Monthly Archives: Setembro 2009

O Reino Unido não vai ter mais do 184 Eurofighter Typhoon: Menos 47 que o inicialmente previsto


(O Eurofighter Typhoon RAF no Leuchars Airshow de 2009)

O governo britânico declarou recentemente que não se sentia obrigado a adquirir mais aviões Eurofighter Typhoon. Esta notícia surge num contexto em que o Reino Unido está muito aquém dos 232 aparelhos que segundo o memorando de entendimento assinado entre o Reino Unido, a Itália, a Espanha e a Alemanha, se comprometeu a comprar.

Com efeito, a recente decisão de adquirir 40 Typhoons de “Tranche 3A” faz com que o Reino Unido ficará apenas com 184 aviões deste tipo, e destes, 24 foram vendidos à Arábia Saudita num polémico contrato de exportação envolto em suspeitas de corrupção.

O problema para o Typhoon é ainda mais grave do que a contenção britânica, já que todos os outros parceiros do programa cortaram as suas encomendas. De facto, todos, junto, ficaram-se apenas por 107 aparelhos de Tranche 3.

As entregas do Typhoon de Tranche 3 irão começar em 2013. Estando atualmente a ser entregues aviões da Tranche 2, entregues à RAF britânica e aos Sauditas.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/08/19/331233/uk-has-no-obligation-to-meet-232-aircraft-typhoon.html

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Quids S16: Como se chamava a dona deste carro, acidentado em 1974?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Proposta: “Banco de Desenvolvimento Lusófono” (BDL)

O “Banco de Desenvolvimento Lusófono” ou BDL seria uma instituição financeira de desenvolvimento capaz de intervir no espaço lusófono ou, mais especificamente, entre os países que atualmente formam a CPLP.

Seria uma instituição internacional com a missão de desenvolver as sociedades dos países-membros, combatendo a pobreza e melhorando a qualidade de vida das populações lusófonas, onde quer que estas se encontrem.

Os principais parceiros do BDL seriam os governos dos países da CPLP, instituições financeiras publicas e privadas, agências de desenvolvimento, ONGs e fundações particulares.

A estratégia do BDL, na sua primeira década de existência, seria o cumprimento da seguinte agenda:
1. Crescimento económico com inclusão
2. Crescimento económico ecologicamente sustentável
3. Promoção da integração das economias dos países da CPLP

Para cumprir esta meta tripla, o BDL teria à sua disposição os seguintes instrumentos:
1. Empréstimos financeiros, especialmente para infraestruturas
2. Assistência técnica
3. Garantias e avais
4. Aconselhamento
5. Criação de uma moeda comum “virtual”, para transações eletrónicas, aos países membros da CPLP, que estes pudessem usar entre si, paralelamente com as suas já existentes moedas nacionais.

O Banco de Desenvolvimento Lusófono seria uma alternativa lusófona ao já existente “Banco do Sul”, lançado por Hugo Chávez e que além da Venezuela, agrega também Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai e o lusófono Brasil. O BDL permitiria oferecer uma alternativa lusófona a esta abordagem estritamente sul-americana da política externa brasileira e aprofundar os laços económicos e sociais entre os povos da lusofonia, abrindo novas alternativas de financiamento onde as outras se encontrarem indisponíveis, tendo uma prioridade mais humanista e focada no desenvolvimento humano do que em indicadores imprecisos e tantas vezes injustos como o PIB ou o crescimento bruto de uma economia, sem ter em consideração a repartição da riqueza ou a qualidade de vida e direitos cívicos e humanos dos cidadãos.

O Banco de Desenvolvimento Lusófono seria uma alternativa humanista ao FMI e ao Banco Mundial, dentro da esfera dos países membros da CPLP, recebendo os seus fundos em parcelas relativas correspondentes à riqueza de cada país que o integrasse. Cada país membro terá um direito de voto correspondente à proporção da sua contribuição para os cofres do BDL.

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O MIL: Movimento Internacional Lusófono faz publicar um anúncio no JN de 18.9.2009 sobre a defesa da língua portuguesa da Galiza (Língua Galega)

MIL JN 18.09.09

Categories: Galiza, Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono | 1 Comentário

Organizações Não Governamentais (ONGs) presentes em Lisboa: a quem precisar…

Associação para a Cooperação entre os Povos
http://www.acep.pt/acep.asp
info@acep.pt
Presidente: Maria de Fátima Belo de Carvalho

ADDHU – Associação de Defesa dos Direitos Humanos
http://www.addhu.org/
info@addhu.org
Laura Vasconcellos (Presidente e Fundadora)

Acção e Integração para o Desenvolvimento Global
http://aidglobal.org/pt/
geral@aidglobal.org
Presidente: Susana Damasceno Pereira, Professora

AMU – Cooperação e Solidariedade Lusófona por um Mundo Unido
http://www.amu.org.pt/index.php/contactos.html
geral@amu.org.pt
sem indicação de responsável

Associação Portuguesa de Consultores Seniores
http://apcs.org.pt/pt/6.htm
info@apcs.org.pt
sem indicação de responsável

Associação Portuguesa de Apoio a África
http://www.apoiar.org/contactos.php?lang=pt
mail@apoiar.org
sem indicação de responsável

Helpo (Cascais)
http://www.helpo.pt/content/view/40/63/
recrutamento@helpo.pt
Joana Lopes Clemente (Coordenadora Geral Executiva desde 2004)

Caritas Portuguesa
http://www.caritas.pt/
caritasportuguesa@mail.telepac.pt

CIC- Portugal – Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura
http://www.cicportugal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=63&Itemid=63
cicportugal@cicportugal.pt
Presidente      José Francisco Prates Raposo

CPR – Conselho Português para os Refugiados
http://www.cpr.pt/
teresa.mendes@cpr.pt

Engenho e Obra
http://www.engenhoeobra.org/index.php?lg=1&id=16
info@engenhoeobra.org
Alfredo Joaquim Soares Ferreira – Presidente

FCL – Fundação Cidade de Lisboa
(sem site) mas http://pt.wikipedia.org/wiki/Funda%C3%A7%C3%A3o_Cidade_de_Lisboa
fclisboa@mail.telepac.pt
Engº Carlos Krus Abecasis

FOM – Fundação Oliveira Martins
Rua Rodrigo da Fonseca, 17-1º
1250-189 Lisboa
Tel.: 213 879 131/ 2
Fax: 213 859 897
sem mail
dir. Rui Chancerelle de Machete

Fundação Champagnat  (maristas, sede em Itália)
http://www.champagnat.org/pt/200000000.asp
Diretor: Ir. Antonio Martínez Estaún –
publica@fms.it

Fundação Gonçalo da Silveira
http://www.fgs.org.pt/v1.html
geral@fgs.org.pt

GRAAL – Associação de Carácter Social e Cultural
http://www.graal.org.pt/
terraco@graal.org.pt

IAC – Instituto de Apoio à Criança
http://www.iacrianca.pt/
iacsede@netcabo.pt
Drª Manuela Eanes

IED- Instituto de Estudos para o Desenvolvimento
http://www.ied-pt.org/pt/
Eng.º João Cardona Gomes Cravinho, Presidente
geral@ied-pt.org

IEEI – Instituto de Estudos Estratégicos Internacionais
http://www.ieei.pt/quemsomos/index.php
Director Executivo
* Luís Pais Antunes
ieei@ieei.pt

IMVF – Instituto Marquês de Valle Flor
info@imvf.org

INDE – Intercooperação e Desenvolvimento
inde@inde.pt
http://www.inde.pt/

ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária
http://www.isu.pt/
geral@isu.pt

Leigos para o Desenvolvimento
http://www.ecclesia.pt/leigos/
ongd.leigos@gmail.com
Presidente da Direcção dos Leigos – António Hilário David

MdM – P – Médicos do Mundo Portugal
http://www.medicosdomundo.pt/index.jsp?page=contacts&type=&lang=pt
mdmp-lisboa@medicosdomundo.pt

Presidente MdM
Abílio Antunes

OIKOS- Cooperação e Desenvolvimento  (Oeiras)
http://www.oikos.pt/
oikos.sec@oikos.pt
conselho directivo
presidente: José Alberto dos Reis Lamego

PCI – Paramédicos de Catástrofe Internacional
http://www.paramedicos-internacional.org/quemsomos1.htm
recursoshumanos@paramedicos-internacional.org

Pro Dignitate- Fundação de Direitos Humanos
http://www.prodignitate.pt/contactos.htm
prodigni@esoterica.pt
Maria de Jesus Simões Barroso Soares

CEP – Associação para a Cooperação entre os Povos
Av. Santos Dumont, 57 4ºEsq
1050-202 Lisboa
Phone: 217 950 175
Fax: 217 950 176
E-mail: acep@acep.pt
Homepage: www.acep.pt

