Monthly Archives: Novembro 2009

Quids S17: Em que dia foi tirada esta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S17 | 22 comentários

Nos EUA, aperta-se a malha contra o dumping chinês e… defesa do neoproteccionismo

Já se sabia: um dos segredos para o sucesso comercial da China é o dumping. Muitos países escolheram não encarar esse problema de frente, preferindo ceder aos interesses dogmáticos do Neoliberalismo. Mas demais é demais, e muitos começam a perder a paciência para com as manobras de Pequim. Até nos EUA – os campeões do Neoliberalismo – se começam a suceder as nova tarifas alfandegárias. Agora, são as tarifas contra a importação de tubagens petrolíferas chineses, acusadas de estarem a ser exportadas a preços inferiores aos de produção, apenas com a intenção de destruir a indústria local de fabricação de componentes para poços de petróleo: uma indústria estratégica na atualidade e ainda mais nos tempos futuros.

Segundo fontes do Departamento do Comércio dos EUA, a China estaria a exportar estes tubos a apenas 99,14% do seu preço de custo! A China respondeu alegando “abuso de proteccionismo”, ameaçando – bem ao estilo chinês – com retaliações… E dizendo que tomaria “medidas para proteger os interesses da sua indústria”, impondo tarifas, já que este golpe de dumping terá falhado.

Recordemo-nos de que além das tubagens petrolíferas, há outras disputas semelhantes entre os EUA e a China, sempre em torno de dumping de preços… E que algo de semelhante também ocorre na Europa. A China tem conseguido fazer assentar a sua prosperidade em vários tipos de dumping, desde o dumping laboral (falta de direitos laborais e humanos), ao dumping ecológico (ausência de leis do ambiente) até ao clássico dumping comercial (vender a preços inferiores ao do custo). Estas manhas desleais estão na base do monstruoso excedente comercial chinês e a vagas crescentes de desemprego e desindustrialização no mundo. Só a reinstauração de um neoproteccionismo que reponhas taxas alfandegárias quando o país exportador não tenha regras ambientais, de emissões de carbono nem de direitos humanos e laborais, então esses desvios têm que ser compensados de forma a não destruir os equilíbrios exigidos pela sã concorrência – o elemento vital para a Economia. A isso chamamos de “neoproteccionismo”: não uma reinstauração cega e sem critérios de barreiras alfandegárias, mas uma rede de mecanismos de correcção de disfunções que reponha a verdade nas relações comerciais entre os povos, sem as prejudicar, já que é das trocas justas e saudáveis entre os povos que brota a prosperidade saudável e duradoura.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408624

Categories: China, Economia, Política Internacional | 4 comentários

B-52H: Ao serviço desde 1955!

O primeiro Boeing B-52H Stratofortress vou em 1954. O avião estaria ao serviço da USAF logo em 1955 e assim ficaria até aos dias de hoje… Adquirindo o notável estatuto do avião em uso durante mais tempo de sempre e mantendo-se ativo até (pelo menos) 2030. E isto apesar do último ter sido fabricado em 1962!

Atualmente o B-52 pode lançar bombas de precisão e até o míssil de cruzeiro AGM-86C e os AGM-142. Existem em hoje em dia 102 no inventário da USAF.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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MIL: MIL-HAFRE, Debate Público sobre a Galiza e Recolha de Livros para a Guiné-Bissau

O MIL TEM AGORA UM BLOGUE…
www.mil-hafre.blogspot.com

Caso queira participar, envie-nos um e-mail para adesao@movimentolusofono.org

EM POUCOS DIAS, JÁ COM MAIS DE MIL VISITAS…

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DEBATE PÚBLICO

O FUTURO DA
GALIZA
NO ESPAÇO LUSÓFONO

ORADORES
Alexandre Banhos Campo * Artur Alonso Novelhe * José Manuel Barbosa

5 de Dezembro, Sábado, 15h00
Sociedade de Língua Portuguesa
Lisboa, Rua Mouzinho da Silveira, 23 (junto ao Marquês de Pombal)

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RECOLHA DE LIVROS PARA A GUINÉ-BISSAU
(todos os presentes deverão levar alguns livros para esta campanha do MIL, em parceria com a ONG “Ajuda Amiga”; quem não consiga estar presente, poderá deixar os livros antes ou depois na morada acima indicada)

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A Excalibur Almaz vai colocar a primeira cápsula em órbita até 2013

A cápsula de EA (http://images.spaceref.com)

A cápsula de EA (http://images.spaceref.com)

A Excalibur Almaz anunciou em meados de setembro os seus planos para o Espaço. A empresa que tem a sua sede no offshore da Ilha de Man, espera colocar a sua primeira cápsula no Espaço até 2013 recorrendo a tecnologia soviética militar da década de 70 desenvolvida pela NPO Machinostroyenia.

Com esta fórmula, a EA promete criar um sistema económico e seguro, mas atualizado, de acesso ao Espaço, a preços muito económicos.

