Monthly Archives: Dezembro 2009

Quids S17: O que é isto? (nome exato)

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 5 comentários

A Venezuela doa 3 Mirage 50 ao Equador

Três aviões Mirage 50 foram doados pela Venezuela ao Equador e já chegaram à Base Aérea equatoriana de Taura. Estes são os primeiros de seis aparelhos que serão entregues pela Venezuela a este seu aliado bolivariano. Os aviões serão acompanhados por mísseis ainda não especificados e estão em boas condições, com excepção dos seus radares que terão que ser substituídos ou profundamente reparados.

Simultaneamente, a empresa sul africana Denel está em negociações com o Equador para lhe fornecer 12 aviões ex-sul africanos Cheetah C/D, que decorrem neste momento em torno de questões de financiamento.

Este reforço de meios visa dotar o país de uma força aérea que seja capaz de enfrentar os conflitos em que o Equador tem estado envolvido nas últimas décadas, desde o Peru – com quem as suas forças se enfrentarem na selva amazónica – à Colômbia, que em data muito mais recente esteve em estado de “pré-guerra” devido ao apoio que o Equador concede à guerrilha das FARC, situação em que a Venezuela alinhou ao seu lado e em consequência da qual estes aviões foram agora doados.

Fonte:
Air Forces Monthly, dezembro de 2009

Categories: DefenseNewsPt | Etiquetas: , | 11 comentários

Votos de um EXCELENTE 2010 a todos os que por aqui passam!

São os sinceros votos aqui do vosso Clavis!

Categories: Blogging | 5 comentários

Oito comentários ao último documentário de Michael Moore: “Capitalism, a love story”

O último filme de Michael Moore merece uma reflexão… Trata-se de uma visão crítica do Capitalismo, atualizada após o colapso financeiro de Wall Street de 2008 e a consequente recessão global que se lhe seguiu e que cobrou miséria, fome e desemprego em todo o mundo.

Não deixaremos aqui uma resenha extensa de todos os pontos abordados no filme, mas apenas os mais importantes, recolhidos em notas que fizemos numa sala que teria talvez menos de 30 espetadores, graças ao écran luminoso e teclado extensível deste velho (e não muito fiável) qtek 9100…

1. Prisões Privadas
Existem já hoje várias prisões privadas nos EUA. Estas prisões foram construídas e são exploradas por empresas privadas em regime de concessão durante extensos períodos de tempo. Neste modelo, assume-se a tese de que os privados conseguem gerir de forma economicamente mais rentável uma prisão do que o Estado. A tese é uma derivação direta e acrítica das teses neoliberais e como Moore demonstra está inquinada desde a sua mais fundamental base: como impedir que estas concessionárias subornem juizes que enviem para as prisões inocentes, em troca de “prémios” financeiros por cada novo detido? E como impedir que as empresas gestoras da prisão não estendam arbitrariamente, mas com fins comerciais as penas que cumprem os “criminosos” que são colocados à sua guarda? M. Moore dá exemplos destas contradições e arrasa com um modelo que insidiosamente se começa a introduzir também em Portugal, pela mão dos nossos neoliberais de serviço, no seio do bipartido PS-PSD…

2. Seguros de Vida empresariais
Nos EUA – e provavelmente em muitos outros países – as grandes empresas estão a fazer seguros de vida secretos aos seus empregados. Os próprios não têm conhecimento da sua existência, nem as suas famílias e sobretudo, desconhecem que em caso de virem a falecer ainda jovens, as empresas que os empregam podem encaixar vários milhões de dólares. Os patrões tornam-se assim diretos beneficiários com a morte dos seus empregados, sendo então grandes interessados em criar condições para que estes morram prematuramente e que possam encaixar milhões quando as famílias – frequentemente – com crianças menores empobreçam com a morte súbita de um dos progenitores! Se isto não é o “grau zero” de ética corporativa, então não sei o que seja…

3. Plutocracia
O filme de Michael Moore faz referencia a um memorando interno enviado pelo Citybank a uma restrita lista dos seus melhores clientes e onde o Banco referia que o sistema democrático dos EUA estava a transformar-se numa Plutocracia, isto é, num regime político onde o essencial da autoridade e do exercício de poder está nas mãos de um pequeno grupo de indivíduos extremamente abastados. O documento admite que atualmente 1% da população dos EUA tinha tanta riqueza concentrada como 95%, num tom congratulatório, evidente tendo em conta o tipo de audiência para este memorando… Mas o memorando também apontava para um risco de instabilidade: o de as massas cada vez mais empobrecidas, com empregos com menos condições e mais escasso se rebelarem contra este estado de coisas…

4. Os produtos financeiros opacos
Sem dúvida que no epicentro direto da atual recessão global se encontram os produtos financeiros que ninguém compreende na totalidade e que tendo sido completamente “virtualizados” e desligados da economia real se tornaram, de facto, imprevisíveis. Os Derivados, os Futuros, muitos Fundos de Investimento são opacos no sentido em que não se compreende claramente de que são compostos. E não é preciso ir muito longe: fale com o seu Banco, pergunte-lhes por Fundos de Investimento e depois faça a “pergunta proibida”: mas qual é a composição exata destes fundos? A maioria começará a gaguejar e – no máximo – derramarão sobre si uma torrente de palavras ocas e genéricas. Cuidado, assim, ao comprar um produto deste género certifique-se de que o vendedor sabe pelo menos o que lhe está a vender antes de comprar. Foi precisamente a falta deste cuidado que esteve na base da presente recessão global… Que 2010 não fará mais do que agravar, aliás, com novas e grandes falências bancárias iminentes nos Estados Unidos.