ADDOCERE – Associação de Cooperação e Educação para o Desenvolvimento
Rua do Pinheiro, nº217-A, Livramento
2765-382 Estoril
Phone: 213 611 686/ 965 554 526
Fax: 213 622 960
E-mail: addocere@yahoo.com

ADRA – Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e
Assistência Rua Ilha Terceira, nº3, 3º andar
1000-171 Lisboa
Phone: 213 580 535
Fax: 213 580 536
E-mail: info.adra@netcabo.pt

AJAP – Associação dos Jovens Agricultores de Portugal
Rua D. Pedro V – 108 -2º
1269-128 Lisboa
Phone: 213 244 970
Fax: 213 431 490
E-mail: ajap@ajap.pt
Homepage: www.ajap.pt

APCD – Gabinete de Estudos e Projectos de Cooperação/APCD
Rua Padre Francisco Álvares, 40
1500-478 Lisboa
Phone: 217 711 880
Fax: 217 711 889
E-mail: gabinete.cooperacao@sapo.pt

APCS – Associação Portuguesa de Consultores Seniores
Praça das Indústrias, Edif. AIP
1300 – 307 Lisboa
Phone: 213 601 428/ 79
Fax: 213 635 608
Email: apcs@aip.pt

APOIAR – Associação Portuguesa de Apoio a África
Rua Pêro da Covilhã, n.º 145, rés-do-chão direito,
Alapraia 2765-183 Estoril
Phone: 214 681 793
Fax: 214 674 063
E-mail: mail@apoiar.org
Homepage: www.apoiar.org

CIC – Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura
Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, n.º61 C, esct. 11
1070-061 LISBOA
Phone: 213 857 141
Fax: 213 858 151
Mobile: 916 611 202/ 919 810 029
E-mail: cic.geral@netcabo.pt ou cicportugal@cicportugal.pt
Homepage: www.cicportugal.pt

CIDAC – Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral
Rua Pinheiro Chagas, 77 – 2º. Esq.
1069-069 Lisboa
Phone: 213 172 860
Fax: 213 172 870
E-mail: cidac@cidac.pt
Homepage www.cidac.pt

CHAPITÔ – Colectividade Cultural e Recreativa de Sta. Catarina
Rua Costa do Castelo, 1/7
1149-079 Lisboa
Phone: 218 855 550
Fax: 218 861 463
E-mail: mail@chapito.org
Homepage: www.chapito.org

CVP – Cruz Vermelha Portuguesa
Campo Grande, 28, 6º
1700-093 Lisboa
Phone: 217 822 400
Fax: 217 822 454
Email: sede@cruzvermelha.org.pt
Homepage: www.cruzvermelha.pt

FEC – Fundação Evangelização e Culturas
Campo de Santana nº43-2º
1150-225 Lisboa
Phone: 218 861 710
Fax: 218 861 708
E-mail: fec.geral@mail.telepac.pt
Homepage: www.fecongd.net

Fundação Gonçalo da Silveira
Estrada da Torre, 26
1750-296 Lisboa
Phone: 217 541 627
Fax: 217 571 668
E-Mail: geral@fgs.org.pt

IED – Instituto de Estudos para o Desenvolvimento
Av. Eng.º Arantes e Oliveira, Nº5 – 3ºB
1900-221 Lisboa
Phone: 218 473 865
Fax: 218 473 866
E-mail: geral@ied.pt.org
Homepage: www.ied-pt.org/pt

IMVF – Instituto Marquês de Valle Flôr
Rua de S. Nicolau, 105
1100-548 Lisboa
Phone: 213 256 300
Fax: 213 471 904
E-mail: valle.flor@mail.telepac.pt
Homepage: www.im-valle-flor.pt

IPMP – Instituto Português Medicina Preventiva
Calçada da Ajuda, 178 – 1º
1300-017 Lisboa
Phone/ Fax: 21 342 20 06
E-mail: mpedro@netangola.com

Leigos para o Desenvolvimento
Estrada da Torre, 26
1750-296 Lisboa
Phone: 217 574 357/ 8
Fax: 217 579 188
E-mail: ongd.leigos@gmail.com
Homepage: www.leigos.org

Médicos do Mundo
Av. de Ceuta (Sul) Lote 4 – Loja 1
1300 – 125 Lisboa
Phone: 213 619 520
Fax: 213 619 529
E-mail: mdmp-lisboa@medicosdomundo.pt
Homepage: www.medicosdomundo.pt

PRO DIGNITATE – Fundação de Direitos Humanos
Praça da Estrela, nº12 – 1º
1200-667 Lisboa
Phone: 213 929 310
Fax: 213 970 279
E-mail: prodigni@esoterica.pt
Homepage: www.prodignitate.pt

SOLIDITAS – Associação para a Cooperação, Desenvolvimento e Intervenção Social
Parque da Saúde de Lisboa, Edifício 24
Avenida do Brasil, 53
1700-063 Lisboa
Phone/ Fax: 217 978 670
E-mail: luismagao@mail.telepac.pt

SOL SEM FRONTEIRAS – Associação de Solidariedade Jovem sem Fronteiras
Rua de Santo Amaro à Estrela, 43, -1º Andar
1200-801 Lisboa
Phone: 213 940 047
E-mail: info@solsef.org
Homepage: www.solsef.org

UMP – União das Misericórdias Portuguesas
Calçada das Lages, 12-A
1900-290 Lisboa
Phone: 218 110 540/ 59
Fax: 218 121 324
E-mail: geral@ump.pt
Homepage: www.ump.pt

UNICEF – Comité Português para a UNICEF
Av. António Augusto de Aguiar, 56-3º. Esq.
1069-115 Lisboa
Phone: 213 177 500
Fax: 213 547 913
E-mail: info@unicef.pt
Homepage: www.unicef.pt

URBÁFRICA – Organização não governamental para a Cooperação e
Desenvolvimento Urbano
Rua de São Bento, 640
1250-222 Lisboa
Phone: 213 845 600
Fax: 213 852 596
E-mail: urbafrica@uccla.pt

VIDA – Voluntariado Internacional para o Desenvolvimento Africano
Calçada do Combro, 61-1º. Esq.
1200-111 Lisboa
Phone: 213 433 022
Fax: 213 422 021
E-mail: vida.africa.org@mail.telepac.pt
Homepage: www.vida.org.pt

ABLA – Associação Portuguesa de Beneficência Luso-Alemã
Ed. ABLA – Quinta do Junqueiro, Apartado 1073
2275-801 Parede
Tel. 214 5481 10
Fax: 214 548 129
E-mail: abla@mail.telepac.pt

ACEP – Associação para a Cooperação entre os Povos
R. Santos Dumont, n.º 57 – 4.º Esq.
1050-202 Lisboa
Tel. 217 950 175
Fax: 217 950 176
E-mail: info@acep.pt

ADDHU – Associação de Defesa dos Direitos Humanos
Rua João V, 19, 5.º Esquerdo
1250-089 Lisboa
Tel. 213 869 331
Fax: 213 869 331
E-mail: info@addhu.org

AD GENTES – Associação Leigos Missionários da Consolata
Avenida Cidade de Lisboa – Quinta do Castelo
2735-206 Cacém
Tel:
Fax:
E-mail: geral@adgentes.org.pt

ADDOCERE- Associação de Cooperação e Educação para o Desenvolvimento
Rua do Pinheiro, n.º 217-A
Livramento
2765-382 Estoril
Tel.: 214 671 306
E-mail: addocere@yahoo.com

ADERE – Associação para o Desenvolvimento dos Recursos Humanos
Rua B, Lote 125 Quinta da Cerieira
2815-702 Sobreda da Caparica
Tel.: 212 940 320
Fax.: 212 953 077
E-mail: adere2006@gmail.com

ADRA Portugal – Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos
e Assistência
Rua Ilha Terceira, n.º 3, 3º andar
1000-171 LISBOA
PORTUGAL
Tel.: 213 539 316
Fax: 216 546 940
E-mail: info.adra@netcabo.pt

AGIR XXI – Associação para a Inclusão Social
Rua Palmira, n.º 62, 2.º Dto.
1170-289 Lisboa
Tel.: 218 595 421
Fax.: 218 595 421
E-mail: agirxxi@hotmail.com

AHEAD – Associação Humanitária para a Educação e Apoio ao Desenvolvimento
Rua Manuel Ferreira de Andrade, 23, 6.º Direito
1500-416 Lisboa
E-mail: ahead@ahead.org.pt

AIDGLOBAL – Acção e Integração para o Desenvolvimento Global
Via de Moscavide, 47 101 1998 Lisboa Expo
Tel. e Fax: (+351) 218 946 028
Tlm: (+351) 960 486 838
E-mail: geral@aidglobal.org

