Monthly Archives: Novembro 2009

Quids S17: Que avião é este?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A Rússia vai desenvolver um novo bombardeiro estratégico

O novo bombardeiro russo será uma variante deste projeto dos EUA (http://www.darkgovernment.com)

O novo bombardeiro russo será uma variante deste projeto dos EUA (http://www.darkgovernment.com)

O ministério russo da Defesa e a Tupolev assinaram um contrato para o desenvolvimento de um bombardeiro de última geração para a força aérea russa.

O bombardeiro vai incorporar todas as tecnologias stealth mais recentes e substituir 3 tipos de bombardeiros atualmente ao serviço da força aérea russa, todos da Tupolev: o Tu-22M3, o Tu-95MS e o Tu-160. Todos estes aparelhos estarão a precisar de serem substituídos, mas a entrada ao serviço do novo avião não deve acontecer antes de 2020.

O bombardeiro será concebido para transportar armamento convencional e nuclear e espera-se que o primeiro voo de um dos seus protótipos ocorra antes de 2015… Uma data otimista, para não dizer mais, se tivermos em conta os atrasos com o programa PAK-FA.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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O Irão vai lançar mais um foguetão para o Espaço em 2010

O Irão anunciou que vai lançar o seu foguetão “Kavoshgar” (“Explorador”) em março de 2010. O foguetão será enviado para o Espaço até uma altitude entre os 50 e os 150 km, conduzindo aqui “diversos estudos científicos”.

Em fevereiro de 2009, o Irão lançou o satélite de telecomunicações Omid, a partir de um foguetão Safir 2. Meses depois, era a vez o do Kavosh 2, que regressou ao solo com uma carga cientifica por intermédio de um para-quedas. Este ritmo relativamente intenso de lançamentos deverá continuar em 2010, ao que tudo indica, mas desta feita colocando em órbita não apenas simples satélites experimentais de curta vida útil, mas satélites de comunicações e de observação da Terra mais duradouros e sofisticados.

Em 2011, o Irão anunciou que poderá enviar um “ser vivo” para o Espaço, dentro de uma “bio-cápsula”. Ainda não se sabe que animal será utilizado, mas a referencia a um único animal aponta para um cão ou para um primata, como fizeram soviéticos e norte-americanos na década de 50, como preparação para o envio de astronautas para o Espaço, algo que o Irão espera conseguir fazer antes de 2021, não com os foguetões atuais, nem com seus descendentes diretos, porque lhes falta ainda capacidade (mas não fiabilidade), mas com foguetões que hoje existem apenas nas pranchetas de desenho. De qualquer forma, o programa espacial iraniano tem revelado as mesmas qualidades do chinês: uma lógica de pequenos passos, regulares e pouco ambiciosos, tendo objetivos de longo prazo sempre no horizonte. Algo de radicalmente diferente ao que se passa no programa espacial do Brasil, um país lusófono que também mantêm um programa espacial, mas confuso e de destino e objetivos incertos.

Fonte:
RIA Novosti

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Quids S17: Como se chamava o dono deste cão?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Surgem preocupações de segurança com os reatores nucleares de 3ª geração EPR…

Esquema de um reator EPR em (http://www.euronuclear.org)

Como saberão, sou um adepto moderado da energia nuclear civil. Assim, sigo com relativa atenção todas as noticias que dizem respeito à última geração de reatores, por isso a notícia que afirma que as autoridades de segurança nuclear britânicas, francesas e finlandesas estavam a colocar em causa a segurança do novo reator de terceira geração que está a ser construído em França e na Finlândia são muito preocupantes.

O novo reator é um produto da Areva, uma das maiores empresas mundiais do ramo, e é conhecido pela sigla EPR que significa “reator europeu pressurizado” e os governos destes três países pediram à Areva que “melhore a concepção inicial” do sistema.

As dúvidas residem precisamente no importante sistema de segurança do reator, a ativar em caso de acidente grave. Em abril, uma inspecção de uma entidade governamental britânica tinha expresso dúvidas sobre o sistema, acusando-o de estar demasiado “ligado” ao reator, quando devia ser completamente independente deste, isto aumentaria as hipóteses de ambos colapsarem em simultâneo resultando num acidente de proporções catastróficas.

A Areva respondeu reafirmando a segurança do EPR, mas não negou que pretendia melhorar o reator, admitindo assim de forma implícita a justeza das críticas. Mas não se vê como poderá haver uma tão radical restruturação do projeto tão em cima da entrada em funcionamento do primeiro EPR. Em França, já em 2012… O que pode significar que… Este primeiro EPR não vai contemplar essas alterações, para mal dos franceses e de todos os países vizinhos, Portugal incluído!

Estas notícias são um sério revés para a opção nuclear como alternativa viável às convencionais formas de eletrogeração, como o carvão, o fuel-óleo ou o gás natural, e foi a proposta que Patrick Monteiro de Barros apresentou no passado recente para Portugal… E que tendo em conta que a Energia Nuclear se posiciona cada vez mais como uma resposta ao Aquecimento Global, se reveste de grande importância.

O primeiro EPR está em construção, na Finlândia, pelo que pode ser já tarde para alterar radicalmente a sua concepção, o que confirma os nossos receios de que nada de substancial será alterado e que, logo, esta fragilidade latente irá persistir. Outro problema que o EPR está a revelar é o custo… Inicialmente previsto para custar 3300 milhões de euros, agora já ronda os 5000… A este custo, a amortização será longa e esse factor é mais contra a opção nuclear… Pelo menos aquela que contempla este reator de 3a geração da Areva.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/reactor-nuclear-europeu-com-problemas-de-seguranca=f545372

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Quids S17: Qual é nome deste quadro?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Enceladus torna-se no melhor candidato no Sistema Solar para albergar vida

Um estudo produzido pelos cientistas Nikolai Brillianton, da Universidade de Leicester no Reino Unido e Juergen Schmidt, da Universidade de Potsdam, Alemanha indica que os oceanos de água salgada que se acredita existirem sob a calote de gelo de Enceladus, um satélite de Saturno, têm condições para alojar formas de vida não muito diferentes daquelas que existiam na Terra há alguns milhões de anos.

