Monthly Archives: Setembro 2009

A Easyjet recusa reclamações em língua portuguesa para bagagem perdida em… Portugal

Easyjet: Aqui não se gosta de português.

Easyjet: Aqui não se gosta de português.

A DECO, a Associação para a Defesa do Consumidor, acusou a Easyjet de não cumprir a Lei de Defesa do Consumidor quando recusa receber reclamações em língua portuguesa. A companhia aérea opera a partir de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, mas quando alguém tem o azar – não muito raro – de perder as bagagens, então, tem que preencher a sua reclamação em língua inglesa, alemã ou até, em castelhano, apesar destes aeroportos estarem (ainda) em território português!!!…

Da última vez que vi, não era ainda obrigatório a um português dominar uma dessas línguas dos europeus do norte. Mas para a empresa britânica é. Como é possível receberem licença para operarem em Portugal e depois recusarem-se a usar o português? Como poderão dar seguimentos às reclamações dos clientes que não tiverem acesso a um tradutor ou a uma dessas línguas estrangeiras? Querem saber? Se não, como se aceita que continuem a operar nestas condições no nosso país?

Onde está a vigilância e ação do Instituto Nacional de Aviação Civil a conhecida (nem sempre pelas melhores razões) Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE)? Se estes ingleses não querem falar português na nossa terra, então que arrumem as malas (se também não as perderem) e que voltem lá às paragens da “Pérfida Albion”.

Fonte:
http://www.pglingua.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1153:companhia-aerea-recusa-reclamacoes-em-lingua-portuguesa&catid=2:informante&Itemid=74

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Categories: Lusofonia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 3 comentários

Quids S16: Que míssil é este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Confirmado: Há gelo em Marte. E não só no Pólo Norte…

O primeiro gelo de água marciano. Descoberto pela MPL (http://i.telegraph.co.uk)

O primeiro gelo de água marciano. Descoberto pela MPL (http://i.telegraph.co.uk)

É oficial: existe água em Marte. A anterior descoberta da Mars Polar Lander já tinha provado que havia gelo de água poucos centímetros do solo marciano, no pólo norte. Agora, foi também confirmada a presença de gelo, composto em 99% de água numa região que se encontra a meio caminho entre o equador e o pólo norte. A descoberta foi o resultado do instrumento conhecido como “High Resolution Imaging Science Experiment”, (HiRISE) que consiste basicamente numa câmara de alta resolução instalada no orbitador da NASA.

A descoberta de gelo já foi bastante surpreendente, mas o facto deste ser tão puro é ainda mais espantoso. Acreditava-se que o gelo se acumulava abaixo da superfície entre grãos de solo, e por isso, os planetólogos esperavam uma mistura do género de 50-50%, por isso este grau de pureza foi uma surpresa para toda a gente…

A sonda encontrou depois outras 4 crateras muito recentes, expondo profundidades do solo marciano entre os 30 cm e os 3 metros e sempre gelo de água em percentagens muito puras. Em todos os locais, a câmara localizou um material azul brilhante no fundo das crateras. Este material desapareceu nos dias seguintes à observação, exatamente como seria de esperar e como ocorreu com o gelo fotografado pelo Mars Polar Lander, já que na ténue atmosfera marciana o gelo de água é muito instável.

Este gelo de água é uma testemunha de um Marte muito diferente do atual, onde a água era abundante na atmosfera e no solo, numa data tão recente como apenas alguns milhares de anos atrás… Ou seja, quando se construíam as pirâmides e os sumérios inventavam a escrita, havia rios, lagos e oceanos em Marte. Um período florescente (literalmente?) que perdemos por apenas uns poucos de milhar de anos, um período geologicamente irrelevante.

A existência de tanto gelo de água, com uma pureza tão elevada é uma excelente notícia para uma eventual missão tripulada ao Planeta Vermelho. Se os astronautas puderem contar com água no local, não terão que levar toda a que precisam para a sua viagem de regresso de 3 anos, nem para uma permanência que deve demorar vários meses. E sobretudo, poderão decompor essa água nos seus dois elementos: oxigénio e hidrogénio e fabricar o combustível de que precisam para regressar a Terra.

Fontes:
http://www.marsdaily.com/reports/Scientists_See_Water_Ice_In_Fresh_Craters_On_Mars_999.html

http://science.nasa.gov/headlines/y2002/28may_marsice.htm

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Da disfunção do imobiliário em Portugal

As disfunções do ordenamento do território em Portugal são patentes quando se constata que as áreas de Lisboa e Porto reúnem mais de 70% da oferta imobiliária, a qual era no primeiro trimestre de 2009, superior a 490 mil habitações!

A oferta na região de Lisboa é neste particular extraordinária, já que deste quase meio milhão de casas, quase metade se concentram aqui. A maioria destas casas à venda, são casas usadas o que é natural já que estamos num país demograficamente estagnado e onde a construção civil não tem dado sinais de abrandar nas últimas décadas… Até agora. Sinal desta construção febril, já que em 2008 das 490 mil casas à venda, apenas 181 mil eram novas. O fenómeno da venda de casa usada e compra de nova, com o dinheiro da primeira parece ter parado finalmente… E talvez agora o ramo imobiliário ganhe alguma racionalidade, os preços regressem à normalidade (depois de décadas de subida louca) e se torne novamente possível comprar casa sem contrair empréstimos assassinos a uma Banca que pelos excessos dos seus avaliadores esteve no epicentro desta subida descontrolada de preços.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398614

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Quids S16: Que avião seria este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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O sindicato dos pilotos da TAP paga mais de 500 mil euros a um “consultor”

Tenho que confessar que – pessoalmente – me é difícil exprimir alguma solidariedade pelos pilotos da TAP. Sem dúvida que acho admirável a sua capacidade para salvarem diariamente a vida a centenas de pessoas. Mas temos que admitir que ao contrário da maioria dos trabalhadores portugueses têm uma segurança laboral rara, têm ainda (apesar de reduções recentes) regalias consideráveis e vencimentos muito acima da média. Também não parecem muito preocupados com a instável saúde da empresa em que trabalham e ainda menos com a relação desta com os seus clientes.