Cada nave espacial da EA consistirá em duas partes: um RRV reutilizável e um módulo de serviço dispensável. A nave foi concebida para ser compatível com vários lançadores pesados hoje em dia já ao dispor no mercado e tem – teoricamente – todas as condições tecnológicas para ser bem sucedida. Resta agora que coloque pelo menos uma destas cápsulas em orbita para que todos os cépticos acreditem que esta empresa é algo mais do que um atrator de dinheiro de investidores sediado num paraíso fiscal algures nas ilhas britânicas. Algo que ainda não foi provado…

Fontes:
http://excaliburalmaz.com
http://www.spaceref.com/news/viewpr.rss.html?pid=29236

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A USAF espera ter um novo “super bombardeiro” até 2018

A USAF está atualmente a pedir propostas aos fabricantes norte-americanos para um novo bombardeiro de longa distancia que possa realizar o primeiro voo ainda em 2018.

O avião deveria incorporar muita da tecnologia avançada atualmente utilizada no B-2 Spirit, no F-35 e no F-22, mas a um custo unitário inferior ao primeiro e ao terceiro, porque se pouparia nos custos de desenvolvimento de tecnologias já provadas nestes 3 aparelhos.

Como o Spirit, este novo bombardeiro deverá ser capaz de realizar longos voos de penetração até ao interior do território inimigo. O avião terá datalinks sofisticados, sensores herdados destes aparelhos e características stealth que o tornem tão ou mais invisível ao radar que o Spirit.

A USAF espera adquirir até 100 destes bombardeiros, substituindo por fim os últimos B-52 e B-1B Lancer ainda em inventário.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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F-22A Raptor: Relato sumário sobre o melhor avião da atualidade

O F-22A é o melhor caça ar-ar da atualidade, mas enquanto caça-bombardeiro o avião é condicionado pelas suas características stealth, que o obrigam a transportar todo o armamento e combustível no interior da sua estrutura.

Cada avião deveria custar um pouco menos de 90 milhões de dólares, mas acabou por ficar ao estrondoso valor de 310 milhões de dólares por avião, e isso seria alias sempre o maior problema deste excelente avião, impedindo que fossem construídos todos os inicialmente previstos e que todos os F-15 fossem substituídos por F-22, como estava inicialmente previsto. Atualmente, pensa-se que apenas 187 aviões deste tipo serão construídos, com o último a ser entregue em 2011.

O avião consegue voar a uma velocidade ligeiramente superior a Mach 2, propulsado por dois motores Pratt & Whitney F119-PW-100 de 15 toneladas, com afterburners.

Uma das fragilidades mais estranhas do Raptor é a ausência de um datalink. Isto significa que o avião é excelente em dogfight, mas que num cenário mais realistas de “combate em rede” em que todos os aviões amigos sabem permanentemente o que fazem, se encontra em desvantagem, já que os seus pilotos apenas podem comunicar via radio. O F-22 também não tem uma mira montada no capacete e é também incompatível (de momento) com o novo míssil AIM-9X, algo que só será resolvido em 2016. Por outro lado, o canhão pode ser equipado com apenas 480 rounds, enquanto que o do F-15 (que ele supostamente deveria substituir) poderia transportar até 940.

No geral, as afirmações que colocam o Raptor como melhor caca do mundo correspondem à verdade. Mas existem demasiados compromissos para com o aspecto stealth do avião, para que seja um interceptor puro, como o Typhoon, ou um avião multi-missões, como o SU-30 russo. No total, o avião acaba embarcando um pequeno lote de armamento, o que condiciona a sua utilidade em combate… Será difícil ou mesmo impossível de ser abatido, mas é uma ameaça para apenas um pequeno numero de adversários de cada vez. E, sobretudo, ao ser construído em tão pequenos números nunca poderá substituir plenamente os Eagle sem que tal substituição não implique uma perda de capacidade por parte da projeção global de poder mundial dos EUA.

Fonte:

Air Forces Monthly outubro de 2009

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O projeto F/A-XX da Boeing

A Boeing divulgou publicamente imagens e alguns detalhes sobre o seu projeto F/A-XX, um substituto para os Super Hornet que hoje equipam os porta-aviões dos Estados Unidos.

O projeto está ainda numa fase inicial, mas sabe-se que não terá cauda e que tripulado por dois pilotos, cumprindo missões multi-plataforma com furtividade de 6a geracao. Revolucionário no projeto é a capacidade que o avião terá para realizar missões tripulado ou através de controlo remoto, como muitos dos aviões de 6a geração que hoje estão em estudo, sobretudo na Europa.

O avião deverá estar pronto para fabricação em série até 2025, o ano em que se espera que a frota atual de Super Hornet deixe o serviço.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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Quids S17: Quem era este homem?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O Projeto alemão “Frigate F125”

A situação nos mares da Somália indica que as marinhas de guerra moderna não estão capacitadas para lidarem com este tipo de ameaças. Este fenómeno estipulou a necessidade de se construírem novas gerações de novos navios de guerra. Uma das propostas atuais é a fragata alemã F125, concebida para missões internacionais a longa distancia executadas a curtas distancias da costa. Ou seja, o tipo de navios perfeito para “missões de estabilização” que agora proliferam pelo mundo fora…

A proposta alemã consiste num navio capaz de operar fora do seu porto durante mais de 2 anos, durante os quais se mantém no mar em mais de 60% do tempo. Tal feito depende em muito de uma propulsão CODAG (COmbined Diesel-electric And Gas), silenciosa e que gera mais de 12 mil kW e leva o navio a velocidades máximas de 20 nós, reforçadas quando se liga a turbina a gás LM2500 levando o navio aos 26 nós. Todo o sistema de propulsão é “dual”, isto é, existe num sistema duplo, totalmente redundante, em que um funciona completamente independente do outro, garantindo uma melhor sobrevivência em caso de danos ou avarias.