AJAP – Associação de Jovens Agricultores de Portugal
Rua D. Pedro V, 108-2º
1269-128 Lisboa
Tel.: 213 244 970
Fax: 213 471 006
E-mail: ajap@ajap.pt

AHS 1980 – Organização Não Governamental para a Integração Social dos
Imigrantes e Desenvolvimento Humano
Praceta António Duarte, n.º 2 – 3º Dto
São Brás
2700-932 Amadora

Ajuda Amiga – Associação de Solidariedade e Apoio ao Desenvolvimento
Rua do Alecrim, 8, 1.º Dto.
2770-007 Paço de Arcos
Tel:
Fax:
E-mail: jcfortunato@yahoo.com

APCD – Associação Portuguesa de Estudos de Cultura e Desenvolvimento
Padre Francisco Alvares, n.º 40
1500-478 Lisboa
Tel.: 217 701 040
Fax: 217 782 368
E-mail: apcd@apcd.pt

APOIAR – Associação Portuguesa de Apoio a África
Rua Pêro da Covilhã, 145, r/c Dto.
2765-183 Estoril
Tel.: 214 869 881
Fax: 214 869 882
E-mail: mail@apoiar.org

APRODEP – Acção para o Desenvolvimento dos Povos
Av. João Paulo II, Lote 528 – 2.º C
1950-430 Lisboa
Tel.: 218 370 436

Associação Amigos Sem Fronteiras
Rua Conde Castelo Melhor, 73 – 4.º Dto
2765-310 Estoril
Tlm.: 964557418
Tlm.: 964096679
E-mail: informacoes@amigossemfronteiras.org

Associação Bandeira Azul da Europa
Edifício Vasco da Gama, Bloco C, Piso 1
1350-355 Lisboa
Tel: 213 942 740
Fax: 213 942 749
E-mail: fee.portugal@abae.pt

Associação Cidade Aberta de Portugal – FOCA Portugal
Av. Sidónio Pais, 2 – 1.º Esquerdo B
1050-214 Lisboa
Tel: 218881481/968036755
Fax:
E-mail: contact@opencityfound.org

Associação Bem Sorrir
Rua Joseph Bleck, n.º 40 – 3.ºB
1495-724 Curz Quebrada – Dafundo
E-mail: abemsorrir@hotmail.com

Associação Cidade Aberta de Portugal – FOCA Portugal
Rua Santo António dos Capuchos, 71 – 2.º Esq.
1150-315 Lisboa
E-mail: president@foca.org.br

Associação Lusófona para o Desenvolvimento, Cultura e Integração
Rua Frederico Perry Vidal, Bloco 9 – R/c
1900-240 Lisboa
Tel.: 218 451 812
Fax: 218 461 297
E-mail: aldci2005@gmail.pt

Associação Nacional dos Alistados das Formações Sanitárias – ANAFS
Rua Arnaldo Assis Pacheco, Lote 2 – Loja A
1750-000 Lisboa
E-mail: anafsnacional@gmail.com

Associação para o Desenvolvimento e Cooperação Garcia D’Orta
Rua Federico Vidal, Bloco – 9, 1.º Piso
1900-240 Lisboa
E-mail: agarciadeorta@gmail.com

Associação para o Planeamento da Família
Rua da Artilharia Um,38, 2.º Direito
1250-040 Lisboa
Tel.: 213 853 993
Fax: 213 887 379
E-mail: apfsede@apt.pt

Associação Planet Finance Portugal
Av. João XXI, n.º 49 – 4º Dt.º
1000-299 Lisboa
Tel.: 218 473 852
Fax: 218 471 034
E-mail: jbarros@planetfinance.org

Associação Portuguesa de Solidariedade – Mãos Unidas Padre Damião
Rua Gomes Freire, 211 – A/B
1150-178 LISBOA
Tel.: 213515720
Fax: 213515727
E-mail: geral@maos-unidas.pt

Associação Regresso das Caravelas
Espaço Municipal da Flamenga
Rua Ferreira de Castro
1900-697 Lisboa
Tel.: 218311221
Fax: 218311239
E-mail: caravelas@ip.pt

Associação Reviravolta
Rua Santos Pousada – Central Shopping
Loja 211, Piso 4
4000-178 Lisboa
E-mail: info@reviravolta.comercio-justo.org

Associação Tratado de Simulambuco
Av. dos Bons Amigos n.º 42, 6.º Esq.
2735-073 Cacém
Tel.: 219144867
Tlm.: 967422777 / 966702691
Fax: 219188486
E-mail: nelaserrano@netcabo.pt

Associação Veterinários Sem Fronteiras – Portugal
Faculdade de Medicina Veterinária, Avenida da Universidade
Técnica, Pólo Alto da Ajuda
1300-477 Lisboa
Tel: 213 652 800/213 652 838
Fax: 213 652 897
E-mail: vsfpt@fmv.utl.pt

ATA – Associação Tropical Agrária
Rua Gregório Lopes, lote 1515, 6.º Dto
1400-195 Lisboa
Tel: 213 652 807/918 295 645
Fax: 213 565 788
E-mail: alfarocardoso@fmv.utl.pt

Capitólio – Organização Não governamental para o Desenvolvimento
Avenida Elias Garcia, n.º 147 – 1.º Dto.
1050-099 Lisboa
Tel.: 213146182
Fax: 213147201
E-mail: capitolio@apee.pt

CCS – Centro para a Cooperação para o Desenvolvimento
Rua Manuel Joaquim Gama Machado, n.º 4
2750-422 Cascais
Tel.: 214 844 075
Fax: 214 843 154
E-mail: info@ccspt.org

CIC – Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura
Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, n.º 61 C, esct 11
1070-061 Lisboa
Tel.: 213 857 141
Fax: 213 858 151
Tlm: 916 611 202 ou 919 810 029
E-mail: cic.geral@netcabo.pt

Cidadãos do Mundo Associação
Rua Gago Coutinho, 6
2710-566 Sintra

CIDESC – Centro Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais
Rua dos Poiais de S. Bento, 120 A
1200-350 Lisboa
Tel.: 213901362
Fax: 213904431
E-mail: geral@esc-rights.org

Conselho Português para os Refugiados
Av. Virgílio Ferreira, lote 764, lojas D-E
1950-339 Lisboa
Tel.: 218 314 372
Fax: 218 37 5072
E-mail: geral@cpr.pt

Cores do Globo – Associação para a Promoção do Comércio Justo
Rua da Prata, n.º 70-72
1100-420 Lisboa
Tel: 213 433 303
E-mail: info@coresdoglobo.org

Cruz Vermelha Portuguesa
Campo Grande, n.º 28-6.º andar
1700-093 Lisboa
Tel: 217822400
Fax: 217822443
e-mail: secretario.geral@cruzvermelha.org.pt

CULTIVAR – Associação de Técnicos de Culturas Tropicais
Rua de Bolama, 177, 2º E
4200-139 Porto
Tel: 225090928
Fax: 225090943
E-mail: cultivar@net.sapo.pt

Estímulo – Centro de Estudos – Associação
Largo da Lagoa, 14
2795-116 Linda-a-Velha
Tel.: 214 144 089
E-mail: estimulo.ce@netcabo.pt

Help Images – Associação de Promoção e Apoio à Solidariedade Social
Rua Cidade de Bissau, Lote 19, 14.º Esq. Frente
1800-075 Lisboa
E-mail: ricardo.martins@helpimages.org

HFH-P – Habitat For Humanity – Portugal – ONG
Avenida da República, n.º49 – 4º
Tel: 217 955 029
1050-188 Lisboa
E-mail: hfhi_portugal@netcabo.pt

INDE – Intercooperação e Desenvolvimento
Av. Frei Miguel Contreiras, n.º 54-3º
1700-213 Lisboa
Tel.: 218435870

Instituto Dr. Luís Avellar de Aguiar
Av. Elias Garcia, 76 – 5.º A
1050-100 Lisboa
Tel.: 217979011/2
Fax: 217979012
E-mail: ilaa@hotmail.com

Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais – IEEI
Largo de S. Sebastião, 8 – Paço do Lumiar
1600-762 Lisboa
Tel: 210 306 700
Fax: 217 593 983
E-mail: ieei@ieei.pt

IED – Instituto de Estudos para o Desenvolvimento
Av. Eng. Arantes e Oliveira, n.º 5, 3.º B
1900-221 Lisboa
Tel. 218473865
Fax: 218473866
E-mail: geral@ied-pt.org

Instituto de Investigação para o Desenvolvimento, Cooperação e
Formação Bento de Jesus Caraça
Rua Victor Cordon, n.º 1, 2.º
1249-102 Lisboa
Tel.: 213236500
Fax: 213236699
E-mail: ibjc.sede@mail.telepac.pt

