Daily Archives: 2009/08/06

Teixeira de Pascoaes: Sobre a Saudade – parte 7

“Foi a Saudade, transfigurada em Acção e Vitoria no corpo de Afonso Henriques, que riscou na Ibéria as fronteiras de Portugal. Foi a Saudade o zéfiro do Remoto que enfunou as velas das nossas Naus descobridoras. Foi ela que venceu em Aljubarrota. Foi ela que cantou as estrofes d’os Lusíadas. Foi ela que dobrou o Cabo das Tormentas; e, fitando na noite tempestuosa, o vulto do Adamastor, o converteu num fragoroso promontório. Foi ela que criou, nos seus dias de luto, a misteriosa figura do Encoberto. Foi ela que despedaçou as nossas grilhetas em 1640, e, com um relâmpago dos seus olhos, fulminou o leão castelhano. Foi ainda ela que animou a alma popular no dia 5 de outubro… Essa ultima esperança que não devemos deixar morrer!”

Portugal é um país extraordinário. E não o dizemos em resultado da aplicação acéfala de qualquer nacionalismo bacoco ou anacrónico mas constatando a espantosa e única realidade da nossa própria existência onde as energia centrípetas de Castela e Madrid conseguiram tudo conformar ao seu império. Portugal, foi o único que logrou sobreviver a este Buraco Negro político centrado na meseta ibérica, e essa idiossincrasia nacional não é fácil de explicar. Foi este milagre que levou à presença de uma corrente subterrânea mas constante de providencialismo e messianismo ao longo da nossa Historia, que não pode ser explicado apenas pela presença no nosso sangue de 20% de ascendência judaica ou através da absorção da cultura judaica pela mão dos Cristãos-Novos.

“É absolutamente preciso que a esperança que nos deu o dia 5 de outubro, não morra; e para isso, é absolutamente preciso que a nossa República seja uma República Portuguesa e não uma República afrancesada, como o Constitucionalismo. E porque a monarquia constitucional não soube ser portuguesa, é que ela caiu sem nada legar a Portugal, a não ser os seus vícios e os seus crimes.”

Como apontaram justa e com grande acuidade Miguel Real e António Telmo, a grande disfunção da atual forma de “organização estatal” assumida pela Republica resulta do expurgo quase total do papel que a religião e a espiritualidade podem e devem cumprir nas formas de organização das sociedades. A época histórica em que essa sintonia entre Estado e Religião foi maior corresponde à Idade Média portuguesa, sobretudo sob Dom Dinis, o monarca que construiu o país que os seus sucessores saberiam lançar na gigantesca e incrível gesta universalista dos Descobrimentos, malbarantando depois este capital de desenvolvimento ao deixarem-se seduzir pelo ultracatolicismo e pelos princípios centralistas de Maquiavel, já sob o reinado de Dom Manuel e de Dom João III.

Ora a infusão do republicanismo positivista francês (a perniciosa influência de “Paris”) bastas vezes citada por Pascoaes e a – anterior e antecessora – influência britânica da monarquia constitucional tinham esse ponto em comum: o de encontrarem na influencia da religião católica a razão para a “decadência dos povos peninsulares” que haveria de levar Antero de Quental ao suicídio. Mas quer republicanos, quer liberais confundiam a influencia imperialista da Roma (Igreja Católica) de Pascoaes com a influencia da religião e espiritualidade. Sem duvida que podemos localizar na Inquisição, com a sua perseguição fanática e cega aos banqueiros judeus, na sua perseguição a todos os livres pensadores, cientistas e filósofos mais ou menos heréticos uma boa parte da quota de responsabilidade pelo pouco apreço pela inovação e pela ciência que ainda hoje se regista em Portugal. Mas essa influencia negativa à criatividade (sempre pelo medo da diferença, que poderia chamar a atenção perigosa das autoridades inquisitoriais) radica muito mais na visão extremada do catolicismo pós-Trento do que na de um Cristianismo tolerante e popular que se manteve vivo até hoje nos ritos do Culto do Espírito Santo nos Açores e no Brasil e que mais espiritualista do que estatista ou sistémico animava a alma portuguesa que florescendo na nossa Baixa Idade Media e Renascimento formaria um país que é ainda hoje a nação mais antiga da Europa.

A época em que a espiritualidade da religião popular portuguesa melhor coexistiu com as estruturas e órgãos do Estado foi – já o dissemos – a Idade Media. Nela, os concelhos concentravam localmente o essencial das competências do Estado, formando uma malha administrativa que muito se assemelhava à “federação de municípios livres” de Agostinho da Silva. Em Portugal nunca houve verdadeiro feudalismo, pelo menos não sob os modelos francês ou inglês, já que a nobreza nunca deteve aqui, entre nós, a mesma influencia junto dos monarcas, que sempre a souberam enquadrar e domesticar… Sem o peso dominante desse ramo indoeuropeu das sociedades (Clero-Nobreza-Terceiro Estado), a burguesia municipal pôde, com a aliança e cumplicidade dos monarcas forjar um regime de autonomia e liberdade republicana que poderia servir de modelo ainda hoje, quando a questão da “Regionalização” torna a ficar atual…

A República de 1910 não confiava no mundo rural. Via nele (justamente) simpatias pela monarquia que acabara de derrubar nas grandes cidades e reconhecia aqui uma influencia católica que receava… Por isso, destruiu as virtudes da autonomia municipalista que herdara da monarquia e enveredou por uma viva caminhada anticlerical que cedo descambaria para uma deriva anti-religiosa e anti-espiritualista. Extirpando a alma religiosa da portugalidade, a República daria origem a um nadomorto que os movimentos ultracatólicos haveriam de aproveitar a seu favor, lançando as bases para uma reacção extremada que traria cinquenta anos de obscurantismo salazarista.

“O Constitucionalismo nunca se casou com a Nacionalidade Portuguesa, porque foi sempre estrangeiro. Toda a obra que um povo realizar, fora do seu espírito, não vinga, é estéril e condenada a uma morte próxima.”

É a ligação entre corpo nacional e espirito português que se quebrou na monarquia constitucional e que Teixeira de Pascoaes também não tardou em reconhecer na perniciosa ascendência das ideias republicanas francesas entre os republicanos portugueses. Aquilo que a Republica fez, procurou o filósofo de Amarante reatar, buscando numa re-ligação telúrica e naturalística reencontrar o fio de ariadne da espiritualidade portuguesa. A repelida alma portuguesa seria reencontrada na recuperação do ponto central do pensamento pascoaliano: a Saudade.

Desprovido do edifício religioso fornecido durante séculos pelo catolicismo e expurgado (a bem ou a mal) pelo anticlericalismo republicano, Pascoaes assumia que só repondo uma alma religiosa em Portugal poderia o país sair deste torpor suicidário onde vegetava desde a perda do rei nas areias de Alcácer Quibir e via na Saudade o corpo essencial desta espiritualidade perdida. Esse sentimento teorizado Dom Duarte no “Leal Conselheiro” de insatisfação perante a realidade quotidiana, essa energia anímica que empurrava os oestriminios a comerciar com as ilhas britânicas em busca do cobre procurado no extremo ocidente por fenícios e cartagineses e que potenciada pelos célticos e pelos colonos semitas no sul da Península serviria de matriz fundadora do aventureirismo luso.

Será numa versão atualizada deste sentimento religioso popular, telúrico, naturalístico, assente no espirito positivo e motivador da Saúde que hoje é também necessário fazer alicerçar a saída de Portugal para fora deste torpor com cheiro de morte onde os “senhores louros da Europa do norte” de Agostinho da Silva nos encastraram. Sejamos claros: é necessário reinventar a religião portuguesa se queremos que Portugal saia desta caminhada autodestrutiva: uma religião que cumpra o papel de re-ligar o homem com o meio natural, com os pequenos deusas e ninfas das fontes e dos perros do período pré-romano e celtizante, transportado quase intacto até ao são e tolerante politeísmo romano. Essa intemporalidade característica do tempo mítico – completamente distinto do tempo anti-circular do Positivismo – é a essência que se pode antever na busca eterna pelo “Prestes João”, pelo “Caminho das Índias”, pela “Ilha das Sete Cidades”, pela “Ilha dos Amores, por enfim, todas as quimeras extra-mundo que os portugueses sempre buscaram ao longo da Historia, quer conscientemente, embarcando nas naus e caravelas, quer inconscientemente partindo para as feitorias e colónias de África, Brasil e Índia e, mais tarde, partindo na aventura da emigração.

É como se os portugueses tivessem uma consciência inconsciente da impossibilidade da sua existência como país independente e incapazes de suportar a fragilidade económica a que a pobreza dos seus chãos e minas os votou buscassem na Transcendência um refugio para esta existência terreal. Esta fuga para a Transcendência é o movimento para a Saudade que atravessa todas as formas de expressão culturais em Portugal, a começar pela mais perene e influente matriz cultural da História portuguesa que é o Sebastianismo, ele próprio expressão máxima da incapacidade lusa para viver no mundo concreto e da sua recusa pela aceitação de um facto tão material e concreto como a perda de um rei. Se a nem a morte real consegue penetrar a densa malha do sentimento popular é porque essa malha assenta na estrutura mental herdade dos cónios, turdulos e lusitanos. Essa negação – quase doentia – da realidade é a expressão da Saudade e o facto deste Sebastianismo ter conseguido devolver algo que parecia impossível – dada a força do adversário – significa que a Saudade é uma energia positiva, capaz de feitos impossíveis a sistema de pensamento mais práticos, utilitários e “lógicos”, como aqueles que encontramos nos países do norte da Europa que hoje regem a Europa de forma mais ou menos imperial.

“Mas antes de tudo, é preciso que Portugal seja governado por homens representativos da sua Raça, e não por bacharéis desnacionalizados, tendo apenas no cérebro vagas teorias jurídico-sociais, importadas do Estrangeiro, bebidas à pressa na Universidade de Coimbra, esse terrível foco desnacionalizador, por cruel ironia, situado no meio da mais estranha paisagem quinhentista, onde a Sombra de Camões e a Sombra de Bernardim perpassam à luz do luar…”
(…)
“É preciso que as nossas leis não sejam confusas cópias de leis estrangeiras, mas que sejam feitas dentro do carácter português e da época, formando um todo harmónico e orgânico, com uma alma e um corpo, em vez duma jurídica salada exótica…”

De novo, os problemas da Primeira República estão por resolver e persistem ainda hoje… Ontem, como hoje, se existem ainda graves lacunas na boa governança da “coisa pública” portuguesa, esta deve-se à inexistência de uma elite política digna desse nome. A reduzida clique de “líderes políticos” que se alterna no Poder, quer sob o destrutivo “rotativismo” da Primeira Republica, quer sob o atual regime. É esta a elite que Portugal teve o azar providencial de ter e que é a primeira responsável pelo atávico estado de atraso do país. Não podemos contudo deixar de reconhecer que esta elite não é exógena, nem hoje nem na época de Teixeira de Pascoaes: ela brota diretamente da terra nacional e daquele “Povo” que ora despreza (a sua vertente mais “direitista”) ora idolatra de forma paternalista (na sua vertente mais “esquerdista”). Se esta elite enferma de defeitos de fabricação e ação, tal mais não se deve do que à permissão de transfusão do espirito centralista e castradoramente católico, solar e estritamente “masculino” do catolicismo (a “Roma” pascoaliana) e das correntes reativas do Positivismo norteeuropeu do Liberalismo republicano da Primeira República e da União Europeia da atualidade. Um e outro violam o sentimento português e ao serem adoptados tão convictamente pelas elites culturais e políticas acentuam o divórcio entre Povo e a asfixiada “alma portuguesa” de Paulo Loução e as elites que insistem em governar o país como se este fosse apenas mais um “país europeu”.

Obviamente, Portugal pelas sua tripla matriz atlante, céltica e semito-judaica não é um país europeu “normal”, não se entendermos por normalidade aqueles conceitos que a elite reinante desde Dom Dinis aculturou como seus: os de uma religião centralista, formal e externa, os de uma governança centralizada, utilitarista e areligiosa (se não mesmo ferozmente antireligiosa). Por isso não é difícil de antever um mal disfarçado sentimento de frustração nas elites políticas e culturais por este “abestalhamento” do Povo, que arrastam penosamente atrás de si, procurando afanosamente e insessatemente “civilizar” e “europeizar”. A frustração deprime os políticos sinceros e leva-os a acreditar que Portugal é um pântano ingovernável e leva-os a transpor esse sentimento a toda a sociedade, contribuindo assim para um sentimento depressivo que habita aquilo que resta da alma portuguesa…

“A primeira cousa a fazer, é dar às Crianças, nas escolas, o conhecimento mais completo da alma da sua Raça, para que elas a comunguem e adquiram a perdida energia moral. É preciso que a escola, antes de tudo, crie portugueses autênticos. E assim, a reforma da instrução primaria deveria ser feita nesse sentido.”

Como Agostinho da Silva, Teixeira de Pascoaes aponta aqui aquele que é efetivamente o grande travão do nosso desenvolvimento pessoal e enquanto comunidade: a Educação. O poeta de Amarante não detalha, contudo, de uma forma tão aturda como Agostinho o seu plano educativo. Noutros textos, divide este esforço em três áreas distintas: escolas primárias, escolas profissionais e universidades, estando todos estes escalões sob controlo do movimento da “Renascença Portuguesa”, mas além deste objetivo algo vago de “criar portugueses autênticos” e de uma busca por uma recuperação da alma portuguesa das grilhetas que Paris (Europa) e Roma (Igreja católica) lhe deitaram, não vemos mais detalhe… Ainda que em si mesmo, o imperativo de reencontrar a perdida e oprimida alma portuguesa seja amplamente suficiente, naturalmente… Ainda que Pascoaes nunca se tenha alargado muito sobre esta “educação portuguesa”, noutros pontos exprimiu o seu desejo de que esta contivesse um forte enfoque técnico e cientifico, para além de uma tónica principal sobre a literatura e a capacidade e conhecimentos sobre a língua, a sua escrita e até uma forma revivida de religiosidade, contendo esse híbrido único da “religião popular portuguesa”

“A segunda importantíssima reforma seria a da nossa Igreja. Impõe-se a fundação da Igreja Lusitana.”

Se será pela Educação que se recuperará o essencial da adormecida alma portuguesa, esta recuperação só será duradoura se for acompanhada de uma renovação da participação espiritual que a religião ocupa na vida anímica do povo… É imperativo que este cruzamento único que se registou aqui, neste extremo ocidental da Europa, entre a matriz semita e israelita (que contribui, não o esqueçamos, para 20% do genoma português), a matriz celta (naturalística e ctónica, tão flagrante na religiosidade popular pré-romana) e a matriz cristã (neoplatónica e pelágica, logo pessoalista e direta e não mediada nem centralista como aquela versão de cristianismo que Roma nos impôs). É esta versão tríplice, simultaneamente revolucionaria e tradicionalista da religiosidade e espiritualidade que serviria de alicerça à fundação de uma “Igreja Lusitana”, completamente independente de Roma e da hierarquia católica e fiel para com a religiosidade popular que, assim, poderia reemergir e preencher o esvaziado aspecto espiritualista da forma lusa de viver a vida, e que o Positivismo “utilitarista” e “tecnocrático” da atual União Europeia é apenas a forma de despersonalização mais recente que se exerceu sobre Portugal.

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Instalando o VLC Player no Linux Lintus do Acer Aspire One

Acer Aspire One em http://www.pceee.net

Acer Aspire One em http://www.pceee.net

Recentemente, aproveitei uma retoma de uma máquina fotográfica na FNAC e… comprei com a diferença um Netbook. A escolha recaiu no mais barato de todos os modelos disponíveis (e eram bastantes!), o Acer Aspire One. O sistema operativo Linux do Aspire One é o MPlayer e funciona bem, excepto quando vídeo é no cada vez mais popular formato xVID e até o anterior DivX… Na verdade, é incompreensível porque é que a Acer não atualizou ainda o seu vídeo player para este formato, mas podemos resolver esta limitação instalando os codecs para estes formatos, acedendo a http://www.mplayerhq.hu/design7/dload.html, descomprimindo-os e copiando-os para “/usr/lib/codecs/”. Dizem que funciona, mas… Não no meu caso, pelo menos.

Recomendo antes outro método, que passa pela mais simples instalação do conhecido VLC, recorrendo ao seu site e instalando a versão RPM para Linux Fedora 8, a distro e versão onde se baseia a distro Lintus do Acer Aspire One. Foi muito mais simples, menos “command-line” e no meu caso, funcionou melhor de que a tentativa frustada de adicionar novos codecs ao MPlayer.

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LogMeIn: Controlando remotamente, de forma gratuita, outros PCs…

Já precisou de controlar o seu computador doméstico, o dos seus pais, dos seus filhos, etc, quando não está no local e passou para aquele sempre penoso processo de dizer para abrirem esta janela, de clicarem com o rato ali ou acolá tendando visualizar na sua cabeça o que eles estão a ver no écran e procurando assim ajudá-los na resolução de um qualquer problema informático?

Bem eu já passei e sei o que isso é.

Por isso, recomendo que passem pelo site do logmein (não, isto não é publicidade paga…), criem uma conta, com o vosso endereço de correio eletrónico atual e no fim do processo, instalem o “LogMeIn” (cerca de 10,2 Mb de download). A partir daqui poderão controlar de uma forma gratuita esse computador onde fizeram o registo a partir de um Browser noutro computador ligado algures na Internet, quer seja um Mac, quer seja um sistema XP ou Vista, mas infelizmente não em Linux… Há uma versão gratuita disponível AQUI. Após a sua instalação, o computador liga-se aos servidores da LogMeIn e se na outra máquina acedermos a http://www.logmein.com e logarmos com o mail e a password criada aparece uma página “Meus Computadores” onde podemos escolher qual vamos controlar remotamente com o nosso teclado e rato.

O sistema pode ser usado ainda para partilhar ficheiros e gravar em ficheiros AVI a sessão de controlo remoto.

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