A tripulação do navio será substituída regularmente, sem que a fragata deixe a sua zona de atividade. A tripulação será de apenas 120 marinheiros, bastante menos que muitos navios com idênticas capacidades.

A fragata terá um radar active phased array, dividido também ele – como tantos sistemas no navio – entre duas unidades. Vários sistemas eletro-óticos serão utilizados para vigilância passiva a curta distância.

O armamento principal será constituído por um canhão de 127 mm Oto Melara com um alcance de até cem quilómetros gerido por um sistema de controlo de tiro muito avançado ATLAS. O navio será também equipado por mísseis GPS Harpoon Block II. Em termos defensivos, a fragata será equipada por duas estações MK44 anti-misseis, aviões e helicópteros e 5 canhões Mauser’s 27mm MLG controlados remotamente e mais 5 Oto Melara’s de 12.7mm/.50 Hitrole-NT RWS, armas perfeitas para o tipo de ameaças que a pirataria moderna coloca.

Ao contrário de todos os outros tipos de fragatas da atualidade, a F125 foi concebida para transportar um corpo permanente de fuzileiros, 50, para ser mais exato, assim como dois helicópteros NH90 e dois ou quatro pequenos barcos armados. De novo, o tipo de meios perfeitos para serem usados num cenário como o Somali…

A primeira F125 deverá ser entregue em 2014, com a quarta e última unidade construída até 2017. A fragata alemã é o primeiro navio da sua classe construído para o tipo de missões de paz que hoje são (infelizmente) muito comuns pelo mundo fora e que não foi criado a pensar no tipo de ameaças convencionais (submarinas ou de superfície) da Guerra Fria, mas ameaças assimétricas como aquelas que são comuns hoje nos mares da Somália.

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/Germanys-F125-Special-Forces-and-Stabilization-Frigates-05119/

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Na Dinamarca, será possível consultar a Internet em Exames: Facilistismo gratuito ou… Uma boa ideia?

Enquanto que o ensino superior na Índia se torna ano após ano, cada vez mais prestigiado e reconhecido em virtude dos seus elevados níveis de exigência, na Europa parte-se para o caminho exatamente oposto: um que pode ser confundido com o… facilitismo. Na Dinamarca, por exemplo, os estudantes que estejam no último exame do Secundário, poderão consultar fontes na Internet.

A teoria é que os alunos serão suficientemente honestos para acederem à Internet sem copiarem. Teoricamente, chats e correio eletrónico, serão proibidos durante o exame, mas será permitido o acesso a qualquer página na Internet. Já há alguns anos que os alunos dinamarqueses podem entregar os seus exames através do computador (sem papel), este é contudo um passo completamente radical…

É verdade que tal medida tem que ser feita numa sociedade com elevados padrões de civismo, já que é impossível garantir copy-pastes massivos ou copianços clássicos feitos com a “acessoria” de “consultores” do outro lado de uma sessão de chat… Por isso, o sucesso de uma medida como esta depende em grande medida da consciência cívica dos alunos, mas tem a grande potencialidade de potenciar estes para uma das atividades que hoje é mais importante: a capacidade de encontrar informação relevante e útil. Mas será que isso compensa o risco desta medida em criar ainda mais facilitismo, num sistema de ensino (europeu) que já não é um dos mais exigentes do mundo?

A perigosa via do facilitismo é aqui um risco evidente e o prestígio imenso das universidades técnicas indianas parece apontar noutra direção: a da exigência. Mas se na Antiguidade era como encontrar entre os mais ilustres quem conhecesse de memória a Odisseia ou a Bíblia, isso tornou – apenas por isso – melhores essas sociedades? Será que a memorização massiva de números e nomes contribui para fazer cidadãos melhores e mais úteis à sociedade? Ou deixar aos estudantes a hipótese de encontrarem esses números na Internet enquanto simultaneamente se desenvolvem as suas capacidades de procura de informação na Internet será melhor opção?

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Educa%E7%E3o/estudantes-dinamarqueses-vao-poder-consultar-a-internet-durante-os-exames_1408704

Categories: Educação, Informática, Política Internacional, Sociedade | Etiquetas: , | 3 comentários

Quids S17: Diga o nome de um dos três criadores desta personagem

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Guia Sumário: o F-16 Fighting Falcon da USAF

O F-16 é o avião ocidental mais usado da atualidade. O seu primeiro voo teve lugar no já longínquo ano de 1979, mas ainda é o tipo dominante na USAF, com 1245 aparelhos em uso.

Concebido inicialmente como um caça ligeiro para combate ar-ar, os aviões das versões mais recentes ao serviço da USAF, os Block 50 e 52, são capazes de enfrentar qualquer adversário aéreo e adquiriram uma sólida reputação como caça-bombardeiro.

