Daily Archives: 2009/11/25

O Petróleo regressa à agenda… e com ele, o Pico Petrolífero

É isso… Já nos tínhamos esquecido, mas por muito que se atire para debaixo do tapete o problema do Pico Petrolífero insiste em regressar. Apesar da redução de consumo mundial, provocada pela Recessão, é cada vez mais evidente que o pico da produção já foi ultrapassado e que se avizinha um declínio acentuado da produção e, como ela, um agravamento brutal dos preços dos derivados do petróleo.

O jornal britânico The Guardian publicou recentemente um artigo em que se admite que o fim das reservas pode estar mais próximo que se admite publicamente e onde também se afirma que rapidamente se assistirá a um declínio brutal da produção. O artigo do The Guardian alega que a “Agência Internacional de Energia” (AIE) tem omitido a verdadeira situação das reservas mundiais e que a agência tem realizado uma sobreavaliação das reservas petrolíferas mundiais.
Esta sobreavaliação da AIE foi intencional – e isso é o mais grave – já que foi motivado pelo receio do pânico nos sempre instáveis e caprichosos mercados financeiros e o receio que anunciar da verdadeira gravidade da situação levasse os produtores a fecharem as portas às empresas petrolíferas ocidentais.

O The Guardian revela ter tido acesso a uma fonte oficiosa da AIE que lhe terá confidencializado que o pico da produção teria sido alcançado em 2009, enquanto oficialmente este número deveria ser alcançado apenas em 2030. Ora ainda num dos últimos relatórios da AIE se escrevia que era possível aumentar nos próximos anos a produção de petróleo!

A fonte do The Guardian revela que estes relatórios falsos da AIE são “soprados” a partir dos EUA, que indicaram aos relatores da agência para exagerarem nas suas descobertas estimadas de novos poços. O objetivo seria não aumentar o pânico dos mercados e dar uma falsa tranquilidade que permitisse alavancar uma recuperação económica que apesar de tudo (ou talvez por tudo, antes…) parece ainda demasiado débil e insegura para vingar. Estes relatórios exprimem também a urgência de aproveitar o momento de grave crise económica atual, para reformar a Economia e abandonarmos o petróleo – além do mais fonte privilegiada de emissões de CO2 – a favor de outras fontes de energia renováveis e mais ecológicas.

Se a notícia do The Guardian se confirmar – como acreditamos – estaremos à beira de uma subida sustentada e dramática dos preços do barril de petróleo nos próximos anos, em que os duzentos dólares anunciados por Chávez em 2008, não tardarão a chegar… Esperemos assim que as economias prossigam – e inclusivamente acelerem – o rumo para as energias renováveis e para a redução da “pegada de carbono”, isto porque essa outra crise esquecida chamada “alterações climáticas” também está longe de ser resolvida…

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1416071

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Quids S17: Quanto custa o produto que está a ser publicitado nesta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O Australian Secret Intelligence Service ou ASIS

O Australian Secret Intelligence Service ou ASIS é a agência de informações no estrangeiro da Austrália. A ASIS é a equivalente ao MI6 britânico ou à CIA norte-americana. A agencia é parte do ministério dos Negócios Estrangeiros (“Department of Foreign Affairs and Trade”) e tem a sua sede em Canberra sendo atualmente liderado pelo Diretor-Geral Steven Robinson.

A fundação da agência data de 1952, mas a sua própria existência permaneceu secreta até à década de 70, um secretismo que se justificava porque entre as suas missões se encontrava além da recolha de informações no estrangeiro a “condução de operações especiais sempre que estas fossem requeridas” e “ações políticas especiais”. A bom entendedor…

Só em 1972 é que o público obteve conhecimento desta elusiva agência, através de um artigo do The Daily Telegraph em que este jornal comunicava que o ASIS estava a recrutar agentes nas universidades para atividades de espionagem na Ásia. Só cinco anos depois é que o então primeiro ministro Malcom Fraser admitiu publicamente a existência da agência.

No “incidente do Hotel Sheraton”, em 1983, na cidade de Melbourne, a ASIS atraiu uma enorme dose de atenção negativa ao organizar aqui uma operação de treino que correu muito mal… A ideia era simular uma operação de vigilância e resgate de reféns, mas foi distribuída a agentes com apenas 3 semanas de agencia e acabaram a usar força excessiva em hospedes e em vario pessoal do hotel, tudo com grande impacto mediático numa operação que se pretendia secreta…

Entre 1989 e 1991, a ASIS foi novamente referida na imprensa, sobre o seu papel no treinamento do exercito da Papua Nova Guiné envolvidas na repressão aos movimentos independentistas de Irian Jaya e Bougainville.

Em 1994, um programa de televisão expôs operações conduzidas pela agência com vista a destabilizar o governo de Coraçon Aquino, nas Filipinas, assim como operações conjuntas com o MI6 nas Malvinas, Hong Kong e no Kuwait. Operações realizadas de “motu próprio”, sem o devido aval do governo australiano…

Em março de 1995 um jornalista de nome Ross Coulthart afirmou que a ASIS tinha dezenas de milhar de ficheiros sobre cidadãos australianos, tal seria desmentido, ainda que fosse confirmado que a ASIS mantinha de facto ficheiros individuais, mas de cidadãos estrangeiros e nacionais mas de “natureza administrativa”.

Um relatório de 2005 referia varias dificuldades internas na ASIS no que concerne à forma com estava a conduzir a “guerra ao Terrorismo”, mas pelo menos não referia nenhuma historia recente no mesmo comprimento de onda das anteriores… Talvez tenham ficado incompetentes a um tal ponto que deixaram de aparecer nas notícias ou.. Talvez o “blackout” noticioso erguido hoje em torno da “segurança interna” a propósito da Guerra ao Terrorismo esteja a fazer sair noticias semelhantes dos escaparates dos jornais… Não sei qual será melhor.

Fontes:
http://www.asis.gov.au/
http://en.wikipedia.org/wiki/Australian_Secret_Intelligence_Service

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | 2 comentários

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