Daily Archives: 2009/11/02

A China “faz desaparecer” detidos uigures das suas prisões


O Turquestão Oriental ocupado pela China http://www.nps.edu

A escala da repressão de Pequim sobre a revolta Uiguir permanece ainda no essencial obscura. O governo chinês continua a negar admitir quantas foram exatamente as vítimas uigures na repressão de julho-agosto. Os números dos detidos uigures são alterados constantemente, quer porque as prisões não pararam ainda, quer para criar a confusão quanto ao verdadeiro número de detidos nas prisões e campos de concentração chineses. Uma ONG, a Human Rights Watch alega que a polícia tem feitos diversos raids em zonas habitadas por uigures, cercando-as e levando dezenas de jovens habitantes locais para parte incerta. Entre os detidos, estarão jovens de apenas 12 e 14 anos…

A repressão contra os uigures continua assim, perante o silêncio temeroso da comunidade internacional deixando ao regime colonial de Pequim as mãos livres para fazer o que bem entender com a população do Turquestão Oriental e prosseguir a sua política de colonização forçada com migrantes Han enviados a partir das províncias mais populosas do sul da China à custa da supressão da influência e número das própria etnias e culturas locais.

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Mundo/autoridades-chinesas-fizeram-desaparecer-dezenas-de-uigures_1406120

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A Fragata portuguesa Álvares Cabral regressa aos mares da Somália

(NRP Álvares Cabral, da Marinha Portuguesa em http://www.shipsnostalgia.com)

A força naval da NATO “Standing NATO Maritime Group 1” comandada pela fragata portuguesa “NRP Álvares Cabral“, pelo contratorpedeiro norte-americano “USS Stephen W Grooves“, pela fragata canadiana “HMCS Fredericton” e pelas fragatas norte-americanas “USS Donald Cook” e italiana “ITS Libeccio” está novamente a caminho dos mares da Somália para empreender mais uma missão de combate à pirataria, respondendo assim a um recrudescimento da atividade pirata na região. Os navios deverão permanecer nas águas do Índico até 25 de janeiro de 2010 e deverão estender a uma região maior a sua área de ação, já que os piratas somalis estão também a aumentar o raio de ação (e a ousadia) das suas atividades.

Fontes:

http://aeiou.expresso.pt/nato-fragata-portuguesa-alvares-cabral-regressa-a-somalia-para-combater-a-pirataria-emgfa=f544096

http://www.snmg1.nato.int/SNMG1_ficheiros/Page958.htm

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Quids S17: A que veículos (respetivamente) correspondem estas rodas?

 

 

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Afeganistão: O general Jonathan Vance, comandante do destacamento canadiano admitiu que a situação é “grave e desesperada”

Já não é segredo para ninguém: a situação militar no Afeganistão é crítica. Quem o diz já não são os comentadores, os blogistas ou os jornalistas. Agora, são até já os altos comandos militares que começam a emitir publicamente a mesma opinião. O general Jonathan Vance, comandante do destacamento canadiano admitiu que a situação é “grave e desesperada” e que é urgente enfrentar o problema.

Grande número das pequenas cidades do interior do Afeganistão estão sob controlo talibã, e mesmo regiões consideradas “seguras” há menos de um ano, no norte e no leste do país, estão hoje sob controlo talibã. Praticamente todas as estradas são inseguras e alvos de ataques constantes, obrigando as forças da NATO a um recurso crescente (e dispendioso) aos meios aéreos, onde o C-130H da FAP deu aliás um importante contributo.

A situação no Afeganistão é crítica, como diz o comandante canadiano, porque há uma contradição insanável entre os objetivos (impedir a chegada dos talibãs ao poder) e os meios (as forças militares e o desenvolvimento). Sem os meios suficientes, os talibãs vencerão a guerra e darão uma mensagem que terá efeitos multiplicantes em todo o mando, animando os fanáticos islâmicos de todo o mundo a empreendimentos semelhantes. Se o Afeganistão tombar, não faltará muito tempo para que o mesmo suceda ao Paquistão – potencia nuclear e eterno rival da Índia – e portanto é imperativo impedir que tal suceda.

Mas pode a guerra ser vencida no Afeganistão? Pode, como o foi a guerra civil na Malásia, a de Oman (década de 60) ou o está a ser a guerra no Iraque: empenhando forças locais, apoiando-as logisticamente, com treino, informações e meios aéreos. Mas o problema afegão é que ao contrário do que sucedeu no Iraque não há estas forças locais, shiitas, curdas ou sunitas. Há um país que “nação” ou sentido de “pátria comum”, onde a identidade tribal ou religiosa é primária e dominante. Com efeito, o Afeganistão nunca foi verdadeiramente um “país”, mas uma “confederação” frouxa de “cidades-estado” unidas por um rei, em Cabul, com uma autoridade simbólica e “moral”. Talvez tenha chegado o momento para ressuscitar esse modelo altamente descentralizado, e alicerçar localmente – nos interesses das populações locais – um novo Estado afegão, numa revolução administrativa e política que terá que ser feita contra as corruptas elites atualmente no poder em Cabul e que orbitam em torno de Hamid Karzai e que se tentam perpetuar na sua posição predatória falsificando eleições atrás de eleições. Contudo, para assegurar tal transição descentralizadora, há que a defender e para tal… São precisas mais tropas multinacionais. E muitas mais, capazes de bater a avançada talibã e – simultaneamente – anular a corrupta burocracia de Cabul.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/afeganistao-chefe-do-contingente-canadiano-considerou-situacao-desesperada=f541530

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