As observações da sonda Cassini em 2005 revelaram a existência de géiseres com mais de cem metros de altura, de vapor de água e gelo, oriundo de um oceano subterrâneo. O estudo aponta para a existência em Enceladus das três condições fundamentais à eclosão de vida: energia, água líquida e elementos químicos.

Além de Enceladus, crê-se que Europa e Ganimedes, luas de Júpiter, também têm oceanos subterrâneos, mas não tão perto da superfície, ou seja, não apenas a alguns metros, mas quilómetros… Essa característica pode favorecer o envio de uma sonda para Ganimedes, de forma a estudar mais de perto a possibilidade de existência de vida, realizando um furo com apenas alguns metros de profundidade até chegar ao oceano subterrâneo. Até agora, a NASA parece mais focada em enviar um Lander para Europa, enquanto que a ESA colocou o regresso a Titã, como prioritário. Ambos os locais podem alojar vida, de facto, (no caso de Titã, bem exótica…), mas este novo estudo vem colocar Ganimedes também na agenda e talvez ocorra assim um recentramento das prioridades das duas agências espaciais, já que uma missão a Ganimedes seria mais fácil e potencialmente mais produtiva do que uma missão ao exótico Titã ou aos longínquos oceanos de Europa…

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/lua-de-saturno-pode-ter-formas-de-vida=f540140

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QuidExtra! Conhece a Quinta da Regaleira?

Como prometido nas novas regras…

Cá vai um QUID EXTRA !

Ainda meio experimental, pelo que peço que sejam condescentes com eventuais anomalias mas…

valendo já os 3 pontos da regra!

NOTA: Usem os vossos nicknames habituais neste QuidExtra!

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100%

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre a crescente multiplicação de multimilionários na China

Com os cofres cheios de reservas acumuladas de décadas de exportações e de excedentes comerciais massivos, a China pode agora prometer dez 10 mil milhões de dólares em créditos bonificados aos países do continente africano. Isto mesmo prometeu o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, no Fórum China-África em Sharm el-Sheik, no Egipto. A China prometeu também apoiar os países africanos na área da “paz e segurança”. As duas coisas estão obviamente ligadas, já que Pequim tem tido uma presença militar discreta (conselheiros militares) e exportações contínuas de material bélico para os seus dois mais fiéis aliados no continente: o Sudão dos islamitas radicais de Al Bashir e o Zimbabwe do Louco Mugabe. Um e outro são modelos mundiais de “paz e segurança”, pelo que vê por estas ações o que valem estas palavras dos líderes chineses…

Em 2008, os investimentos diretos chineses em África aproximaram-se dos 8 biliões de euros e é hoje cada vez mais comum encontrar engenheiros, operários e técnicos chineses nas ruas de cidades africanas, especialmente nos países mais ricos em recursos naturais, de que a China tem uma avidez crescente e que estão por detrás deste altruísta interesse pelos problemas africanos… A China de hoje não é melhor do que os predadores europeus do século XIX, mas pelo menos hoje os europeus não apoiam regimes tirânicos e assassinos como o sudanês e o zimbabueano, como faz a “altruísta” China. Com os pecados passados, nada a fazer, mas os presentes… São passíveis de serem corrigidos. Assim haja vontade para tal. E a China não tem dado quaisqueres sinais de arrependimento no apoio a essas tiranias.

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1413998

Categories: China, Economia, Política Internacional | 3 comentários

Quids S17: Quem é este personagem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 5 comentários

Serviços Secretos Paquistaneses: “O 11 de Setembro é um inside job”

Já escrevemos aqui muito sobre os mistérios do 11 de setembro. E sobre a teoria que diz que os ataques foram um “trabalho interno” por parte de alguns interesses obscuros das alas mais direitistas do poder norte-americano.

O trabalho de um dos mais prestigiados fotógrafos italianos, Massimo Berruti inclui na introdução do seu último livro declarações polémicas de Hamid Gul, o antigo líder dos serviços secretos paquistaneses, que admite que o 11 de setembro foi ordenado por uma das múltiplas entidades de “serviços secretos” em atividade nos EUA. O general paquistanês já tinha dito numa entrevista à CNN que o 11 de setembro foi planeado, organizado e executado a partir dos EUA e não do Afeganistão. Amid Gul suspeita também que tudo fora do conhecimento das forças armadas dos EUA.

A tese não é nova e há de facto varias inconsistências intrigantes no 11 de setembro que nunca foram explicadas (especialmente quanto ao ataque ao Pentágono) que apontam para a tese de que tudo teria sido orquestrado por um grupo de radicais direitistas e ultracristãos que floresceram livremente em torno da presidência Bush e que, de facto, conseguiram transformar os EUA num Estado securitário e hipervigiado. Preparando uma operação de tomada de poder que ainda não aconteceu ou que foi abortada pelo insucesso na guerra do Iraque ou pela vitória de Obama nas últimas presidenciais.

Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399690

Categories: 9/11 Conspiracy, 9/11 Denial | Etiquetas: | 14 comentários

A Índia e a Rússia terminaram a concepção de uma sonda conjunta que irão enviar para a Lua em 2011 ou 2012

A Índia e a Rússia terminaram a concepção de uma sonda conjunta que irão enviar para a Lua em 2011 ou 2012. Na fase seguinte, os cientistas russos e indianos irão trabalhar em protótipos, numa fase que terminará já em 2010.

A missão receberá a designação Chandrayaan-2 e será a segunda missão lunar indiana, consistindo num orbitador e num veículo lunar que fará uma aterragem suave no solo do nosso satélite natural.

Nesta parceria internacional, cabe à Rússia desenhar e construir o “Lander” e o “rover” que deverá recolher amostras do solo, realizar algumas análises básicas e enviar dados para Terra.

A parceria russo-indiana data de um protocolo assinado em 2007 e resultou já na bem sucedida primeira missão lunar indiana, a Chandrayaan-I, lançada em outubro de 2008.

