Daily Archives: 2009/10/05

NOVA ÁGUIA, Nº 4: “Pascoaes, Portugal e a Europa”

Nova Águia 004 - CAPA RGB

O quarto número da NOVA ÁGUIA, que terá como tema “Pascoaes, Portugal e a Europa”, será lançado pela primeira vez no 8 de Outubro, no Anfiteatro I da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, numa sessão cujo programa poderá consultar no nosso blogue: www.novaaguia.blogspot.com (também em anexo).

Outros lançamentos foram já entretanto agendados. Entretanto, se quiser agendar connosco um lançamento, poderá fazê-lo por e-mail ou por telefone (967044286).

Abaixo, sinopse e índice do quarto número da NOVA ÁGUIA.

Em anexo, a capa.

NOVA ÁGUIA, Nº 4:
“Pascoaes, Portugal e a Europa”

Como é sabido, a revista A Águia foi uma das mais importantes do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. A ideia de relançar a revista, agora sob o nome de NOVA ÁGUIA, pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado aos nossos tempos. Não se trata, nessa medida, de fazer uma revista voltada para o passado, meramente revivalista. Trata-se, antes, de fazer uma revista para os tempos de hoje, para o século XXI.

Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas. O tema do quarto número, que agora lançamos, é “Pascoaes, Portugal e a Europa”.

Orgulhamo-nos de ter conseguido o contributo de nomes tão ilustres como Adriano Moreira, António Cândido Franco, António Telmo, Joaquim Domingues, Manuel Ferreira Patrício, Manuel Gandra, Miguel Real e Pinharanda Gomes, a par de muitos outros.

Para além disso, neste número poderá ainda encontrar uma série de outros textos, sobre outras temáticas, conforme o nosso índice:

EDITORIAL

PASCOAES, PORTUGAL E A EUROPA

Pinharanda Gomes, PASCOAES E A ALMA DA EUROPA…8

Pedro Teixeira da Mota, DA ACTUALIDADE DE ALGUNS ENSINAMENTOS DE TEIXEIRA DE PASCOAES…14

Pedro Martins, DA TERCEIRA IDADE À SEGUNDA VINDA: ALGUMAS NOTAS SOBRE O MESSIANISMO DE PASCOAES…21

Paulo Borges, ÍNDIAS ESPIRITUAIS E ILUSÃO EM TEIXEIRA DE PASCOAES E FERNANDO PESSOA…27

Miguel Real, O PERFIL DE PORTUGAL SEGUNDO TEIXEIRA DE PASCOAES…40

Maria Luísa de Castro Soares, SER PORTUGUÊS E SER UNIVERSAL NA OBRA DE TEIXEIRA DE PASCOAES…48

Manuel Ferreira Patrício, A SAUDADE E A PÁTRIA NO LIVRO DE MEMÓRIAS DE TEIXEIRA DE PASCOAES…57

Luís Loia, A ARTE DE SER PORTUGUÊS E A NECESSIDADE DA EDUCAÇÃO PARA A PORTUGALIDADE…63

Luís G. Soto, TEIXEIRA E BARTHES: A METADE DA VIDA NA ESTRADA DE EUROPA…65

José Lança-Coelho, TEIXEIRA DE PASCOAES NO DIÁRIO DE TORGA…69

Fátima Valverde, TEIXEIRA DE PASCOAES E RENÉ CHAR FACE À GRANDEZA UNIVERSAL DO TEATRO…70

Dirk Hennrich, A TERRA TARDINHA EM TEIXEIRA DE PASCOAES…75

César Antonio Molina, TEIXEIRA DE PASCOAES, POETA FILÓSOFO…77

Celeste Natário, TEIXEIRA DE PASCOAES: UMA METAFÍSICA DA SAUDADE…85

António Telmo, O PASSEIO QUE FICOU POR CONTAR…88

António José Borges, IDEALISMO E ÉTICA: SAUDADES FUTURAS DA NOVA ARTE DE SER PORTUGUÊS…89

António Cândido Franco, NOTA CORRIDA SOBRE O PENSAMENTO GEO-ESTRATÉGICO DE TEIXEIRA DE PASCOAES…96

