COMUNICADO DO MIL SOBRE AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS EM PORTUGAL

A governação de um país, qualquer que ele seja, deve obedecer sempre a uma visão estratégica. Na perspectiva do MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO, conforme resulta da nossa “Declaração de Princípios e Objectivos”, bem como de outros documentos que temos emitido, essa visão estratégica para Portugal passa por uma progressiva convergência entre todos os países lusófonos, para benefício de todos eles, de todos nós.

Após o estudo dos programas eleitorais dos partidos concorrentes às próximas eleições legislativas, bem como das respostas ao inquérito que realizámos aos mesmos, constatamos que nenhum deles assume essa convergência lusófona como o eixo da sua visão estratégica para Portugal. Há apenas algumas medidas avulsas, como, por exemplo, no Programa do Partido Socialista, a criação do Estatuto de Cidadão da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que vai, em parte, ao encontro da petição da MIL que defende o “Passaporte Lusófono”.

Dizemo-lo, note-se, sem com isso querermos entrar no jogo partidário. Do mesmo modo que nos assumimos como trans-nacionalistas, em prol dessa convergência lusófona, assim também nos assumimos como trans-partidários, na premissa de que essa visão estratégica para o país deverá ser assumida, ainda que de forma diversa, por todos os partidos. Difundir essa visão estratégica, eis, tão-só, o que o MIL pretende.

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

www.movimentolusofono.org

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico que conta já com cerca de um milhar de adesões, de todos os países lusófonos.
MIL-COMISSÃO EXECUTIVA:
António José Borges, Casimiro Ceivães, Eurico Ribeiro, José Pires F., Renato Epifânio (porta-voz) e Rui Martins.
MIL-CONSELHO CONSULTIVO:
Alexandre Banhos Campo (Galiza), Amândio Silva (Portugal), Amorim Pinto (Goa), Artur Alonso Novelhe (Galiza), Carlos Frederico Costa Leite (Brasil), Carlos Vargas (Portugal), Fernando Sacramento (Portugal), Francisco José Fadul (Guiné-Bissau), Jorge Ferrão (Moçambique), Jorge da Paz Rodrigues (Portugal), José António Sequeira Carvalho (Portugal), José Jorge Peralta (Brasil), José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde), José Manuel Barbosa (Galiza), Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil), Luís Costa (Timor), Manuel Duarte de Sousa (Angola), Miguel Real (Portugal), Miriam de Sales Oliveira (Brasil), Nuno Rebocho (Cabo Verde), Octávio dos Santos (Portugal), Paulo Daio (São Tomé e Príncipe), Paulo Pereira (Brasil) e Vitório Rosário Cardoso (Macau).

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Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 7 comentários

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7 thoughts on “COMUNICADO DO MIL SOBRE AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS EM PORTUGAL

  1. pedronunesnomundo

    Louvo muito a coerência da vossa luta.
    Mesmo que não coincidindo totalmente com a minha concepção política do mundo e de Portugal, admiro a paixão com que alguns irredutíveis gauleses se batem por uma visão e uma estratégia de futuro para as gerações a vir.
    Assim vocês se tornam – ou deveriam tornar – inspiradores para todos os cidadãos do mundo que vos rodeiam.
    Um abraço solidário. (A caminho de um desfecho lamentável – seja ele qual for – desta tão típica maratona eleitoral portuguesa.)

  2. obrigado, Pedro!
    Sim, admito que há muita originalidade nos princípios do Movimento e sim… somos irredutíveis! 😉
    Esperemos que pela via da intervenção cívica possamos mudar um pouco este mundo… que pode ser melhorado por outras vias que não as classicamente “politicas” razão pela qual mantemos a nossa ação na esfera cultural e cívica, apenas…

  3. “por exemplo, no Programa do Partido Socialista, a criação do Estatuto de Cidadão da CPLP”

    Há por aí um subtil apoio ao Engeneiro?

  4. nooope.
    é apenas um ponto com o qual concordamos…
    não somos “socialistas”, mas um “grupo de pressão” ligado à promoção da Lusofonia, da União Lusófona, da regionalização municipalista, das economias locais, etc.
    ainda que ache que esse ponto do programa socialista… peca pela falta de sinceridade.
    veremos se tenho ou não razão.

  5. Nuno Santos

    Vou ser claro qualquer partido que defenda a união europeia jamais tera o meu voto.

  6. Nuno Santos

    Compriendo que não se queiram compremeter em formar um partido politico como eu defendo.Mas nossa classe politica Portuguesa é bando incapazes da direita a esquerda não tem ideias orginais não tem coragem de um novo principio.Andam a reboque hora dos mercatilistas globais outra comperativistas de leste tenham ideias orginais leiam Fernando Pessoa,Ogostinho da Silva e Bandarra.E aprendão a ser orginais a ser “Portugueses”.Matem de vez Portugal em vez de sermos apenas um não pais como somos.

  7. falta tempo, recursos e, sobretudo, espaço político e alicerces físicos…
    a seu tempo tudo pode acontecer.
    quem sabe?

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