Instituto Português de Relações Internacionais e Segurança – IPRIS
Rua Ferreira Borges, 193, 1º F
1350-131 Lisboa
Tel.: 213867997
Fax: 213867997
E-mail: ipris@ipris.org

Instituto Português de Medicina Preventiva, Investigação e
Diagnóstico, Cooperação, Reabilitação e Desenvolvimento
Calçada da Ajuda, n.º 178, 1º
1300-017 Lisboa
Tel./Fax.: 213422006
E-mail: mpedro@netangola.com

ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária
Travessa do Possolo, 11, 3º
1350-250 Lisboa
Tel.: 213957831/213907206
Fax: 213907206
E-mail: geral@isu.pt

Kór, Associação para a Formação
Avenida da República, 49, 1.º
1050-188 Lisboa
Tel: 305 508 906
Fax: 305 508 907
E-mail: info@kor.org.pt

Liga Portuguesa Contra a SIDA
Rua do Crucifixo, 40 – 4.º Esq.
1100-183 Lisboa
Tel.: 213 225 575 / 6 / 7
Fax: 213 479 376 / 213 465 973
E-mail: info@ligacontrasida.org

Leigos para o Desenvolvimento
Estrada da Torre, n.º 26
1750-296 Lisboa
Tel: 217 574 278
Fax: 217 579 188
E-mail: ongd.leigos@gmail.com

Médicos do Mundo
Av. de Ceuta (Sul) Lote 4 – loja 1
100-125 Lisboa
Tel.: 213619520/21
Fax: 213619529
E-mail: mdmp-lisboa@medicosdomundo.pt

MSV – Movimento ao Serviço da Vida
Rua de S. Julião, n.º 140, R/C Esq.
1100-527 Lisboa
Tel: 212223430
E-mail: msvida@msv.pt

NÓUNI – Associação para a Cooperação e o Desenvolvimento
Praça do Campo Pequeno, n.º 2 – 4º A
1000-080 LISBOA
Tel: 217 968 241
Tel: 217 966837

Objectivo 2015 – Associação Sem Fins Lucrativos
Avenida da República, 15 – 5.º
1800-075 Lisboa
Email: info@objectivo2015.org

PCI – Paramédicos de Catástrofe Internacional
Praça de S. Paulo, n.º 7 – 4.º esq. – Porta A
1200 Lisboa
Tel.: 912948244
E-mail: geral@paramedicos-internacional.org

PODES – Associação para a Promoção do Desenvolvimento Sustentável
Rua David de Sousa, 13, 2.º D
1000-105 Lisboa
Tel.: 912532634
Fax: 213805160
E-mail: podes@sapo.pt

PROSAUDESC – Associação de Promotores de Saúde, Ambiente e
Desenvolvimento Sócio-Cultural
Urbanização Terraço da Ponte, Lote 20, Bloco 2, R/c
2685 Sacavém
Tel.: 219416357/919102269
E-mail: prosaudesc@hotmail.com

SIW – Scientists in the World / Associação Cientistas no Mundo
Rua Artilharia Um, n.º 51 – Páteo Bagatella, Edifício I – Piso 4
1250-137 Lisboa
Tel: 213 715 410
Fax: 213 715 411
E-mail: siw@siw.pt

Slice of Heaven – Associação
Avenida das Laranjeiras, 36, 9.º Esq. Alfragide
2610-269 Amadora
E-mail: info@slice-of-heaven.pt

Sol Sem Fronteiras – Associação de Solidariedade Jovem Sem Fronteiras
Rua de Santo Amaro à Estrela, nº51
1200-805 Lisboa
Tel.: 213940047
Tlm.: 960225472
Fax: 213933019
E-mail: info@solsef.org

SOLIDITAS
Parque de Saúde de Lisboa, Edifício 24
Av. do Brasil, 53
1700-063 Lisboa
Tel./Fax: 217974560
E-mail: luismagao@mail.telepac.pt

Terra Justa, Comércio Justo e Solidário – Cooperativa de Consumo, CRL
Alameda dos Oceanos, Lote 3.14.04 H, Esc. I
1990-196 Lisboa
Tel:
Fax:214 217 079
E-mail: zeb@terrajusta.net

TESE – Associação para o Desenvolvimento da Tecnologia, Engenharia,
Saúde e Educação
Escritório: Rua das Amoreiras, 101
1250-022 Lisboa
Tel: 213 868 404
Fax: 213 868 405
E-mail: info@tese.org.pt

Um Pequeno Gesto Uma Grande Ajuda – Associação
Avenida das Acácias, 52, 2.º B
Jardins da Parede
2775-342 Parede
Tel.: 214 017 683
E-mail: geral@umpequenogesto.org

União das Misericórdias Portuguesa
Calçada das Lages, 12-A
1900-290 Lisboa
Tel.: 218110559/40
Fax: 218121324
E-mail: geral@ump.pt

URB-ÁFRICA – Associação para a Cooperação e Desenvolvimento Urbano
Rua de São Bento, 640
1250-222 Lisboa
Tel: 213845600
Fax: 213852596
E-mail: urbafrica@uccla.pt

VIDA – Voluntariado Internacional para o Desenvolvimento Africano
Calçado do Combro, 68-1º Esq.
1200-111 Lisboa
Tel.: 213433022
Fax: 213422021
E-mail: vida@vida.org.pt

WACT – We Are Changing Together – Associação
Calçada da Palma de Baixo, 10 – 10.º D
1600-176 Lisboa
E-mail: info@wact.pt

Categories: Lusofonia, Portugal, Sociedade, Sociedade Portuguesa | 7 comentários

Workaround para incompatibilidade Flash 10 ActiveX Jinitiator 1.3.1.17

Há uma incompatibilidade entre o Flash 10 e o Jinitiator, a solução é instalar corretamente o Flash 9:

1. Abrir o IE e em Add-ons delete do Flash10. Colocar depois em Disable

2. Instalar o Flash 9: flashplayer9r159_winax.exe

3. Fechar o IE e em Add-ons tornar a colocar o Flash (agora 9) em Enable

Se ao correr o setup do flashplayer9r159_winax.exe der o erro “The version of Adobe Flash Player ActiveX that you are trying to install”

1. Apagar HKLM\Software\Macromedia\FlashPlayer\SafeVersions.

2. Instalar o install_flash_player_10_10.0.12.36.exe

3. Instalar o flashplayer9r159_winax.exe

Categories: Informática | 2 comentários

Afinal o F-X2 dá Rafale ou… Gripen? Sobre o contra-ataque regateante Viking


(Saab Gripe NG no F-X2: os Viking contra-atacam…)

Como dizia Mark Twain: “as notícias que dão conta do meu falecimento, têm sido largamente exageradas”… E neste caso, diria eu: “As notícias que dão como certa a vitória do Rafale no F-X2 têm sido largamente exageradas”…

Pois é. Afinal de contas, o processo negocial ainda decorre e se assim é, este ainda pode falhar e os franceses perderem este tão ambicionado concurso. Nos dias que correm, toda a gente vai para a Brasília, tentar puxar a brasa para a sua sardinha e agora – depois de Sarkozy – é a vez de Hakan Jevrell, o vice-ministro sueco da Defesa proclamar que a atual proposta Sueca para levar o Saab Gripen NG de vencida é montar totalmente os 36 aviões no Brasil, e incorporando já pelo menos 40% de componentes fabricados localmente, em empresas brasileiras e onde a Embraer seria o fornecedor principal. A oferta tornaria a opção Gripen na financeiramente mais vantajosa para o Brasil, e por uma larga margem… Já que segundo os suecos o preço de aquisição e operação de cada aparelho Gripen NG desceria para quase metade da melhor oferta: Em moeda brasileira, cada Gripen ficaria a 127,5 milhões de Reais, contra o 182 do Super Hornet da Boeing e 254,8 do Rafale.

