Serviços Secretos Paquistaneses: “O 11 de Setembro é um inside job”

Já escrevemos aqui muito sobre os mistérios do 11 de setembro. E sobre a teoria que diz que os ataques foram um “trabalho interno” por parte de alguns interesses obscuros das alas mais direitistas do poder norte-americano.

O trabalho de um dos mais prestigiados fotógrafos italianos, Massimo Berruti inclui na introdução do seu último livro declarações polémicas de Hamid Gul, o antigo líder dos serviços secretos paquistaneses, que admite que o 11 de setembro foi ordenado por uma das múltiplas entidades de “serviços secretos” em atividade nos EUA. O general paquistanês já tinha dito numa entrevista à CNN que o 11 de setembro foi planeado, organizado e executado a partir dos EUA e não do Afeganistão. Amid Gul suspeita também que tudo fora do conhecimento das forças armadas dos EUA.

A tese não é nova e há de facto varias inconsistências intrigantes no 11 de setembro que nunca foram explicadas (especialmente quanto ao ataque ao Pentágono) que apontam para a tese de que tudo teria sido orquestrado por um grupo de radicais direitistas e ultracristãos que floresceram livremente em torno da presidência Bush e que, de facto, conseguiram transformar os EUA num Estado securitário e hipervigiado. Preparando uma operação de tomada de poder que ainda não aconteceu ou que foi abortada pelo insucesso na guerra do Iraque ou pela vitória de Obama nas últimas presidenciais.

Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399690

Categories: 9/11 Conspiracy, 9/11 Denial | Etiquetas: | 14 comentários

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14 thoughts on “Serviços Secretos Paquistaneses: “O 11 de Setembro é um inside job”

  1. Lusitan

    É estranho que seja o chefe de um organismo que tem ligações aos Taleban e à Al Qaeda a fazer declarações sobre o 11 de Setembro e que ainda lhe prestem atenção… Será que alguém começa a sentir o nó a apertar a garganta? É que mesmo no Paquistão já se começa a por em causa os serviços secretos após esta vaga de atentados e não é de estranhar que esse senhor comece a disparar em todas as direcções.

  2. Só falta eles terem acesso as armas nucleares…aí está feito , será o armagedom..

  3. pedronunesnomundo

    tem graça essa de um 11 de Setembro saído da cabeça das “alas mais direitistas do poder norte-americano”

    sei que não é o teu caso, mas o globo está mesmo formatado para essa dualidade direitistas Vs. democratas, não está?

    a manipulação mais eficaz – como na velha história da maior arma do Diabo – é a manipulação sobre a manipulação não existir
    e andarmos todos felizes a acender velinhas a Obamas, Clintons, Gores e Cª

    uma vez vi uma lista muito gira sobre os financiadores das campanhas presidenciais americanas e as curiosas sobreposições que havia nos financiamentos de um e de outro lado…

    acredito PERFEITAMENTE que o 11 de Setembro tenha sido algo que não sabemos bem
    mas o que quer que seja
    e não uma nova compulsiva versão pré-cozinhada que tenhamos de comer

  4. Lusitan

    O que foi encoberto foi a incompetência de serviços que os americanos pensavam serem “bullet-proof”. Desde a CIA ao FBI, passando pela Casa Branca e NSA, todas as instituições federais que mantêm coeso o castelo de cartas que são os EUA não conseguiram impedir ou prever um atentado a uma escala tão larga, mesmo com provas de que algo se estava a passar. As tentativas por (vezes frustradas) de encobrir essa incompetência é que levaram a que pessoas com a mania dos OVNIs começassem a fabular conspirações a alto nível para que se desse o 11 de Setembro.

    Mais uma coisa… senhores como este Hamid Gul existem às carradas em países muçulmanos. Tentam ganhar apoios nas massas acicatando o ódio contra os cristãos com a finalidade de chegar ao poder. É uma moda que se está a enraizar até em países islâmicos moderados e que pode levar a uma explosão da violência religiosa pelo mundo inteiro. E não nos devemos esquecer que esses mesmos senhores falam muito no ressurgimento de um califado com fronteiras que vão desde Jakarta ao Algarve.

    Por trás destas mensagens conspirativas estão por vezes conspirações bem mais perigosas.

  5. não sei… esses serviços podem ter sabido de tudo (ou grupos no seu interior) e terem decidido não agir, não por incompetência (uma hipótese válida) mas para criarem condições para a atual “deriva securitária” que aumentou o seu poder e influência nos EUA…

  6. Lusitan

    Antes pelo contrário… essas agências ficaram sob um controlo ainda mais apertado, por isso não vejo em que é que essas agências ficariam a ganhar. As suas operações estão sob um muito maior escrutínio estão muitas delas agora sob a supervisão do Department of Homeland Security. Além do mais o Congresso Americano passou a ter mais atenção aos programas dessas entidades.

