Daily Archives: 2009/11/01

O Brasil vai começar a construir o seu primeiro submarino nuclear em 2016

O SNA Barracuda: a origem do SNA brasileiro? (http://www.defesabr.com)

O SNA Barracuda: a origem do SNA brasileiro? (http://www.defesabr.com)

O Brasil prepara-se para começar a construir o seu primeiro submarino nuclear em 2016. O navio será uma variante do submarino francês Scorpène, mas com propulsão nuclear. O submarino deverá entrar ao serviço em 2021. Nessa data o Brasil entrará oficialmente no restrito número dos países que operam submarinos nucleares nas suas marinhas.

A construção do navio irá implicar um nível elevado de transferência de tecnologia nuclear francesa para o Brasil. Algo que não será de somenos se tivermos em conta o facto de que a França detém hoje a tecnologia nuclear mais avançada do mundo. Além da tecnologia de pequenos reatores, muito outro know-how no domínio da eletrónica, cascos, baterias, etc será transferida, potenciando a sua rápida aplicação na construção naval civil.

Pessoalmente, nunca fui grande adepto desta opção brasileira… Sempre considerei que o preço de desenvolver um tal submarino seriam equivalentes aos de manter toda uma frota dos mais modernos submarinos AIP, mas essa não é a tese favorita no Brasil, prevalecendo aquela que defende que um submarino nuclear poderá patrulhar de forma mais eficiente a imensa zona económica exclusiva brasileira e as cada vez mais importantes plataformas petrolíferas. É verdade que durante a Guerra das Malvinas, 3 submarinos nucleares britânicos conseguiram manter colada nos portos toda a marinha argentina, provando que um navio que pode estar submerso durante longos períodos pode ter um fantástico poder dissuasivo, mas… Um AIP pode fazer o mesmo, a apenas uma fração do preço de um SNA.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/brasil-primeiro-submarino-nuclear-brasileiro-comeca-a-ser-construido-em-2016=f532894

Categories: Brasil, DefenseNewsPt | Etiquetas: | 33 comentários

Contra os “megabancos” e os monopólios bancários

Não foi há muito tempo que a crise do crédito assolou o planeta… Todos nos lembraremos da facilidade com que os Bancos centrais acorreram a injetar biliões de dólares nos cofres desses Bancos que foram geridos (impunemente) com tanta ligeireza e incompetência. Estas injeções de dinheiro vivo e de garantias foram indispensáveis para manter alguma liquidez nos mercados e colmatar os desvairos dos gestores financeiros.

Porque foi tão importante derramar tanto capital público sobre estes Bancos? Porque como se disse então: “os Bancos eram demasiado grandes para falir”, isto é, a sua falência traria riscos sistémicos de falências em dominó e tudo teve que ser feito para repetir esse fenómeno que tantos danos provocou em 1929… Crise que Bernanke, o atual (e renovado) líder da FED, conhece como ninguém (é o maior especialista mundial nessa crise tão idêntica à atual).

Mas se os Bancos eram em 2008 “demasiado grandes para falir”, então hoje, ainda são maiores! O governo dos EUA patrocinou e conduziu pela mão vários Bancos norte-americanos a fundirem-se. Como consequência e também por causa da falência de pequenos Bancos, agora o mercado financeiro nos EUA está mais concentrado do que nunca.

Um dos melhores exemplos desta concentração é o J.P. Morgan Chase que hoje em dia possui um em cada dez dólares nos Estados Unidos. Outro megabanco é o Bank of America, engordado pela aquisição do Merrill Lynch. Outro ainda é o Citigroup, que após ter estado perto do colapso foi salvo pelo dinheiro público e emite hoje dia um em cada dois novos empréstimos e dois em cada três novos cartões de crédito… Uma dominação que não augura nada de bom para a sã competição e que poderá ser a antecâmara para nova crise no subprime, desta feita no mercado dos empréstimos de consumo.

O problema é todas as promessas dos Governos deram em… Parimentos de ratos inexistentes. Os Governos de todo o mundo injetaram biliões nos Bancos privados, à custa da dívida pública (de todos nós e, sobretudo, dos nossos filhos), mas nada foi ainda feito para regular o mundo das finanças e sobretudo nada foi feito anunciado ou será feito no que concerne à dimensão dos Bancos. Os Bancos que “eram demasiado grandes para falharem”, são hoje ainda maiores e estão mais ligados entre si do que nunca.

A concentração bancária reduz a concorrência e as hipóteses de escolha dos consumidores, expõe toda a economia a um maior risco sistémico no caso de falha de um só desses megabancos e se mais do que um desses bancos gigantescos falhar ao mesmo tempo é provável que nem mesmo o Estado tenha recursos suficientes para acorrer e salvar os depositantes. Contra esta concentração, há que dispersar… Identificar os Bancos que são grandes demais e forçar à sua divisão em Bancos menores, menos arriscados para o sistema, que repotenciem a oferta, multiplicando e incentivando a concorrência, em vez que a eliminar pela via das fusões e aquisições. Sobretudo, importa acabar com o discurso nos Media que apregoava as virtudes das “fusões bancárias”. Mero papaguear dos palavreados dos economistas do “Pensamento Único” que tantos efeitos negativos trouxeram a todos nós.

Fonte:

http://www.cbsnews.com/stories/2009/08/28/politics/washingtonpost/main5271210.shtml

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