A Chandrayaan-I foi lançada pelo lançador pesado indiano PSLV-C11 e pesava 1304 kg estando equipada com dez instrumentos diferentes, cinco dos quais construídos na Índia, sendo os restantes fruto de acordos com os EUA e a Europa. A sua missão de dois anos irá produzir um mapeamento detalhado da superfície lunar procurando vestígios de água e de minerais como magnésio, alumínio, sílica e titânio, assim como urânio e tório. Todos indispensáveis à construção e sobrevivência de uma eventual instalação permanente na Lua…

Este “rover” lunar tornará a Índia num líder claro no regresso humano à Lua… Claramente acima do Japão, com o seu grande orbitador lunar, a China – muito ambiciosa, mas mais lenta porque age sempre sozinha – que a Europa, que não se decide a enviar um Rover e os EUA, que atravessam grandes dificuldades e indecisões num programa de regresso à Lua muito ambicioso mas claramente muito subfinanciado…

Fonte:
http://www.moondaily.com/reports/India_And_Russia_Complete_Design_Of_New_Lunar_Probe_999.html

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Quids S17: Quem é este homem?

jo

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 3 comentários

Nos EUA estão a começar a proibir o WiFi nos restaurantes


http://www.avenuewifi.com

Depois de anos seguidos em que muitos restaurantes e cafés instalaram redes WiFi gratuitas para atrair clientes, agora começamos a assistir à erupção do fenómeno inverso… Nos EUA (onde tudo começa, nestas coisas) começam a aparecer restaurantes, como o “Michael Sobelman’s” de Boston que proibiu a leitura e o uso de laptops nas suas mesas.

A atitude do restaurante tem sido reportadamente exagerada, com relatos de que teria desligado as luzes sobre mesas onde os clientes estavam a ler livros. É certo que há abusos, neste e em muitos restaurantes em todo o lado – e até em Portugal – com clientes esperando por mesa enquanto um cliente folheia o jornal e saboreia o café.

Ou seja, já se sabia que os restaurantes eram inimigos dos livros (e na verdade, não se lhes pode censurar muito tal opção), mas o WiFi, usado como cativante agora vem também juntar-se a essa lista de indesejáveis…

Fonte:
http://munchmonster.com/editorial/eat-laptops-banned-restaurants.html

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Segundo um estudo, os genes dos portugueses são muito mais diversificados do que se pensava anteriormente

Segundo os autores do livro “O Património Genético Português”, Luísa Pereira do Instituto de Patologia Molecular e Filipa M. Ribeiro, os genes dos portugueses são muito mais diversificados do que se pensava anteriormente e incluem vários genes provenientes do norte de África.

O estudo encontrou no Alentejo e no Algarve uma maior presença de genes africanos do que no centro e norte, referindo nomeadamente 11% de genes subsarianos, provenientes quer das populações islâmicas que daqui vieram para as explorações agrícolas durante os séculos XVI e XVII, mas também de um substrato muito mais antigo e que pode ser o testemunhado pela indústria lítica tardenoisense que surge de ambos os lados do Estreito de Gibraltar.

As investigadores focaram o seu trabalho em duas localidades especificas: Mértola e Belmonte. Na primeira cidade encontraram marcadores que testemunham uma forte presença dos “mouros” (mauritanos e marroquinos), na segunda – cidade de reputados pergaminhos judaicos – encontraram uma comunidade que teve origem num pequeno grupo de mulheres, em que 96% dos habitantes de Belmonte descendiam de uma só linhagem materna! Uma consequência de migrações ainda não completamente compreendida…

O trabalho revela uma forte disposição dos portugueses para se misturarem com outros povos, desde épocas muito remotas, estando ausentes os marcadores genéticos que se encontram noutras populações europeias, mais ciosas da sua “pureza” genética e da exibição de caraterísticas recessivas “superiores” (olhos claros e cabelo louro ou ruivo). De facto, cada português de hoje carrega em si, em cada uma das suas células, a expressão suprema de que a matriz civilizacional em que assenta a portugalidade é mais do que “tolerante”, como se gabam de ser as correntes “esquerdistas” do norte da Europa, ou infinitamente mais humana do que os racistas de extrema direita oriundos também destas paragens, e mesmo na vizinha Espanha, onde estes marcadores norteafricanos são mais raros.

A “superior igualdade” da portugalidade é efetivamente superior por congregar na portugalidade a vera mestiçagem sanguínea, de temperamentos e culturas que irá caraterizar o mundo do Futuro antevisto por Camões (Ilha dos Amores), Vieira (Quinto Império) e Agostinho da Silva (Reino do Espírito Santo). Esse é o “mundo futuro” dos poetas e filósofos e agora antevisto pelos biólogos celulares.

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1403442

Categories: Ciência e Tecnologia, Portugal, Sociedade Portuguesa | Deixe um comentário

A China admite querer militarizar o Espaço

A potencialidade agressiva da presença espacial chinesa ficou bem clara quando no ano passado, o país lançou e testou com sucesso um “destruidor de satélites” que lançou em órbita uma perigosa e irresponsável nuvem de detritos que desde então não cessa de ameaçar todos os satélites que se encontram em órbitas próximas.

Mas a China não tenciona apenas ter uma frota de “destruidores de satélites”. Com efeito, assumiu recentemente o seu desejo de possuir um ramo espacial da sua força aérea, capaz de “assumir missões ofensivas e defensivas”. Estas palavras foram proferidas pelo próprio comandante supremo da força aérea de Pequim, o general Xu Qiliang, em finais de outubro de 2009.

De facto, o cuidadoso, bem executado mas muito ambicioso programa espacial chinês está hoje completamente nas mãos dos militares. Todos os seus astronautas (taikonautas) foram, são e serão militares. A China ainda não colocou um único cientista no Espaço e não há planos a curto prazo para o fazer… Isso tem aliás obstado à sua colaboração em programas internacionais, como o da Estação Espacial Internacional (ISS). Assim, de facto, para a China o Espaço já esta militarizado e nesse concreto é um país excepcional e em contracorrente com todos os outros países do mundo. O governo de Pequim alega que esta militarização do seu programa espacial serve “fins pacíficos”, mas ninguém em boa fé pode acreditar em tal… Se assim é, porque não lançam civis? Porque recusam participar em qualquer programa pacífico internacional, em órbita ou na Lua? Porque testam perigosos “destruidores de satélites” em órbitas muito povoadas de satélites civis e ativos?