O tempo para jogadas deste teor está a esgotar-se. Teoricamente, o vencedor do concurso internacional que por aqui já fez correr tanto rio de tinta eletrónica termina já na próxima segunda-feira e os corredores de Brasília estão cheios até mais não… Tendo-se o ministro sueco cruzado várias vezes com os dois vice-presidentes que a Boeing tem na capital brasileira, cumprindo os mesmos objetivos…

Por aqui, a opção sempre foi a do Rafale… Por várias razões, desde a economia de escala que se realizaria se fosse também usado no porta-aviões São Paulo, ao mais prosaico argumento de que seria um caça mais puro de 4,5 geração que o Gripen e… que last but not least incorporava uma total autonomia de tecnologia e know-how, desde a eletrónica, à motorização e ao armamento… Coisa de que não se podem gabar os suecos, já que ainda que operem um avião de custo de construção e manutenção inferior, de facto, está recheado de tecnologia made in USA, e logo, sujeita a eventuais caprichos e embargos… E os argentinos que o digam, e os australianos também que se forçaram a, na década de 80, fazerem engenharia reversa dos códigos dos seus F-18…

Horas depois, o ministro da Defesa brasileira, Nelson Jobim dizia  que o prazo para a entrega das propostas, inicialmente previsto para 21 de setembro, poderia agora ser prorrogado pela FAB… Jobim alegou desconhecer a última cartada sueca:  “Estou sabendo disso por vocês [da imprensa], cada dia com sua agonia“, mas é certo que esta eventual prorrogação serve a quem está a rever a sua proposta…

Fontes:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u625747.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u625842.shtml

Categories: Brasil, DefenseNewsPt | Etiquetas: , | 17 comentários

Declaração do líder do PPV, Luís Botelho Ribeiro, no programa “Prós e Contras”, de 14 de setembro

“Não digo não a esta União Europeia. Estou a falar de alguns aspectos concretos e incluímos uma coisa muito importante e identitária para os portugueses, uma ligação lusófona – eu faço parte pessoalmente do Movimento Internacional Lusófono, que procura traduzir esta herança que nós temos como portugueses (…). Eu gostaria que esta Europa não nos proíbisse, por exemplo, a criação de uma União Lusófona. Dentro da União Europeia, com a União Lusófona. Com a proposta que Cabo Verde a pudesse integrar. Em política tudo é possível. Eu gostava que trabalhássemos para isto [União Lusófona]”.

1ª Parte:
http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/?k=Programa-de-2009-09-14.rtp&post=14346

P.S.: Esclareça-se que o MIL não tem qualquer ligação com o PPV.

Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 2 comentários

Dick Cheney terá visto OVNIs e ETs na instalação secreta S-4?

Dick Cheney: ele viu OVNIs e ETs na S-4? (http://www.harrywalker.com)

Dick Cheney: ele viu OVNIs e ETs na S-4? (www.harrywalker.com)

Diz-se muita coisa por aí… E uma das coisas que se dizem por aí, é que em abril de 1991, o nefando Dick Cheney visitou umas instalações subterrâneas no deserto do Nevada, no perímetro da base aérea de Nellis tendo observado… Discos voadores capturados e corpos de extraterrestres. Isto é o que afirma um antigo segurança de Nellis num vídeo gravado em outubro de 1991. O antigo segurança teria fotografias e vários documentos para sustentar as suas bombásticas afirmações.

A instalação secreta teria a designação S-4, pelo menos é o que diz Derek Hennessy, o antigo segurança dessas instalações. A história começa contudo a fraqueja quando Derek Hennessy afirma que foi também um Navy SEAL envolvido em várias Black Ops” onde teria morto – a ordem da CIA e de outras agencias governamentais – 18 indivíduos. Foi nesta qualidade que teria recebido a missão de guardar a S-4 nos seus últimos nove meses de serviço militar.

Segundo Hennessy, a S-4 empregaria um total de 75 pessoal, em dois níveis subterrâneos distintos. Hennessy afirma que abaixo destes, haveria mais dois níveis, onde trabalhariam 15 pessoas. A sua missão primária seria a de guardar os elevadores que ligam estes níveis, que só funcionariam com três chaves diferentes, uma impressão digital e um reconhecimento da retina… Os níveis 3 e 4 seriam aqueles onde estariam os hangares para sete discos voadores recuperados ao longo dos anos. No total, haveria dez hangares, numa estrutura conhecida internamente como “O Museu”. Alguns destes engenhos terão sido levado até à superfície, em mais do que uma ocasião, e até colocados no ar… Sempre em momentos em que se sabia que não havia satélites de reconhecimento russos ou aliados ativos. Hennessy descreve também sete “tubos” onde seriam conservados corpos de extraterrestres, descritos como “cinzentos” e imersos num fluido de conservação regularmente vigiado.

Segundo o antigo segurança, Cheney teria visitado estas instalações e observado apenas os níveis um e dois da S-4, mas visto os extraterrestres e os discos voadores.

Tratam-se de declarações bombásticas, sem dúvida… Para fundamentar o seu testemunho Hennessy apresenta documentos vários que provam a sua relação laboral com o Governo dos EUA, confirmados por fonte independente. Alguma desta documentação indica também que o militar foi “reprogramado” entre missões, isto é, que os seus dados pessoais e biográficos foram alterados várias vezes, aparentemente após cada operação secreta para a CIA.

As fotografias que mostrou ao investigador John Dilettoso não puderam ser analisadas, já que Hennessy fez questão de nunca as deixar. Mas o investigador conta que quando o ex-militar passou com ele um mês, em 1991, contando-lhe a sua história, certa vez, quando regressavam a casa, encontraram na caixa do correio um embrulho com um dedo cortado e uma nota para devolverem as fotografias e provas sobre a existência da S-4. Hennessy decidiu expor a sua história publicamente depois de contrair – na invulgar idade de 29 anos – uma forma rara da Doença de Hodgkins, acreditando que a doença lhe foi induzida pelo grupo que protege a S-4, para o eliminar.

Esperemos que estas fotografias surjam a público… Algo duvidoso tendo em conta que já passaram quase dez anos desde a revelação sobre a sua existência, sendo insegura a informação que da conta de que o antigo militar ainda estaria vivo. Será assim esta mais uma história incerta, por confirmar, sobre a existência de OVNIs? Para quando uma história irrefutável, que afaste definitivamente os cépticos? Será que ainda viveremos esse dia?

Fonte:
http://www.examiner.com/x-2383-Honolulu-Exopolitics-Examiner~y2009m7d19-Cheney-taken-inside-S4-to-view-flying-saucers–EBE-bodies

Categories: Mitos e Mistérios, OVNIs | 7 comentários

Quids S16: O que é isto?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S16 | 12 comentários

Um form VB .net que mostra o endereço TCP/IP

Public Class FormIP

Private Sub FormIP_Load(ByVal sender As System.Object, ByVal e As System.EventArgs) Handles MyBase.Load

Dim hostInfo As System.Net.IPHostEntry = _

System.Net.Dns.GetHostEntry(System.Net.Dns.GetHostEntry(“LocalHost”).HostName)

Dim ipaddr As Byte() = hostInfo.AddressList(0).GetAddressBytes

Label1.Text = “Se lhe perguntarem pelo seu IP Address deverá responder:” & Chr(13) & Chr(13) & ipaddr(0) & “.” & ipaddr(1) & “.” & _

ipaddr(2) & “.” & ipaddr(3) & “” & Microsoft.VisualBasic.Chr(10) & “”

End Sub

End Class

Categories: CodeFarmPt, Informática | Deixe um comentário

Sobre as cápsulas espaciais tripuladas atualmente em desenvolvimento: a indiana, a Orion Lite da Bigelow Aerospace, a da Excalibur Almaz (EA) e a mais conhecida SpaceX, a Dragon

Não é muito conhecido, mas atualmente estão em desenvolvimento seis engenhos diferentes capazes de colocar Homens no Espaço. Exatamente: seis! Falamos do sucessor das cápsulas russas Soyuz, o Kliper, o CEV/Orion da NASA, da cápsula espacial tripulada indiana ainda em fase preliminar e de três empresas comerciais, a Bigelow Aerospace, a Excalibur Almaz (EA) e a mais conhecida SpaceX.

Os veículos norte-americanos e russos foram concebidos de raiz como sendo capazes de realizarem viagens circum-lunares. A cápsula indiana, não é supostamente capaz de tal, mas como dizem que será capaz de manter 3 astronautas em órbita durante uma semana, não é impossível que pela adição de um módulo adicional de propulsão, lançado num segundo voo e acoplado depois à cápsula, possa também ela, realizar esse feito…


(o veículo orbital indiano em http://www.flightglobal.com)

A Bigelow está também a desenvolver uma cápsula que possa levar turistas e tripulantes até aos hotéis espaciais que espera construir. A capsula (designada de “Orion Lite”) será poderá ser alugada a terceiros, como a missões da NASA e será capaz de se manter em órbita – com turistas – em períodos de até uma semana e com até 7 tripulantes e turistas. Um modelo à escala real foi apresentado em agosto de 2009 e a cápsula deverá voar pela primeira vez em 2012.

A cápsula espacial Dragon, em que trabalha atualmente a SpaceX, deverá realizar o seu primeiro voo para a Estação Espacial Internacional já em 2010, estando agendados 12 voos até 2015, que a NASA contratualizou com a SpaceX por 1,6 biliões de dólares. A SpaceX também já tem clientes para dois lançamentos da versão DragonLab, não tripulada e concebida para realizar experiências automáticas em órbita, regressando depois à Terra.

