Daily Archives: 2009/09/01

O rover lunar Chandrayaan II indiano terá um reator nuclear?


A Índia está a avaliar a possibilidade de alimentar o seu rover lunar
Chandrayaan II com um pequeno reator nuclear. O projeto está a cargo da agência espacial indiana “Indian Space Research Organisation” (ISRO) e do “Bhabha Atomic Research Centre” (BARC). Isto mesmo revelou Madhavan Nair, o responsável máximo pela ISRO: “Estamos a pensar alimentar algumas partes da Chandrayaan II com energia nuclear e para alimentar o engenho quando este passa no lado escuro da Lua”. A energia nuclear a bordo da sonda e do rover coloca uma série de questões de segurança, que os indianos dizem estar a ponderar. Mas é inevitável ficar preocupado se pensarmos que o foguetão pode explodir ainda quando atravessa a atmosfera terrestre, deixando a carga muito radioativa do reator em liberdade…

As vantagens de tal opção são óbvias, já que liberta a sonda e o rover da dependência do funcionamento de painéis solares e garante um generoso abastecimento de energia à sonda e ao rover. A ideia não é nova e será aplicada no próximo rover que a NASA vai enviar a Marte, o “Curiosity” da missão “Mars Science Laboratory“. Não é certo o tipo de reator escolhido pelos indianos, mas deverá ser um do tipo radioisotope thermoelectric generators (RTGs), o mesmo tipo de reatores que alimentaram as conhecidas Viking 1 e Viking 2 em 1976. A energia nuclear é muito mais eficiente que a solar nas altas latitudes marcianas, ou na presença de poeiras. Na Lua, é menos útil, porque não há nem poeira, nem a radiação solar é insuficiente. A vantagem da energia nuclear é – além daquelas já listadas – que na Lua pode fazer muito frio, e que a energia nuclear pode também permitir um aquecimento constante dos equipamentos. Por comparação um sistema nuclear pode disponibilizar até 2,5 quilowatts por hora, enquanto que os painéis solares dos rovers Spirit e Oportunity não conseguem oferecer mais do que 0,6 quilowatts por hora.

Fontes:
http://www.moondaily.com/reports/India_Mulls_Using_Nuclear_Energy_To_Power_Chandrayaan_II_999.html
http://www.space.com/businesstechnology/technology/nuclear_focus_040218-1.html

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Quids S16: Que lago é este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Sobre os programas de UAVs de longa duração da DARPA: Vulture e Hale

Programa VULTURE da DARPA em www.arpa.mil

Programa VULTURE da DARPA em http://www.arpa.mil

Com a multiplicação das ações militares no Afeganistão, com um número claramente insuficiente de satélites e de UAVs, os EUA começam a procurar alternativas para fornecer informações críticas – e tantas vezes vitais – às suas forças no terreno.

Uma das abordagens mais promissoras são UAVs capazes de voarem ininterruptamente durante dias, semanas ou… Anos! Um destes projetos é o “Programa VULTURE” da “Defense Advanced Research Projects Agency’s” (DARPA). A ideia é manter um UAV no ar, durante mais de cinco anos, um dirigível não tripulado, capaz de ser rapidamente reconfigurado e enviado de missão em missão, capaz de cumprir as mesmas missões de um satélite normal, mas a uma fração do seu custo. O VULTURE será alimentado por células fotovoltaicas, conterá baterias muito eficientes e a capacidade de reabastecimento em voo. O requisito que a DARPA emitiu à indústria exige também que seja capaz de trocar equipamentos sem descer à terra.

Outro projeto correlacionado refere um UAV propulsado a hidrogénio capaz de operações contínuas de entre cinco a sete dias. Um primeiro demonstrador está a ser construído pela “Aerovironment’s Global Observer” com células de hidrogénio e teoricamente capaz de voar durante sete dias, com uma carga útil de 380 libras.

A Boeing, por sua vez, está a trabalhar no HALE ou “high-altitude long-endurance” UAV, propulsado por dois motores a hidrogénio líquido e capaz de voar consecutivamente por períodos de até sete dias. A construtora está também a trabalhar – juntamente com a “Aurora Flight Sciences” no Orion HALL “high-altitude, long-loiter” um demonstrador com um motor automóvel convencional adaptado para funcionar a hidrogénio líquido e capaz de voar por quatro dias com uma carga útil de 400 libras. Estão a ser construídos dois Orion, sendo que o primeiro deverá voar ainda este ano.

Estes veículos vão ocupar o nicho ocupado até agora por pequenos satélites-espião, de que as grandes potências têm sempre alguns em estocagem, prontos a ser lançados e usados em qualquer situação de crise que ocorra em algum ponto no mundo. E isto a uma fração do custo de lançamento e, sobretudo, com uma flexibilidade que estes nunca poderão oferecer, já que um UAV pode ser relocalizado, atualizado com equipamento diferente e utilizado segunda, terceira, quarta, etc, vez… Três diferenças cruciais que tornam este conceito de UAV de longa duração uma ideia de futuro.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2007/05/23/214154/us-military-plans-for-new-uav-to-stay-airborne-for-five-years.html

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