Fonte:
http://www.military.com/news/article/china-to-militarize-space-for-peace.html?ESRC=topstories.RSS

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2012 (a Profecia Maia): Nibiru, Tempestades Solares, Alinhamentos Planetários, Alinhamento com o Centro Galático e Inversões do Pólo Magnético: Hoaxes!

2012 é o “filme catástrofe” de R. Emmerich que agora chega às salas de cinema. O filme apresenta-se desde logo usando um calendário asteca para justificar a sua inspiração numa profecia… maia. Fico logo claro que tipo de fiabilidade científica iremos encontrar…

É verdade que os maias tinham uma concepção cíclica do tempo, e que 2012 era de facto o fim de um dos seus múltiplos ciclos de tempo, um ciclo começado no 4 Ahau 8 Cumku (exatamente a 11 de outubro de 3113 a.C.). Este ciclo deveria estender-se por 5125 anos e terminar efetivamente a 21 de dezembro de 2012. Mas para os maias, este ciclo não foi o primeiro, e após este, seguir-se-íam outros, numa sucessão infinita de ciclos, menores, dentro de outros maiores, ad aeternum! Em nenhum se antecipava uma destruição catastrófica do universo! Antecipavam-se caástrofes, cataclimos, é certo, após cada ciclo, mas não o fim desse curso contínuo de ciclos temporais…

1. O Sol está num momento de calma inédito desde que se têm dele registos detalhados. Tanto, que os especialistas já desistiram de prever quando é que poderá tornar a apresentar manchas solares… Mas mesmo que ele tornasse a despertar em 2012, e nesse ano se produzisse uma erupção solar massiva, como a registada em 1859, isso criaria muita perturbação, com colapsos massivos das redes elétricas e de comunicações, mas não o fim do mundo!

2. Numa reportagem emitida ontem no jornal da TVI, e logo vista por centenas de milhares de pessoas, dizia a “jornalista” que “alguns acreditam na existência de um planeta que chocaria com a Terra”. Alguns? Dito assim, até parece uma tese credível! Nada mais falso! Aliás, não foi à toa que a reportagem não interrogou nenhum astronómo ou cientistas, mas apenas Moisés do Espírito Santo, um reputado mitologista português… isto porque aos “jornalistas” interessava apenas a parte folclórica da história, não uma visão científica da mesma! Os “alguns” são os seguidores de um certo Zacharie Sitchin que inventou um planeta de nome Nibiru que – segundo ele – seria mencionado no relato mesopotâmico da Criação, o Enumma Elish e que regressaria ao Sistema Solar, vindo da sua órbita muito extrema, todos os 3600 anos. O problema é que se um “planeta” (isto é, um corpo celeste de dimensões comparáveis a qualquer um dos planetas interiores) passasse todos os 3600 anos perto das órbitas dos outros planetas, estas revelariam traços da sua passagem, e estes, simplesmente não existem! Pode haver um (ou vários) “Nibiru” por descobrir em órbitas muito para além da Cintura de Kuiper ou de Oort, mas não fazendo visitas regulares ao centro do Sistema Solar!

3. A 21 de dezembro de 2012, apenas Mercúrio e Vénus estarão alinhados. E estes alinhamentos nada têm de extraordinário, sendo pelo contrário, relativamente frequentes! Recordemo-nos que o efeito da gravidade diminui com a distância, e que mesmo que um alinhamento total se produzisse… nem sequer teria força suficiente para igualar uma maré viva provocada pela Lua.

4. O alinhamento da Terra com o centro da nossa galáxia ocorre todos os anos, em datas variáveis e não em cada 26 mil anos! E não, não poderá jamais produzir uma queda no interior do Buraco Negro que reside no núcleo galático, porque este se encontra a 50 mil anos-luz e como nada se move mais depressa que a luz, essa queda dificilmente seria rápida… para além de que nada faz antever tal colapso galático, claro!

5. Por fim, outra causa referida para o fim do mundo em 2012 é a inversão do pólo norte magnético. Isso já aconteceu várias vezes no passado, num ciclo ainda não compreendido e que por isso mesmo, tem escapado a qualquer previsão. O certo é que não há vestígios paleontológicos que liguem estas inversões de pólo magnético (ocorridas 400 vezes na Terra) com extinções em massa ou mesmo a qualquer outro tipo de perturbações geológicas de larga escala.

Categories: Ciência e Tecnologia, Filmes, Hoaxes e Mitos Urbanos, Mitos e Mistérios, SpaceNewsPt | Etiquetas: | 29 comentários

Além da Terra, onde mais haverá vida no nosso Sistema Solar? Marte? Europa? Enceladus? Titã? Todos eles?

Há cada vez mais locais no Sistema Solar com capacidade teórica para albergar formas de vida.

Marte e o satélite joviano Europa continuam a ser excelentes candidatos. Marte porque já possuiu água líquida num passado geologicamente muito recente. Há também suspeitas de que possa haver ainda lagos subterrâneos em vários locais… Europa, por sua vez, parece ter um oceano sob uma uma camada de gelo com alguns quilómetros de espessura.

Em Marte os melhores habitates parecem estar não há superfície mas a alguns centímetros ou metros de profundidades onde ainda existe uma hidrosfera. A sonda Phoenix Mars Lander encontrou água líquida na superfície, mas apenas durante um breve período de tempo, já que se congela ou evapora muito rapidamente. Por outro lado, os elevados níveis de radiação cósmica que se abatem sobre a superfície marciana também devem ser muito danosos ao saudável desenvolvimento de qualquer pequena criatura (micróbio, alga ou pequeno inseto ou verme) que possa existir em Marte e que se atreva a viajar pela superfície…

Embora não esteja tão próximo como Marte, outro bom candidato a albergar vida é o satélite joviano Europa, que se acredita ter um oceano salgado sob a sua crosta de gelo profunda de alguns quilómetros. E de facto, é difícil conceber um ambiente mais propicio do que este à presença de vida) calor, água líquida e protecção da radiação solar. É claro que este oceano ainda é meramente teórico e mesmo se existir (como tudo indica) o seu acesso não será fácil, já que se encontra sob alguns quilómetros de gelo.