As duas empresas norte-americanas estão a preparar-se para responderem ao concurso de 50 milhões de dólares por um veículo comercial de transporte tripulado para a órbita terrestre que a NASA vai abrir em novembro.

Uma outra proposta privada é a da Excalibur Almaz que apresentou um modelo à escala real em 2009, no Moscow Air Show. A empresa foi fundada apenas em 2005 por russos e norte-americanos. Como objetivo tem também o turismo espacial, esperando vender até 30 lugares por ano. O primeiro voo da EA deverá ocorrer em 2013. A cápsula está a ser desenvolvida pelo conhecido gabinete aeroespacial russo da NPO Mashinostroyenia a partir de uma cápsula ensaiada pelos militares soviéticos na década de 70. Depois de ter terminado o desenvolvimento desta cápsula, a EA irá começar a trabalhar numa pequena estação espacial de turismo, desenvolvida também ela a partir de uma estação militar soviética da década de 70.

A empresa europeia EADS Astrium está agora a começar a desenvolver uma cápsula tripulada a partir do ATV Jules Verne que recentemente visitou a ISS. Esta cápsula europeia deverá ser tripulada e será capaz de cumprir missões orbitais com até uma semana de duração.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/09/09/331968/us-russian-capsules-vie-for-orbital-domination.html

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Quids S16: Quem construiu (numa garagem) este carro?

sss23tv

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S16 | 13 comentários

Sobre o programa lunar alemão

A Alemanha está a avaliar o envio de uma missão robótica à Lua. O objetivo será o de criar uma rede de especialização cientifica e tecnológica espacial, como admite Peter Hintze o secretário de Estado alemão para a Economia e Tecnologia: “uma missão lunar alemã é possível durante a próxima década, até por volta de 2015”.

A missão custaria perto de 2,2 biliões de dólares, criando know-how precioso na área aeroespacial e da robótica e gerando empregos de Alta Tecnologia.

A Alemanha pondera também fazer um convite a outras nações europeias ou até mesmo aos EUA, para realizarem esta missão em parceria.

O secretário de Estado alemão acrescentou ainda que seria interessante estabelecer na Lua uma base permanente que pudesse lidar com ameaças vindas do Espaço, como asteróides em rota de colisão com a Terra.

Ao contrário de muitos países, a campanha eleitoral alemã inclui o Espaço na sua agenda. A CDU, da atual chanceler Angela Merkel, inscreveu no seu programa esta missão lunar alemã e um plano mais ou menos detalhado em três fases:
1. Enviar para o Espaço um satélite feito na Alemanha
2. Desenvolver um sistema de aterragem automática para a sonda lunar
3. Desenvolver um veículo robótico para realizar pesquisa na superfície lunar

O programa lunar alemão tem sido recebido com cepticismo pela oposição, que o acusa de irrealista e inadequado à presente situação económica e orçamental alemã.

O governo alemão, em 2008, já tinha tentado levar à prática um orbitador lunar alemão, o “Lunar Exploration Orbiter”, com um custo estimado de 500 milhões de dólares. A sonda que teria sido construída pela EADS Astrium e pela empresa aeroespacial alemã OHB Technology teria como missão mapear o solo lunar e o seu chumbo surpreendeu o “German Aerospace Center” que a preparava e que a dava já como certa. A Alemanha é já um parceiro muito ativo da ESA, pelo que a sua presença nesta instituição sairia prejudicada se se empenhasse numa missão lunar própria, mas colocaria a Alemanha entre as nações que enviaram já missões próprias ao nosso satélite natural: EUA, Rússia, China, Japão e Índia.

Fontes:
http://www.upi.com/Security_Industry/2009/08/13/Germany-may-target-the-moon-by-2015/UPI-78051250175966/

http://www.universetoday.com/2007/08/21/details-on-germanys-lunar-exploration-orbiter/

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Sobre o “mistério do metano” de Marte

A Mars Express (http://www.esa.int)

A Mars Express (http://www.esa.int)

Pensava-se que Marte era um planeta geologicamente morto. Até agora. Em 2004, descobriu-se que havia metano na ténue – mas existente – atmosfera marciana. A presença de metano significava que ou havia vida – já que na Terra essa é de facto uma das suas origens – ou que havia atividade vulcânica.

O mistério do metano de Marte teve o seu início em 2003, com a chegada da sonda europeia Mars Express e quando o seu instrumento “Planetary Fourier Spectrometer” (PFS) começou a identificar vários gases na atmosfera marciana, entre os quais algo de inesperado: o Metano. A descoberta foi depois confirmada por telescópios terrestres.

Acredita-se que o metano marciano tenha condições para se manter estável durante 300 anos. Por isso, seja la qual for o processo de geração deste gás, há uma forma de o ir renovando, caso contrário, já não haveria metano em Marte. Uma investigação realizada no começo deste ano revelou concentrações deste gás em três regiões de Marte, o que significa que nestas regiões algo o está a produzir… Seja atividade vulcânica ou atividade biológica.

Contudo, os modelos teóricos que estimavam que o metano fosse capaz de resistir 300 anos na atmosfera não se confirmaram. De facto, já em começos de 2006, quase todo o gás detectado dois anos antes já tinha desaparecido. Isto significa que os modelos estavam errados e que algo de inesperado estava a remover o metano a uma velocidade muito elevada.

Um estudo da ESA, publicado recentemente, veio colocar em dúvida estes modelos. Algo em Marte estava a remover o metano 600 vezes mais depressa que o inicialmente previsto. E esse é atualmente um dos maiores mistérios de Marte.

A resposta ainda não é conhecida. Mas deve existir na superfície do Planeta Vermelho: ou se trata de um composto químico desconhecido com a capacidade de remover grandes quantidades de metano em pouco tempo e se o há, então as moléculas orgânicas são severamente atacadas e será muito mais difícil encontrar vida em Marte. A menos que… Este metano esteja ele próprio a ser consumido por um processo biológico desconhecido… Uma forma de vida?

Fontes:
http://www.spaceref.com/news/viewpr.rss.html?pid=28930

http://www.esa.int/esaMI/Mars_Express/SEMB9OE3GXF_0.html

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Quids S16: Qual será a finalidade destes objetos?

aa101

1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre o atraso do regresso à Lua

Quando se sabe que as primeiras missões tripuladas para a Lua da NASA vão ter lugar apenas em 2020 e que a principal razão que impulsiona este regresso – a construção de uma base lunar – terá lugar apenas em 2030, é impossível disfarçar um certo sentimento de desilusão.

O programa Apollo norte-americano foi suspenso por Richard Nixon em 1972, porque o programa do Shuttle estava a arrancar e não havia recursos suficientes para mais missões Apollo e o Shuttle, em simultâneo. A estratégia deu-nos a Estação Espacial Internacional (ISS) e o Hubble, além de uma capacidade inédita de colocar cargas pesadas em órbita. De facto, sem o Shuttle, não teria sido possível lançar o telescópio espacial, nem as suas quatro missões de manutenção. Mas agora, que o Shuttle está a meses do seu último voo, os EUA, irão ficar sem esse caro (mas não muito fiável) mas poderosa plataforma.

A Europa, com a sua agência espacial ESA incluiu a Lua nos planos no âmbito do programa Aurora, onde procura parcerias com os EUA, China, Japão e Índia. Esta parceria poderá levar a agência a colocar um astronauta europeu na Lua entre 2020 e 2030. As dificuldades dos EUA com o Aries e o Constellation poderão levá-la a buscar uma aliança com a Europa. Os demais países funcionam mais num registo isolacionista, especialmente a China que depois de ter comprado na década de 90 a tecnologia russa Soyuz não quis mais parcerias com ninguém…

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/homem-na-lua-novas-missoes-tripuladas-so-a-partir-de-2020-primeira-base-lunar-em-2030=f526531

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Sobre o Chevrolet Volt que a GM vai lançar em 2011

A General Motors estava à beira do colapso absoluto ainda não há muito pouco tempo atrás… Por isso a sua recente (e renovada) aposta num carro elétrico como Volt é vital para o futuro da empresa.

O carro será conhecido como “Chevrolet Volt” e será capaz de funcionar a baterias ou a gasolina quando a carga destas se esgotar. E mesmo neste “modo de recurso”, o Volt será capaz de exibir um notável consumo de 1,2 litros de gasolina por cada cem quilómetros.

