Daily Archives: 2009/11/07

A Índia vai construir mais caças SU-30MKI

A Índia opera atualmente 105 aviões SU-30MKI, mas a empresa local HAL continua a construir mais aviões do tipo de forma a que a força aérea indiana possa alinhar um total de 245 SU-30MKI. Os aviões deverão ser entregues até 2017 e juntamente com o programa nativo Tejas LCA e os caças de “segunda linha” do concurso MMRCA tornarão a Índia uma das maiores potências aeronáuticas não apenas da região, mas do mundo…

Mas a Índia espera ainda reforçar este inventário: há relatos de que o país irá adquirir ainda mais SU-30MKI e os aviões deste tipo já em uso e adquiridos à Rússia em 1996, deverão ser também atualizados. Os aviões deverão receber um radar N011M Bars e um motor idêntico ao do SU-35, assim como um novo datalink (recordemo-nos que o Raptor não tem ainda nenhum), uma adição vital para reduzir o relativamente elevado índice de “fogo inimigo” registo pelos Sukhoi no último Red Flag, onde os aviões participaram com resultados extraordinários. Com essa excepção…

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/India-Ordering-Modernizing-SU-30MKIs-05852/

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O Nome “Galiza”

O topónimo “Galiza” é certamente de origem pré-romana, muito provavelmente céltica e decorrente do topónimo Portum Cale, que designava uma povoação de romana, de fundação indígena situada na foz do rio Douro e que haveria de servir de mote para além de “Galiza” (Cale -> [Gal]iza) mas também a “Portugal” (Portu + Cale -> Portucale -> Portugal), e até aos nomes das cidades do Porto (Portu -> Porto) e de Gaia (Cale -> Gaia)1.

O uso do topónimo “Galiza” não é contudo, pacífico. Ainda que o termo original e historicamente mais correto (e logo, o preferido neste texto) seja “Galiza”, o termo “Galicia” é também utilizado com alguma frequência, sendo uma adaptação da forma castelhana, preferida por muitos centralistas ou bilinguistas galegos, assim como pelas instituições do governo autonómico e por Madrid, por simbolizar a subordinação política e linguística da Galiza ao Reino de Espanha. O termo é também comum no português do Brasil, essencialmente devido ao desconhecimento do significado político que carrega. Oficialmente, ambos os termos são considerados “nomes oficiais”, havendo uma preferência pelo termo mais castelhanizante “Galicia” por parte da “Real Academia Galega” e do “Instituto da Língua da Galiza”, que o consagraram na sua “normativa de concórdia” datada do ano de 2003. O movimento reintegracionista – que advoga o regresso da Galiza à Lusofonia – optou pelo termo linguística e historicamente mais correto de “Galiza”, que usaremos doravante neste texto, pelo mesmo grau de razões.

1 Boletim da Academia Galega da Língua Portuguesa; J. Martinho Monteiro Santalha; O nome da Galiza; Academia Galega da Língua Portuguesa; Padrão (Galiza); 2008. Página 13

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O projeto europeu Europeana e as suas possíveis expansões

A União Europeia colocou online mais de 110 mil obras na Europeana, agregando aqui a maioria das publicações oficiais da EU desde 1992: não serão livros de ficção, nem ensaios, mas relatórios, regulamentos e documentos oficiais, mas são o cerne de um projeto que poderá agora ser expandido a partir deste alicerce, se houver a suficiente pressão por parte dos cidadãos europeus…

Na impede teoricamente – ou tecnicamente – que a estas obras não se lhe venham juntar todas as obras que tendo sido impressas na Europa no passado e que já não estando protegidas por direitos de autor residem dormentes nas bibliotecas públicas europeias e que a Google de forma tão interesseira e com contratos de exclusividade está agora a digitalizar para o Google Books. Com efeito, a Europa tem que deixar a “Europa do Carvão e do Aço”, para se concentrar mais na área cultural, preenchendo o espaço vazio que a multinacional americana está agora a ocupar com intuitos meramente comerciais (venda de anúncios online) e garantindo que essa informação permanece acessível a todos, no âmbito do verdadeiro “domínio público” e não de uma qualquer corporação com objetivos mais ou menos opacos.

Fonte:
http://tek.sapo.pt/extras/site_do_dia/mais_110_mil_livros_online_1024696.html

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