Daily Archives: 2009/09/06

Hoax: A Caveira do Destino

A caveira de cristal conhecida como “Caveira do Destino” teria sido descoberta numas escavações em Lubaantún, em 1927. Supõe-se que teria sido descoberta pela filha adotiva do explorador britânico F. A. Mike Mitchell-Hedges no mesmo dia em que cumpria 17 anos de idade. Três meses depois, aparecia o maxilar de cristal, a uns 8 metros do altar onde fora encontrada.

Mitchell estava em Lubaantún procurando por provas de civilizações perdidas quando encontrou a caveira de cristal. Sem contexto arqueológico… E de facto, muitos suspeitam que – pelo menos – a caveira não foi encontrada nestas escavações, mas comprada no mercado negro ou simplesmente roubada a uma outra escavação.

De facto, em 1974, na África do Sul, Mitchell diria “também levámos connosco a sinistra Caveira do Destino, acerca da qual muito se tem escrito. De como chegou ao meu poder, tenho razoes para não o revelar (…) tem pelo menos 3700 anos e segundo a lenda o sumo sacerdote Maia usava-a para realizar rituais esotéricos. Diz-se que quando desejava a morte, esta produzia-se.” Diz-se… Diz-se… As circunstâncias suspeitas do achado, sem localização exata nem contexto arqueológico, as suspeitas quando à falsidade do achado (escavado? Comprado a um traficante de antiguidades?) adensam as suspeitas quanto à verdadeira origem desta caveira de cristal, assim como o rápido uso “comercial” (livros e conferencias) que recebeu, logo que foi “achada”. A própria capacidade técnica para a construir em tempos dada como “impossível” foi desmentida estando perfeitamente ao alcance da tecnologia de trabalho do principio do século XX. Tudo isto converge para que consideremos que a “Caveira de Cristal” seja um puro e simples… Embuste.

Fonte:

Mas Allá, junho 2009

Categories: Hoaxes e Mitos Urbanos, Mitos e Mistérios | Etiquetas: | 1 Comentário

Proposta para uma candidatura lusófona aos Jogos Olímpicos de 2024

Alguns devem lembrar-se de um certo “Vicente Moura“, o tal presidente do Comité Olímpico de Portugal que a troco do maior investimento de sempre do Estado português tinha prometido quatro medalhas ou 60 pontos, promessa que não cumpriu, exprimindo-se “desiludido” com os resultados obtidos pela maioria dos atletas, entre os quais se contavam efetivamente casos muitos tristes como o tipo da pérola “de manhã é só na caminha“.

Não satisfeito com o desperdício de fundos, e seguindo a linha de Madaíl e de outros esbanjadores do Futebol, agora, Vicente Moura defende que Portugal devia candidatar-se aos Jogos Olímpicos de 2024: “Estamos capacitados para organizar os jogos da Lusofonia. Vamos ver se vencemos este desafio e se nos preparamos para voos mais altos, como por exemplo para uma candidatura à organização dos Jogos Olímpicos em 2024″. Está mais que visto que a carreira do senhor seria largamente beneficiada com este espavento, mas Portugal precisa de tornar a cometer os mesmos erros do passado, do Euro 2004 e a construir estádios após estádios para depois ficarem ao abandono e torrando num projeto tão exigente como o da realização de uns Jogos Olímpicos preciosos recursos que poderiam ser gastos em tantos outros campos e prioridades? Quando um país de escala semelhante à nossa, a Grécia realizou os JO daqui teve um pesado preço a pagar ficando com um défice orçamental de 5,3%, quando a previsão era de 1,2 ou 184 biliões de euros, em grande medida devido aos JO! É disto que estamos a precisar? Dos 12 biliões de euros que os gregos gastaram nos seus JO, isto é, de mais 4 biliões que o TGV irá (supostamente) gastar? Se o TGV já é discutível, na sua rentabilidade, então… que dizer de uns Jogos Olímpicos?

Em suma, parece coisa de gente completamente descabeçada pensar que Portugal tem condições para organizar uns Jogos Olímpicos… É claro que isso nunca nos impediu antes, como se prova pelos elefantes deixados para trás pelos estádios do sacrossanto futebol, do Euro 2004. Mas porque é que não aproveitamos estas propostas megalómanas e as aproveitamos para potenciar o projeto lusófono?

Porque não avaliar a potencialidade de organizar uns Jogos Olímpicos à escala lusófona, integrando na organização, partilha de despesas e recolha de dividendos, assim como na localização dos eventos, todos (ou apenas os maiores) países da Lusofonia, como Angola, Brasil e Portugal, estendendo a mão aos nossos irmãos da Galiza, da Estremadura e da Catalunha? Uma candidatura lusófona aos Jogos Olímpicos de 2024, que criaria no mundo uma nova imagem da Lusofonia, que daria uma projeção mediática inédita aos países que compõem a CPLP e que abriria novos horizontes a novos tipos de uniões internacionais de que estes Jogos Olímpicos poderiam ser apenas a antecâmara.

Fontes:
http://jpn.icicom.up.pt/2008/08/19/vicente_moura_sai_do_comite_olimpico_desiludido_com_prestacao_portuguesa_em_pequim.html
http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1379944
http://desporto.pt.msn.com/especial/article.aspx?cp-documentid=16751268
http://en.wikipedia.org/wiki/2004_Summer_Olympics
http://news.scotsman.com/athensolympics/Athens-counting-cost-of-the.2648827.jp
http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=659924

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Como fazer com que um disco USB externo arranque o nosso pc e veja o disco NTFS

1. Instalar o Windows AIK http://apcmag.com/windows_pe_20_a_tiny_version_of_windows_for_system_maintenance.htm
(link de download e algumas dicas úteis neste contexto=
a. Copiar o c:\mywinpe20 resultante dos passos de 1 para c:\

b. OSCDIMG -bc:\<path>\etfsboot.com -n -o c:\<path>\iso c:\temp\x86_pe.iso”.

c. Gravar o ISO num CD

2. Arrancar o PC com o disco USB ligado. tem que ser formatado 2.0 ou Vista

3. Inserir o USB device

4. Command prompt (estes comandos só funciona em WinPE 2.0, nomeadamente o h):

a. Diskpart

b. List vol (para identificar o usb disk)

c. Sele vol 0 (o que for o USB externo)

d. Clean

e. Create part primary size=466 (em Mb)

f. Sele part 1

g. Active

h. Format fs=fat32

i. Assign

j. Exit

5. A partir do disco C: do  (preparado com o Vista AIK kit) correr: xcopy c:\mywinpe20\iso\*.* /s /e /f e: (e: é o usb e o \iso pode já ter um diretório para o ghost se o copiarmos antes para esse diretório)

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