5. Um modelo alternativo de gestão: as cooperativas de trabalhadores
Após derramar uma tão intensa (e bem fundamentada) crítica ao sistema capitalista contemporâneo, Michael Moore, apresenta uma das várias alternativas, na forma de algumas das empresas cooperativas, bem sucedidas, que hoje existem nos Estados Unidos, estas empresas são geridas pelos seus próprios trabalhadores, que têm direito de voto no conselho de administração e que dividem entre si os lucros anualmente gerados pelo seu próprio trabalho. O modelo em si mesmo tem demonstrado a capacidade suficiente para funcionar em empresas de várias áreas de atividade, como, por exemplo com a Isthmus, uma empresa especializada em desenvolver e construir robots industriais. O conceito em si mesmo, é de facto muito interessante: resolve o problema crónico da má distribuição dos rendimentos do trabalho entre executivos e trabalhadores, ao estabelecer salários iguais e distribuição parietária de lucros, motiva todos, porque todos recebem a sua parte nos lucros gerados ou dos prejuízos resultantes de erros de gestão, votados em conjunto. O sistema instala também os mecanismos democráticos no derradeiro campo onde a democracia ainda não conseguiu penetrar: a atividade empresarial. É de certa forma paradoxal que precisamente naquele local onde a maior parte de nós passa o uma parte maioritária do seu dia (desperto) seja precisamente onde as práticas democráticas ainda não penetraram… Com as vantagens de controlo e monitorização que a Democracia oferece! Por exemplo: os desmandos dos gestores financeiros que arrastaram o mundo para a recessão teriam sido permitidos se tivessem sido levados a votos pelos seus trabalhadores? Os investimentos ruinosos (e criminosos) da dupla Oliveira e Costa-Dias Loureiro? A gestão fraudulenta da Enron e Arthur Andersen?

6. A crise do sistema educativo nos EUA
O documentário aponta claramente na direção onde reside a maior parcela de responsabilidade pelo declínio dos EUA: a crise na Educação. Esta crise responde em primeiro lugar pelo recuo da maior potencia (ainda) mundial em todas as estatísticas internacionais nesta área. O ensino dos EUA está hoje profundamente doente… Nas faculdades privadas, o dinheiro é cada vez mais o fator principal para obter uma licenciatura, nas públicas, já não é raro ver o exemplo da Caltech (na Califórnia) replicado noutras universidades públicas estaduais: aumentos de propinas de 30% até aos 600 dólares mensais e a presença de um número crescente de estudantes estrangeiros que pelas suas “extra fees” são ainda mais rentáveis para a Universidade mas que ocupam um número crescente de lugares nas salas de aula. Tudo isto é agravado por uma erosão dramática das profissões ligadas à Informática (ainda o principal símbolo do domínio tecnológico dos EUA no mundo), em que a maioria dos alunos fogem a este curso e os melhores talentos em matemática preferem carreiras no setor financeiro a carreiras científicas ou em informática. As primeiras são recompensadas com remunerações muito inferiores ao que se cobra nos meios empresariais e as segundas são cada vez pior remuneradas e forçam a horários desumanos e quase sempre a horas extraordinárias não remuneradas. Como se não bastasse, o sistema de ensino privado norte-americano baseia-se muito nos chamados “empréstimos de ensino” que agora também começaram a aparecer em Portugal e na Europa e que a troco do pagamento por empréstimo bancário da sua formação superior colocam reféns do seu pagamento milhões de jovens que dedicam os seus primeiros anos de trabalho à amortização dessa dívida!

7. No auge do quase colapso financeiro de 2008 deram-se 700 biliões a troco de nada
O sétimo e último que queria sublinhar no documentário de Michael Moore é algo sobre o qual já escrevi varias vezes, em vários fóruns: quando o governo dos EUA e tantos outros pelo mundo fora decidiram entregar biliões de dólares nas mãos dos financeiros que tinham levado os seus bancos – tantas vezes centenários – não impuseram nenhuma contrapartida. Em consequência, apenas poucas semanas depois já surgiam notícias que davam conta de reuniões de gestores da AIG em resorts de megaluxo, do pagamento de bónus milionários a gestores de bancos antes falidos, etc, etc. E grande responsabilidade desta situação cabe a Obama: a decisão de passar um cheque em branco coube à Administração Bush e aos seus membros que tinham vindo da Banca de Investimentos (e que cumpriam a sua agenda privada), mas Obama participou, anuiu e executou esta política. E além de belos discursos eloquentes, não fez ainda rigorosamente nada para travar estes desmandos com dinheiros públicos nem – sequer – para forçar os Bancos a reintroduzirem esse dinheiro na economia real quer criando moratórias de dívida para as famílias ameaçadas de despejo porque os empréstimos das suas casas duplicaram de um ano para o outro, nem para as empresas que abrem falência em catadupa por falta de empréstimos bancários. Para além de belas palavras, nada foi feito para levar a Banca a reintroduzir uma parte desses 700 biliões na Economia real, e sabe-se hoje que uma parte de Leão destes recursos (que não podem ser mobilizados uma segunda vez) foram canalizados para… O Mercado de Ações!

8. O filme de Michael Moore deve fazer-nos pensar e agir.
A atual recessão mundial – que está muito longe de ter terminado – devia fazer-nos refletir a todos sobre o modelo de economia e sociedade que queremos ter e queremos legar aos nossos filhos. Até ao momento, e mesmo depois da crise económica mais grave desde 1929, os dogmas neoliberais da Escola de Chicago continuam a dominar e a desregulação do setor financeiros é ainda quase absoluta: em consequência os desequilíbrios na distribuição de riqueza são cada vez maiores, mesmo na Europa onde o “Estado Social” tinha conseguido aplacar os seus efeitos mais perversos. Moore parece ser mais radical do que nós na “receita” que propõe para sair da recessão: uma socialização das economias… Os modelos de empresas cooperativas são sem dúvida muito interessantes, mas não são a única alternativa a um modelo organizacional esgotado e injusto ao mais alto grau porque concentra os direitos e regalias numa elite de “gestores” à custa da quase-escravização dos “colaboradores”. Entre o oito e o oitenta há muitas matizes… Falta Moral, Justiça (célere) e Democracia nas organizações onde a maioria de nós passa a maior parte do seu tempo. Todos estes fatores devem ser introduzidos na forma como desenhamos e gerimos as organizações privadas e públicas que geram o essencial da riqueza e onde a maioria de nós passa a sua vida. O documentário de Michael Moore põe a nu a necessidade urgente de uma reforma do capitalismo. Não suprimindo-o ou substituindo por modelos “pseudo-utópicos” falhados como o sovietismo ou estalinismo (não confundir com “comunismo”) mas buscando novas formas de organização das empresas e do trabalho.

Categories: Economia, Política Internacional | Etiquetas: , | 5 comentários

Quids S17: Como se chama esta atleta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 12 comentários

A Tanzânia recebeu mais caças chineses Chengdu F-7

Caças F-7 paquistaneses (http://www.ejection-history.org.uk)

A Tanzânia recebeu um número não especificado de caças chineses Chengdu F-7. O país tinha já recebido no passado um lote deste tipo de avios chineses, dez F-7B, mais concretamente, assim como dois Guizhou FT-7 de treino, durante a década de 80 e mais dois F-7N em 1997. Mas acredita-se que todos estes aparelhos estariam atualmente fora de serviço e assim a recepção destes novos aviões de origem chinesa virá restaurar a capacidade perdida da força aérea tanzaniana e contribuir para manter a influência chinesa na região.