A pesquisa por vida no Sistema Solar irá conhecer brevemente um salto qualitativo com o “Mars Science Laboratory” (MSL) da NASA que deverá ser lançado em finais de 2011 e que estará equipado com um laboratório de química orgânica capaz de detectar vida microbiana.

Enquanto isso, a Europa continua a desenvolver o seu primeiro rover marciano, o ExoMars, que dará um passo que o MSL da NASA não conseguirá dar: cavar no subsolo marciano também em busca de sinais de vida, e é relativamente provável que a encontre já que é precisamente no subsolo que há mais protecção contra a radiação solar e cósmica (Marte tem uma atmosfera de apenas 1% da da Terra) e onde parece haver gelo de água ou mesmo gotículas de água, como constatou o Mars Polar Lander.

O satélite joviano Europa terá assim que esperar para depois destas investigações marcianas… É que os seus oceanos com mais de três quilómetros de profundidade, além de estarem muito mais longe do que Marte, também não serão fáceis de explorar… Há rumores de que decorrem conversações entre a NASA e a ESA a propósito de uma missão conjunta a Europa, inicialmente apenas um orbitador, seguido depois de um Lander capaz de aterrar e perfurar o gelo até chegar ao oceano subterrâneo. Mas nada ainda está definido para uma missão que não será lançada antes de 2020 e sobretudo, não se sabe ainda como criar um Lander capaz de resistir a um ambiente ainda mais extremo do que Vénus (radiação, temperaturas baixas e falta de atmosfera) e ainda assim conseguir brocar gelo que pode ter até cinco quilómetros de profundidade, chegar a um oceano com 3 quilómetros de profundidade, etc, etc. Ou seja, até que pode haver vida em Europa, mas que ela está bem escondida, isso ninguém pode negar!

Fonte:
http://www.space.com/missionlaunches/091012-mm-mars-europa.html

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O SKYLON: um avião espacial britânico ainda em projeto

O Skylon em órbita (http://www.reactionengines.co.uk)

O Skylon em órbita (http://www.reactionengines.co.uk)

O SKYLON será um avião espacial, não tripulado e reutilizável capaz de transportar cargas úteis para o Espaço com até 12 toneladas a um preço inédito. O engenho está ainda na fase conceptual e encontra-se ainda a pelo menos dez anos do seu primeiro voo. Contudo, quando estiver operacional será uma verdadeira revolução numa indústria que – no essencial – não evoluiu desde os tempos do V2 de Von Braun…

O veículo consistirá num avião espacial com uma fuselagem muito estreita com tanques de propelente e uma baía de carga, com asas delta a meio da fuselagem e os revolucionários motores SABER na ponta das asas, tendo sido esta a disposição que nos testes de túnel de vento e em simuladores se revelou o mais estável, colocando o centro de gravidade no centro do aparelho, e não à retaguarda, como sucederia nas propostas (falhadas) de adaptação de aviões comerciais com foguetes. O veículo deverá descolar e aterrar usando o seu próprio trem de aterragem, dispensando os tanques e foguetões externos que estiveram na base dos trágicos acidentes do Space Shuttle.

Os motores SABRE serão capazes de operar em modo dual: em modo foguete funcionarão em circuito fechado de Lox/Lh2, como um motor foguete convencional, em modo de “respiração de ar” o motor será capaz de um desempenho até ao Mach 5, devendo funcionar neste modo no momento da descolagem e à medida que ganha velocidade e altitude na atmosfera. Neste modo – o verdadeiro trunfo do aparelho – o oxigénio líquido é substituído por ar atmosférico. E é aqui que reside a parte difícil do SABRE, já que o ar é levado até à câmara de combustão a partir de uma entrada de ar assimétrica, arrefecido até temperaturas criogénicas e comprido, tudo isto em frações de segundo e antes de entrar em combustão!

O SKYLON terá um comprimento de 82 metros, um diâmetro de fuselagem de 6,25 metros, uma envergadura de asas de 25 metros, transportando até 41 toneladas de combustível. Durante o voo atmosférico, o avião espacial será controlado aerodinamicamente, como um avião normal, pelas superfícies móveis da cauda. Uma vez no Espaço, o controlo de voo é da competência do modo foguete e as superfícies aerodinâmicas de controlo são desligadas. Enquanto na superfície, antes e depois da aterragem, o SKYLON usa um trem de rodas convencional, que se contraí dentro do aparelho quando este está em voo. O aparelho, contudo, não pode aterrar em qualquer pista convencional, já que precisa de um solo especialmente reforçado. À descolagem o SKYLON pesa 275 toneladas, e à aterragem 55, e isto é muito peso para as relativamente pequenas rodas, daí a necessidade de pistas especiais…

A maior parte da fuselagem do avião espacial será construída em fibra de carbono com estruturas internas reforçadas. Os tanques de propelente serão em alumínio e instalados no interior da fuselagem de forma a prever a folga necessária às expansões e contrações resultantes das grandes variações térmicas suportadas pelo aparelho durante as diversas fases do seu voo. Uma parte da fuselagem será construída de fibra, reforçada com cerâmica, prevista também se expandir e contrair livremente, de forma a suportar as agruras da reentrada, menores que numa cápsula Soyuz ou Apollo, devido ao ângulo menos acentuado da reentrada atmosférica, mas ainda assim, bastante sensíveis.

A baía de carga do SKYLON tem 4,6 metros de diâmetro e 12,3 de comprimento. Foi concebida para ser compatível com a maioria das cargas dos lançadores de satélites da atualidade, sendo capaz de colocar cargas com até 12 toneladas em órbitas equatoriais de 300 km de altitude, 10,5 toneladas em órbitas equatoriais de 460 km ou 9,5 toneladas para a Estação Espacial Internacional. O SKYLON poderá também transportar passageiros, numa versão ligeiramente modificada e capaz de transportar até 30 passageiros simultaneamente.