Samuel Dimas, REGRESSO AO PARAÍSO CELESTIAL…101

Rui Martins, PASCOAES: UM TESTEMUNHO VIVO DAS MALEITAS E DOS TORMENTOS DO PORTUGAL DE ONTEM E DE HOJE…103

Risoleta C. Pinto Pedro, A EUROPA COMO REFLEXO DA IMAGEM VERDADEIRA…110

Renato Epifânio, ENTRE PORTUGAL E A EUROPA: CINCO NOTAS E UMA INTERROGAÇÃO…112

Paulo Feitais, PORTUGAL, O ROSTO DA EUROPA? PARA UMA ÉTICA DO ENCONTRO E DA PERDIÇÃO…113

José Eduardo Franco, POLÓNIA, PAÍS GÉMEO DE PORTUGAL NA EUROPA…117

Jorge Telles de Menezes, MUROS E SEBES: DA CIDADE MURADA ÀS ALDEIAS A OESTE DO ÉDEN…120

Joaquim Miguel Patrício, PORTUGAL E A EUROPA NUMA ERA GLOBAL…121

João Bigotte Chorão, EUROPA, EUROPAS…129

Adriano Moreira, EUROPA, A MATRIZ DO OCIDENTE…132

DA ARCA

Ilídio Sardoeira, UMA PEDRA ENTRE DOIS POETAS [CAEIRO E PASCOAES]…140

OUTROS VOOS/ OUTRAS VOZES

Markus Gabriel, SOBRE A ORIGEM E A ACÇÃO DA ARTE…142

Jacqueline Kelen, A LUZ LONGÍNQUA DO AMOR…146

RUBRICAS

COISAS E LOISAS, de J. Pinharanda Gomes…150

DO ESPÍRITO DOS LUGARES, de Manuel J. Gandra…155

AS IDEIAS PORTUGUESAS DE GEORGE TILL, de Jorge Telles de Menezes…159

PÁGINAS TEMÁTICAS

LITERATURA ORAL E TRADICIONAL, de Ana Paula Guimarães e Lurdes Cameirão…162

MÚSICA, de Miguel Anastácio…167

REPORTAGEM, Goreti Teixeira e Carlos Machado…170

BIBLIÁGUIO

TRÊS OBRAS SOBRE PASCOAES, por António Cândido Franco…176

JOSÉ RÉGIO, CORRESPONDÊNCIA COM ÁLVARO RIBEIRO, por Pedro Martins…179

A. CAMPOS MATOS, EÇA DE QUEIROZ – RAMALHO ORTIGÃO, RETRATO DA «RAMALHAL FIGURA», por Hugo Pinto Santos…185

A MEMÓRIA COMO GUME DE FACA, por Maria Aparecida Lopes Nogueira…187

PENSAR A SAUDADE, por Rui Lopo…190

TEXTIÁGUIO

Joaquim Domingues, VOOS DA ÁGUIA…202

POEMÁGUIO

António José Queirós, NOITE…6

Francisco Canelas de Melo, PEQUENA LEMBRANÇA DE TEIXEIRA DE PASCOAES…6

Lúcia Helena Alves de Sá, DA SAUDADE DE TEIXEIRA DE PASCOAES…7

Jesus Carlos, TO BE, OR NOT TO BE…138

Alexandre Vargas, UMA PINTURA DE PASCOAES…138

Maurícia Teles da Silva, FUTURO TRANSPASSAR…139

Maria Teresa Mota, DIVAGA…149

Fernando Esteves Pinto, ÁREA AFECTADA…160-161

Maria Leonor Xavier, VAGAS…198

Farídu’d-Din ‘Attár, A CONFERÊNCIA DOS PÁSSAROS…199

Jean-Luc Pouliquen, OS CANTOS DO VALE DO CAFÉ…200

Isabel Mendes Ferreira, TU, PASCOAES…203



E, como oferta, temos ainda um CD com a voz de Pascoaes!