Por isso, a notícia (obviamente “soprada” pela administração da TAP) segundo a qual um tal de Paulo Rodrigues teria sido contrato pelo sindicato dos pilotos para os apoiar na negociação com a administração, recebendo em troca desse apoio a astronómica quantia de 525 mil euros (mais IVA). A quantia saiu dos bolsos dos pilotos e entregue à P. Rodrigues Consultores, Lda. Ora esta empresa é de um piloto da TAP (e membro do sindicato)… Onde irá este piloto encontrar o tempo para encaixar este generoso extra? Porque não poderia este sindicalizado participar nas negociações em seu devido (e próprio) nome, sem financiar esta artificiosa “consultora”? Não é a primeira vez que esta “consultora” aparece nas negociações entre o sindicato e a administração, tendo já recebido quantias consideráveis no passado recente por estes “serviços”.

Com esquemas turvos destes é difícil sentir solidariedade pela luta sindical dos pilotos da TAP, tenho que confessar…

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/meio-milhao-para-pagar-a-consultor=f537313

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Mensagem que deixei à Presidência da República

“Na minha qualidade de cidadão da República Portuguesa queria deixar aqui, no gabinete da Presidência a mais profunda expressão da minha reprovação perante a forma como a Presidência e o Presidente …da República se conduziram neste processo.
A República não sai dignificada de uma conduta que se traduziu na manipulação de órgãos de comunicação social, no estrito cumprimentos de puras lógicas partidárias.
Enquanto cidadão, é meu dever recordar ao senhor Presidente da República que ele não só não está acima da Lei, como lhe cumpre a apresentar uma conduta irrepreensível a todos os níveis.
Não foi manifestamente o caso.”

http://www.presidencia.pt/?action=3

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Pergunta que enviei à ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social)

“Boa Noite,

Na passada “noite eleitoral” (Legislativas 2009) todos pudemos
constatar que os 3 canais generalistas de sinal aberto (RTP, SIC e TVI)
tinham concertado… previamente os períodos de publicidade, coincidindo
estes no, seu arranque à precisão do segundo.

Daí, enquanto telespectador gostaria de colocar à ERC as seguintes questões:

1. Confirmam a ocorrência desta concertação?

2. A confirmar-se, esta concertação de intervalos publicitários entre os 3 canais é legal?”

http://www.erc.pt/index.php?op=conteudo&lang=pt&id=97&mainLevel=8

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Estado atual do projeto F-X2: Dassault Rafale; Saab Gripen e Boeing Super Hornet

1. Introdução

A decisão de recomeçar o programa F-X2 por parte do presidente brasileiro Lula da Silva, data de janeiro de 2008. A intenção era e continua a ser a de adquirir 36 aviões de 4,5 geração para substituir os aparelhos mais idosos do inventário da Força Aérea Brasileira, como os AMX, os F-5BR e os 12 Mirage 2000.

O programa F-X2 segue-se ao F-X, de 2001 e cancelado em 2003, por dificuldades orçamentais. O orçamento inicial era de 2,2 biliões de dólares, mas havia a possibilidade latente de uma quadruplicação deste montante, de forma a adquirir até 120 aparelhos.

Este grau de grandeza era imperativo devido à literal evaporação da componente de Defesa Aérea da Força Aérea Brasileira com a retirada dos Mirage III em 2005 e a sua polémica substituição por 12 Mirage 2000 franceses em segunda mão, entregues a partir de 2006. Obviamente, tal combinação de aparelhos – com uma idade média de vinte anos – não contribuiu para a credibilidade da força aérea brasileira… A situação é tanto mais grave quanto se sabe que quase 40% dos aviões em inventário na FAB estão fora de serviço, devido à sua idade e difícil manutenção no inclemente clima tropical brasileiro. Tal situação é insustentável num continente onde o armamento chavista é cada vez mais notório, com um aliado importante na Bolívia, precisamente o principal fornecedor brasileiro de gás natural.

O hiato de qualidade entre o Brasil e os seus vizinhos é particularmente flagrante nos chamados “caças de linha”. Contra a dúzia de Mirage 2000 em segunda mão, os vizinho do país lusófono alinham aviões de 4,5 geração como os SU-30mk2 venezuelanos, os MiG-29 peruanos ou os F-16 de última geração chilenos.

2. Rafale

O concurso F-X2 decorre ainda e até outubro. À partida a vantagem continua a ser francesa. O Rafale precisa desesperadamente de ser exportado, depois dos fiascos que foram a derrota do aparelho em Marrocos, Holanda, Noruega, Arábia Saudita, Singapura, Coreia do Sul, EAU, etc, etc… A vitória no concurso brasileiro seria assim o primeiro sucesso de exportação francês e um sinal claro da competitividade do caça. Para que o Rafale triunfe no F-X2, a transferência de tecnologia é fundamental. Isto mesmo reconheceu o ministro da Defesa brasileiro Nelson Jobim: “Qualquer que seja o contrato final deve estar ligado de perto ao desenvolvimento nacional, de forma a ajudar ao avanço e à criação de uma indústria de Defesa forte”.