Cada avião espacial deverá ser capaz de realizar 200 voos antes de ser retirado ao serviço. Esta taxa de reutilização – superior à do Space Shuttle – é uma das razoes para o baixo custo por cada lançamento que o sistema britânico promete. Se hoje em dia, colocar 2 toneladas em órbita fica a mais de 150 milhões de dólares, dos quais os clientes finais pagam entre 1/3 ou 1/2 devido aos subsídios estatais mais ou menos assumidos, quando o SKYLON alcançar o seu pleno ritmo de cruzeiro, com 100 satélites sendo lançados todos os anos por 30 aviões espaciais, o custo final (sem subsídios) por lançamento não deverá ser superior a 40 milhões de dólares por voo. Este valor poderá descer ainda mais, até aos 2 a 5 milhões para satélites científicos e para cem mil dólares por turista espacial, se existirem as devidas poupanças de escala…

A empresa britânica e oriunda de um projeto universitário ainda tem várias parcerias com universidades britânicas, mas depende atualmente essencialmente de investidores de risco privados. O seu modelo de negócio não é o de explorar diretamente as suas operações, como a SpaceX e a Virgin Galactic, mas vender os seus aparelhos a operadores privados e públicos. O conceito é revolucionário e como tal, pode revolucionar o acesso ao Espaço. Esperemos que projeto continua a queimar etapas dentro dos prazos, como está a suceder, e que o primeiro voo ocorra entre 2015 e 2020, como é anunciado.

Fonte:
http://www.reactionengines.co.uk

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Surgem nos EUA os primeiros sinais (SIC) de retoma…

A presente recessão mundial está para durar. Não é uma simples descida conjuntural resultante de uma inexistente subida dos preços da energia ou dos combustíveis nem sequer de problemas graves no sector financeiro que reduzem a liquidez de Capital na economia. Pelo contrário, a situação atual tem uma raiz estrutural e como tal, não será sanada rapidamente.

A depressão atual radica nos problemas daquele modelo de Desenvolvimento económico que os economistas do “pensamento único” Neoliberal e globalista nos venderam como única solução e que durante quase vinte anos pareceu funcionar bem, trazendo prosperidade aos países fornecedores de matérias-primas e de produtos manufacturados e mantendo elevados padrões de vida nos países consumidores, algures no Ocidente. Mas algo estava literalmente “quebrado” no sistema: ainda que fosse possível ir transferindo discreta mas paulatinamente todas as indústrias para o Oriente durante algum tempo, este ermamento industrial haveria de se sentir, mais cedo ou mais tarde, nos países que assim iam evaporando a sua tessitura industrial. É que com as fabricas que partiam, partiam também milhões de empregos e com eles milhões de consumidores. No Oriente, a economia ía crescendo à custa de mão-de-obra abundante e barata, no Ocidente, o consumo ía sendo sustentado por níveis de vida mantidos artificialmente altos por elevados níveis de endividamento. Um dia este recurso sistemático ao crédito iria tornar-se impossível alto para continuar a crescer e as primeiras a sentir esta reversão de fluxo seriam precisamente as empresas do sector financeiro. E foi isso precisamente que aconteceu, em meados de 2008…

Se esta retoma se confirmar, então nada irá mudar… nem a especulação bolsista, nem o mercado de derivados, nem o desregulamento, nem o primado do financeiro sobre o produto, nem sequer a perigosa concentração e fusão entre empresas financeiras! nada mesmo! E o Emprego… ainda vai levar pelo menos um ano a retomar parte dos empregos perdidos em todo o mundo desde 2008, já que apenas se geram novos empregos quando o crescimento do PIB ultrapassa os 2%, valor que nem com esta tímida retoma iminente se alcançará antes de 2010…

O problema maior reside portanto num sistema de Globalização que depende de enormes transferencias de bens e equipamentos de um canto para o outro do mundo. Depois de séculos em que o comercio internacional foi considerado acessório e complementar, a partir da década de 90, este tornou-se essencial em quase todo o tipo de produtos. Colheres, facas, cereais, brinquedos, computadores, etc, tudo é fabricado algures no exterior e nada é fabricado localmente. Esse é o paradigma que tem que desaparecer. E enquanto assim não fôr, esta recessão não irá parar de se agravar até criar convulsões sociais e níveis de criminalidade insustentáveis e destrutivas para qualquer sociedade no mundo. No oriente, haverá revoltas sociais porque as fabricas deixaram de fabricar para a exportação ao nível anterior, no ocidente, no ocidente porque os níveis de desemprego serão insustentáveis. Os Bancos que emprestaram desregradamente têm que falir e dar lugar a novas formas de gestão de Capital mais responsáveis e mais locais. Os empregos e as empresas devem refocar-se nos mercados locais, os padrões de endividamento devem reduzir-se dramaticamente, não pela falência dos endividados (empresas ou famílias), mas pela falência dos Bancos que emprestaram sem critério ou razoabilidade. Toda a economia deve abandonar esta obsessão pelo “Global” e reorientar-se para o “Local”, porque ao fim e ao cabo é “localmente” que estão as pessoas, os seus empregos e as suas necessidades! Todos devemos parar de consumir compulsivamente e os economistas e gestores devem esquecer esta obsessão doentia por taxas de crescimento exponenciais e ecologicamente insustentáveis. Esqueçamos aquilo que não podemos ter e concentremo-nos no consumo de bens culturais e na sua produção, já que estes garantem níveis de satisfação muito maiores e mais duradouros do que a última televisão de plasma ou uma viagem à Tailândia. Reformemos uma classe política que se apressou a socorrer os banqueiros que contribuíram generosamente para as suas campanhas eleitorais, mas que deixou metade dos desempregados sem qualquer protecção social. Mudemos o mundo, hoje. Ou iremos acabar com ele. Agora.

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A Virgin Galactic está a trabalhar no conceito LauncherOne: Lançamento de satélites a partir do WhiteKnight Two

http://www.flightglobal.com

A Virgin Galactic está a trabalhar no conceito do foguetão LauncherOne que será capaz de colocar um mini-satélite em órbita. O estudo deverá estar concluído em meados de 2010 e é uma continuidade em relação a um trabalho anterior que concluíra que o avião-mãe WhiteKnight Two seria capaz de transportar um foguetão construído inteiramente com materiais compósitos e de dois andares poderia colocar em órbita um satélite com até 200 kg de peso.