Fonte:
Air Forces Monthly, dezembro de 2009

Categories: China, DefenseNewsPt | Etiquetas: , | Deixe um comentário

Nos Estaleiros de Viana do Castelo, jogar Poker Online pode dar em despedimento…

Há cada vez mais portugueses a jogarem Poker pela Internet. Para alguns deles isso contudo pode fazer com que se venham a juntar aos mais de 500 mil desempregados que existem hoje em Portugal… É isso que está a acontecer a 12 trabalhadores dos Estaleiros de Viana do Castelo que terão instalado nos computadores que utilizam na ENVC “uma aplicação que lhes permitiu bloquear os mecanismos de segurança da rede a aceder a jogos online de póquer”, isto é, um proxy, presume-se deste linguajar mais ou menos obscuro.

A direção da empresa alega que terão violado o contrato de trabalho e que a instalação deste software permitiu que entrasse na sua rede um Cavalo de Tróia que aqui esteve ativo durante 70 horas. Os trabalhadores que teriam jogado Poker online pertenciam à área de projeto e desenho de cascos de navios e seriam “reincidentes”, isto é, teriam já feito a mesma coisa no passado.

A questão está em que os Estaleiros estão neste momento em crise, com vários cancelamentos em mãos, uma indústria naval de Defesa descurada por vários governos sucessivos e enfrentando ainda por cima os problemas financeiros que decorrem da rejeição do “Atlântida” por parte do governo açoriano. Tudo isto faz com que esta área dos ENVC esteja quase sem trabalho, dando assim espaço e tempo para que as pessoas que aqui laboram se desviem até outras áreas e embarquem elas próprias nessa anglosaxónica febre pokeriana que assola agora (quase) tudo e todos… E fica outra questão: está a direção dos Estaleiros a exagerar (um Proxy deixou entrar um Cavalo de Tróia??? Pois sim…) e terá deixado crescer a situação até um ponto onde pode tirar proveitos dela e usá-la para justificar uma redução de pessoal em maré de redução de encomendas?

Fonte:

http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/poquer_online_nos_estaleiros_de_viana_pode_ac_1035702.html

Categories: Informática, Portugal, Sociedade Portuguesa | 2 comentários

Quids S17: Que batalha está aqui representada?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 5 comentários

A “Converxencia XXI”: um partido Reintegracionista galego?

Sempre houve no espectro político galego uma lacuna de peso: Não existia um partido político de inspiração “Reintegracionista”, isto é, um partido que se possa afirmar como o herdeiro dos “lusistas” (termo hoje usado de forma injustamente depreciativa) do século passado. Não existia… até agora.

Finalmente, os cidadãos galegos que se identificam com o Reintegracionismo linguístico e cultural encontram uma voz política compatível com os seus interesses e os do movimento lusófono galego.

Na atualidade, existem duas posições diferentes sobre a natureza da língua própria da Galiza: a oficial, que entende que o galego e o português são duas línguas diferentes e que, em consequência, defende que devem possuir duas grafias completamente distintas, sendo a grafia da língua galega mais próxima da do castelhano do que da grafia da língua portuguesa. Esta é a corrente “Isolacionista”, que domina os órgãos do Estado e as Universidades. A outra corrente é conhecida por “Reintegracionista” pelos seus adeptos ou “Lusista” pelos seus adversários e defende que a Língua Galega é mais corretamente identificada pelas expressões “Galego-Português”, “Português da Galiza” (PG) ou ainda como “Portugalego”. Para os Reintegracionista, a língua própria da Galiza é uma variedade do português e consequentemente defendem que a mesma ortografia seguida em Portugal, deve ser utilizada na Galiza, como forma de purificar esta língua dos elementos exógenos castelhanos que a infectaram durante os séculos de repressão e assimilação linguística e cultura de Espanha.

Este novo partido galego de inspiração Reintegracionista é o “Converxencia XXI” (http://www.converxencia.eu) que ainda que recorra à norma oficial isolacionista “oficial” nas suas publicações e na sua presença cibernética, é adepto moderado das teses Reintegracionista sem procurar hostilizar os galegos mais moderados através de uma adopção generalizada e sistemática da grafia Reintegracionista. De orientação mais centrista que o Isolacionista Bloco Nacionalista Galego (partido próximo do Bloco de Esquerda português), a “Converxencia XXI” é um partido centrista que ao se alhear de certo radicalismo estéril existente em algumas correntes extremas do Reintegracionismo pode colher uma representação parlamentar significativa, pelo menos no plano teórico.

O alinhamento Reintegracionista da “Converxencia XXI” fica nítido no seu objetivo q)

“q) considerar a Portugal como espazo próximo de gran valor xeoestratéxico, económico, político, cultural e lingüístico para nós. Defender o Reintegracionismo lingüístico desde un punto de vista exclusivamente utilitarista e para poñer en valor esa avantaxe competitiva do noso país ata agora desaproveitada.”

Um ponto que ainda que esteja escrito com grafia Isolacionista deixa clara a orientação para buscar em Portugal um eixo cultural e político decisivo para refundar a identidade nacional galega.

Com a aparição de um partido galego mais claramente orientado para Portugal e para a sua própria identidade e não para serventias com Madrid ou com redes clientelares locais, será mais fácil congregar apoios à causa galega por parte dos demais países lusófonos, especialmente do fronteiro Portugal e do economicamente cada vez mais poderoso Brasil.

Existe um patente bloqueio entre a Galiza e os países lusófonos. O bloqueio foi criado ao longo dos séculos por políticas concertadas e bem executadas por parte de Madrid, que sempre receou que Galiza e Portugal vissem a evidência da sua proximidade cultural e linguística e buscassem juntos um destino diferente daquele almejado por Madrid. Este bloqueio explica parcialmente porque é que não encontramos entre a Galiza e os outros países lusófonos os mesmos laços que unem a Holanda e a Flandres belga ou entre a Grécia e os cipriotas. Mas não explica tudo… O sucesso das políticas de separação de Madrid tem existido porque os lusófonos, e muito especialmente os portugueses e os seus pífios governantes têm preferido sacrificar os seus irmãos galegos e até o seu próprio território nacional (Olivença) a troco da “doce” simpatia castelhana. O comércio, a tradicional vontade de “não criar problemas” e servilismos crónicos, por parte de Portugal têm feito o jogo de Madrid na perfeição. Enquanto os portugueses quiserem. E cabe ao MIL fazer com que despertem e reencontrem na Galiza que Madrid nos tem tentado (inutilmente?) fazer esquecer.