Para mais informações: 967044286

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O facebook faz lucros pela primeira vez…

O Facebook – uma das redes sociais mais populares do mundo – anunciou que entrou no rumo dos lucros, pela primeira vez no último trimestre, ao mesmo tempo que passava a barreira dos 300 milhões de utilizadores ativos (nada dos 2/3 de Zombies do Twitter). Isto ocorre depois de cinco anos de acumulação de prejuízos e em pleno clima de recessão mundial, o que é extraordinário e diz muito sobre as virtualidades da “nova economia” (termo adormecido, mas não morto) no presente contexto económico.

Foi preciso injetar no Facebook mais de 700 milhões de dólares de investimento para que este ao fim de cinco anos desse lucro, mas agora que está a dar e perante o colapso inevitável desse flop chamado Twitter, do ocaso do Hi5 e do MySpace, concorrentes que começaram agora a entrar na caminhada destrutiva dos Despedimentos, o Facebook tem todas as condições para se afirmar no domínio das redes sociais da mesma forma que o Google se afirmou no dos motores de busca.

A rede social do Facebook não pára de crescer… Entre julho de 2009 e setembro de 2009, o Facebook cativou mais 50 milhões de utilizadores ativos. Um tal ritmo de crescimento foi aparentemente bem suportado pela estrutura da empresa (sem paragens nem lentidões significativas), mas sê-lo-á durante quanto tempo se prosseguir a este ritmo? Algures terá que haver um limite…

O Facebook começou a ser rentável através do recurso massivo à publicidade direcionada por utilizador, pelo seu perfil e padrões de interesses e motivações. Tal cruzamento cria a chamada “publicidade em contexto em que cada utilizador vê apenas os anúncios que se integram nos gostos pessoais de cada utilizador, o que é o sonho de qualquer utilizador…

Atualmente, o Facebook goza de uma tremenda popularidade, especialmente entre as camadas mais jovens. De facto, muitos jovens, da Internet, conhecem apenas esta rede social, trocando mensagens, fotografias, músicas e fazendo chat, tudo sem sair do Facebook. Por enquanto… Esta dominação não durará para sempre (como irá acontecer com o Google mais cedo ou mais tarde) e encontramos o exemplo da perenidade destas redes sociais no MySpace, outrora a rede número um e que hoje luta para se manter à tona… A Internet não é nem o Google, nem o Facebook, e se os seus donos julgam que é… Estão enganados, especialmente num mundo que muda e tão depressa como sucede com o cibermundo onde se move (por ora, com sucesso) o Facebook.

Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1400935

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Quids S16: A que espécie de dinossauro pertencia este osso?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S16 | 8 comentários

Sobre os (falsos) números do Desemprego em Portugal

Não há dúvida que os números do Desemprego em Portugal são uma treta. Não contemplam todos aqueles que estão em efetiva situação de Desemprego e segundo um artigo recente do Correio da Manhã, haveria pelo menos 125 mil desempregados fora dos números oficiais. Se todas estas pessoas fossem contabilizadas – como deveriam ser – então a taxa de Desemprego seria não estes artificiais 9,1% mas 11,2%…

O Correio da Manhã cita um trabalho do economista Eugénio Rosa que prova que quer o INE, quer o IEFP, subavaliam os números do Desemprego… Com esta reavaliação teremos assim em Portugal já, o esmagador número de 635 mil desempregados!

É preciso parar com esta palhaçada ridícula que são estas contabilidades falsas dos números do Desemprego, martelados para apresentar números falsos e adulterados à população. O INE acha que basta trabalhar uma hora num mês, para zás: estar empregado e no IEFP contam-se apenas os inscritos nos centros de Emprego, apagando todos os demais, num número que se estima superior a 300 mil pessoas!

Como resolver o problema número um da sociedade e da economia portuguesa: o Desemprego, se insistem em não reconhecer a verdadeira escala da sua gravidade?

Fonte:
http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1350793

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | 9 comentários

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