O preço de cada um destes satélites não será superior a 2 milhões de dólares cada e a empresa espera ter o sistema pronto um ano depois das suas operações de turismo espacial estarem operacionais, isto é, em 2011.

A Virgin Galactic ainda não determinou se o novo foguete será construído por si, ou por um parceiro como a Aerojet ou a Northrop Grumman. Nem sequer se será reutilizável ou não. Parcerias com empresas especializadas na construção de pequenos satélites, estão também sobre a mesa e serão decididas até meados do próximo ano.

O projeto será financiado por uma empresa do Abu Dhabi que em julho de 2009 anunciou um investimento de 280 milhões de dólares na Virgin Galactic e é apenas um de muitos investimentos externos que os países do Golfo estão a fazer pelo mundo, desde estaleiros alemães a administrações portuárias norte-americanas e que resultam da acumulação de lucros extraordinários da exportação de petróleo. O facto dos milhões de dólares do petróleo – que geralmente são aplicados com elevado critério – estarem agora também a verter para a emergente indústria do turismo espacial indica que esta é uma fonte de rendimentos promissora…

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/11/04/334386/virgin-galactic-considers-new-satellite-design.html

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Quids S17: Em que mês e ano foi tirada esta fotografia?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A Rússia adiou a sua missão Phobos-Grunt de 2009 para 2011

A agencia espacial russa, Roscosmos, anunciou que adiou a sua missão Phobos-Grunt de 2009 para 2011. A missão devia recolher e transportar de volta para a Terra amostras do intrigante satélite marciano Phobos e transportar a experiência LIFE “Living Interplanetary Flight Experiment” que iria determinar a capacidade de sobrevivência de um microorganismo no Espaço profundo.

Devido às orbitas terrestre e marciana, a nova janela de lançamento é agora 2011 e obrigatório recorrer a ela devido aos atrasos que o programa está atualmente a sofrer. Embora os russos se tenham esforçado por manter o lançamento de 2009 e tenham conseguido terminar a sonda a tempo de a submeter a uma intensiva bateria de testes na NPO Lavochkin, não foi possível terminá-los a tempo.

Depois dos atrasos da NASA, com o Rover Mars Science Laboratory e da ESA com o ExoMars são agora os russos a atrasarem a sua missão aos satélites de Marte… Será a “maldição de Marte” que tantas naves já cobrou a fazer-se novamente sentir?…

Fonte:
http://www.marsdaily.com/reports/Phobos_Grunt_Including_Phobos_LIFE_Delayed_Until_2011_999.html

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Quids S17: A partir de que sonda foi tirada esta fotografia?

3

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Re-Acordo Ortográfico em curso?

O Congresso Nacional brasileiro pode vir a autorizar o governo a rever o Acordo Ortográfico de 1990. O movimento a favor da revisão do texto está a ser conduzido pela senadora Marisa Serrano, do PSDB-MS e resulta não somente de um movimento que vem do interior deste partido da oposição brasileira, mas também de uma audição pública feita na Comissão de Educação, Cultura e Desporto.

A senadora prepara-se assim para propor no Congresso uma lei que autorize o governo brasileiro a sugerir alterações ao Acordo Ortográfico. Estas alterações seriam no sentido de procurar identificar e de corrigir as razoes que fazem com que o Brasil seja ainda hoje o único país a seguir a nova norma, oficialmente e efetivamente, nas novas edições.

No Brasil é conhecida a oposição muito tenaz de largos setores da sociedade lusófona (nomeadamente escritores portugueses) contra o texto de 1990, como reconhece o presidente de honra da Academia Brasileira de Filologia, Leodegário Amarante de Azevedo Filho. Mas o presidente coloca o dedo na ferida ao admitir aquilo que é evidente: somente no decurso da entrada na vida ativa de uma nova geração de alunos é que a grafia do Acordo se irá introduzindo, discreta, mas solidamente nas sociedades lusófonas.

Contudo, mesmo este defensor do Acordo, admite problemas com a redação do texto de 1990 (que usamos para escrever estas linhas), tais como a supressão do trema (no Brasil) ou a supressão de algumas consoantes “mudas”, que afinal não o são tanto como pensavam os negociadores de 1990, como aquela que desaparece na palavra “ator”. Este último ponto é, aliás, o motivo maior de discórdia em Portugal. Walter Esteves Garcia, da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação brasileira indica também outro factor determinante na origem da resistência portuguesa ao Acordo: a percepção de que o Brasil está a tentar impor a sua grafia ao país matriz da língua, reeditando uma espécie datada de neocolonialismo linguístico. Algo que se resulta do erro crasso (e evitável) cometido em 1990 ao permitir que uma percentagem muito maior de palavras portuguesas fosse alterada contra uma percentagem inferior de palavras brasileiras. Esta desproporção forneceu argumentos aos opositores do Acordo e segue hoje ainda sendo bradada com maior ou menor justiça.

Será assim então o momento de encetar novas negociações? No Brasil começa a ganhar impulso o movimento Acordar Melhor, fundado pelo professor Ernani Pimentel, que tem como objetivo o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico de 1990. O Movimento posiciona-se contra a supressão do trema no Brasil, mas também contra todas as exceções a regras e duplas grafias (lusoafricana e brasileira) atualmente aqui contempladas e a padronização de todos os radicais. O Movimento repete também algumas críticas dos opositores portugueses ao alegar que não existiu aquando do momento da sua redação um debate aberto e democrático. E este movimento Acordar Melhor está a ganhar adeptos entre o Senado brasileiro com apoiantes de peso como o senador Flávio Arns (PSDB-PR) e o senador Cristovam Buarque (PDT-DF).

Se o Movimento lograr obter apoios suficientes no Senado e no Congresso brasileiros o Governo será forçado a avançar no mesmo sentido… Tendo em conta impopularidade do Acordo em Portugal (sobretudo) e no Brasil (menos) a revisão do Acordo será inevitável.

