uma flotilha de sondas para Titã

Representação artística da Cassini e do Lander Huygens aterrando em Titã (http://www.phys.ncku.edu.tw)

Segundo o professor Wolfgang Fink, do Califórnia Institute of Technology em Pasadena, a exploração de Titã poderá ser conduzida não por uma única sonda, mas por uma pequena flotilha delas.

Esta abordagem permitiria aumentar o nível de redundância do sistema, em relação a uma única (e grande) sonda. Em alternativa, Wolfgang Fink, propõe um grupo de micro-sondas, todas redundantes e capazes de operar isoladamente e a partir de vários locais em simultâneo. Estas sondas-robot incluiriam software de Inteligência Artificial que lhes permitiriam tomar decisões em tempo real e sem esperar pela necessariamente lenta resposta dos centros de comando na Terra. As sondas estariam ligadas em rede, de forma a trocarem informação e a implementarem decisões tomadas pela sua IA.

No concreto, a equipa californiana está a trabalhar no conceito de uma frota a enviar ao biologicamente fascinante satélite de Saturno desvendado pelo Lander europeu Huygens e que seria formada por um Orbiter, um balão e rovers ou landers para os lagos de metano do satélite. Enquanto o orbitador permanecia em órbita, um balão captaria uma visão de altitude das montanhas, lagos e exóticos canyons de Titã. No solo, em simultâneo, os rovers ou landers, explorariam a inusitada paisagem titaniana, com os seus lagos, rios e oceanos de metano líquido. Todos estariam permanentemente ligados por rede e seria possível que o balão fosse chamado por um rover ou Lander a um local específico, de forma a captar imagens aéreas de um local especialmente interessante. De forma inversa, o balão poderia também enviar os rovers para um local interessante que identificasse a partir do ar.

Fontes:

http://autonomy.caltech.edu
http://www.jpl.nasa.gov/
http://www.spaceref.com/news/viewsr.rss.html?pid=32737

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Quids S17: Quem era este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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