Daily Archives: 2009/10/01

O Ares I passa mais uma fase, envolto em dúvidas quanto à decisão da Comissão Augustine

A empresa “Alliant Techsystems” declarou que iria começar a testar o primeiro andar do foguetão Ares I para a NASA. Tal declaração surge num momento em que muitos suspeitam que a Administração Obama se prepara para cancelar todo o programa… Ou talvez por causa disto. De facto, está agora em plena atividade uma Comissão – nomeada pelo próprio Presidente – que está a avaliar o futuro próximo dos voos tripulados nos EUA. Ora a Augustine tem sobre a mesa nada mais nada menos do que sete alternativas diferentes de colocar americanos no Espaço e apenas uma delas inclui os foguetões Ares, propostos pela NASA… Isso e a aparente falta de entusiasmo do Presidente pela Agencia (que demorou longos meses até nomear um novo Administrador), assim como a continuada recessão económica, coloca em risco o futuro do Ares/Constellation…

O relatório final desta Comissão deverá estar a ser entregue por estes dias e será a base da decisão de Obama sobre a política espacial dos EUA nas próximas décadas.

Já se sabe que a Augustine vai colocar em causa o Ares, como disse o seu presidente ao Congresso: “o programa atual não é executável, devido ao desencontro entre financiamentos e caminho seguido”.

A comissão parece mais inclinada a parar com o Ares (onde a NASA já enterrou mais de 3 biliões de dólares) e a entregar as missões humanas para o Espaço a várias empresas privadas, como a SpaceX, que com a sua cápsula Dragon e o Falcon 9 lidera com confortável vantagem o programa COTS de abastecimento da Estação Espacial Internacional (ISS).

Se continuar a existir, depois do começo de outubro, o próximo teste a completar pelos primeiro andar do Ares I será o lançamento de paraquedas a partir de um Boeing C-17. Mais tarde, em 31 de outubro um Ares I-X, um modelo à escala real, e com o peso real de um Ares I com os seus dois andares e o módulo tripulado será lançado de Cape Canaveral. Isto se então ainda houver programa Ares, claro…

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/09/23/332533/ares-i-work-continues-despite-cancellation-threat.html

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Quids S16: Como se chama esta tartaruga? (sim! tem nome!)

1e

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O regresso dos desreguladores do Mercado Financeiro…

Olha para eles, tão bonitos a desregular... (www.huffingtonpost.com)

Olha para eles, tão bonitos a desregular... (www.huffingtonpost.com)

As causas da presente recessão mundial são claras para todos: especialistas e não-especialistas e assentam na desregulação dos mercados financeiros, no laxismo de muitos Bancos centrais (de que Constâncio é talvez um dos melhores-piores exemplos mundiais) e sobretudo na ambição desmedida e na falta de ética de muitos agentes e especuladores.

No primeiro eco da onda gigantesca que se abateu no mundo em meados do ano passado muito se falou de estabelecer mecanismos de regulação nos mercados financeiros. Políticos, economistas (os mesmos que meses antes defendiam uma maior liberalização dos mercados) e opinion makers clamavam em uníssono por uma maior regulação dos mercados financeiros. Ora a montanha pariu um rato… Desde então e até agora praticamente nada se fez além de um fátua proibição dos Derivados nos EUA, que pouco durou… Tudo está hoje praticamente na mesma, tal é a influência do setor financeiro nos Governos “democráticos” da atualidade…

O discurso que advoga a que nada se faça para regular estes mercados selvagens começa até a tornar-se institucional… O diretor-geral do FMI, um tal de Dominique Strauss-Kahn chegou mesmo a apelar em agosto para que os Governos criassem estratégias de saída da crise que “não enfraquecessem a recuperação”. A indireta é clara: não façam nada que ponha em questão os mercados financeiros e, sobretudo… Não os regulem. Deixem tudo na mesma. E para quem não o tivesse percebido bem ainda acrescentou: “a reforma da regulação financeira internacional não irá avançar tão depressa”.

Strauss-Kahn confirmou que a recuperação seria lenta e afirmou que poderíamos estar perante essa anomalia sociológica tão do agrado dos especuladores bolsistas e dos gestores que é uma “recuperação sem emprego”. É claro que o diretor do FMI disse que esta continuada ausência de regulação financeira era uma “má notícia”, mas se invoca a existência de “graves riscos de desestabilização financeira” no mesmo momento é porque teme que o fim da desregulação os poderia criar… E de facto, como reagiriam os caprichosos, instáveis e imprevisíveis mercados, se a sua quase total liberdade fosse cerceada num momento onde começam apenas a ensaiar a saída da crise? De facto, a superação desta crise – que teve o seu epicentro no setor financeiro – passa necessariamente não somente pela regulação dos Mercados, com um aumento da vigilância e das sanções sobre os abusos, mas também pela proibição de artificialismos abstractos como os Futuros, os Derivados, os Fundos (compostos e opacos) e até pela imposição generalizada da Taxa Tobin. Em suma, há que estabelecer mecanismos que desviem dos Mercados Financeiros as imensas torrentes de Capital que eles têm captado nos últimos anos, desviando-os de investimentos socialmente mais produtivos na Indústria e Agricultura.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399122

Categories: Economia, Política Internacional | 4 comentários

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