Daily Archives: 2009/09/21

O Reino Unido não vai ter mais do 184 Eurofighter Typhoon: Menos 47 que o inicialmente previsto


(O Eurofighter Typhoon RAF no Leuchars Airshow de 2009)

O governo britânico declarou recentemente que não se sentia obrigado a adquirir mais aviões Eurofighter Typhoon. Esta notícia surge num contexto em que o Reino Unido está muito aquém dos 232 aparelhos que segundo o memorando de entendimento assinado entre o Reino Unido, a Itália, a Espanha e a Alemanha, se comprometeu a comprar.

Com efeito, a recente decisão de adquirir 40 Typhoons de “Tranche 3A” faz com que o Reino Unido ficará apenas com 184 aviões deste tipo, e destes, 24 foram vendidos à Arábia Saudita num polémico contrato de exportação envolto em suspeitas de corrupção.

O problema para o Typhoon é ainda mais grave do que a contenção britânica, já que todos os outros parceiros do programa cortaram as suas encomendas. De facto, todos, junto, ficaram-se apenas por 107 aparelhos de Tranche 3.

As entregas do Typhoon de Tranche 3 irão começar em 2013. Estando atualmente a ser entregues aviões da Tranche 2, entregues à RAF britânica e aos Sauditas.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/08/19/331233/uk-has-no-obligation-to-meet-232-aircraft-typhoon.html

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Quids S16: Como se chamava a dona deste carro, acidentado em 1974?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Proposta: “Banco de Desenvolvimento Lusófono” (BDL)

O “Banco de Desenvolvimento Lusófono” ou BDL seria uma instituição financeira de desenvolvimento capaz de intervir no espaço lusófono ou, mais especificamente, entre os países que atualmente formam a CPLP.

Seria uma instituição internacional com a missão de desenvolver as sociedades dos países-membros, combatendo a pobreza e melhorando a qualidade de vida das populações lusófonas, onde quer que estas se encontrem.

Os principais parceiros do BDL seriam os governos dos países da CPLP, instituições financeiras publicas e privadas, agências de desenvolvimento, ONGs e fundações particulares.

A estratégia do BDL, na sua primeira década de existência, seria o cumprimento da seguinte agenda:
1. Crescimento económico com inclusão
2. Crescimento económico ecologicamente sustentável
3. Promoção da integração das economias dos países da CPLP

Para cumprir esta meta tripla, o BDL teria à sua disposição os seguintes instrumentos:
1. Empréstimos financeiros, especialmente para infraestruturas
2. Assistência técnica
3. Garantias e avais
4. Aconselhamento
5. Criação de uma moeda comum “virtual”, para transações eletrónicas, aos países membros da CPLP, que estes pudessem usar entre si, paralelamente com as suas já existentes moedas nacionais.

O Banco de Desenvolvimento Lusófono seria uma alternativa lusófona ao já existente “Banco do Sul”, lançado por Hugo Chávez e que além da Venezuela, agrega também Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai e o lusófono Brasil. O BDL permitiria oferecer uma alternativa lusófona a esta abordagem estritamente sul-americana da política externa brasileira e aprofundar os laços económicos e sociais entre os povos da lusofonia, abrindo novas alternativas de financiamento onde as outras se encontrarem indisponíveis, tendo uma prioridade mais humanista e focada no desenvolvimento humano do que em indicadores imprecisos e tantas vezes injustos como o PIB ou o crescimento bruto de uma economia, sem ter em consideração a repartição da riqueza ou a qualidade de vida e direitos cívicos e humanos dos cidadãos.

O Banco de Desenvolvimento Lusófono seria uma alternativa humanista ao FMI e ao Banco Mundial, dentro da esfera dos países membros da CPLP, recebendo os seus fundos em parcelas relativas correspondentes à riqueza de cada país que o integrasse. Cada país membro terá um direito de voto correspondente à proporção da sua contribuição para os cofres do BDL.

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