Fonte:
A partir de uma conversa com José Manuel Barbosa Alvares
(que esteve em Lisboa, a 5 de dezembro para o http://movimentolusofono.wordpress.com/2009/11/03/debate-publico-o-futuro-da-galiza-no-espaco-lusofono-5-de-dezembro-1500/)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Reintegracionismo

Categories: Galiza, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | Deixe um comentário

O PAK-FA (ou Sukhoi T-50), o novo caça de 5ª geração russo, está prestes a realizar o seu primeiro voo

O PAK-DA ou Sukhoi T-50 em http://warfare.ru

O PAK-FA (ou Sukhoi T-50), o novo caça de 5ªa geração russo, está prestes a realizar o seu primeiro voo. Depois de vários adiamentos no programa de desenvolvimento do PAK-FA, o seu primeiro protótipo deverá ter sido terminado já em novembro e realizar o seu primeiro voo ainda antes do final de 2009.

O PAK-FA está a ser construído na fábrica Sukhoi de Knaapo em Komsomolsk-na-Amur, onde estão 5 protótipos, em fases diferentes de finalização. Três destes serão usados em testes de voo, um para testes estáticos no solo e o quinto não deverá nunca voar, sendo usado em exibições e em testes de solo.

O segundo T-50 já construído – em agosto – foi entregue à base de Zhukovsky e está desde então a ser testado pelo Instituto TsAGI.

Todos os protótipos serão equipados com motores NPO Saturn 117S. Uma opção temporária, enquanto não termina o desenvolvimento de novos motores para o PAK-FA. Os aviões irão receber também os radares AESA Sh121, logo que estes estiverem terminados, a partir de meados de 2010.

Fonte:
Air Forces Monthly, dezembro de 2009

Categories: DefenseNewsPt | Etiquetas: , , | 6 comentários

Quids S17: Que série de BD é esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 11 comentários

A Índia adianta o seu programa espacial tripulado, preparando um lançamento até 2016

Cápsula experimental indiana SR-1 lançada em 2007 (http://www.thehindu.com)

A agência espacial indiana ou ISRO “Indian Space Research Organisation” requereu ao governo a aprovação de uma verba de 3 biliões de dólares até ao final do corrente ano de 2009. Este é o montante que a ISRO estima ser necessário para que até 2016 a Índia coloque em órbita uma cápsula com 3 astronautas.

A cápsula utilizará o fiável lançador indiano GSLV “Geosynchronous Satellite Launch Vehicle” MkIII e os trabalhos preliminares quer da concepção da cápsula, quer da integração da mesma no GSLV já começaram e a ISRO tem mantido vários encontros com empresas e cientistas russos de forma a beneficiarem do mesmo tipo de informação que permitiu à China erguer as bases robustas do seu atual bem sucedido programa espacial. No âmbito destes contactos, as primeiras fases do treinamento dos astronautas indianos terão lugar em instalações russas.

Ainda que o foguetão a usar nestas missões tripuladas seja bem conhecido, será usado uma variante, o Mk III, que deverá estar operacional em 2011, ano em que a Índia se declarou também pronta para começar a enviar abastecimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS), um dos destinos que as novas cápsulas indianas terão, integrando assim a Índia na comunidade espacial internacional, algo a que a China sempre se recusou a fazer, não participando em programas internacionais nem na ISS e preferindo a colaboração à estéril e egótica rivalidade que tem sido o tom dominante no programa espacial chinês.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/10/30/334138/indias-3-billion-manned-capsule-awaits-approval.html

Categories: SpaceNewsPt | Etiquetas: | Deixe um comentário

Hoax: “FW: AVISO DA PSP COM PEDIDO DE ENCAMINHAMENTO”

A PSP começa a ser usada cada vez como fonte de correntes de mail… Esta será uma das suas

Cuidado com os ucranianos (?) que estão nos sinais em Braga, Porto, Coimbra, Lisboa – Máfias de Leste.

Há dias 10 indivíduos deram um concerto de Musica sinfónica em apoio aos emigrantes de leste no teatro Gil Vicente em Coimbra.

Depois de se apagarem as luzes para se dar inicio ao concerto, um deles sacou de uma metralhadora, enquanto os outros faziam a colecta dos bens e dinheiro transportado pelos espectadores.

Acabado o trabalho, fugiram pelos bastidores.

Alertadas as autoridades, qual não foi o espanto ao saber-se que este grupo tem dado concertos semelhantes noutras cidades de província com o mesmo resultado. Aconteceu na semana passada na Av. Marechal Gomes da Costa no Porto em plena luz do dia. Seriam umas 15:30. Um sujeito ao parar nos semáforos foi abordado por um indivíduo de Leste, daqueles que costumam andar a tocar acordeão ou violino. O indivíduo tinha um ar simpático e abeirou-se dele a tocar o tal acordeão.

Ele decidiu dar-lhe 50 cêntimos, abriu o vidro e quando lhe estendeu a mão com a moeda, o indivíduo puxou-a violentamente e apontou-lhe imediatamente uma faca ao pescoço e obrigou-o a dar o telemóvel e a carteira, pondo-se imediatamente em fuga.. Nenhum dos condutores dos carros à volta se apercebeu ou fez qualquer coisa para o ajudar.

A vítima dirigiu-se imediatamente a uma esquadra da polícia e contou o sucedido, onde, para espanto dele, foi informado de que já não era a primeira vez que isto acontecia, que já tinham cerca de 10 queixas de igual procedimento.

Penso tratar-se de uma rede organizada que também opera em Lisboa, de pedintes profissionais. Se reparar bem, a maior parte deles nem sabe tocar devidamente o instrumento, servindo-se dele como método de abordagem para posteriormente assaltar o incauto condutor. Esta rede também se dedica ao tráfico de crianças e roubo de bebés.

Em Espanha já houve algumas queixas que estes indivíduos de Leste roubaram bebés do banco traseiro dos carros.

Enquanto um toca ao lado do condutor, um cúmplice vai por trás e rouba a criança, vendendo-as depois para pais que desejem adoptar noutros países. Passem este e-mail ao maior número de amigos e conhecidos e futuramente, tenham cuidado com estes indivíduos.

Tranquem sempre as portas e fechem os vidros quando eles se aproximarem e desconfiem do aspecto simpático, pois normalmente são perigosos criminosos.