O Volt estará no mercado até finais de 2009, mas a um preço do Prius, da Toyota, o híbrido mais vendido de sempre. Isso poderá comprometer o sucesso do carro, especialmente em período de crise a até a sobrevivência da GM, já que dada a dimensão da crise da construtora, o espaço para falhanços rotundos é de zero…

Fonte:
http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1395749

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Quids S16: Que filme é este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre o ensino do português na Extremadura Espanhola e a questão de Olivença

A Comunidade Autónoma da Extremadura aderiu oficialmente ao acordo entre Portugal e Espanha que possibilita o ensino da língua portuguesa nessa Comunidade. Neste âmbito, o português será ensinado nas escolas da Estremadura por 14 professores portugueses enviados para Badajoz e 3 outros enviados para Cáceres.

O objetivo do governo autónomo é dentro de alguns anos, todos os alunos conheçam língua portuguesa. Do lado português, a situação recíproca está mais avançada, havendo perto de 60 mil alunos de castelhano em Portugal, muitos dos quais no ensino privado e fora de qualquer cobertura institucional, como sucede em Espanha.

A Extremadura coloca-se assim na vanguarda da aplicação deste acordo Luso-Espanhola, bem à frente da Galiza, onde a Xunta (recentemente transitada para o Partido Popular) se mantêm ainda no bífido terreno das promessas…

A introdução do ensino do português na Extremadura reveste-se de especial importância se tivermos em conta que é precisamente nesta Comunidade que se situam os 3 concelhos portugueses ocupados ilegalmente e ao arrepio de tratados internacionais nunca honrados por Espanha desde 1801. Badajoz situa-se muito próximo dos concelhos de Olivença e estes professores de português poderão contribuir para o renascimento da língua de Camões depois de séculos de repressão e de apoio isolado, mas abnegado por parte da associação local Além Guadiana.

A situação da língua portuguesa em Olivença é hoje dramática. Até aos começos da década de cinquenta, a maioria dos habitantes dos três concelhos ainda usavam o português de forma corrente e quotidiana. Mas por volta dessa época o Estado Espanhol começou a introduzir o castelhano, no ensino e na administração local. Usando métodos muito semelhantes à máscara do bilinguismo na Galiza, Madrid conseguiu reduzir a língua destes territórios portugueses ocupados a uma expressão praticamente museográfica. Na década de 60, todos os habitantes eram bilingues – antecipando a plena aculturação – e hoje em dia, em grande medida devido ao afluxo contínuo de colonos e de repressão linguística por parte do Estado central, o português quase desapareceu.

Existem muitos paralelismos entre os concelhos de Olivença e a presente situação da Galiza: o Bilinguismo, o poder do Ensino e da Administração Publica aplicado contra a língua local por parte dos espanholistas e a indução de mitos infundados e desprestigiantes que buscam associar na mente dos habitantes locais o uso do português à ruralidade e à incultura, são instrumentos que já conhecemos e que seguem hoje sendo aplicados na Galiza, sempre com o mesmo objetivo: aculturar a população local e substituir a língua portuguesa pelo castelhano.

Fontes:
http://www.pglingua.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1039:portugues-sera-segunda-lingua-do-ensino-na-estremadura&catid=2:informante&Itemid=74http://pt.wikipedia.org/wiki/Extremadura
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1318336
http://www.olivenca.org/historiaDeOlivenca.htm
http://alemguadiana.blogs.sapo.pt/

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A partir de agosto de 2010, as padarias portuguesas que produzirem pão com mais de 14 gramas de sal por cada quilograma serão multadas em quantias que poderão ascender a 5 mil euros

Já escrevi algures sobre isto… Mas agora é certo. A partir de agosto de 2010, as padarias portuguesas que produzirem pão com mais de 14 gramas de sal por cada quilograma serão multadas em quantias que poderão ascender a 5 mil euros

Esta lei, publicada em agosto, corresponde a uma espécie de “lei seca” e pretende realizar um objetivo que é o de reduzir a elevada incidência de doenças coronárias na população portuguesa. É claro que os panificadores não colocam sal a mais no seu pão por seu simples bel prazer, já que isso representa para eles um custo de produção e uma redução da margem de lucro. Mas os consumidores assim têm exigido e estes cederam, porque se não o fizessem, perdiam clientes a favor de outro concorrente. Alguns dirão que ao legislar em matéria de sal no pão, o Estado está a usurpar o direito individual de consumir sal. Nós discordamos. Sabendo-se as consequências do abuso de sal, não somente na saúde individual, mas em custos diretos provocados no sistema público de saúde – pagos pelos impostos de todos nós – há espaço moral para que o Estado intervenha na área. A adição no sal não será comparável ao consumo de heroína, mas é-o (pelo efeito do abuso) do álcool, o qual já é regulado. Não se compreende assim porque é que o sal, igualmente perigoso quando consumido em excesso se deveria manter desregulado.

Fonte:

http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1332967&seccao=Sa%25FAde

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Quids S16: Que linha é esta?

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A cidade submersa de Yonaguni (Japão): Restos do Continente Perdido de Mu?

Foi o submarinista japonês Kihachir Aratake que viu pela primeira vez a cidade submersa de Yonaguni, não muito longe da ilha com o mesmo nome. Mais exatamente, o lugar é conhecido como “Iseki Point” e foi aqui que em 1985 o experimentado mergulhador encontrou estranhas estruturas líticas que parecem de origem humana.

Um dos maiores defensores da cidade submersa de Yonaguni tem sido o geólogo marinho e professor do Departamento de Ciências Físicas e Terrestres da Universidade de Ryukyu, em Okinawa. O geólogo acredita que se tratam de construções humanas do último período glacial, quando a profundidade dos oceanos era inferior à atual.

As estruturas de Yonaguni parecem formar templos, pirâmides, colunas e zigurates que se estendem por uma área de 300 por 150 metros. Todo o conjunto está protegido por um muro de dimensões ciclópicas. Todo o conjunto dataria da última Glaciação, isto é, de há oito a dez mil anos atrás. A confirmarem-se estes seriam os vestígios arqueológicos mais remotos jamais encontrados. O problema é que a identificação destas ruínas não é pacífica. O professor em Geologia, Robert Schoch, da Universidade de Boston defende que se tratam de formações naturais criadas pela atividade sísmica da região. De facto, em 1998, um terremoto submarino teve lugar aqui destruindo uma pequena parte da cidade submarina mas erguendo outras estruturas idênticas. Limpas de areia e corais pelo evento telúrico ou criadas por ele?

Se estas ruínas são isso mesmo: ruínas estamos muito provavelmente perante o local do mítico continente perdido de Mu.

O mito (ou não) de Um começou oficialmente em 1926 quando o explorador britânico, um antigo coronel de nome James Churchward entrou em contacto com um velho monge hindu que vivia num templo onde se conservavam umas tábuas de barro cobertas de carateres desconhecidos. O monge terá contado ao coronel que estas tábuas contavam a história de um continente desaparecido há 25 mil anos e que era povoado por uma civilização cuja sofisticação técnica ultrapassava a compreensão atual. O continente, Mu, teria sido engolido pelas águas do Oceano numa única noite depois de ter sido minado pela atividade constante de vulcões subterrâneos.

Terá então sido encontrado o continente perdido de Mu?

Fonte:
Enigmas, número 165

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Se mudarem um determinado componente de um Windows XP, este poderá pedir a reativação do Windows

Se mudarem um determinado componente de um Windows XP, este poderá pedir a reativação do Windows.
Esse pedido depende de um processo de “votação” em que cada componente do computador tem um peso diferente:

Placa video (1 voto)
Placa SCSI (1 voto)
A Placa IDE, geralmente, parte da motherboard (1 voto)
A Placa de rede e o seu MAC address (ipconfig /all) (3 votos)
A quantidade de RAM (1 voto)
O tipo de processador (marca e modelo) (1 voto)
O número de série do processador (1 voto)
O tipo de disco rígido (1 voto)
O Serial Number do Disco, obitido digitando vol no cmd (1 voto)
A marca e modelo do CD/DVD (1 voto)

Com mais de 7 votos somados, é pedida a reativação.

Nota:

Se ligarem para o número de ativação, 800, serão atentidos por um operador “humano”, que fala português
Se ligarem para o número 21, serão atendidos por um programa automático, onde terão que inserir o número via teclado DTMF

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O general Lemos Ferreira viu um OVNI em 1957

Talvez o mais fiável caso OVNI português seja aquele que o antigo Chefe de Estado Maior da Força Aérea Portuguesa (FAP), o general Lemos Ferreira descreveu como tendo acontecido em 4 de setembro de 1957… E mais fiável, pela patente da testemunha, apenas isso, já que muitos outros casos existem, mas mais nenhum de um ex-Chefe de Estado Maior.

Nessa noite de 4 de setembro de 1957, o então capitão Lemos Ferreira chefiava uma patrulha de 4 aviões a reação F-84 da FAP num exercício conjunto de navegação aérea noturna entre Portugal e a Espanha quando sobre a cidade espanhola de Cáceres encontraram aquilo que o general descreveu como “uma fonte luminosa esférica que de verde passou sucessivamente a amarelo alaranjado e a vermelho. (…) o objeto chegou a passar por debaixo e por detrás da formação.”