Curiosamente, um dos aviões mais bem sucedidos do mundo, seria impossível de ser pilotado se não fosse o seu sistema de fly-by-wire, em que um computador corrige permanentemente as manobras do piloto, mantendo o aparelho no ar. O avião – nas suas últimas versões – é também criticado por muitos por ter o cockpit demasiado atravancado de equipamento e por ser algo desconfortável para o piloto, resultado de estarmos perante um avião cuja estrutura foi concebida na década de 70 e que hoje voa com equipamento perfeitamente inimaginável nessa época e que tem que ser instalado nalgum lado…

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

Categories: DefenseNewsPt, Defesa Nacional | Deixe um comentário

Perfis corrompidos em Windows XP

Se o perfil do utilizador em Windows XP está a ficar corrompido e aparecem perfis vazios (nada no Desktop) ou com nomes terminando em .000 ou .bakEsta situação ocorre porque o perfil é mal fechado (o ntuser.dat fica aberto) no logoff-shutdown

 

Se o perfil ficar corrompido pode:

1. Refazer manualmente todo o perfil

2. No registry em :“HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Window s NT\CurrentVersion\ProfileList” mudar a path que terminará em .bak ou .000 para o nome original do perfil (tipo “C:\Documents and Settings\nome”. No diretório C:\Documents and Settings\nome remover o “.000” ou “.bak” que por lá também deverá andar

IMPORTANTE:

1. Esta corrupção do registry-perfil está a ser criada por algum software indeterminado e que colide com partes não-essenciais do Google Toolbar.

2. A solução passa por após a instalação do Google Toolbar e ao lado do Start, sobre “Google” fazer “Desactivar…” com o botão direito do rato e desmarcar o “Mostra o botão…”

3. Num computador sem estes componentes, não deve estar no ar nenhum processo que comece por “Google*.exe” nomeadamente GoogleQuickSearchBox.exe e GoogleToolbarNotifier.exe

Categories: Informática | Deixe um comentário

O Petróleo regressa à agenda… e com ele, o Pico Petrolífero

É isso… Já nos tínhamos esquecido, mas por muito que se atire para debaixo do tapete o problema do Pico Petrolífero insiste em regressar. Apesar da redução de consumo mundial, provocada pela Recessão, é cada vez mais evidente que o pico da produção já foi ultrapassado e que se avizinha um declínio acentuado da produção e, como ela, um agravamento brutal dos preços dos derivados do petróleo.

O jornal britânico The Guardian publicou recentemente um artigo em que se admite que o fim das reservas pode estar mais próximo que se admite publicamente e onde também se afirma que rapidamente se assistirá a um declínio brutal da produção. O artigo do The Guardian alega que a “Agência Internacional de Energia” (AIE) tem omitido a verdadeira situação das reservas mundiais e que a agência tem realizado uma sobreavaliação das reservas petrolíferas mundiais.
Esta sobreavaliação da AIE foi intencional – e isso é o mais grave – já que foi motivado pelo receio do pânico nos sempre instáveis e caprichosos mercados financeiros e o receio que anunciar da verdadeira gravidade da situação levasse os produtores a fecharem as portas às empresas petrolíferas ocidentais.

O The Guardian revela ter tido acesso a uma fonte oficiosa da AIE que lhe terá confidencializado que o pico da produção teria sido alcançado em 2009, enquanto oficialmente este número deveria ser alcançado apenas em 2030. Ora ainda num dos últimos relatórios da AIE se escrevia que era possível aumentar nos próximos anos a produção de petróleo!

A fonte do The Guardian revela que estes relatórios falsos da AIE são “soprados” a partir dos EUA, que indicaram aos relatores da agência para exagerarem nas suas descobertas estimadas de novos poços. O objetivo seria não aumentar o pânico dos mercados e dar uma falsa tranquilidade que permitisse alavancar uma recuperação económica que apesar de tudo (ou talvez por tudo, antes…) parece ainda demasiado débil e insegura para vingar. Estes relatórios exprimem também a urgência de aproveitar o momento de grave crise económica atual, para reformar a Economia e abandonarmos o petróleo – além do mais fonte privilegiada de emissões de CO2 – a favor de outras fontes de energia renováveis e mais ecológicas.

Se a notícia do The Guardian se confirmar – como acreditamos – estaremos à beira de uma subida sustentada e dramática dos preços do barril de petróleo nos próximos anos, em que os duzentos dólares anunciados por Chávez em 2008, não tardarão a chegar… Esperemos assim que as economias prossigam – e inclusivamente acelerem – o rumo para as energias renováveis e para a redução da “pegada de carbono”, isto porque essa outra crise esquecida chamada “alterações climáticas” também está longe de ser resolvida…

Fonte:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1416071

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Quids S17: Quanto custa o produto que está a ser publicitado nesta fotografia?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O Australian Secret Intelligence Service ou ASIS

O Australian Secret Intelligence Service ou ASIS é a agência de informações no estrangeiro da Austrália. A ASIS é a equivalente ao MI6 britânico ou à CIA norte-americana. A agencia é parte do ministério dos Negócios Estrangeiros (“Department of Foreign Affairs and Trade”) e tem a sua sede em Canberra sendo atualmente liderado pelo Diretor-Geral Steven Robinson.

A fundação da agência data de 1952, mas a sua própria existência permaneceu secreta até à década de 70, um secretismo que se justificava porque entre as suas missões se encontrava além da recolha de informações no estrangeiro a “condução de operações especiais sempre que estas fossem requeridas” e “ações políticas especiais”. A bom entendedor…

Só em 1972 é que o público obteve conhecimento desta elusiva agência, através de um artigo do The Daily Telegraph em que este jornal comunicava que o ASIS estava a recrutar agentes nas universidades para atividades de espionagem na Ásia. Só cinco anos depois é que o então primeiro ministro Malcom Fraser admitiu publicamente a existência da agência.