Divulguem este e-mail o mais que puderem e ajudem-nos a combater esta praga, porque amanhã pode ser um de nós.

Tenente António Santos Alonso
Comando Central da PSP Porto”

E é claro… Estamos novamente diante de um embuste, como admite a própria PSP, no seu sítio oficial:

É frequente os utilizadores de email receberem informações, tidas como factuais, que ao serem erradamente explicadas podem levar a situações de insegurança que cumpre à PSP precaver. Assim, a PSP alerta para um email que se encontra a circular por diversas caixas de correio electrónico cujo pressuposto é totalmente falso. Nada de errado se passou em Coimbra e em qualquer sala de espectáculos daquela cidade, ou no Porto com os contornos relatados no texto, que tenha tido origem num roubo levado a cabo por uma rede organizada de cidadãos estrangeiros. Também é falso que a PSP possua algum Comando Central ou eventualmente algum Oficial com a graduação de Tenente.

Por esse motivo, alertamos todos os cidadãos que, quando confrontados com missivas do género, questionem as autoridades para a veracidade das histórias antes de as reencaminhar, pois não só contribuem para a descoberta da verdade, como previnem um sentimento de insegurança. Podem e devem utilizar preferencialmente oemail contacto@psp.pt ou telefone: 218111049.

Email de referência:

AVISO DA PSP COM PEDIDO DE RETRANSMISSÃO

Cuidado com os ucranianos que estão nos sinais em Braga, Porto, Coimbra, Lisboa – Máfias de Leste. Há dias 10 indivíduos deram um concerto de Musica sinfónica em apoio aos emigrantes de leste no teatro Gil Vicente em Coimbra. Depois de se apagarem as luzes para se dar inicio ao concerto, um deles sacou de uma metralhadora, enquanto os outros faziam a colecta dos bens e dinheiro transportado pelos espectadores (…) Tranquem sempre as portas e fechem os vidros quando eles se aproximarem e desconfiem do aspecto simpático, pois normalmente são perigosos criminosos.

Divulguem este e-mail o mais que puderem e ajudem-nos a combater esta praga, porque amanhã pode ser um de nós.

Tenente António Santos Alonso

Comando Central da PSP Porto

Direcção Nacional da PSP, 31 de Julho de 2009″

A mensagem tem além do mais um marcado teor racista com referencias a “ucranianos” de “metralhadora” em punho durante um espectáculo, algo que nos remete para certos dramas reais registados não muito tempo atrás na Rússia, mas que em Portugal nunca chegou a acontecer! Quanto à frase:

“Tranquem sempre as portas e fechem os vidros quando eles se aproximarem e desconfiem do aspecto simpático, pois normalmente são perigosos criminosos.”

Desconfiem “especialmente quando são simpáticos”??? E que fazer quando parecem antipáticos? Cobrimos-los de beijos e abraços?!

Fonte:
http://www.psp.pt/Lists/Notcias/MostraNoticia.aspx?ID=157

Categories: Hoaxes e Mitos Urbanos, Portugal | 7 comentários

Sobre a “Revolução Verde” que urge realizar na Economia Portuguesa

É vital que Portugal continue a apostar na área das energias renováveis. Neste campo, o governo PS, tem feito um bom trabalho, e o país precisa que faça ainda melhor, tal é a dimensão do nosso crónico défice comercial e energético. Isto mesmo sublinha um estudo conjunto da Deloitte e da Associação Portuguesa de Energias Renováveis que estima uma poupança acumulada entre 2005 e 2015 da ordem dos 13 mil milhões de euros, ou seja, quase o custo da construção do TGV.

O estudo avalia em 4 mil milhões de euros o peso do setor das energias renováveis em Portugal, já em 2015, ou seja, 2,4% do PIB e perto de 70 mil postos de trabalho, o que indica que estamos perante uma áreas com maior capacidade de crescimento a curto prazo em Portugal e uma aposta que deve ser assumida não somente pelo Governo, mas por toda a sociedade de forma transversal, com uma aposta dos privados e das empresas neste tipo de tecnologias verdes e em equipamentos fabricados no nosso país, já que esta “revolução verde” necessária para reduzir as nossas emissões de CO2 e a dependência energética pode além disso contribuir para recriar uma industria nacional dissipada pela globalização ou… Servir apenas para enriquecer mais uns quantos milionários chineses. A escolha é de todos nós, pela via da utilização do nosso poder de opção “moral” quando comprarmos estes equipamentos.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1412455

Categories: Ecologia, Economia, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Os “Bancos demasiado grandes para falirem” têm direito à existência?

“O governador do Banco de Inglaterra] tem razão: os bancos demasiado grandes para falirem também são demasiado grandes para existirem. Para existirem, terão de adoptar o modelo de gestão das empresas públicas, o qual pressupõe uma regulação apertada.”
Joseph Stiglitz, Prémio Nóbel da Economia em 2001, “Diário Económico”, 18-12-2009

Muito bem. E agora, senhor Nobel e senhor Governador? Para quando a imposição de leis efetivas que ressuscitem as leis anti-trust e que as apliquem ao setor bancário? Todos sabemos que nos últimos 20 anos se assistiu em todo o mundo a um fenómeno de concentração bancária, com bancos comprando bancos nacionais e estrangeiros que acabou por criar aquelas estruturas ciclópicas que são hoje os grandes Bancos internacionais como o Bank of America com os seus notabilíssimos Total assets de 2.25 triliões de dólares em 2009! Bancos assim, colocam como reféns os Estados onde estão sediados e onde estendem as suas operações, pois se falirem (por erros da sua gestão privada e independente) forçam a que as Finanças Públicas acorram em sua salvaguarda, injetando neles dinheiros públicos, de forma a bloquear um “efeito cascata” como aquele que as falências bancárias em 1929 criaram, na altura, perante a passividade liberal-irresponsável dos governos da época. Perante a iminência da falência de um grande Banco de Retalho (de Investimento já é outra coisa…) os Governos têm o dever de intervir de forma a impedir que surja uma onda de choque que abale toda a Economia: Um Banco falido, faz desaparecer todas as poupanças que nele estão residentes e impede a concessão de empréstimos que financiem a normal atividade empresarial e do próprio Estado. Na iminência de um colapso, há assim que intervir. Os dogmas neoliberais que hoje formam o essencial do “Pensamento Único” advogam que os Estados devem limitar ao máximo possível a sua intervenção nas economias, e a Administração Bush e depois dela a Obama, optaram por seguir esses ditames (apesar do colossal fracasso das políticas económicas defendidas pelos teorizados deste sistema) e intervindo ao mínimo no sistema financeiro escolheram por entregarem 700 biliões de dólares de dinheiros dos impostos nas mãos dos mesmos banqueiros que criaram a Crise. Sem contrapartidas. Sem exigirem a demissão dos gestores incompetentes, sem exigirem a reintrodução desse dinheiro na economia real ou sem os forçarem a estabelecerem moratórias de dívidas para casos dramáticos como aqueles que levam os Bancos a encerrarem empresas cujo controlo detêm ou a expulsarem de suas casas famílias que não podem continuar a pagar os aumentos sucessivos de juros.

