Daily Archives: 2009/09/24

Destaque no Notícias Lusófonas: “O Movimento Internacional Lusófono e as eleições portuguesas”

«A governação de um país, qualquer que ele seja, deve obedecer sempre a uma visão estratégica. Na perspectiva do MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO, conforme resulta da nossa “Declaração de Princípios e Objectivos”, bem como de outros documentos que temos emitido, essa visão estratégica para Portugal passa por uma progressiva convergência entre todos os países lusófonos, para benefício de todos eles, de todos nós.»

«Após o estudo dos programas eleitorais dos partidos concorrentes às próximas eleições legislativas, bem como das respostas ao inquérito que realizámos aos mesmos, constatamos que nenhum deles assume essa convergência lusófona como o eixo da sua visão estratégica para Portugal. Há apenas algumas medidas avulsas, como, por exemplo, no Programa do Partido Socialista, a criação do Estatuto de Cidadão da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que vai, em parte, ao encontro da petição do MIL que defende o “Passaporte Lusófono” (http://www.gopetition.com/online/20337.html).

Dizemo-lo, note-se, sem com isso querermos entrar no jogo partidário. Do mesmo modo que nos assumimos como trans-nacionalistas, em prol dessa convergência lusófona, assim também nos assumimos como trans-partidários, na premissa de que essa visão estratégica para o país deverá ser assumida, ainda que de forma diversa, por todos os partidos. Difundir essa visão estratégica, eis, tão-só, o que o MIL pretende.»

Fonte:

http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=23948&catogory=Comunicados

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Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 14 comentários

A guerra no Afeganistão está a ser perdida

Os próprios comandos do contingente internacional que tenta travar a ofensiva talibã no Afeganistão admitem: a guerra está a correr muito mal. Essa é pelo menos a opinião do principal general dos Estados Unidos no Afeganistão.

(US Navy Seals em ação no Afeganistão)

Segundo o general Stanley McChrystal é preciso rever a estratégia aliada. O general admite que existe atualmente uma grave crise de confiança nas forças afegãs e na própria população, que não vê vantagens da presença aliada. O general admite também que existem várias localidades importantes no Afeganistão sob controlo talibã.

Porventura o maior problema afegão será a existência de elevadíssimos níveis de corrupção no governo. Esta corrupção arruina a crença popular na capacidade do Governo e impede que este resolva as mais básicas necessidades da sua população enquanto uma pequena clique – erguida em torno de Karzai – enriquece de forma explosiva e escandalosa.

Atualmente, já existem no Afeganistão “zonas libertadas” onde os talibãs montaram um Estado paralelo, com hospitais, postos de polícia e tribunais, que funcionam e que são bem acolhidos e respeitados pelas populações locais, ao contrário dos órgãos oficiais do Governo que simplesmente não funcionam. Cada nova cidade que caia nas mãos dos Talibãs e que estes provem que sabem administrar melhor que o Governo é um golpe terrível na estratégia da NATO neste país.

O maior problema do Afeganistão não é a força, a capacidade ou o apoio popular dos talibãs. É a incapacidade crónica do governo afegão.

O Ocidente pode continuar a derramar mais soldados e meios sobre o atoleiro afegão, mas se não puder contar com um governo minimamente competente e empenhado (como há, apesar de tudo, no Iraque) então enviar ou manter no Afeganistão um só soldado da NATO é uma pura e simples asneira assassina.

Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398453

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: | 29 comentários

Quids S16: Que filme é este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

Categories: Quids S16 | 7 comentários

Uma empresa espanhola ganha (?) o 2º troço do TGV

Ferreira Leite lá fez renascer o fantasma do “perigo espanhol” a propósito do TGV, mas com ou sem fantasma (esse mesmo que oprime a lusofonia na Galiza e ocupa Olivença) lá se vai safando…

Ainda que tivesse sido excluído da fase final das negociações no concurso para a concessão do primeiro troço de alta velocidade Poceirão-Caia (ganha pela portuguesa Mota-Engil), agora, os espanhóis da FCC vieram com a proposta mais baixa de todas para o segundo troço do TGV, entre Lisboa e o Poceirão, o mesmo que inclui a polémica terceira travessia sobre o rio Tejo.

Como o critério do custo é o dominante neste concurso as hipóteses da empresa espanhola ganhar o segundo troço são muito fortes… Isto são más notícias para os consórcios portugueses da Mota-Engil (Altavia) e Brisa-Soares da Costa (Elos). Das duas, mesmo a mais barata, a da Motal-Engil está a 300 milhões de euros da proposta espanhola! Enquanto que os governos espanhóis se desfazem em artimanhas para favorecerem as suas empresas em concursos internacionais, cá em Portugal preparamo-nos para dar de mão beijada um dos investimentos estratégicos do século a espanhóis… Sacrificando emprego em Portugal e que os lucros saiam do país, a caminho de Madrid.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398726

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 4 comentários

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