No “incidente do Hotel Sheraton”, em 1983, na cidade de Melbourne, a ASIS atraiu uma enorme dose de atenção negativa ao organizar aqui uma operação de treino que correu muito mal… A ideia era simular uma operação de vigilância e resgate de reféns, mas foi distribuída a agentes com apenas 3 semanas de agencia e acabaram a usar força excessiva em hospedes e em vario pessoal do hotel, tudo com grande impacto mediático numa operação que se pretendia secreta…

Entre 1989 e 1991, a ASIS foi novamente referida na imprensa, sobre o seu papel no treinamento do exercito da Papua Nova Guiné envolvidas na repressão aos movimentos independentistas de Irian Jaya e Bougainville.

Em 1994, um programa de televisão expôs operações conduzidas pela agência com vista a destabilizar o governo de Coraçon Aquino, nas Filipinas, assim como operações conjuntas com o MI6 nas Malvinas, Hong Kong e no Kuwait. Operações realizadas de “motu próprio”, sem o devido aval do governo australiano…

Em março de 1995 um jornalista de nome Ross Coulthart afirmou que a ASIS tinha dezenas de milhar de ficheiros sobre cidadãos australianos, tal seria desmentido, ainda que fosse confirmado que a ASIS mantinha de facto ficheiros individuais, mas de cidadãos estrangeiros e nacionais mas de “natureza administrativa”.

Um relatório de 2005 referia varias dificuldades internas na ASIS no que concerne à forma com estava a conduzir a “guerra ao Terrorismo”, mas pelo menos não referia nenhuma historia recente no mesmo comprimento de onda das anteriores… Talvez tenham ficado incompetentes a um tal ponto que deixaram de aparecer nas notícias ou.. Talvez o “blackout” noticioso erguido hoje em torno da “segurança interna” a propósito da Guerra ao Terrorismo esteja a fazer sair noticias semelhantes dos escaparates dos jornais… Não sei qual será melhor.

Fontes:
http://www.asis.gov.au/
http://en.wikipedia.org/wiki/Australian_Secret_Intelligence_Service

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | 2 comentários

Sobre a imigração em Portugal e os seus reflexos na demografia

Já há muito tempo que dizemos e escrevemos que o discurso mais ou menos “nacionalista bacoco” que considera que Portugal deve fechar as portas a toda a imigração é estúpido. Com isto, não quero dizer que todos aqueles que o mantêm sejam estúpidos, mas que o seu discurso o é, porque escamoteia um factor essencial para a sociedade portuguesa que é o da nossa anémica demografia. Com efeito, é o próprio Instituto Nacional de Estatística (INE) que admite que o “crescimento efectivo da população em Portugal está muito dependente da imigração” e que “a pequena subida registada em 2008 face a 2007 relaciona-se com o abrandamento do número de estrangeiros residentes”. Ou seja, não há condições para crermos que as pífias medidas de incentivo à natalidade propagandeadas pelo Governo PS em 2007 e 2008 estiveram na base desta suposta recuperação demográfica já que “No crescimento natural, a diferença será muito pequena e no crescimento efectivo a diferença tem a ver com o abrandamento da imigração”.

Portugal continua assim no rumo da evaporação demográfica a que apenas a imigração pode dar satisfação provisória. A fecundidade de 1,3 de crianças por mulher (confirmada pelo INE) é estável desde 2007 e deverá descer ainda mais em 2009, devido à recessão (que adia a decisão de terem filhos a muitos casais) e aos números de desemprego reais (que há muito já bateram o número de 600 mil pessoas). Isto significa que o desequilibro entre ativos e pessoas fora do setor produtivo irá agravar-se nos próximos anos, que o sistema de reformas será cada vez mais ameaçado e que será cada vez mais difícil no futuro próximo encontrar pessoas em idade ativa para preencher os postos de trabalhado que forem surgindo… Após uma economia em que os jovens são subremunerados e precarizados de forma crónica, teremos um oposto em que serão preciosos e bem remunerados, mas esmagados sob cargas fiscais tremendas para sustentarem uma desproporção crescente de idosos… Solução? Começar já a investir em políticas demográficas realmente eficazes e duradouras e ir preenchendo o tempo (longo) em que estas demoram a ser eficazes com correntes migratórias saudáveis e de qualidade.

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Sociedade/crescimento-da-populacao-em-portugal-esta-muito-dependente-da-imigracao_1409230

Categories: Lusofonia, Política Nacional, Portugal, Sociedade Portuguesa | Etiquetas: | 18 comentários

Quids S17: Que cena histórica está aqui representada?

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados entre as 21:00 e as 24:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30) ou mais cedo, se possível. Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 20 pontos.

6. A qualquer momento, poderão sair “QuidsExtra” de texto ou de imagens, com as mesmas regras dos demais, mas sem limite de dia ou de hora. Estes quids valerão sempre 3 pontos.

7. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre a metade de azeite que importamos e da reorientação da economia

Portugal tem desde a Idade Média como exportação tradicional o azeite. Certo? Errado. Quase metade do azeite consumido em Portugal é importado de Espanha. Com efeito, a cada ano quase 50 mil toneladas de azeite espanhol atravessam a fronteira, totalizando mais de 285 milhões de euros à nosso crónico défice comercial. A produção tem subido mas a federação de produtores FENAZEITE diz que ao ritmo atual ainda faltam uns bons quatro anos para atingir a auto-suficiência. É claro que este é um “wishful thinking“, supondo que nada se radical se altera no mercado, que os espanhóis não incrementam ainda mais a sua conhecida táctica de “dumping” comercial e que o governo não decide vender a Bruxelas a troco de subsídios como os que premiaram a destruição da nossa frota pesqueira (a favor da espanhola) ou o arranque de vinha (a favor da produção francesa). Portugal tem que regressar aos princípios fisiocráticos que determinavam que era na riqueza produzida nos campos que residia a riqueza e prosperidade das nações, e nas produções em que os nossos solos são especialmente favoráveis, como os frutos secos, as hortaliças, os vegetais, a vinha, o azeite ou a madeira, devem acontecer uma verdadeira aposta estratégica, desviando o país do rumo para uma estéril e improdutiva “economia de Serviços” delineada no apogeu do funesto “Cavaquismo” dos anos 90 e que nos custou a evaporação da maioria da malha industrial e a secundarização do setor agrícola.

Há atualmente uma alta dos preços da maioria dos bens alimentares. Esta tendência, com a continuada explosão demográfica, é para ficar e num país que importa dois terços dos alimentos que consome, pode representar a bancarrota ou a prosperidade, consoante nos tornemos em importadores ou exportadores. Ao contrário do que é propalado, temos bons solos, mas estão hoje selvaticamente ocupados por construções imobiliárias de baixa ou nula qualidade. Redesenhemos a esquadria da nossa geografia humana, redistribuindo a população pelo interior quase ermado e economicamente desertificado, priorizaremos a agricultura sobre o setor terciário, dominado pela Banca e pelos Seguros, que nada produzem além de escândalos financeiros, honorários faraónicos e lucros babilónicos. Tornemo-nos auto-suficientes onde tal for economicamente possível, exportemos aquilo que for exportável (como o azeite, cuja metade do consumo hoje importamos) e importemos de nações amigas – como o Brasil – aquilo que não é rentável produzir internamente.

Em suma, reorientemos o país para a Produção e deixemos o Consumo a quem o pode pagar, aderindo aos princípios da frugalidade e da razoabilidade da “pegada de consumo” que a Banca nos fez crer como essenciais a uma “vida feliz”, mas que na verdade apenas serviu para criar défices externos cumulativos e incomportáveis em torno de um crescimento não-sustentado para o setor financeiro, que a prazo, e pela via do crédito malparado o há também fazer sucumbir.

Fonte:

http://aeiou.expresso.pt/azeite-metade-do-que-portugal-consome-vem-de-espanha=f546293

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A Mectron prepara-se para vender mais mísseis ao Paquistão. Danando a Índia no processo…

http://www.mectron.com.br

A empresa brasileira Mectron (que por acaso está a precisar de um webdesigner) está em negociações com o governo paquistanês para a venda de mais um lote de mísseis. O modelo sobre a mesa é diferente do vendido recentemente, mas arrisca-se a repetir os protestos indianos da venda anterior. A venda ao Paquistão irá comprometer outros negócios pendentes entre o Brasil e a Índia e que o ministro da Defesa, Nelson Jobim irá levar à Índia novas propostas de negócios de Defesa. A venda da Mectron ao Paquistão, o arqui-inimigo indiano, arrisca-se a comprometer essas hipóteses…

Estes negócios continuados com o único país muçulmano do mundo que tem a bomba atómica podem ser rentáveis, mas estão a prejudicar as relações com o único país que no futuro será verdadeiramente capaz de conter o expansionismo demográfico e territorial chinês: a Índia. Estrategicamente, todos os países livres e democráticos do mundo devem unir-se e não vender armamento e transferir tecnologia com o “outro lado”, seja ele a China ou o mundo muçulmano, que tem nos seus planos cilindrar sob uma jihad mais ou menos bélica todo o globo e impor-nos a sua ideologia e forma de vida. É este tipo de regimes – e ainda por cima um aliado tradicional da China – que queremos ter como aliado estratégico do maior país lusófono do mundo? Não me parece…

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u649612.shtml

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Quids S17: Quando é que custou este projeto de investigação?

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A missão lunar indiana Chandrayaan-II estará terminada em 2012 ou 2013

Missão Chandrayaan-II (images.techtree.com)

A missão lunar indiana Chandrayaan-II estará terminada em 2012 ou 2013. A missão antecessora a Chandrayaan-I era apenas um Orbiter, mas a II será um desafio muito maior, com os seus dois rovers lunares… A sonda terá também um Orbiter, mas o seu Lander deixará no solo lunar dois rovers capazes de recolherem amostras do solo, submetê-las a testes químicos e enviar os dados para o Orbiter. Esta missão muito ambiciosa permitirá à Índia recuperar algum atraso perdido para a China – com o seu bem sucedido programa espacial tripulado – realizando na Lua, atividades de exploração científica que a China ainda não conseguiu fazer e que os EUA, apesar do seu projeto de regresso à Lua ainda não conseguiram fazer… E que se fizerem tão cedo será pela mão da Google com o seu Google X-Prize…

Fonte:
http://www.moondaily.com/reports/Chandrayaan_II_Mission_Over_By_2012_13_999.html

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B-1B Lancer

Existem atualmente 67 bombardeiros deste tipo ao serviço da USAF. Esta é reputadamente o mais rápido e ágil da frota e cada aparelho é capaz de transportar até 34 toneladas de bombas e isto a distancias intercontinentais e a Mach 1,2!