A solução para o problema dos megabancos é clara. É a mesma que em 1974 – por ordem do Departamento de Tesouro dos EUA – levou à separação da megaempresa telefónica AT&T em sete empresas menores: quebrar estes megabancos, norte-americanos e não só, em Bancos menores, mais próximos dos seus investidores e emprestadores e menos distante em longínquas e virtuais torres de cristal virtual. A cisão destes Bancos é assim indispensável para que os fatores que levaram à eclosão desta pesada recessão global sejam corrigidos. O tempo dos belos discursos à La Obama, já terminou, é agora o tempo de agir… Os legisladores de todos os países do mundo ainda estão a tempo – porque os momentos de crise são os ideias para quebrar estruturas doentes – para intervirem e corrigirem a causa da Recessão atual: forçando a cisão destas gigantescas organizações financeiras, em organizações menores, de caráter regional e local, fazendo regressar uma escala humana ao setor financeiro e possibilitando novas intervenções de capitais públicos, se estas forem novamente necessárias.

Ao ritmo de fusões que vínhamos assistindo nos últimos anos (e que a recessão apenas atrasou, por virtude da falta de liquidez) não faltaria muito tempo para que tivéssemos apenas um megabanco por continente e, anos, depois, um único em todo o globo… Esta caminha autofágica tem que parar, para bem de todos (porque estas “sinergias” implicariam ondas de desemprego sucessivas) e da solidez das economias do globo.

Categories: Economia, Política Internacional | Etiquetas: | 3 comentários

Portugal em 2010 já terá mais de 15% de desempregados. Ou mais. Muito mais.

Portugal está definitivamente tristemente encarreirado para chegar a uma taxa superior a 15% de desemprego já durante o próximo ano. Sabe-se que a Economia terá – na melhor das hipóteses – um crescimento anémico de 0,6% em 2009 e todos os modelos económicos concordam em que o desemprego só começa a cair quando uma economia se encontra consistentemente a crescer mais de 2% ao ano. Sendo assim, e na iminência do esgotamento de uma série de ajudas extraordinárias definidas pelo executivo em 2008, como as ajudas às empresas e programas de formação profissional e estágios no Estado, estaremos certamente perante um agravamento sério do Desemprego.

Atualmente, e segundo os números cronicamente incompletos do INE, haverá em Portugal uma taxa de desemprego de 9,8%, um número que não conta com mais de 200 mil desempregados já fora das estatísticas e de qualquer subsídio estatal, que o Governo efetivamente já esqueceu e que irá crescer até ao dobro no próximo ano se os números do desemprego não começarem a descer de forma inesperada… Se estes desempregados “invisíveis” forem contabilizados estaremos assim em 2010 numa taxa superior aos 20%, ou seja, numa taxa efetiva, nunca antes registada em Portugal? E isto em maré de endividamento do Estado acima de todos os limites razoáveis, e logo, impedindo o Governo de lançar ou renovar medidas de combate ao desemprego como novos estágios, ações de formação ou recrutamentos na função pública! Não é esta situação iminente motivo suficiente para parar com toda as obras faraónicas em curso (TGV e Aeroporto) já que pouco efeito terão nos níveis internos de Emprego (fundamente, trata-se de mão-de-obra migrante) e apostar seriamente em modelos inovadores e flexíveis de redução de impostos sobre o Trabalho nas empresas que contemplem mecanismos que as forcem a recrutar pessoal em troco de reduções fiscais muito significativas?

Fontes:
http://aeiou.expresso.pt/desemprego-pode-subir-ate-aos-15-em-2010=f554077

http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1132330

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | Etiquetas: | 6 comentários

A Índia e a Rússia ultimam novos acordos no âmbito do PAK-FA

Sukhoi T-50 (PAK-FA) em http://warfare.ru

A Índia e a Rússia estão a assinar vários contratos no âmbito do programa PAK-FA que segundo, Alexander Klementiev, da Sukhoi, está “a correr muito bem”. Estes contratos surgem numa altura em que aparecem em vários meios de comunicação indianos referência à insatisfação dos engenheiros indianos quanto ao acesso ao programa PAK-FA. Aparentemente, a Sukhoi não estaria a transferir tecnologia para a Índia com a atitude esperada pelos indianos e os acordos agora a serem assinados tratariam precisamente destas questões.

Os primeiros acordos entre a Índia e a Rússia quanto ao novo caça PAK-FA foram assinados em Moscovo, já em 2007 e não foram fáceis porque os indianos queriam um avião de dois lugares capaz de incorporar armas e aviónica ocidental, enquanto que os russos queriam um avião monoplace… Ambos concordavam contudo de que teriam que ter motores de jato vetorial e caraterísticas furtivas. Estas diferenças, explicam porque é que o primeiro protótipo indiano vai voar apenas em 2017, enquanto se acredita que o primeiro voo de um PAK-FA russo esteja a apenas alguns meses de distância. De qualquer forma, os primeiros PAK-FA indianos serão exatamente iguais aos russos, com diferenças apenas no software, o que vai reduzir em muito o trabalho de desenvolvimento indiano (a cargo da HAL) já que o trabalho de modificação do caça para uso pela força aérea indiana será muito menor que o esperado em 2007.

A Sukhoi tem atualmente 3 (ou 4, segundo outras fontes) PAK-FA quase terminados para testes estáticos e um outro aparelho que deverá realizar o seu primeiro voo no final do corrente ano de 2009 ou nos primeiros meses de 2010.

Fontes:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/12/11/335995/russia-india-to-advance-deal-on-pak-fa-fighter-variant.html
http://www.defence.pk/forums/india-defence/41211-russia-india-advance-deal-pak-fa-fighter-variant-flightglobal.html

http://www.india-defence.com/reports/4254
http://www.strategypage.com/militaryforums/6-62035.aspx

Categories: DefenseNewsPt | Etiquetas: , , | Deixe um comentário

Quids S17: Que projeto era este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 4 comentários

Estaremos perante a primeira vacina realmente eficaz contra o SIDA?