Este é o primeiro caso conhecido de avistamento de OVNIs por pilotos sobre Espanha sendo paradoxal que tenha sido protagonizado por um piloto português… É apenas um dos casos que mais fazem hesitar os céticos na atribuição das causas destes fenómenos a avistamentos de meteoros, Vénus ou balões meteorológicos. Ainda que tais confusões se possam produzir mais ou menos facilmente aos olhos de um observador não-treinado, poderão iludir um piloto de caça, altamente treinado e cuja carreira e credibilidade podem ser facilmente postas em causa se forem apanhados a inventar uma observação deste tipo?

Fonte:
Más Alla. Junho de 2009

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O saque nazi de Bormann… devolvido à RFA

Martin Bormann, o nº 2 de Hitler (www.urteile.nuernberg.de)

Martin Bormann, o nº 2 de Hitler (www.urteile.nuernberg.de)

Entre 1942 e 1944, vários milhares de toneladas de ouro foram enviadas pelos nazis para a América do Sul através de Espanha. A operação foi chefiada pelo número dois nazi Martin Bormann e foi bem sucedida. Tinha como objetivo manter aqui os fundos necessários para continuar a guerra, que nessa época começava a correr mal para a Alemanha, mas todo o ouro seria mais tarde recuperado.

Na década de 50, todo este tesouro seria transferido para a Republica Federal alemã, financiando em grande medida o chamado “milagre económico alemão” a partir de 1954.

Os legítimos proprietários destas quantias (intermediadas por banqueiros franquistas espanhóis mas também pelo Vaticano cujo monsenhor Giovanni Montini, subsecretário receberia 47 mil toneladas métricas de ouro ou um bilião de dólares) nunca receberiam este dinheiro. Nem particulares (judeus, sobretudo) dos países conquistados pelas divisões Panzer, nem os bancos centrais desses países… Uma parte significativa ser-lhes-ía devolvida, certamente, mas uma outra serviria para financiar a recepção de nazis na América do Sul e no Médio Oriente, nomeadamente no Egito.

Fonte:
Más Alla, junho de 2009.

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O MIL: Movimento Internacional Lusófono envia livros para as crianças de Timor-Leste (Baucau)

O MIL: Movimento Internacional Lusófono, como movimento cívico e cultural, tem, entre as suas valências, como princípio o espírito de colaboração aos mais variados níveis com os países lusófonos. Neste sentido, encetou há alguns meses uma colecta de livros junto de entidades e particulares, no sentido de os enviar para Timor-Leste, assim contribuindo não só para reintrodução da Língua Portuguesa no país, mas também para o enriquecimento cultural das instituições e da população, em particular da região de Baucau, no caso, mais concretamente das escolas associadas à Diocese de Baucau.

Esta opção relativa ao local de destino dos livros prende-se com o facto de não ser possível, pelo menos nesta fase, distribui-los por todo o território, dadas as dificuldades de acesso a certas zonas do país e à falta de meios/apoios de transporte para o fazer.

Assim, o MIL, por não possuir meios financeiros que lhe permitam suportar o envio dos livros, na ordem dos 200kg, por intermédio de um dos seus membros do Conselho Executivo, António José Borges, encetou contactos com Sua Excelência o Bispo D. Carlos Filipe Ximenes Belo, SDB, no sentido de este dar o seu parecer sobre a melhor forma de realizar sem custos a empresa a que o MIL se propõe.

Sua Excelência recomendou então que contactássemos o Dr. Alberto Araújo, residente em Lisboa e membro da Direcção da Associação de Apoio à Diocese de Baucau, e este, em nome da Associação que dirige e da qual são membros o próprio Bispo D. Carlos Ximenes Belo, SDB, e D. Basílio do Nascimento, actual bispo de Baucau, após o acerto de alguns requisitos a serem cumpridos pelo MIL, como a redacção de uma carta/dedicatória dirigida à dita Diocese, a realização de uma listagem dos livros e a respectiva carimbagem dos mesmos, prontamente se disponibilizou para fazer chegar os livros a Timor-Leste num contentor que partirá de Lisboa em meados de Dezembro do corrente ano.

Muito em breve, o MIL cumprirá todos os requisitos necessários para que facultem o envio dos livros, fará chegar os mesmos aos responsáveis da Associação de Apoio à Diocese de Baucau e, assim, o processo ficará concluído com o enriquecimento do acervo das bibliotecas, escolas e outras instituições da região de Baucau.

Desejamos que outras regiões de Timor-Leste e outros países possam contar com o nosso apoio neste e noutros níveis, cumprindo, assim, um dos objectivos que definem o programa cívico e cultural de um movimento como este, que dentro do espaço lusófono tanto valoriza as diferenças como a união – factores de enriquecimento da comunidade lusófona.

Em nome da Comissão Executiva do MIL,

António José  Borges

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O tesouro japonês das Filipinas

Foi em 1937 que o imperador do Japão, Hirohito Showa encarregou o seu irmão, o príncipe Chichibu, de comandar uma operação ultra-secreta com o objetivo de reunir e esconder todo o ouro saqueado pelos exércitos nipónicos nos países que tinha invadido nos anos precedentes.

A maior parte deste ouro foi levado pelo exercito japonês até às Filipinas, tendo que enterrar aqui, porque não conseguiu meios de transporte seguros até ao Japão. Durante meses, as forças comandadas por Chichibu escavaram túneis, poços e subterrâneos suficientemente grandes para receberem camiões inteiros carregados de barras de ouro.

Sabe-se que às Filipinas chegaram exatamente 172 esconderijos contendo barras de ouro, cuidadosamente referenciados pelos contabilísticas do Exército Japonês em mapas cartográficos e identificados aqui com um sistema de 3 dígitos com o valor de cada esconderijo em ienes. Uma destas localizações, descoberta perto de Teresa, nas Filipinas, com o signo “777” continha mais de 90 mil toneladas métricas em ouro, ou seja, 75% de todas as reservas mundiais atuais… Ou seja, mais de 101 triliões de dólares, às cotações de 1945. Isto dá uma boa medida das quantias envolvidas, especialmente se tivermos em conta que este seria apenas um de 172 esconderijos.

Um outro esconderijo, desta feita em forma de túnel e situado não muito longe de Teresa tinha 500 metros de comprimento com vários montes de barras de ouro em pilhas de até um metro de altura. Aqui, foram recuperadas mais de cem mil barras de ouro, de 12,5 kg cada.

Estas primeiras recuperações deste ouro foram conduzidas pelos agentes da “Office of Strategic Services” (OSS) entre 1945 e 1948. Estas operações secretas foram lideradas por Severino García Santa Romana e pelo general Edward Landsdale, mas só lograram encontrar o primeiro esconderijo, apesar de terem total acesso a vários prisioneiros de guerra japoneses envolvidos com a ocultação do tesouro, dois anos depois de terem começado a busca.

Mais tarde, entre 1953 e 1970, o ditador filipino Ferdinand Marcos, recorrendo também a prisioneiros de guerra japoneses desenterrou “apenas” 600 toneladas métricas de ouro. Mas em 1971 teria acesso a uma cartografia com todos os esconderijos, alterando radicalmente a eficácia das suas pesquisas.

A partir de março de 1973, 300 militares do Batalhão 16 da infantaria filipina foram levados de olhos vendados até uma região perto do lago Calijara, em Lumban. Aqui, foram instruídos para começarem a cavar, sendo vigiados atentamente por soldados da Guarda Presidencial comandados pessoalmente pelo seu comandante supremo do Exército Filipino, o general Fabián Ver. Os vários túneis então encontrados estavam protegidos por armadilhas e explosivos, o que tornou o trabalho muito lento e perigoso, tendo ocorrido um número não especificado de baixas. O mesmo cenário haveria de repetir-se mais 12 vezes, tendo sido explorados apenas 13 de um total de 172 presentes nos mapas japoneses.

No total, o ditador terá recuperado entre 1973 e 1985 mais de 60 mil toneladas métricas de ouro, que hoje correspondem a uma quantia superior a dois mil biliões de dólares. Mas Marcos não logrou recuperar todo o ouro… Estima-se que no total, o Japão tenha escondido nas Filipinas mais de 1,33 milhões de toneladas de ouro, das quais 400 mil toneladas métricas ainda estão por recuperar, algures nas Filipinas… À sua espera?

Nota: 72 mil destas toneladas de ouro japonês teriam sido levadas para Fort Knox, nos EUA, em troca da aceitação do exílio de Ferdinand Marcos e de sua mulher Imelda no Hawai.

Fonte:
Mas Alla, junho de 2009

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