O avião foi original concebido para missões de ataque nuclear tendo o primeiro protótipo voado em dezembro de 1974. Em 1977, o projeto seria cancelado, para regressar apenas em 1981 sob a forma atual do B-1B Lancer que entrou ao serviço na USAF em 1986. O último exemplar foi entregue em 1988 formando uma frota de 67 bombardeiros.

O avião incorpora alguma tecnologia stealth, tem asas de geometria variável que aumentam a sua eficiência no voo a baixas e altas velocidades e a precisão dos seus bombardeamentos.

Fonte:
Air Forces Monthly, outubro de 2009

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A missão Juno que a NASA vai enviar a Júpiter

A Missão Juno é a próxima missão que a NASA vai enviar a Júpiter e ao sistema joviano. A sonda irá penetrar nas nuvens da atmosfera joviana, procurando desvendar os mistérios da formação do Sistema Solar e, mais especificamente, de Júpiter.

A Juno será alimentada por painéis solares e irá mapear o campo gravitacional, os campos magnéticos e a composição da atmosfera. Estas medições serão conduzidas por radiômetros de microondas, magnetómetros, detetores de plasma, um espectómetro ultravioleta, um outro de infravermelhos, sensores gravitacionais e uma câmara a cores que transmitirá imagens para a Terra de cortar a respiração… A missão da Juno tem uma duração estimada de um ano, durante o qual a sonda completará 33 órbitas em torno de Júpiter.

O estudo de Júpiter é fundamental para a compreensão do processo de formação do Sistema Solar porque poderá explicar a formação dos gigantes gasosos planetários como Júpiter, Saturno e Úrano.

A missão não terá como missão estudar o fascinante satélite joviano Europa, com a intrigante possibilidade conter viva no fundo das fendas do seu extenso oceano de gelo, mas poderá contribuir para conhecer melhor o sistema onde se enquadra Europa e aumentar o conhecimento sobre a formação da nossa grande casa comum: o Sistema Solar.

Fonte:
http://newfrontiers.nasa.gov/missions_juno.html

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Os Testes de Rorschach

Todos já devemos ter passado pelo menos mais do que uma vez pelo teste Rorschach… O teste foi criado pelo alemão Hermann Rorschach em 1921.

O teste permite (supostamente) avaliar pacientes psiquiátricos e avaliar a história de vida do analisado. Com efeito, é possível que duas pessoas apresentem o mesmo resultado no teste, mas que tenham personalidades radicalmente diferentes, pelo que o psicólogo terá necessariamente que interpretar os resultados cruzando-os com a história pessoal do paciente.

Datam de 1857, as primeiras utilizações de manchas de tinta simétricas pelo médico alemão Justin Kerner. Mais tarde, outros fizeram o mesmo. Mas só com Rorschach é que os testes deste tipo revelaram alguma eficácia. O médico começou por usar centenas de borrões de tinta nos pacientes do hospital psiquiátrico onde trabalhava e nos seus colegas médicos e enfermeiros. Comparando os resultados, pode produzir resultados padrão, reutilizáveis em novos pacientes que são ainda hoje a base teórica e prática destes testes. Foi nesta época, que o médico selecionou 15 imagens, de entre estas centenas, porque eram neles que as diferenças entre doentes e sãos eram mais visíveis. Em 1918, o teste recebeu a designação de “Teste Psicodiagnóstico”.

Os seus críticos têm-lhe apontado a subjetividade da interpretação que depende excessivamente do julgamento do terapeuta. O teste é considerado como “projetivo”, porque deverá expor a personalidade do paciente, através da interpretação proposta. As manchas não têm um significado “certo” e na sua seleção deve à flexibilidade de interpretação como um factor fundamental.

Na interpretação, o terapeuta não deve nunca referir o borrão de tinta, devendo decorrer como se o profissional estivesse a analisar um sonho.

Na interpretação propriamente dita, se o paciente focar a sua leitura apenas numa pequena parte do borrão isso indica uma “personalidade obsessiva”, se descortinar figuras metade humanas, metade animais, isso indicará esquizofrenia, pelo menos segundo alguns psiquiatras, não havendo contudo absoluta concordância quanto a estas leituras… Em suma, não devemos considerar que este teste tem um valor absoluto, ou dogmático. As duas interpretações acima exemplificadas são relativamente aceites na comunidade cientifica, mas não não sinais certos (e isolados) de esquizofrenia ou de obsessão, dependem de um quadro mais geral e devem sempre seguir o principio de que os Testes de Roschard são sobretudo guias de interpretação, uma espécie de “sonhar acordado”, executado na presença do terapeuta e logo, possibilitando-lhe um alto grau de observação, impossível de igualar nas experiências oníricas convencionais.