Existe atualmente uma vacina que confere alguma proteção contra a SIDA. A vacina não protege a 100% contra a infeção, de facto, protege a apenas 31%, pelo menos essa foi a conclusão de um estudo que abrangeu mais de 16 mil participantes e realizado com duas vacinas, a Alvac da SanofiPasteur e a AidsVax da VaxGen. As duas vacinas – separadas – eram ineficazes, como demonstraram ensaios clínicos na década de noventa, e desde então, a maioria dos cientistas desesperaram de encontrar tal vacina, devido à incrível capacidade do vírus de encontrar novas formas e assim iludir qualquer vacina.

Mas nesta vacinação combinada de Alvac com AidsVax parece existir uma proteção contra a infeção, ainda que a carga viral dos infetados não diminua.

A estratégia desta abordagem dual ao vírus da SIDA é conhecida como “prime-boost” em que cada uma das vacinas induz a reações diferentes, a primeira produz uma resposta imunitária e a segunda reforça-a e otimiza-a. Na Tailândia, onde se realizaram estes testes, houve um total de seis injeções, as primeiras quatro com Alvac e ADN do SIDA. A Alvac produziu uma resposta imunitária celular (CD8) que destruiu as células infetadas com o SIDA e desencadear uma resposta imunitária contra o vírus solto no sangue. As duas últimas injeções de AidsVax com uma simples proteínas do invólucro do vírus deverão acelerar (booster) a Alvac. Isoladas, foram um fracasso, mas juntas estão a revelar-se eficazes, pelo menos parcialmente.

Infelizmente, esta vacina dual, não reduz os vírus naqueles que já estão infetados com o SIDA… E confere uma proteção de apenas 31%, mas é preciso ter em conta que a algumas vacinas oferece uma protecção entre os 50 e os 60% e a maioria, entre 80 e 90%. Há ainda trabalho a fazer… As estirpes dominantes em função de cada continente podem ser ajustadas ou orientar a resposta da AidsVax para as parcelas genéticas do vírus que não mutam.

Fonte:
Science & Vie, novembro de 2009

Categories: Ciência e Tecnologia, Saúde | Etiquetas: | Deixe um comentário

Bom Natal!

A todos os amigos que vão passando por este espaço e que precisamente por o fazerem dão razão de ser ao Quintus, Obrigado!

Listando apenas os mais recentes:

Mário Nunes, Hetau, Fadrini, Carlos Argus, HSMW, Daniel de Souza Telles, Paulo39

e os mais fiéis dos Quideiros:

Odete, Pedro Nunes no Mundo, Biriades Cartagúlio, Fairwind, 7oninho, Deltóide Latejante, Lusitan,  Darth Vader

E a todos os outros:

Bem Hajam!

Categories: Blogging | 15 comentários

A NASA e a agência espacial europeia (ESA) estabeleceram uma estratégia conjunta para a exploração robótica de Marte


(O rover marciano ExoMars em http://www.esa.int)

A NASA e a agência espacial europeia (ESA), de que Portugal faz parte  estabeleceram uma estratégia conjunta para a exploração robótica de Marte. A iniciativa conjunta foca-se por enquanto em 2016 e 2018 e deverá incluir várias atividades, incluindo landers e orbiters que serão capazes de realizar uma série de missões, entre as quais investigações de astrobiologia, geológicas, geofísicas, climatológicas. No mesmo âmbito da mesma parceria, a ESA e a NASA pretendem recolher amostras do solo marciano e levá-las para Terra, algo que deverá acontecer antes de 2025.


(A Mars Sample Return da década de 2020 em http://www.esa.int)

Esta será a “Mars Sample Return” que vai incluir nada mais nada menos do que uma flotilha de cinco naves: um estágio de transferência Terra-Marte, um orbitador marciano, um módulo de descida, um de ascensão e um veículo de reentrada na Terra. Quando o orbitador estiver numa órbita de baixa altitude em torno de Marte, o módulo de descida será libertado e descerá até à superfície marciana. No solo, o módulo recolherá amostras com um peso total de 500 gramas, que serão carregadas num módulo de ascensão. Este módulo será depois lançado de encontro ao veículo de retorno à Terra.

A aterragem na atmosfera marciana será realizada com um sistema de airbags, idêntico ao do rover ExoMars, de 2018, que também está a ser avaliado para o regresso à Terra do veículo de retorno.

Atualmente, espera-se que esta missão seja lançada entre 2020 e 2022 e representará um momento histórico na exploração de Marte e do sistema solar, se conseguir trazer para a Terra a primeira amostra de um solo de um outro planeta.

Fonte:
http://www.spaceref.com/news/viewsr.rss.html?pid=32797

Categories: Ciência e Tecnologia, SpaceNewsPt | Etiquetas: | Deixe um comentário

Quids S17: Que filme é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 2 comentários

Campanha de Natal do MIL: www.kiva.org

Estamos em época natalícia, que, para além de todas as religiões e credos, é uma época de partilha e generosidade. Neste ambiente, o MIL estabeleceu com a Kivaum grupo de solidariedade de micro-crédito.

Esta Organização Não Governamental possui uma extensa rede de organizações estabelecidas localmente, em países em vias de desenvolvimento e que através do regime do micro financiamento permite que empreendedores estabeleçam as suas atividades empresariais, fornecendo-lhes meios para sair da pobreza e contribuir assim para o desenvolvimento económico e social das suas comunidades locais. O sítio da Kiva (http://www.kiva.org) possui todas as informações adicionais sobre as suas iniciativas, e uma lista de organizações locais com quem trabalha, estando entre elas duas moçambicanas: http://www.kiva.org/about/partners/

O convite que fazemos aos membros e simpatizantes do MIL é que:

1. Adiram à Kiva, registando-se e assim contribuindo para este sistema de micro crédito https://www.kiva.org/app.php?page=register de méritos internacional reconhecidos e que escolham um empreendedor ou negócio de Moçambique (o único país lusófono por enquanto representado).
Na adesão, podem aderir ao grupo que o MIL criou:
http://www.kiva.org/community/viewTeam?team_id=110342.