Quando Lula convidou Sarkozy para as comemorações do Dia da Independência e terá dito que gostaria de assinar nesse dia vários acordos de Defesa, muitos interpretaram a afirmação como um sinal da vantagem do Rafale no F-X2… Atualmente, a França é o maior fornecedor de armamento ao Brasil e essa vantagem não é de somenos, tornando o Rafale num adversário formidável.

3. O “defunto” Typhoon

No concurso, um dos concorrentes mais forte era o Typhoon da EADS… Este aparelho é hoje, a par do SU-30 russo, o único avião que conseguir opor alguma paridade ao melhor avião de combate do mundo: o F-22A Raptor, mas tem como preço unitário uns notáveis 130 milhões de dólares e isso estava muito aquém das possibilidades brasileiras.

4. O Gripen

O JAS-39 Gripen da Saab sueca tem conseguido uma série de sucessos na exportação em boa parte devido à sua disposição em transferir tecnologia, um dos pontos chaves no F-X2, como já vimos… Os Gripen são aviões muito flexíveis, sendo capazes de descolar de auto-estradas e como estes aviões suecos já operam na África do Sul com os mísseis A-Darter isso facilitaria a integração na FAB. A futura versão do Gripen, a Gripen Demo utilizará o radar Selex Galileo Vixen 500. Os seus motores F404 e F414 são de origem norte-americana e ainda que sejam de bom desempenho implicam que cada Gripen terá sempre que receber um aval de exportação dos EUA… Uma dificuldade que no passado recente impediu a exportação de CN-295 espanhóis à Venezuela e Super Tucanos brasileiros ao mesmo país sul-americano. Provavelmente, a maior fraqueza do Gripen neste concurso é o facto de ter apenas um motor. Isso preocupa os militares brasileiros que o julgam incapaz de patrulhar as extensões águas e territórios do país. Para tentar reduzir estas desvantagens o diretor de marketing da Saab anunciou recentemente que a Gripen International estava preparada para transferir para o Brasil até 50% de toda a produção futura do caça. Ou seja, futuras exportações para países terceiros viriam em metade da Suécia, metade do Brasil. A perspetiva é atraente e estará certamente a ser devidamente pesada em Brasília.

5. O Super Hornet

A proposta da Boeing é o F/A-18E/F Super Hornet, Block II. Como o Rafale é um aparelho passível de ser embarcado no porta-aviões São Paulo. Possível mas ainda que de forma incerta, já que como o Rafale poderá ser operado apenas de forma limitada a partir de um porta-aviões tão pequeno como o SP. A transferencia de tecnologia poderia também ser intensa, pela existência de um forte ramo civil da Boeing que poderia estabelecer interessantes parcerias com a Embraer. A versão Block II já demonstrou ser capaz de voar com um moderno radar AESA APG-79, um factor que não pode ser menosprezado… Contudo, o Super Hornet tem a reputação de uma pobre capacidade aerodinâmica, especialmente frente aos melhores aviões do mundo nesse campo, como o F-22 e o SU-30. É claro que o preço que ronda os 80 milhões de dólares por unidade é uma vantagem invejável, tornando mais barato que qualquer concorrente… Mas adquirir um avião que depende da autorizações do senado para cada compra ou reexportação será uma boa ideia?

Numa movimentação recente, a Boeing reforçou consideravelmente a sua proposta ao somar aos Super Hornet, um nível de detalhe único entre todos os proponentes:
28 F/A-18E Super Hornet,
8 F/A-18F Super Hornet,
76 F414-GE-400 motores: 72 instalados, 4 extra
36 AN/APG-79 AESA Radares
36 M61A2 canhões de 20mm
44 Joint Helmet Mounted Cueing Systems (JHMCS)
144 LAU-127 Lançadores
28 AIM-120C-7 Advanced Medium Range Air-to-Air Mísseis (AMRAAM)
28 AIM-9M Sidewinder short range air-air mísseis.
60 GBU-31/32 Joint Direct Attack Munitions (JDAM)
36 AGM-154 Joint Standoff Weapon (JSOW) precision glide
10 AGM-88B HARM mísseis anti-radar
36 AN/ASQ-228v2 Advanced Targeting Forward-Looking Infrared (ATFLIR) pods de vigilância
36 AN/ALR-67v3 Radar Warning Receivers
36 of BAE’s AN/ALQ-214 Radio Frequency Countermeasures systems
40 of BAE’s AN/ALE-47 Electronic Warfare Countermeasures systems
112 AN/ALE-50 Towed Decoys

Fonte:
http://www.defenseindustrydaily.com/brazil-embarking-upon-f-x2-fighter-program-04179/?utm_campaign=newsletter&utm_source=did&utm_medium=textlink#more-4179

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Quids S16: Que foguetão será este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A Índia está a avaliar os concorrentes do seu programa MMRCA

F/A-18F Super Hornet (http://www.air-attack.com)

F/A-18F Super Hornet (http://www.air-attack.com)

A Índia está agora num período com nove meses de duração em que irá avaliar os seus finalistas para o seu concurso internacional de 11 biliões de dólares “medium multi-role combat aircraft” (MMRCA).

Por estes dias, dois F/A-18F Super Hornet e um avião reabastecedor já estão no país e executando uma série de ensaios. De seguida, serão avaliados o Dassault Rafale francês, o Eurofighter Typhoon europeu, o Lockheed Martin F-16IN norte-americano, o Saab Gripen IN sueco e o russo MiG MiG-35, numa ordem ainda por determinar.

O MMRCA é o concurso aeronáutico mais importante da atualidade, com os seus 126 aviões, dos quais apenas 18 serão vendidos pelo vencedor, sendo os restantes construídos localmente, pela Hindustan Aeronautics, como tem sido tradição com as últimas compras indianas. Pelo montante envolvido pode determinar a sobrevivência ou o fim de empresas como a RSK que joga aqui uma cartada de vida ou de morte… Para a Dassault poderá ser a derradeira oportunidade de ganhar um contrato de exportação, que, depois pode abrir a porta a outros, para os norte-americanos uma importante primeira presença num mercado tradicionalmente russo ou francês e para os europeus e suecos uma novidade e uma oportunidade para manter a produção dos seus aparelhos durante mais alguns anos.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/08/21/331273/india-launches-flight-evaluations-for-combat-aircraft.html

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As IPSS da Segurança Social recusam crianças filhas de desempregados

Que país é este onde as creches recusam as inscrições às mães desempregadas? Aparentemente, e segundo notícia do Expresso esse é o procedimento “normal” em algumas creches portuguesas, sendo o caso de uma da Segurança Social em São Domingos de Rana (pública!) onde terão confidenciado a uma mãe desempregada que “estavam a dar prioridade aos pais empregados, já que os desempregados não têm a mesma urgência social”. A dita instituição pertencia ao Instituto da Sagrada Família da Madorna, estando ligada à Igreja e reiterava o discurso inclemente tantas vezes utilizado por esta instituição… O caso contudo não é único, como confessa o próprio ministério e resulta fundamentalmente da escassez da oferta social num mercado onde até os privados mais medíocres que arrogam ao direito de cobrarem preços exorbitantes entre os 300 e os 400 euros.

A cobertura pública tem que aumentar (atualmente inferior a 30% do país), os preços descontrolados que os privados praticam têm que ser regulados e vigiados, já que a efetiva política de cartelização entre estas instituições está a aniquilar a concorrência e a inflacionar os preços. E sobretudo, o Estado tem que vigiar este verdadeiro abuso que é o de discriminarem pessoas que de per si se encontram já numa situação social e economicamente muito crítica.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/creches-fecham-portas-a-filhos-de-desempregados=f531400

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Sobre os novos domínios raíz do DNS, a partir de 2010 e apresentação da proposta para o .luso

Todos estamos habituados a utilizar os sufixos “.com” e “.org” nos endereços dos sites que visitamos nos nossos web browsers (como o Internet Explorer ou o Mozilla Firefox). Ora, a partir de 2010, a entidade que regula o sistema de nomes de domínios na Internet, a “Internet Corporation for Assigned Names and Numbers” (ICANN) anunciou que iria disponibilizar novos endereços raiz, ou seja novos sufixos primários. Estes novos domínios primários irão cobrir todas as línguas e temáticas.

Com a tecnologia atual, a ICANN permite apenas a criação de domínios com carateres do alfabeto romano padrão, isto é, sem carateres especiais como ç ou á ou í. Ora segundo o diretor de comunicação do ICANN, Brad White a organização vai abrir essa possibilidade a partir da segunda metade de 2010.

A lista de nomes de domínio de topo (DNS) é já relativamente extensa, contendo mais de duas centenas de nomes, para alem dois muito conhecidos .com, .org ou .edu, (respetivamente, “empresas COMerciais”, “ORGanizações” não-lucrativas, “EDUcação)”. A maioria, contudo, designa países como .pt para Portugal, .br para Brasil ou .ao para Angola

Ora é esta lista restrita que se vai abrir em 2010. A partir de então, particulares, empresas e associações e instituições poderão candidatar-se a novos domínios de raiz, quer com objetivos meramente comerciais, por exemplo, empresas como a Nokia, poderão requerer um domínio-raíz “.nokia” e particulares algo como “.nome” de forma a registarem domínios como “billgates”, sem o www (que já aliás já não é necessário) e até sem o “.com” (deselegante se se trata de um site pessoal).

A partir de 2010, será possível propor um nome de domínio raiz novo à ICANN e por pagamento ainda a definir, usá-lo.

Proposta:

Tendo em conta que a partir de 2010, será possível submeter à ICANN novos nomes de domínios raiz, porque não aproveitar esta janela de oportunidade aberta precisamente no meio que mais pode unir os geograficamente dispersos povos da lusofonia, a Internet e propor um nome de domínio raiz lusófono? Porque não abordar a CPLP, que tem precisamente do domínio das tecnologias de informação uma das suas áreas de ação privilegiadas e propor (sob o nome e iniciativa da CPLP) a criação do nome “.luso”?

Com este novo nome de domínio raiz, entidades publicas (como a CPLP) ou privadas que operam comercialmente em vários países lusófonos, como a Portugal Telecom, a Embraer ou o… MIL: Movimento Internacional Lusófono, poderiam adotar domínios como http://www.telecom.luso, http://www.embraer.luso Ou http://www.movimentolusofono.luso.

Fontes:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1375089

http://www.icann.org/en/topics/new-gtld-program.htm

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Um Banco comete um erro a seu (des)favor e um tal de Joe Martins fica a dever 211 triliões

Um norte-americano residente em Cobb County com um nome que indicia uma ascendência portuguesa: Joe Martins (um nome que cria em mim uma estranha ressonância) recebeu uma carta do seu Banco, um tal de Wachovia Bank – onde tinha acabado de fechar uma conta – alegando que Joe Martins devia ao Banco a astronómica quantia de 211,010,028,257,303.00 dólares, ou seja 211 triliões de dólares!!! A carta avisava que o Wachovia denunciara a Joe à agência que lista devedores nos EUA e o norte-americano compreendeu rapidamente que o seu crédito bancário fora comprometido. Esta não foi a primeira que esse Banco se enganou numa conta de um cliente, algo que já teria acontecido ao próprio Joe Martins…

O Banco desculpou-se invocando “um erro no processador de texto”, isto é, usando o argumento do costume, que já safou tanto administrador de IT deste mundo: culpando a Microsoft e enviando uma carta com um pedido de desculpas e alegando que o nome do seu cliente (entretanto e no decurso do processo tornado em “ex-cliente”) nunca tinha entrado no sistema de devedores, mas ficam algumas incredulidades: as cartas para estes devedores são escritas à mão, em processadores de texto?… Pois sim, foi um erro de um qualquer programa de processamento de dívidas e o Banco não o quis admitir, preferindo culpar a… Microsoft. Por estas e por outras é que os Bancos dos EUA se viram no buraco em que estiveram e cuja fundura nos arrastou a todos.

Fonte:
http://www.wsbtv.com/news/14740712/detail.html

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O Teletrabalho pode poupar até uma hora e um quarto por dia

Desde há muito que sou um fervoroso adepto das virtudes do Teletrabalho. Segundo um estudo da empresa de comunicações Avaya, o teletrabalho poupa até uma hora e um quarto por dia, tempo recuperado a partir da poupança média em viagens de ida e volta para o emprego e para casa. Naturalmente, alguns dos trabalhadores – quer por pressão do Empregador, quer por vontade do próprio – optaram por passar esse tempo extra com a família, outros a trabalharem ainda mais horas e outros simplesmente, em tempos de lazer…

A adopção generalizada de métodos de teletrabalho poderia aumentar significativamente a produtividade da economia portuguesa. Não pela via “bruta” do simples aumento aritmético do número de horas trabalhadas, mas porque havendo maior qualidade de vida, menor cansaço criado por horas dentro de transportes sobrelotados e automóveis em “pára-arranca”, os trabalhadores estariam em melhores condições psicológicas para cumprirem com eficiência e qualidade as suas tarefas. A adopção do Teletrabalho iria também reduzir a crónica fatura energética do país, ao reduzir os gastos em combustíveis e energia de forma muito significativa…

Atualmente, segundo o inquérito internacional “Flexible Working 2009”, que congrega 3500 respostas de trabalhadores dos EUA, França, Alemanha, Itália, Rússia e Reino Unido, 19% destes trabalhadores exercem a sua atividade laboral fora do seu escritório, durante 5 dias por semana, e outros 16% fazem-no de forma mais variável, consoante com as necessidades das suas organizações. Em Portugal, empresas multinacionais como a HP e a Microsoft já mantêm uma parte da sua força de trabalho em regime de teletrabalho.

Falta ainda o enquadramento legal que permita que as empresas invistam de forma mais sistemática no teletrabalho. Neste contexto, a Gripe A poderá dar o devido impulso, já que muitas empresas elaboraram planos de contingência em que os trabalhadores em quarentena, trabalham a partir de casa, com portáteis e ligações seguras por Redes Privadas (VPN). Se tal necessidade levar à activação destes planos e se estes se revelarem bem sucedidos ao manterem em funcionamento empresas que de outro modo ficariam imobilizadas, então terá sido dado pela via do exemplo, um impulso decisivo à disseminação do teletrabalho entre nós: com benefícios para as empresas (mais horas de trabalho e maior produtividade), para os trabalhadores (mais horas para descanso e lazer) e até para o clima e para o déficite da Balança Comercial de Pagamentos (menos importações de combustíveis). Tudo parece positivo… Mas há que acautelar que nem todas as pessoas e nem todos os tipos de trabalho se adequam ao teletrabalho…

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1396744

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Quids S16: Em que ilha foi tirada esta fotografia?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Os AMX italianos vão ser enviados para o Afeganistão?

A força aérea italiana completou uma campanha de 4 semanas de qualificação dos seus aviões de ataque AMX para um possível empenhamento no difícil cenário afegão. Destes destes aparelhos – atualizados para o padrão ACOL – participaram recentemente em exercícios “Red Flag” nos EUA, tendo-se saído bastante bem em missões de escolta a comboios e de apoio próximo a combate urbano, usando para tal o canhão de 30 mm e bombas GBU-12.

A actualização ACOL é o produto de uma parceria entre a Alenia Aeronautica, a Alenia Aermacchi, a Galileo Avionica e a Selex Communications. Com a actualização, os AMX passam a poder utilizar armas GPS, um pod de reconhecimento Rafel e visão noturna.

apenas uma parte dos AM-X serão retirados de serviço. Porém a Itália deve modernizar cerca de 54 caças, que devem se manter operacionais por um longo tempo. Afinal, estes foram desenvolvidos entre 1990 e 2000

Uma parte frota de AMX está prestes a ser retirada, devido à elevada idade das airframes, mas o resultado do “Red Flag” torna possível a sua deslocação para o Afeganistão… Onde aviões com as suas características fazem grande falta. Para além dos aparelhos a retirar, a Itália continuará a operar 54 aviões deste tipo, modernizados recentemente.