Fontes:
http://brazil.skepdic.com/rorschach.html
http://www.psychologicalscience.org/newsresearch/publications/journals/sa1_2.pdf

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A União vai permitir o corte da Internet a todos os que a indústria audiovisual achar que estão a “piratear”

A partir de agora, é possível aos governos dos países da União Europeia, cortar o acesso à Internet a todos os utilizadores que façam download de ficheiros protegidos por direitos autorais. E isto sem a devida (e anteriormente necessária) autorização judicial! Esta alteração resulta de um acordo entre o Conselho Europeu e o Parlamento Europeu e vai obrigar a que os países membros passem a legislar neste sentido até 2011. Ou seja, não quer dizer que tenha eficácia imediata, mas que a partir de agora, podemos vir a ter notícias neste campo… E mesmo assim, o acordo terá ainda que ser alvo de uma ratificação por parte dos ministros das Telecomunicações e, novamente, pelo próprio Parlamento Europeu.

O acordo implica uma série deserção que os eurodeputados realizam sobre a defesa dos direitos dos seus cidadãos e um golpe fatal ao conceito que afirmava que o “acesso à Internet era um direito” (emenda 138). A pressão das empresas de Media sobre os eurodeputados terá sido decisiva, embora oficialmente a razão para que tenham deixado cair os direitos dos cidadãos que representam a favor dos interesses da indústria audiovisual tenha sido o “risco ao plano de reforma dos setor das telecomunicações”… Acredite quem quiser. Alegadamente, o acordo incorpora uma alínea que defenderá os cibernautas europeus de abusos esclarecendo que este corte “só podem impor-se se forem adequadas, proporcionais e necessárias numa sociedade democrática”. Pois sim. E outra alínea que defende a existência de um “procedimento prévio, justo e imparcial” capaz de garantir que o suposto infrator é ouvido antes de receber a punição. Com esta Lei, os lobbies do audiovisual conseguiram derrubar o conceito jurídico fundamental da “presunção da inocência” e abrir uma importante brecha no edifício europeu da defesa dos direitos dos cidadãos, provando que as grandes multinacionais conseguem – quando querem – fazer vergar o Parlamento Europeu, levando-o de joelhos e fazendo-o esquecer os direitos e garantias individuais dos papalvos (nós) que o elegeu.

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Tecnologia/ue-permite-corte-de-internet-aos-piratas-sem-ordem-judicial-previa_1408506

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A fragata Álvares Cabral chefia a força da NATO nos mares da Somália. Apesar da incúria continuada dos nossos deputados

A missão da NATO nos mares da Somália que teve início em novembro e que foi atribuída à força “Standing NATO Maritime Group 1” (SNMG1) tem mais uma vez como objetivo “o combate à pirataria nos mares a norte da Somália”.

A missão pretende evitar a multiplicação do número de ataques a navios mercantes nessa região, crescente a cada mês que passa e que se traduz pela existência no momento em que escrevo estas linhas de dez navios capturados, com mais de 200 tripulantes, nas mãos dos piratas e atracados ao largo de cidades portuárias somalis controladas pelos piratas.

Esta missão NATO sucede a uma anterior, onde a fragata portuguesa Corte Real se notabilizou ao capturar 12 piratas em duas pequenas embarcações. Agora, é a fragata Álvares Cabral que compete honrar os pergaminhos da sua antecessora e, antes dela, da marinha portuguesa nos mares do Índico.

É a um oficial português, o contra-almirante José Pereira da Cunha que cabe pela segunda e última vez o comando da missão da NATO. No total, esta força naval de reação rápida inclui além da fragata portuguesa, uma fragata canadiana, um destroyer dos EUA e uma fragata italiana.

A missão da NATO é extremamente difícil. Não só por causa da extensão de mar a patrulhar, mas sobretudo porque a nossa partidocracia ainda não deu aos nossos militares as devidas ferramentas para poderem cumprir a sua missão com eficácia! E não falo dos meios estritamente militares ou técnicos, mas de Leis! Os nossos militares podem capturar mais piratas, mas serão novamente obrigados a libertá-los. É que os elementos do bipartido PS-PSD que ocupam a nossa querida partidocracia ainda não legislaram sobre o crime de pirataria! O crime existe no direito internacional marítimo, mas não na legislação nacional pelo que aos nossos marinheiros está vedada a detenção de todos os piratas capturados em águas internacionais. Se os piratas atacassem um navio português e se fossem capturados neste, poderiam ser detidos, mas como já não há nenhuma marinha mercante em Portugal digamos por assim dizer que essa possibilidade é algo remota…

Apesar de tudo, tem havido uma certa diminuição dos ataques piratas nos mares da Somália. Essa redução deve-se ao facto de os navios seguirem agora por um corredor marítimo pré-determinado, que é vigiado por meios navais e aéreos dos países presentes na região e pela formação de comboios de navios de nacionalidade chinesa que são agrupados e escoltados pelos navios de guerra chineses na região. Esta estratégia tem dado bons frutos, com uma redução da taxa de sucessos de 1/3 em 2008, para 1/8 em 2009.

No total, na região, estão 44 navios de guerra de varias nacionalidades. A SNMG1 chefiada por portugueses, a SNMG2, a força Atalanta da União Europeia, uma força multinacional chefiada pelos EUA e navios não integrados de países tão diversos como a Coreia do Sul, a Índia, a China, a Arábia Saudita, o Bahreim, a Rússia, o Japão e até a Indonésia e o Irão!

Fonte:
http://www.publico.clix.pt/Pol%EDtica/marinha-volta-hoje-a-combater-piratas-na-somalia-mas-nao-pode-prendelos_1409069

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