2. Que os membros do MIL que conheçam ONGs de créditos reconhecidos as sugiram à Kiva para que esta possa expandir as suas iniciativas a outros países lusófonos:
http://www.kiva.org/about/pic


Para saber mais sobre a Kiva:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kiva_(organização)
http://articles.latimes.com/2007/oct/18/business/fi-kiva18
http://select.nytimes.com/2007/03/27/opinion/27kristof.html?_r=1
http://blog.institutoinovacao.com.br/2008/02/28/kivaorg/

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
(www.movimentolusofono.org)

Categories: Economia, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Sociedade | Etiquetas: | Deixe um comentário

Sobre a crise dos Estaleiros de Viana do Castelo e as LFC “Lanchas de Fiscalização Costeira”


(a LFC “Lancha de Fiscalização Costeira” a construir nos Estaleiros de Viana do Castelo em http://www.envc.pt)

Os últimos estaleiros navais portugueses estão em dificuldades. A rejeição do navio “Atlântida” pelo governo açoriano devido à sua incapacidade de navegar à velocidade contratada de 18 nós (a sua velocidade máxima é de apenas 16,6), um problema provocado por uma má concepção do navio que está a colocar em causa a viabilidade financeira dos ENVC pode representar o “golpe final” na empresa. Não são “apenas” 900 postos de trabalho que estão ameaçados. Depois da evaporação de extensos setores da atividade industrial deste país, é agora o que resta (que já não era muito) do histórico setor da construção naval que agora querem deixar também deslocalizar?

O governo português não pode deixar morrer estratégico setor da construção naval. Não com a extensa Zona Económica Exclusiva que temos: é patético ser um país atlântico, com tanto Oceano (e recursos submersos) e não ter um único estaleiro naval. Já basta não ter dos melhores portos da Europa (Lisboa e Sines) e não ter praticamente marinha mercante – abatida nas últimas duas décadas – mas não termos estaleiros é realmente demais.

A recusa do “Atlântida” é apenas um ponto focal que agravou a situação dos ENVC até ao ponto da pré-rutura, mas a recessão global e a concorrência tantas vezes desleal dos estaleiros asiáticos e chineses contribuíram decisivamente para erodir a carteira de clientes dos estaleiros de Viana. Cabe agora ao Estado o essencial papel de salvar os últimos estaleiros nacionais dignos desse nome, compensando o dumping provocado pelos estaleiros asiáticos e a abertura de fronteiras que decorreu da entrada na UE. Atualmente, os ENVC dependem sobretudo de contratos militares, nomeadamente de 2 NPOs em fase final. O Estado tem o dever nacional de desbloquear a construção prevista dos dois NCP (Navios de Combate à Poluição) e colocar em andamento o projeto de construção de 5 lanchas de fiscalização costeira (LFC) e optar pela construção das 3 adicionais já previstas, de forma a garantir a sobrevivência dos estaleiros até pelo menos 2014. O projeto das LFC deverá ser realizado em parceria com um estaleiro alemão, de forma a evitar os problemas sérios de concepção que afetaram a construção do “Atlântida”. No total, estes contratos representaram mais de 500 milhões de euros e são essenciais à sobrevivência dos ENVC, importa assim que parem com as hesitações e que se prossiga no rumo (lento) da substituição dos nossos meios navais, obsoletos ou raros na sua generalidade por meios modernos e fabricados em Portugal.

Mas mesmo que o governo desbloqueie o projeto dos LFC e decida iniciar a construção dos NCP isso não resolve a totalidade do problema dos ENVC, já que estes projetos ocupariam apenas metade da capacidade industrial dos estaleiros… encomendas civis precisam-se… Navios para a Marinha Mercante que deixámos deslocalizar, para as Pescas que deixámos que a União Europeia nos destruísse, etc, etc… Algo que tem que mudar rapidamente, já que desde 2007 que os estaleiros não assinam novos contratos com entidades civis! Há que esperar que a recessão global passe e que regressem as encomendas, criando mecanismos de estímulo à reconstituição de uma marinha mercante e de um setor pesqueiro de longa distância verdadeiramente nacionais, que passados que sejam estes anos de crise (onde a construção militar terá que suprir este hiato) as encomendas regressem e se assegure a sobrevivência desta empresa crítica para os interesses nacionais.

Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional, Política Nacional | Etiquetas: , | Deixe um comentário

Incentivos fiscais à compra de carros elétricos

O Governo aprovou uma série de incentivos fiscais, a aplicar até 2012 que incentivem a compra por parte de privados e empresas de veículos elétricos.

Uma das medidas fiscais será a isenção do imposto sobre veículos e do imposto único sobre circulação. Para além destas isenções, haverá ainda um subsídio de 5 mil euros para os primeiros 5 mil veículos vendidos até finais de 2012. Valor que será somado a 1500 euros caso seja entregue um veículo para abate.

Estes incentivos, juntamente com a ativação da primeira rede europeia de abastecimento elétrico, a Mobi-E, já em meados de 2010 e a aposta na energia hídrica e eólica irão permitir reduzir significativamente as emissões de CO2 de Portugal (os automóveis emitem 20% do total) e também a redução do nosso crónico défice energético.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/governo-aprova-incentivos-financeiros-e-fiscais-para-aquisicao-de-carros-electricos=f551026

Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia, Política Nacional, Portugal | Deixe um comentário

Quids S17: Em que local foram colocados estes objetos?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 6 comentários

A “Orbital Sciences Corporation” prepara o seu primeiro lançamento de 2010


(O foguetão Taurus II em http://www.orbital.com)

A empresa norte-americana “Orbital Sciences Corporation” está a preparar o lançamento do seu primeiro foguetão para 2011, depois dos testes ao motor de segundo estádio do seu foguetão Taurus II terem sido bem sucedidos. O motor é um CASTOR(R) 30 de combustível sólido numa câmara especial de vácuo, de forma a testar o seu funcionamento a altas altitudes. O Taurus II é um foguetão de dois estádios para cargas úteis médias pesando até 5 toneladas e meia, estando os próximos nove lançamentos do foguetão já agendados no âmbito do programa COTS da NASA para abastecimento da ISS. O primeiro destes lançamentos terá que ocorrer até março de 2011, meses antes do começo do lançamento de oito missões seguintes, também para a ISS a troco do pagamento de 1,9 biliões de dólares.

Fontes:
http://www.orbital.com
http://www.spaceref.com/news/viewpr.rss.html?pid=29787
http://en.wikipedia.org/wiki/Taurus_II
http://www.aip.org/fyi/2004/143.html
http://en.wikipedia.org/wiki/International_Space_Station

Categories: SpaceNewsPt | Deixe um comentário

Quids S17: Que fábrica era esta?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 10 comentários

Create a free website or blog at WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade