Gripe A: A própria Agência Europeia de Remédios (EMA) considera a vacina contra a Gripe A “experimental”

Existe atualmente uma crescente multiplicação de notícias sobre a duvidosa qualidade das vacinas contra a Gripe A. A própria Agência Europeia de Remédios (EMA) que a União Europeia encarregou de verificar a segurança da nova vacina, em junho, numa sessão de perguntas e respostas, admitiu que a “a segurança da vacina não será conhecida antes de ser usada na população em geral” e que – notável – será exigido aos fabricantes das vacinas que “avaliem a segurança à medida que decorre a campanha de vacinação”. Ou seja: que testem em nós a nova vacina. A agência europeia exige também que esses fabricantes elaborem “planos de administração de riscos especiais”. Um e outro detalhe” refletem uma evidencia: como a vacina não cumpriu o normal processo de testes em seres humanos, as autoridades cientificas estão preocupadas com os seus efeitos… A mesma preocupação explica a resistência de médicos e enfermeiros a deixarem-se vacinas, aliás.

No Hemisfério Sul, onde o Inverno Austral terminou, já se concluiu que o número de mortes pela Gripe A não fora superior ao provocado pela Gripe Sazonal e que, logo, em termos de baixas, nada distingue esta gripe de uma estirpe de gripe comum particularmente ativa. Se assim é, então as leis de vacinação forçada que se estão a forjar em muitos países são – no mínimo – exageradas. Temos uma amostra destas “campanhas de vacinação forçada” numa tentativa de vacinação obrigatória para os trabalhadores de Saúde em Nova Iorque que um juiz do Supremo reverteu recentemente e que poderia ter afetado mais de 500 mil pessoas.

Em França, grupos de médicos já avisaram com ações legais caso se confirmem os rumores de vacinações compulsivas e na Alemanha as reticências de muitos médicos são públicas.

Anúncios
Categories: Ciência e Tecnologia, Saúde | Etiquetas: , | 21 comentários

Navegação de artigos

21 thoughts on “Gripe A: A própria Agência Europeia de Remédios (EMA) considera a vacina contra a Gripe A “experimental”

  1. Lusitan

    Os governos mundiais foram forçados a comprar milhões de vacinas por uma opinião pública em pânico. Se não tivessem comprado as vacinas era uma revolução, agora que as têm, as mesmas pessoas que exigiram as vacinas a todo o custo, agora vêm dizer que não as tomam.

    As vacinas da gripe seguem todas o mesmo processo fabrico. Têm todas os mesmo constituintes, ou seja, partes do vírus desactivadas. Quando vejo noticias de bebés na Polónia e idosos que morreram depois de tomar a vacina, não posso deixar de me rir. Primeiro porque não foram injectadas nenhumas vacinas a bebés na Europa. Depois porque um idoso morrer depois de tomar uma vacina não tem de ser por causa da vacina. Os idosos morrem, e como se veio a demonstrar, não morrem por causa da vacina, mas sim porque tinham outras doenças.
    Agora há umas pessoas que gostam de criar pânico na população, seja por motivos políticos ou por motivos de vendas de jornais ou até de medicamentos, e para esses tudo vale. Desde achincalhar quem não pensa como eles até fazer circular mentiras pela internet. Esses é que me preocupam. Não é a vacina. A vacina o máximo que pode fazer é uma reacção anafilática ou ser totalmente inócua. As pessoas que fazem circular mentiras é que não conheço as suas reacções adversas.

  2. o pânico induzido serviu aqui o seu papel: Media ganharam audiências, as farmacêuticas lucraram milhões sem fim…
    compreendo a tua posição: mas há algum insofismável: bom número de médicos e enfermeiros recusam ser vacinados e a vacina ainda que idêntica à gripe sazonal é de facto para um vírus diferente (ainda que da mesma estirpe), logo, não se conhecem com exatidão os seus efeitos.
    mas algo é também insofismável: este vírus é menos letal que o da gripe sazonal. e essa é uma verdade que todos têm ocultado…

  3. Lusitan

    O vírus não tem qualquer efeito. O que pode ter efeito são os excipientes. O vírus está desprovido do seu material genético logo não se pode multiplicar e assim criar uma infecção generalizada. O que pode causar alguma apreensão são os excipientes utilizados, mas esses também já são usados noutras vacinas, logo a preocupação de alguns médicos é algo infundada. O método de fabricação desta vacina é o mesmo que o da vacinação normal da gripe. Isto vem provar que os médicos sabem muito pouco dos medicamentos que prescrevem.

  4. Fenix

    O Vírus h1n1 surgiu no México em Abril de 2009, não é ?

    Então porque raios é que os laboratórios BAXTER International registaram a patente para a vacina h1n1 a 28 de Agosto de 2008 ?

    Aqui fica o documento original como prova .

    Patente US 2009/0060950 publicada a Março de 2009 ( um mês antes do vírus surgir no México ) e a patente foi criada UM ANO ANTES .

    Andam a mentir à população.

  5. Lusitan

    Porque o vírus H1N1 já existia há muitos anos, esta variante é que é nova. H1 significa hemaglutinina variação 1 e o N1 significa neuroaminidase variação 1. Estes são constituintes do vírus e podem variar como por exemplo o vírus Influenza sub-tipo H3N2 (fujiano) ou o também muito falado H5N1 (da gripe das aves). Existem 16 tipos de hemaglutinina e 9 de neuroaminidases.
    O que ocorre é que este vírus sofreu uma mutação, mas continua a ter os mesmos consistuintes H1 e N1. No entanto a sua virulência aumentou. Daí que se tenha dado um novo nome (vírus da gripe A) para que não se confunda com o vírus H1N1 normal.

    Antes de pegarem pela teoria da conspiração tentem perceber sobre o que estão a falar.

  6. Fenix

    Muito bem a tão mesmo que tomem a vacina da gripe A se virus da gripe sofrer outra mutação de nada serve a ter tomado tem que se tomar outra vacina com mesma mutação.O que vai fazer a vacinação provocar uma mais rapida mutação do proprio virus da gripe A ou isso também não é verdade.Agora de onde veio o virus?! Das quintas de porcos ou do laboratorios de quem faz as proprias vacinas? Quem em tempo de crise ganham dinheiro com isso? Realmente eu não confio em nada nos laboratorios privados e ainda mais quandos eles proprios entram em programas secretos de armas quimicas bacteriologicas e mesmo virais para o governo americano.Ser serio não é so selo tem que parecer serio e eles não o são Não é o senhor vai me fazer mudar de ideas porque os mesmo livros que senhor leu eu também os li mas não fiquei parado.A questão se o virus H1n1 é conhecido a tantos anos como é que so agora o dito laboratorio pantaiou a vacina 28 da agosto de 2008 realmente acoisas estranhas.

  7. Fenix

    Não È A PANTENTE DO VIRUS H1N1 NORMAL a do VIRUS NORMAR A MUITO QUE ESTÀ PANTIADA.

  8. Lusitan

    Ai sim? Leu os mesmos livros? Quer dizer que também tirou um curso ligado às ciências médicas? Então estranho que não perceba nada de vacinação. E muito menos ainda do vírus Influenza.

  9. Fenix

    Há uma razão para que sejamos suscetíveis ao Influenza todos os anos: o vírus muta muito. Como o genoma do Influenza é uma molécula de RNA, é necessária uma polimerase viral para fazer a cópia dele. Nossa célula é capaz de duplicar o DNA, DNA>DNA, e produzir RNA na transcrição, DNA>RNA, mas não temos enzimas que façam RNA>RNA, e o Influenza precisa trazer uma com ele. Ela é formada pelos genes PA, PB1 e PB2. Diferente das nossas polimerases, a RNA polimerase do vírus não possui reparo de erros, de forma que, ao copiar o genoma dele, ela troca várias bases. São as chamadas mutações.

    Devido às mutações, as proteínas do Influenza variam bastante e deixam de ser reconhecidas pelos anticorpos. Por isso, precisamos produzir novas vacinas todos os anos. Com o passar do tempo a imunização se perde, pois não temos mais proteção cruzada contra novas linhagens do vírus. Assim, a OMS promove dois encontros anuais, um no começo e outro no meio do ano, antes do inverno de cada hemisfério, período em que se concentram os casos de gripe. Nestes encontros pesquisadores discutem quais são as cepas de Influenza que estão circulando e quais devem estar na vacina a ser produzida.