    Em termos absolutos essas entidades viram os seus poderes restringidos, agora não nos devemos esquecer que os EUA são actualmente um país em guerra.

  7. mas a HS não é agora um “estado dentro estado”, algo comparável aquilo que eram as SS após 44?…
    restringidos? não sei… mas é público que os direitos individuais dos norte-americanos foram no pós 11 de setembro a maior baixa na guerra contra o Terrorismo…

  8. Lusitan

    O Homeland Security não é um estado dentro do Estado. Isso é a mensagem que os grupos extremistas na América fizeram passar para o público em geral. É óbvio que esses grupos vão ter os seus passos muito mais monotorizados de agora em diante e dificilmente ocorrerá outro atentado de Oklahoma. Na altura desse atentado, a justificação dada foi de que o Governo Federal lhe estava a roubar a liberdade individual e que em Waco tinham morto pessoas inocentes. Hoje em dia esses grupos continuam a existir e teme-se que possam algum dia trabalhar em conjunto com grupos terroristas estrangeiros por forma a derrubar o Governo Federal.

    Quando apareceu ao público o programa Echelon, esse sim um programa que abala seriamente as liberdades individuais dos americanos e dos cidadãos do mundo inteiro, não ouvi ninguém nos EUA preocupados com as liberdades individuais. O Homeland Security nem sequer tem sob sua supervisão a CIA, o FBI ou a NSA, portanto os seus poderes não são assim tão grandes como se fala. Este departamento serve mais como polo agregador da informação das várias agências sob o seu comando, sem no entanto interferir com o seu dia-a-dia.

  9. espero que tenhas razão, mas não é essa a opinião que se fica seguindo as notícias que vão vindo dos EUA e a até a imagem popular que é transmitida pelos Media e Filmes e séries televisivas que chegam em grande número a Portugal…
    Bem sei que há exageros, mas ainda que existam esses grupos que mencionas, a sua própria existência deu espaço a uma série de desmandos implementados pelo neocons, que Obama no essencial ainda não quis (ou não pôde) inverter.
    E essas agências, têm agências que não controlam…
    e que são “rogue”, essencialmente, desde sempre.

    há aqui uma boa lista:
    http://www.abovetopsecret.com/forum/thread60574/pg1
    ainda que pontuada por alguns excessos de imaginação…

  10. Lusitan

    Cuidado com as fontes Clavis… esse PhD é uma fraude, uma espécie de evangelista que professa conspirações de extraterrestres. Mas nem era preciso ir verificar a fonte porque algumas das afirmações eram banhadas autênticas.

  11. eu sei que não são propriamente a coisa mais fiável deste mundo… daí a minha nota final!
    mas mantenho a minha tese:
    há agências (entre as listadas, mais outras cuja existência é desconhecida) que fogem completamente ao controlo direto e indireto da Administração, que têm a sua própria agenda e que poderão (sublinho o poderão) ter estado envolvidos no 11 de setembro, quer deixando-o acontecer, quer estando simplesmente por detrás do próprio atentado. Por enquanto inclino-me para a primeira tese, embora existem detalhes no 11 de setembro que só podem ser cabalmente explicados ligando-os à tese do “inside job”.

  12. Eu acredito na teoria do “INSIDE JOB”, + com resalvas, eles ~ñ conseguiram saber o dia e a hora do atentado…falharam. por pura incapacidade policialesca de investigar..tão sómente isso. Sds.

  13. Lusitan

    O Executive Branch… metade são thinktanks americanos, que nada têm a ver com investigação e defesa dos EUA, mas são isso sim poderosos lobbies de influência. Os outros respondem directamente ao presidente.

    Intelligence Branch… respondem todos ao Presidente ou ao Department of Defense ou mesmo Department of Homeland Security. Project Paperclip e Deep Water… nem comento.

    War Department… quase tudo departamentos dentro de estruturas já anteriormente mencionadas… e depois ainda pega em projectos (alguns reais outros ficticios) que envolvem vários departamentos e várias agências e coloca-os como agências a trabalhar separadas, quando quem os financia são muitas vezes as Forças Armadas ou outras Agências governamentais e como tal têm de responder perante essas hierarquias.

    Weapons Industry Branch… empresas privadas.

    Financial Department… ficou sem imaginação. Este sim um ramo que podia ser explorado em força… quando se sabe que os presidentes americanos são eleitos através de donativos chorudos de empresas.

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