Sempre defendemos o Acordo Ortográfico de 1990. Não exatamente “aquele” Acordo mas O Acordo. O Acordo pode (ainda acreditamos em tal) servir de ferramenta de união dos povos lusófonos, de ponte de culturas, de simplificação de ortografias divergentes e plenas de elementos anacrónicos e de facilitador da aprendizagem do português. Mas este Acordo não foi bem negociado. Dizem que foi o “Acordo Possível”, mas desde os primeiros momentos que recolheu críticas de isolacionismo e “academismo exclusivista”, de falta de transparência e de cultura democrática por parte dos negociadores. Se o Brasil optar pela revisão do Acordo, haverá condições para aperfeiçoar o Acordo de 1990? Haverá matéria bastante para uma simples revisão, ou as alterações serão tão numerosas que forçarão a um novo e efetivo novo ReAcordo que possa (tarefa hercúlea) sanar todas as críticas que sofreu, de ambos os lados do Oceano, mas especialmente em Portugal?

Vamos ver em que param as águas no que concerne a esta potencial ferramenta de aproximação da Lusofonia antes de aprofundarmos mais a nossa posição…

Fonte:

http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=97030&codAplicativo=2

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Quids S17: Quem era este homem?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Candidatura ibérica ao Mundial de 2018: Como o lúguebre e ávido “Mundo da Bola” se prepara para afincar os dentes de novo nos nossos impostos…

"Digam lá se não parece mesmo um mafioso?" (http://iva.caoazul.com)

A palhaçada orgástica da Bola com os dinheiros dos nossos impostos continua: o próximo episódio é – já se sabe – a última ideia arrotada por esse primor dejetivo da intelectualidade bolística portuguesa chamado Madaíl, sempre fértil em congeminar esquemas para esvaziar os cofres públicos. Os políticos do Bi-Partido, obviamente exultam, sonhando já com votinhos conquistados em fugazes aparições mercenárias nos Estádios de Futebol.

De permeio, os madaílistas desencantaram um logótipo para a candidatura ibérica ao Mundial de 2018 e que simbolizará a “vontade única de Portugal e Espanha chegarem a Dezembro de 2010 como vencedores da seleção do país vencedor”. Dizem. Ou melhor, dizem entre outras coisas bem menos pacíficas:

“Este logotipo transmite uma ideia de união, de vontade, entre dois países que estão também entrelaçados, além das bandeiras, da cultura, das relações, pela sua história. Este era o símbolo que mais força podia dar à candidatura.”

Muito bem. Senhor Madaíl (sejamos claros: “senhor” é apenas um artifício retórico), se o quer “unir-se” a Espanha, faça-o no doce embalo dos lençóis do presidente da Federação Espanhola, Angel María Villar, com quem se escolheu deitar. Mas não misture Portugal nesse discurso menorizante e saramugiano da “união ibérica”. As bandeiras de Portugal e Espanha não só não estão entrelaçadas mais dois países unidos por tanta amizade, por tantas “relações” não tem entre si – a separá-los – um genocídio neocolonialista cultural e linguístico em curso na Galiza e um já praticamente efetivado na Olivença e nos seus três concelhos ocupados ilegalmente por Madrid.

Um tal de Carlos Queiroz – criatura de méritos bolísticos muito discutíveis – também já se juntou ao coro de madalístas apregoando que a candidatura “ibérica” (termo orgástico para os espanhóis unionistas) tem que ser um “um desiderato nacional” e que “Temos de ter o melhor logotipo, a melhor organização, o melhor empenhamento, os melhores programas, os melhores campos, os melhores jogadores, os melhores treinadores, o melhor público. Temos de puxar todos para o mesmo lado”. Dando a entender aquilo que já se sabe: mais dinheiro, mais desperdício de impostos, mais babaquismo medíatico e ronaldismos sem fim. Era mesmo que estávamos a precisar.

Poder-se-ía pensar que tamanho “logotipo unionista” poderia ser da forja de um bom e fiel súbdito castelhano. Nada disso. É de um madaílista que dá pelo nome de Eugénio Chorão de uma chafarica anti-portuguesa intitulada “Euro RSCG Design & Arquitectura” que acrescenta o “conceito” submerso sob tão arguto logo: “É uma fusão das duas bandeiras, que formam o mundo. Esta ideia representa a fusão de dois países através da paixão que têm pelo desporto”. Outro que se devia ir fundir para outro lado qualquer e deixar o dinheiro dos nossos impostos para melhores usos que o derrame estéril sobre o turvo, corrupto e imoral “mundo da Bola”.

A qualidade gráfica do logotipo é também imensamente discutível, como asseguram alguns especialistas na área que o classificam como medíocre revelando “confusão visual e sem pregnância, a qualidade gráfica das “pinceladas” revela-se numa falta de veracidade e coerência” (ver fonte). Mas mais grave é ainda o que ele representa: uma competição desportiva internacionał dupla, em que dois países soberanos apresentam uma candidatura conjunta, mas em que um dos dois possui a parte de leão dos jogos e dos estádios em competição. Tal é um erro de repercussões na imagem internacional do país grave, já que apresenta Portugal como “inferior” a Espanha. Ou há recursos para uma candidatura nacional (e não os há) ou não se deve desperdiçar os escassos que existem a promover uma “Ibéria” que só serve aos recalcados desejos espanholistas de saramugianos e castelhanos.

Fontes:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=1404867
http://logotipo.pt/blog/logotipo-da-candidatura-iberica-ao-mundial-de-futebol

Categories: Futebol e Corrupção, Portugal, Sociedade Portuguesa | Deixe um comentário

QuidExtra!: Avalie o seu conhecimento da marinha de guerra alemã durante a II Grande Guerra

Como prometido nas novas regras…

Cá vai um QUID EXTRA !

Ainda meio experimental, pelo que peço que sejam condescentes com eventuais anomalias mas…

valendo já os 3 pontos da regra!

NOTA: Usem os vossos nicknames habituais neste QuidExtra!

Regras:

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos e correrão até que um nickname novo, num IP novo, chegue aos 100%

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 23 comentários

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