    Como o processo de produção é demorado, toma cerca de seis meses, é necessário “adivinhar” – baseado em monitoramento e estatísticas, claro – qual será a linhagem mais importante do vírus no futuro. Escolher o vírus errado implica em perder tempo e dinheiro produzindo uma vacina ineficaz e, o mais importante, mais mortes causadas pela gripe.

    A vírus vacinal

    Uma vez escolhidas as variantes que vão para a vacina, geralmente um Influenza A H1N1, um A H3N2 e um Influenza B, ambos os Influenza A precisam ser adaptados para o crescimento em ovos. Não necessariamente o vírus escolhido vai crescer bem nos tecidos dos ovos, então ele precisa ser hibridizado com uma linhagem de bom crescimento, geralmente a usada é a mesma desde a década de 1970, a linhagem A/PR8/34.

    Esta etapa consome tempo e testes. Ambos os vírus, o vacinal e o adaptado a crescer em ovos, são adicionados às células, e nelas se formarão vírus híbridos. Aqui, o ponto chave é escolher um vírus que cresça bem em ovos e produza a resposta imune contra a o vírus circulante. São necessários vários testes para garantir que o vírus híbrido não é perigoso, que cresce bem e que imuniza contra as proteínas certas. A intenção não é produzir uma vacina contra o vírus A/PR8/34, e sim contra a linhagem determinada pelo painel de especialistas da OMS.

    A produção

    O procedimento de produção de vacinas de Influenza segue quase o mesmo desde a década de 1950, com o uso de ovos embrionados. Para produzir o vírus que será inoculado nas pessoas, é necessário um ambiente estéril e favorável ao Influenza. O ovo oferece ambos. Como o embrião ainda não tem o sistema imune desenvolvido, não há resposta contra o vírus, e seus tecidos e sua casca garantem que o interior é isolado e só contém células do pinto.

    Em teoria, parece algo bem simples. Agora imagine que, além de precisar lidar com centenas de milhares de ovos dentro de um ambiente controlado e não contaminado, é necessário utilizar os ovos no período certo. Ovos muito novos não possuem a cavidade alantóide – local onde o vírus crescerá – bem formada, e ovos muito velhos já têm o embrião muito desenvolvido e consequente imunidade. Por causa disso, os ovos não podem ser simplesmente estocados, eles precisam ser trazidos continuamente na fase certa, entre 7 e 19 dias, serem abertos para o vírus ser inoculado, fechados e incubados pelo período certo.

    Tais detalhes fazem com que a produção seja um processo lento e custoso, difícil de escalar para uma produção maior e com uma grande inércia. Se o vírus errado for inoculado, pode ser tarde demais para recomeçar. Após as primeiras doses serem produzidas, começam os testes para verificar se a vacina será eficaz.

    Preparação

    Outra etapa essencial para o desenvolvimento da vacina é a inativação e purificação do vírus. O Influenza precisa ser completamente inativado – morto não é um conceito que cabe para vírus – para não causar infecção nos vacinados. A febre ou dor-de-cabeça que se segue à vacinação é causada pela nossa resposta imune aos pedaços do vírus, ou antígenos, que estão na vacina, não há desenvolvimento do vírus em si.

    A purificação garante que as proteínas certas estarão presentes na vacina e que não haverá contaminantes como bactérias ou tecidos do ovo, que podem causar infecções, alergias ou imunização contra antígenos errados. Ela também precisar garantir que as proteínas de interesse, os antígenos virais, estarão na concentração necessária para o nosso corpo responder com a produção de anticorpos esperada

  10. bem, não vou introduzir ainda mais celeuma, mas limitar-me a condensar aquilo que penso:
    1. Este virus é menos perigoso que o da gripe comum
    2. Este virus é mais contagioso que o da gripe comum
    3. Os seus efeitos tẽm sido exagerados pelos interesses dos media e dos laboratórios
    4. a vacina é basicamente a mesma da gripe sazonal, mas não é idêntica e nunca foi testada em humanos. O risco contudo é baixo
    5. não creio que o virus seja “fabricado” mas produto de uma mutação natural
    6. todos seremos infetados neste inverno, sem excepção
    7. o tamiflu é logro, de reduzido efeito clinico
    8. a gripe aviária irá mutar nos próximos anos, tornando-se um virus infinitamente mais perigoso do que o da gripe a: mais letal (60%) e tão contagioso como este
    9. os caucasianos estão menos sujeitos a estas infeções pelos seus genes enriquecidos com a resistência à peste negra e á gripe espanhola

  11. Lusitan

    O ponto 1. não é bem claro. O que chamamos gripe comum são na verdade todos os outros sub-tipos de Hs e Ns que não têm uma taxa de infecção tão alta. Dentro de cada sub-tipo existem milhões de mutações possíveis. Por isso os números da gripe comum são no fundo o somatório de todas as gripes existentes excluindo as mais patogénicas.

    Alguns testes foram feitos. Não se puderam foi efectuar os testes clínicos a longo prazo, mas uma vez que o método de fabrico e os excipientes são os mesmos de muitas vacinas da gripe as autoridades entenderam que os benefícios ultrapassavam em muito os riscos e autorizaram o fabrico em massa das vacinas.

    O tamiflu não é um logro. Não é, mas é a salvação que os media apregoavam.

    De resto parece-me um bom resumo do fundamental. 😀

    Também não vou tecer nenhum comentário ao copy-paste anterior… mas espero que pelo menos tenha lido a matéria.

  12. falo da taxa de mortaldiade registada no hemisfério sul, onde já terminou o inverno austral: foi inferior à da gripe comum.
    e podemos somar, claro, mas sendo dois vírus distintos (ainda que estreitamente relacionados) não o devemos fazer, já que o seu quadro clínico é distinto…
    “logro” é uma expressão que se refere ao efeito que em certos media era quase tido como solução miraculosa para o tal surto de gripe aviária humana que (ainda) não apareceu.

  13. Lusitan

    O que eu quero dizer é que a gripe comum, são milhares de tipos de gripes, que por não terem uma patogeneicidade tão alta são agrupadas no termo gripe comum. Por isso dizermos que a gripe comum tem uma taxa de mortalidade mais alta não está bem correcto. O correcto seria dizer que a soma das gripes comuns tiveram uma taxa de mortalidade mais alta que esta gripe A. Agora que esta gripe não é o fim do mundo como a OMS chegou a prever isso parece óbvio.

  14. parece-me claro que a OMS aproveitou a “crise” para ganhar uma importância e um relevo que não tinha antes…
    é, de resto, um dos maiores beneficiários do atual pânico insuflado em que nos querem fzer viver.

  15. Lusitan

    Imagina o que aconteceria se eles não tivessem dado o alerta e tivesse havido mesmo uma pandemia… Eles jogaram pelo seguro. Há anos que se prevê um surto de gripe ou de outra doença que limpe da terra dois terços da população, por isso mais vale prevenir que remediar.

  16. pedronunesnomundo

    bem, esta é a única “emergência” sanitária em que me lembro de estar envolvido. pelo menos isso é de assinalar

    o meu cepticismo – já que não sei discutir tecnicamente nada disto – fica no cruzamento do mediatismo, com o “sanatorismo”, com o que há realmente a fazer…

    se calhar era de esclarecer que mobilizar o mundo inteiro só se justificaria se falássemos de uma gripe avassaladora e indiscutivelmente fatal
    e que se não vem uma gripe (ou outra vaga qualquer) considerável como “fatal” ou sequer impactante a longo prazo na qualidade de vida das pessoas, pretender entupir populações inteiras com vacinas – produtos farmacológicos, certo? – é um perfeito abuso científico
    mais: se calhar era de admitir que estar a inocular indiscriminadamente populações inteiras pode distorcer para hoje ou para amanhã os jogos vírus-resistências naturais (não?…)
    se calhar era de admitir que neste momento massacrar psicologicamente populações inteiras com a “gravidade” da gripe é um absurdo – se se admitem mutações futuras e rápidas que daqui a algum tempo vão descredibilizar estes discursos e estes oradores – e é um contra-senso – daqui por algum tempo quando se gritar outra vez o “sanatorismo” do “lobo da gripe” se calhar pouca reacção há a esperar de quem se vir ludibriado agora

