Daily Archives: 2009/09/14

A partir de agosto de 2010, as padarias portuguesas que produzirem pão com mais de 14 gramas de sal por cada quilograma serão multadas em quantias que poderão ascender a 5 mil euros

Já escrevi algures sobre isto… Mas agora é certo. A partir de agosto de 2010, as padarias portuguesas que produzirem pão com mais de 14 gramas de sal por cada quilograma serão multadas em quantias que poderão ascender a 5 mil euros

Esta lei, publicada em agosto, corresponde a uma espécie de “lei seca” e pretende realizar um objetivo que é o de reduzir a elevada incidência de doenças coronárias na população portuguesa. É claro que os panificadores não colocam sal a mais no seu pão por seu simples bel prazer, já que isso representa para eles um custo de produção e uma redução da margem de lucro. Mas os consumidores assim têm exigido e estes cederam, porque se não o fizessem, perdiam clientes a favor de outro concorrente. Alguns dirão que ao legislar em matéria de sal no pão, o Estado está a usurpar o direito individual de consumir sal. Nós discordamos. Sabendo-se as consequências do abuso de sal, não somente na saúde individual, mas em custos diretos provocados no sistema público de saúde – pagos pelos impostos de todos nós – há espaço moral para que o Estado intervenha na área. A adição no sal não será comparável ao consumo de heroína, mas é-o (pelo efeito do abuso) do álcool, o qual já é regulado. Não se compreende assim porque é que o sal, igualmente perigoso quando consumido em excesso se deveria manter desregulado.

Fonte:

http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1332967&seccao=Sa%25FAde

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Quids S16: Que linha é esta?

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A cidade submersa de Yonaguni (Japão): Restos do Continente Perdido de Mu?

Foi o submarinista japonês Kihachir Aratake que viu pela primeira vez a cidade submersa de Yonaguni, não muito longe da ilha com o mesmo nome. Mais exatamente, o lugar é conhecido como “Iseki Point” e foi aqui que em 1985 o experimentado mergulhador encontrou estranhas estruturas líticas que parecem de origem humana.

Um dos maiores defensores da cidade submersa de Yonaguni tem sido o geólogo marinho e professor do Departamento de Ciências Físicas e Terrestres da Universidade de Ryukyu, em Okinawa. O geólogo acredita que se tratam de construções humanas do último período glacial, quando a profundidade dos oceanos era inferior à atual.

As estruturas de Yonaguni parecem formar templos, pirâmides, colunas e zigurates que se estendem por uma área de 300 por 150 metros. Todo o conjunto está protegido por um muro de dimensões ciclópicas. Todo o conjunto dataria da última Glaciação, isto é, de há oito a dez mil anos atrás. A confirmarem-se estes seriam os vestígios arqueológicos mais remotos jamais encontrados. O problema é que a identificação destas ruínas não é pacífica. O professor em Geologia, Robert Schoch, da Universidade de Boston defende que se tratam de formações naturais criadas pela atividade sísmica da região. De facto, em 1998, um terremoto submarino teve lugar aqui destruindo uma pequena parte da cidade submarina mas erguendo outras estruturas idênticas. Limpas de areia e corais pelo evento telúrico ou criadas por ele?

Se estas ruínas são isso mesmo: ruínas estamos muito provavelmente perante o local do mítico continente perdido de Mu.

O mito (ou não) de Um começou oficialmente em 1926 quando o explorador britânico, um antigo coronel de nome James Churchward entrou em contacto com um velho monge hindu que vivia num templo onde se conservavam umas tábuas de barro cobertas de carateres desconhecidos. O monge terá contado ao coronel que estas tábuas contavam a história de um continente desaparecido há 25 mil anos e que era povoado por uma civilização cuja sofisticação técnica ultrapassava a compreensão atual. O continente, Mu, teria sido engolido pelas águas do Oceano numa única noite depois de ter sido minado pela atividade constante de vulcões subterrâneos.

Terá então sido encontrado o continente perdido de Mu?

Fonte:
Enigmas, número 165

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