No passado, os AMX italianos realizaram várias missões bem sucedidas na Sérvia e na Bósnia, também ao serviço da NATO. A sua aparição no Afeganistão seria certamente a sua última missão militar e daria ao único outro país que opera este tipo – o Brasil – a mensagem de que o aparelho ainda mantêm elevados níveis de eficiência e utilidade militar.

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/09/03/331778/pictures-italy-prepares-amx-fleet-for-possible-afghanistan.html

*Agradecimentos a Gaitero pela correção

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | Etiquetas: , , | 6 comentários

Destaque no Notícias Lusófonas: “O Movimento Internacional Lusófono e as eleições portuguesas”

«A governação de um país, qualquer que ele seja, deve obedecer sempre a uma visão estratégica. Na perspectiva do MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO, conforme resulta da nossa “Declaração de Princípios e Objectivos”, bem como de outros documentos que temos emitido, essa visão estratégica para Portugal passa por uma progressiva convergência entre todos os países lusófonos, para benefício de todos eles, de todos nós.»

«Após o estudo dos programas eleitorais dos partidos concorrentes às próximas eleições legislativas, bem como das respostas ao inquérito que realizámos aos mesmos, constatamos que nenhum deles assume essa convergência lusófona como o eixo da sua visão estratégica para Portugal. Há apenas algumas medidas avulsas, como, por exemplo, no Programa do Partido Socialista, a criação do Estatuto de Cidadão da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que vai, em parte, ao encontro da petição do MIL que defende o “Passaporte Lusófono” (http://www.gopetition.com/online/20337.html).

Dizemo-lo, note-se, sem com isso querermos entrar no jogo partidário. Do mesmo modo que nos assumimos como trans-nacionalistas, em prol dessa convergência lusófona, assim também nos assumimos como trans-partidários, na premissa de que essa visão estratégica para o país deverá ser assumida, ainda que de forma diversa, por todos os partidos. Difundir essa visão estratégica, eis, tão-só, o que o MIL pretende.»

Fonte:

http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=23948&catogory=Comunicados

Categories: Lusofonia, Movimento Internacional Lusófono, Política Nacional, Portugal | 14 comentários

A guerra no Afeganistão está a ser perdida

Os próprios comandos do contingente internacional que tenta travar a ofensiva talibã no Afeganistão admitem: a guerra está a correr muito mal. Essa é pelo menos a opinião do principal general dos Estados Unidos no Afeganistão.

(US Navy Seals em ação no Afeganistão)

Segundo o general Stanley McChrystal é preciso rever a estratégia aliada. O general admite que existe atualmente uma grave crise de confiança nas forças afegãs e na própria população, que não vê vantagens da presença aliada. O general admite também que existem várias localidades importantes no Afeganistão sob controlo talibã.

Porventura o maior problema afegão será a existência de elevadíssimos níveis de corrupção no governo. Esta corrupção arruina a crença popular na capacidade do Governo e impede que este resolva as mais básicas necessidades da sua população enquanto uma pequena clique – erguida em torno de Karzai – enriquece de forma explosiva e escandalosa.

Atualmente, já existem no Afeganistão “zonas libertadas” onde os talibãs montaram um Estado paralelo, com hospitais, postos de polícia e tribunais, que funcionam e que são bem acolhidos e respeitados pelas populações locais, ao contrário dos órgãos oficiais do Governo que simplesmente não funcionam. Cada nova cidade que caia nas mãos dos Talibãs e que estes provem que sabem administrar melhor que o Governo é um golpe terrível na estratégia da NATO neste país.

O maior problema do Afeganistão não é a força, a capacidade ou o apoio popular dos talibãs. É a incapacidade crónica do governo afegão.

O Ocidente pode continuar a derramar mais soldados e meios sobre o atoleiro afegão, mas se não puder contar com um governo minimamente competente e empenhado (como há, apesar de tudo, no Iraque) então enviar ou manter no Afeganistão um só soldado da NATO é uma pura e simples asneira assassina.

Fonte:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398453

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Quids S16: Que filme é este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Uma empresa espanhola ganha (?) o 2º troço do TGV

Ferreira Leite lá fez renascer o fantasma do “perigo espanhol” a propósito do TGV, mas com ou sem fantasma (esse mesmo que oprime a lusofonia na Galiza e ocupa Olivença) lá se vai safando…

Ainda que tivesse sido excluído da fase final das negociações no concurso para a concessão do primeiro troço de alta velocidade Poceirão-Caia (ganha pela portuguesa Mota-Engil), agora, os espanhóis da FCC vieram com a proposta mais baixa de todas para o segundo troço do TGV, entre Lisboa e o Poceirão, o mesmo que inclui a polémica terceira travessia sobre o rio Tejo.

Como o critério do custo é o dominante neste concurso as hipóteses da empresa espanhola ganhar o segundo troço são muito fortes… Isto são más notícias para os consórcios portugueses da Mota-Engil (Altavia) e Brisa-Soares da Costa (Elos). Das duas, mesmo a mais barata, a da Motal-Engil está a 300 milhões de euros da proposta espanhola! Enquanto que os governos espanhóis se desfazem em artimanhas para favorecerem as suas empresas em concursos internacionais, cá em Portugal preparamo-nos para dar de mão beijada um dos investimentos estratégicos do século a espanhóis… Sacrificando emprego em Portugal e que os lucros saiam do país, a caminho de Madrid.

Fonte:
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398726

Categories: Economia, Política Nacional, Portugal | Etiquetas: | 4 comentários

COMUNICADO DO MIL SOBRE AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS EM PORTUGAL

A governação de um país, qualquer que ele seja, deve obedecer sempre a uma visão estratégica. Na perspectiva do MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO, conforme resulta da nossa “Declaração de Princípios e Objectivos”, bem como de outros documentos que temos emitido, essa visão estratégica para Portugal passa por uma progressiva convergência entre todos os países lusófonos, para benefício de todos eles, de todos nós.

Após o estudo dos programas eleitorais dos partidos concorrentes às próximas eleições legislativas, bem como das respostas ao inquérito que realizámos aos mesmos, constatamos que nenhum deles assume essa convergência lusófona como o eixo da sua visão estratégica para Portugal. Há apenas algumas medidas avulsas, como, por exemplo, no Programa do Partido Socialista, a criação do Estatuto de Cidadão da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que vai, em parte, ao encontro da petição da MIL que defende o “Passaporte Lusófono”.

Dizemo-lo, note-se, sem com isso querermos entrar no jogo partidário. Do mesmo modo que nos assumimos como trans-nacionalistas, em prol dessa convergência lusófona, assim também nos assumimos como trans-partidários, na premissa de que essa visão estratégica para o país deverá ser assumida, ainda que de forma diversa, por todos os partidos. Difundir essa visão estratégica, eis, tão-só, o que o MIL pretende.

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

www.movimentolusofono.org

O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico que conta já com cerca de um milhar de adesões, de todos os países lusófonos.
MIL-COMISSÃO EXECUTIVA:
António José Borges, Casimiro Ceivães, Eurico Ribeiro, José Pires F., Renato Epifânio (porta-voz) e Rui Martins.
MIL-CONSELHO CONSULTIVO:
Alexandre Banhos Campo (Galiza), Amândio Silva (Portugal), Amorim Pinto (Goa), Artur Alonso Novelhe (Galiza), Carlos Frederico Costa Leite (Brasil), Carlos Vargas (Portugal), Fernando Sacramento (Portugal), Francisco José Fadul (Guiné-Bissau), Jorge Ferrão (Moçambique), Jorge da Paz Rodrigues (Portugal), José António Sequeira Carvalho (Portugal), José Jorge Peralta (Brasil), José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde), José Manuel Barbosa (Galiza), Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil), Luís Costa (Timor), Manuel Duarte de Sousa (Angola), Miguel Real (Portugal), Miriam de Sales Oliveira (Brasil), Nuno Rebocho (Cabo Verde), Octávio dos Santos (Portugal), Paulo Daio (São Tomé e Príncipe), Paulo Pereira (Brasil) e Vitório Rosário Cardoso (Macau).

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A decisão do F-X2 foi adiada até 2 de outubro

A força aérea brasileira (FAB) concedeu aos três finalistas do programa F-X2 (Boeing, Dassault e Saab) mais dez dias para apresentarem as suas propostas finais dos 36 caças para a FAB.

A atividade dos representantes da Boeing, Dassault e Saab em Brasília (onde todos têm estado nas últimas semanas) vai então intensificar-se… Até 2 de outubro. Este prolongamento parece resultar das novas propostas – muito competitivas – de norte-americanos e suecos e é surpreendente porque todos esperavam que o F-X2 terminasse em 7 de setembro. Especialmente quando nesse dia Lula e Sarkozy anunciavam publicamente a vitória do Rafale! Mas logo no dia seguinte, Jobim vinha desmentir Lula e garantir que o concurso continuava aberto! Que confusão!… Terá Lula falado cedo demais, ou estarão os brasileiros à procura de obterem mais vantagens da França? Saberemos alguma vez o que realmente se passou?

Fonte:
http://www.flightglobal.com/articles/2009/09/22/332588/brazil-extends-final-bid-deadline-for-fx-2-fighter-deal.html

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Quids S16: Que filme é este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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Recessão Mundial: O princípio do ocaso dos Cartões de Crédito?

Todos nós já fomos abordados por um daqueles incómodos, mas esforçados, vendedores de cartões de crédito, que pululam nos supermercados e grandes superfícies… Não há muitas pessoas que – como eu – não tenham um ou mais, desses cartões, tal tem sido a pressão mediática e das máquinas de marketing. E se há país no mundo onde esses cartões são mais hiperabundantes, este é os EUA…

A crise nos EUA teve muito a ver com padrões excessivos de Consumo, não sustentados na produção de riqueza e assentes em níveis de endividamento insustentáveis a curto prazo. As empresas financeiras responderam ao quase colapso do mercado dos empréstimos de consumo aumentando o nível de exigência, aumentado as taxas e reduzindo os plafounds dos cartões de crédito. De forma tardia, a indústria do Crédito lá se vai adaptando aos excessos do passado recente…

Até ao final do anos, um corte total de 20% nos plafounds dos cartões de crédito disponíveis nos EUA será feito e mais de metade destes cartões – contas inativas – será cancelado até 2010. Em fevereiro de 2010, entra em vigor a lei que obriga as empresas de crédito a serem mais transparentes e aumentarem as taxas, cobrando obrigatoriamente anuidades… Estima-se que estas medidas – já antecipadas por boa parte das empresas do ramo – reduzam para metade o número de cartões disponíveis nos EUA, que atualmente corresponde a uma absurda proporção de… Cinco para cada norte-americano!

Um tal caminho, sempre em direção a níveis de endividamento crescentes, teria que inevitavelmente acabar por dar na crise financeira e, depois, na recessão atual. É impossível continuar a viver neste tipo de sociedades onde o consumo crescente é alimentado pelo endividamento constante. O Ocidente tem vivido desde a década de 90 de endividamento das famílias e das empresas, para suportar as importações do Oriente. A recessão atual, com a consequente retração do crédito pode criar agora condições para interromper este ciclo vicioso: consumo – dívida. Nos EUA estes sinais são encorajadores… Talvez agora os consumidores ganhem consciência de que não podem continuar a consumir aquilo que não podem pagar com os seus rendimentos… As empresas de crédito, essas, parecem ter já percebido que se querem sobreviver, têm que ser mais contidas… Esperemos agora que o exemplo frutifique no resto do mundo.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/o-fim-dos-cartoes-de-credito=f533277

Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Portugal | 1 Comentário

O carro elétrico Bluecar: à venda já em 2010

Os primeiros exemplares do Bluecar, um automóvel inteiramente elétrico fabricado em parceria pelo grupo francês Bolloré e pelo italiano Pininfarina acontecerão já em meados do ano que vem.

O veículo será construído em Turim (Itália) e estará à venda – numa primeira fase – em seis países europeus: Itália, França, Alemanha, Reino Unido, Espanha e Suíça. Numa segunda fase a comercialização será estendida aos EUA e aos mercados asiáticos.

As baterias, peça fundamental num veículo deste tipo, serão fabricadas nas instalações que o grupo mantêm na Grã-Bretanha, França e Canadá e oferecerão ao Bluecar uma autonomia de 250 km.

Existem já mais de 6 mil pré-reservas do Bluecar, que será comercializado usando um inédito modelo comercial, alugando cada veículo por 330 euros mensais, durante um período nunca inferior a 3 meses. O modelo é interessante e pode resolver as dúvidas daqueles que questionam se a prazo será uma boa opção escolher um carro elétrico. Contudo, com ou sem boas baterias, o problema dos carros elétricos persiste: se uma extensa e eficiente rede distribuição, de tomadas amplamente dispersas pelas vias públicas, nunca haverá carros elétricos massificados. O problema é que este é um problema em “ciclo eterno”: sem carros não há rede, e vice-versa! O “loop” só poderá provavelmente ser quebrado por uma iniciativa governamental, que financie a construção de uma rede de abastecimento de eletricidade, usada por veículos privados.

Fonte:
http://aeiou.expresso.pt/tecnologia-carro-electrico-bluecar-deve-comecar-a-ser-comercializado-entre-a-primavera-e-o-verao=f533502

Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia | Deixe um comentário

Quids S16: Qual de dois satélites poderia ser este?

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1. Todos os quids valem um ponto.

2. Os Quids são lançados pela manhã. Entre as 6:00 e as 10:00 (Hora de Lisboa)

3. As pistas só serão dadas à hora de almoço (12:30-14:30). Contudo, nesse período do dia seguinte podem ser dadas várias pistas, desde que pedidas por um (qualquer) dos participantes.

4. Só há quids entre 2ª e 6ª (incluindo feriados). Salvo imprevisto…

5. Os Quids terminam quando um concorrente chegar aos 30 pontos.

6. É vivamente desencorajado o uso de vários nicknames para o mesmo concorrente, já que desvirtua o espírito do jogo. Lembrem-se que o IP tudo revela…

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A ESA prepara o lançamento do satélite Proba-2

A Sonda Proba-2 da ESA em http://ilrs.gsfc.nasa.gov

A Sonda Proba-2 da ESA em http://ilrs.gsfc.nasa.gov

A sonda Proba-2 chegou ao cósmodromo de Plesetsk, na Rússia, de onde será lançada durante o mês de novembro. Trata-se de um dos menores satélites jamais construídos pela ESA, a Agencia Espacial Europeia e é uma evolução a partir da Proba-2.

A sonda não segue a estrutura habitual da maioria dos satélites (por andares), mas incorpora todo o equipamento numa única estrutura cúbica com menos de um metro. Mas não nos iludamos: apesar de pequena, o satélite transporta 17 novos equipamentos tecnológicos e 4 experiências científicas distintas de observação do Sol e do Clima.

O lançamento do pequeno satélite recorrerá a um conceito de optimização de custos em que a Proba-2 irá ser lançada pelo mesmo foguetão que vai colocar em órbita o “Soil Moisture and Ocean Salinity” (SMOS) também da ESA em 2 de novembro de 2009. A estratégia resulta numa evidente poupança de custos, naturalmente, mas implica também um aumento de risco, já que mesmo os russos têm uma taxa de sucesso de 14 em 15 lançamentos… Esperemos que a Proba-2 e o SMOS não tenham o azar de apanhar com esse tal 15o lançamento fatídico…

Fontes:
http://www.space-travel.com/reports/Proba_2_Flies_Into_Its_Russian_Launch_Site_999.html
http://ilrs.gsfc.nasa.gov/satellite_missions/list_of_satellites/prb2_general.html

Categories: Ciência e Tecnologia, SpaceNewsPt | 3 comentários

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