    a OMS estar “à espera” do Armagedeão, na prática é mais aflição dela que minha. por isso é pesado o fardo dos vigilantes, não podem gritar nem antes nem depois que o perigo está à porta
    não admito é nem à OMS, nem à UE, nem ao “Governo” que me envolvam a mim, à minha sociedade ou ao meu mundo em “histerias preventivas” porque alguém não tem e devia ter a informação correcta sobre como agir cirurgicamente, ou porque não há mesmo grande coisa a fazer (senão atafulhar populações com preparados) e ninguém tem coragem para o admitir frontalmente

    se calhar era de admitir que tudo isto – graças a Deus – não passa de uma grande palhaçada
    e que se não há verdadeiramente muito a fazer para prevenir o contágio por TODAS as “gripes”, ainda menos há como travar eficazmente o alastar de qualquer gripe ou quejanda – eu vivo dentro de uma escola e sei do que falo

    eu sei que não vou fazer-me vacinar. nem a ninguém cá em casa
    e – a partir do que procurei porque ninguém se preocupou a sério em me esclarecer – julgo não estar errado

  17. esse é um aspecto importante desta questão: se Pedro grita sempre que há lobo e depois este não aparece, quando aparecer mesmo, alguém o ouvirá? A OMS já gritou com a Aviária e grita agora com a gripe A. Quando a tal (inevitável) mutação vier, alguém a ouvirá?
    A OMS tem lucrado muito com esta presente “crise”: foco, atenção, meios… e com ela os laboratórios de vacinas e antivirais e os media que vendem papel e audições como se fosse mesmo o fim do mundo. A todos estes agentes interessa criar e alimentar um pânico da turba.
    E sim, Pedro, o que se gasto em disefetantes é um desperdício terrível!
    Já em meados deste ano diziam os especialistas que era inevitável sermos todos contaminados! então para quê estas medidas de prevenção? concentrem os recursos escassos no combate e despiste…
    vacinar?… provavelmente, irei… quando a meterem na sazonal (e quando for realmente testada, como está a sê-lo, a sério em cobaias humanas, agora), lá para 2010…

  18. Lusitan

    Primeiro ponto… as vacinas não servem para nos tornar imunes às gripes, mas sim para que quando formos contaminados o nosso sistema imunitário responda rapidamente à infecção.

    Eu não acho que a OMS tenha agido incorrectamente. A OMS tentou sempre agir de forma ponderada emitindo comunicados de forma a acalmar a população sempre que necessário. Agora a OMS não pode calar os meios de comunicação, esses sim verdadeiros instigadores do clima de terror que se viveu.
    Por exemplo: Num dia a ministra da saúde acalma dizendo que serão vacinadas as pessoas de risco, no outro os jornais afirmam de forma irresponsável que as vacinas são perigosas para instalar a dúvida e o medo. É o que dá quando quem lida com a informação não percebe nada sobre essa mesma informação.

    A OMS não agir é que seria um crime.

  19. sim, claro, o que as vacinas fazem é reforçar a eficácia da resposta do sistema imuntário, não impedem a entrada do “intruso”, apenas preparam a reação contra ele.
    quanto ao tom alarmista dado pela OMS… Aí discordamos… não há ainda razões reais para a fase 6… não com esta gripe, pelo menos!

  20. Lusitan

    A verdade é que nos primeiros dias de frio em Portugal a gripe se espalhou à velocidade da luz. Até agora estivemos protegidos por temperaturas altas para a altura do ano. Agora é que se vai ver o quão acertadas foram as medidas da OMS.

  21. sim, a Gripe A está a multiplicar os seus casos… num prenúncio daquilo que será o pico do Inverno… como eu dizia (citando outros) é inevitável que todos a acabemos por apanhar e numa imensa maioria de forma benigna.

Deixe uma Resposta para Clavis Prophetarum Cancelar resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

Create a free website or blog at WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

%d bloggers like this: