Daily Archives: 2009/07/22

Apanhou um vírus? Então apague os Restore Points do Windows…

Não se esqueça de apagar os Restore Points depois de um ataque de um vírus (que infetou o seu pc)

Porque o vírus poderá lá se encontrar… Pronto a regressar se um dia restaurar o seu sistema para um desses restore points.

Para os apagar basta colocar em System properties a checkbox em “Turn off System Restore”:Apply e depois, tornar a marcar.

Isso apagará os restore points (infetados e não infetados) em c:\System Volume Information (pasta invisível)

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Projeto Rockon: Lançando foguetões a partir de balões

Se a maior parcela de um foguetão é o combustível para que este percorra os primeiros quilómetros de percurso ascensional na atmosfera, então não nos podemos admirar que existam vários projetos para queimar esta dispendiosa primeira etapa de uma viagem para o Espaço. Desde projetos israelitas de lançamentos de microsatélites a partir de F-15 Eagles modificados, até a projetos semelhantes com MiG-31 Foxhound e ao menos conhecido… Projeto Rockon.

O projeto Rockon consistia num foguetão de quatro estádios lançado a partir de um balão estratosférico.

O projeto foi abandonado definitivamente em 1992 depois de décadas de ensaios. O primeiro Rockon foi lançado de um quebra-gelos ao largo da Groenlândia no começo da década de 50. Nos anos subsequentes vários modelos de foguetões foram experimentados, como os “Deacons”.

O conceito foi o resultado das mentes do tenente M. L. (Lee) Lewis, de S. F. Singer e de George Halvorson corria o ano de 1949. A sua ideia era a de levar um pequeno foguetão até às camadas mais altas da atmosfera e depois, por radiocontrolo, dispará-lo. Desta forma, o foguetão chegaria muito mais alto do que se tivesse sido lançado de terra, recolhendo dados meteorológicos a altitudes muito mais altas do que seria possível de outra forma.

Além dos já mencionados “Deacons”, também foram utilizados foguetes Loki e Hawk, até à década de 60. A aparição de vários modelos de pequenos foguetões baratos, assim como a multiplicação de satélites em órbita tornaram o conceito redundante e levaram ao encerramento do projeto na década de 90.

O conceito Rockon implica o lançamento de um balão de doze metros de diâmetro de um navio a altitudes polares (onde a atmosfera é menos densa). Este balão levaria o foguete até a altitudes entre os 9 e os 27 km menos de 80 minutos. Aqui, um comando de radiocontrolo ligaria os motores do foguete levando a carga útil de 18 kg a altitudes de mais de 100 km. Ao ser ativado, o foguetão atravessaria o frágil tecido do balão que o transportava, subindo sempre até alcançar a sua altitude máxima.

De certa forma, é incompreensível porque depois do Rockon não se reinventou o conceito para lançar pequenos satélites… De facto, usando um par ou mesmo um treino de balões estratosféricos, seria teoricamente possível lançar até foguetões com maiores carga úteis, com uma redução significativa de custos resultante da desnecessidade de uso do maior e mais pesado (e caro) primeiro estádio de um foguetão orbital. A maior dificuldade, reside contudo no facto dos ventos da alta atmosfera serem imprevisíveis e podem arrastar os balões muitas centenas de quilómetros além do ponto de lançamento, o que dificulta seriamente a exigida precisão de lançamento para que se alcance uma órbita muito específica, estável e antecipadamente prevista. Mas se um dia essa dificuldade for ultrapassada, então, não duvidemos que o inovador conceito do Rockon, estará de volta…

Fonte:
www.astronautix.com

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O reator nuclear de fusão “ITER” sofre novos atrasos e deslizes de custos

O ITER, ainda em plano em http://www.efda.org

O ITER, ainda em plano em http://www.efda.org

A construção daquele que pode ser uma das maiores promessas para a solução dos problemas de energia do mundo, o reator de fusão ITER que está a ser construído no sul de França caminha a passos largos para ultrapassar o orçamento e sofrer atrasos consideráveis. Tudo isto, porque estão a ser encontradas dificuldades inesperada em desenvolver os materiais capazes de resistirem às elevadíssimas temperaturas que o núcleo do reator será capaz de gerar.

As promessas do ITER são contudo extraordinárias e plenamente merecedoras de paciência e de um reforço de investimento. Essencialmente, promete produzir quantidades de energia virtualmente ilimitadas e limpa. E isto no mundo perigosamente perto de se auto-destruir por virtude da acao humana no Aquecimento Global.

Estima-se atualmente que o custo total do ITER deverá ultrapassar os 11 biliões de euros, bem mais do 10 biliões inicialmente previstos, um valor que só por si já era o dobro das primeiras estimativas.

O ITER pretende criar as mesma temperaturas que existem no núcleo do Sol, propiciando assim à fusão dos átomos de hidrogénio em hélio. E não falamos de outras temperaturas que não sejam os 150 milhões de graus Celsius, para que se tenha bem uma noção da escala do desafio que está aqui em jogo e porque é que os materiais capazes de resistirem a estas temperaturas estão a revelarem-se serem tão difíceis de criar.

O projeto ITER é o resultado da confluência do esforço de vários países, consubstanciado num tratado internacional assinado pela União Europeia, EUA, Rússia, China, Japão, Índia e Coreia do Sul em 1986. O ITER não é um destino em si, mas o começo de uma caminhada, pretendendo ser apenas o primeiro de toda uma geração de novos reatores de fusão, desenvolvidos a partir da tecnologia radicalmente nova que está a ser criada para ele.

A Europa encarou o ITER com a atenção que o projeto merece, estando a financiar o projeto em 45%.

Segundo o plano atual, o ITER deve começar a funcionar de forma experimental em 2018, mas a produção de energia deverá acontecer apenas a partir de 2026, e isto se forem vencidas as dificuldades atuais… De qualquer forma, 2026 pode ser já demasiado tarde, já que se estima que o pico mundial da produção de petróleo seja alcançado já em 2017 e que depois de 2026 ainda serão precisos pelo menos mais dez anos para massificar esta tecnologia e construir mais reatores de fusão.

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1265554

Categories: Ciência e Tecnologia, Ecologia, Economia | Etiquetas: | 1 Comentário

Telemóvel molhado: Dez dicas

Já deixou cair o seu precioso iPhone (livra!) ou HTC num lavatório, banheira ou… sanita? Bem, se sim então estas dicas são do seu especial interesse…

1. Tire-o da água o mais depressa possível. Quantos mais segundos ele estiver imerso, mais água vai entrar pela capa e contactar com os delicados circuitos internos e com a energia elétrica que o mantêm a funcionar, criando múltiplos pequenos (ou não…) curtos-circuitos.

2. As boas notícias são que se essa imersão não demorar mais do que uns vinte ou trinta segundos, há boas possibilidade de o seu telemóvel não ter sofrido danos irreparáveis…

3. Remova a bateria, logo que tirar o telemóvel de dentro da água. É do simples bom senso afastar a água o mais depressa da eletricidade na bateria.

4. Depois de retirar a bateria, retire logo de seguida também o cartão SIM. Há sempre contactos aqui gravados e a água pode apagar estes dados… Especialmente se não tiver um backup dessa lista de contactos, o que, admitamos é mais ou menos a regra… Felizmente, os cartões SIM aguentam bem a imersão, bastando tirá-lo da agua e deixá-lo a secar.

5. Depois de ter tirado a bateria e o cartão SIM, sacuda o telemóvel de forma forçar a saída de qualquer água que possa ter entrado no aparelho. Use de seguida papel de cozinha para o secar, absorvendo o máximo de agua.

6. Se possível, desmonte-o ou retire pelo menos todas as partes que conseguir, para que sequem.

7. De seguida, use um aspirador para sorver a água remanescente, mas nunca um secador de cabelo, já que isso poderá empurrar agua bem para o interior dos circuitos, onde farão mais danos.

8. O seu passo seguinte deverá ser o de deixar o seu telemóvel no meio de algo com elevada capacidade de absorção de água. Por exemplo arroz. Alternativamente pode deixá-lo sobre um pano absorvente, como aqueles que se usam na cozinha, tendo a atenção de o substituir regularmente, dada duas horas, pelo menos.

9. Só no dia seguinte deve tentar tornar a ligar o telemóvel. Antes, contudo, procure garantir que não há qualquer vestígio visível de humidade. Se não, peça a um amigo uma bateria idêntica, e teste. Se funcionar está perante uma bateria avariada, mas um telemóvel funcional.

10. Se o entregar para reparação ou reposição (por garantia) não minta… Há varias formas de provar que a avaria se deveu à intromissão de agua nos seus circuitos.

Fonte principal:
http://www.wikihow.com/Save-a-Wet-Cell-Phone

Categories: Ciência e Tecnologia, Sociedade | Etiquetas: | 15 comentários

Programa VBA para Outlook para contagem de items de correio

Este código VBA pode ser usado em Outlook2003/7 para contar o número de mensagens enviadas ontem (ou noutro dia)

Public iCount

Private Sub Count_Yesterday()

Dim oNS             As NameSpace

Dim oFolder         As MAPIFolder

Dim strBody         As String

Dim objMsg          As MailItem

Dim intCount        As Integer

Dim i               As Integer

Dim iMeetCount      As Integer

Dim dtPrevDate      As Date

Dim blnDateChanged  As Boolean

SentcomSub1 = 0

InboxcomSub1 = 0

SentcomSub2 = 0

InboxcomSub2 = 0

iCount = 0

Set oNS = GetNamespace(“MAPI”)

Set oFolder = oNS.GetDefaultFolder(olFolderSentMail)

intCount = oFolder.Items.Count

Set objMsg = Application.CreateItem(olMailItem)

iMeetCount = 0

antes = InputBox(“Quer contar quantos dias para atras? Se responder em branco, assume 1 dia (ontem)”)

If antes = “” Then antes = 1

dtPrevDate = Date – antes

For i = 1 To intCount

Select Case oFolder.Items(i).Class

Case olAppointment

‘Don’t do anything at this time, might need this functionality later

Case olContact

‘Don’t do anything at this time, might need this functionality later

Case olMail

‘Set myOlApp = CreateObject(“Outlook.Application”)

‘Set myItem = myOlApp.ActiveInspector.CurrentItem

‘mfrom = myItem.SenderName

If dtPrevDate = DateValue(oFolder.Items(i).CreationTime) And InStr(oFolder.Items(i).Recipients(1), “on behalf of; ASASASAS“) > 0 Then

‘strBody = strBody & “Creation Time: ” & oFolder.Items(i).CreationTime & vbCrLf

‘strBody = strBody & “Subject: ” & oFolder.Items(i).Subject & vbCrLf

‘strBody = strBody & “To: ” & oFolder.Items(i).Recipients(1) & vbCrLf & vbCrLf

‘Print #1, “From: ” & MailItem.SentOnBehalfOfName

iCount = iCount + 1

sub1 = “Nome de template

If oFolder.Items(i).Subject = sub1 Then

SentcomSub1 = SentcomSub1 + 1

End If

‘sub2 = “RE: Publisher”

‘If oFolder.Items(i).Subject = sub2 Then

‘    SentcomSub2 = SentcomSub2 + 1

‘End If

End If

Case olMeetingRequest

‘Don’t do anything at this time, might need this functionality later

End Select

Next

iSent = iCount

iCount = 0

Set oFolder = oNS.GetDefaultFolder(olFolderInbox)

intCount = oFolder.Items.Count

Set objMsg = Application.CreateItem(olMailItem)

iMeetCount = 0

‘dtPrevDate = Date – 1

For i = 1 To intCount

Select Case oFolder.Items(i).Class

Case olAppointment

‘Don’t do anything at this time, might need this functionality later

Case olContact

‘Don’t do anything at this time, might need this functionality later

Case olMail

‘MsgBox DateValue(oFolder.Items(i).CreationTime)

If dtPrevDate = DateValue(oFolder.Items(i).CreationTime) Then

‘strBody = strBody & “Creation Time: ” & oFolder.Items(i).CreationTime & vbCrLf

‘strBody = strBody & “Subject: ” & oFolder.Items(i).Subject & vbCrLf

‘strBody = strBody & “To: ” & oFolder.Items(i).Recipients(1) & vbCrLf & vbCrLf

iCount = iCount + 1

If oFolder.Items(i).Subject = “Nome de template” Then

InboxcomSub1 = InboxcomSub1 + 1

End If

‘RE: Publisher

‘If oFolder.Items(i).Subject = “RE: Publisher” Then

‘    InboxcomSub2 = InboxcomSub2 + 1

‘End If

End If

Case olMeetingRequest

‘Don’t do anything at this time, might need this functionality later

End Select

Next

iInbox = iCount

objMsg.To = “nome@mail.pt”

objMsg.Subject = “Contagens das mensagens de mail enviadas ontem: ” & CStr(dtPrevDate)

objMsg.Body = “Foram enviadas (Sent Items) com <on behalf of; ASASASAAS>: ” & CStr(iSent) & ” mensagens desta mailbox.” & Chr(13) & “Foram recebidas (Inbox): ” & CStr(iInbox) & ” mensagens desta mailbox.” & Chr(13) & Chr(13) & “Mensagens com um Subject especfico (exato):” & Chr(13) & _

” Com Sent Items:Subject: <” & sub1 & “> -> ” & CStr(SentcomSub1) & Chr(13) & ” Com Inbox:Subject: ” & sub1 & ” -> ” & CStr(InboxcomSub1) & Chr(13)

‘” Com Sent Items:Subject: ” & sub2 & ” -> ” & CStr(SentcomSub2) & Chr(13) & ” Com Inbox:Subject: ” & sub2 & ” -> ” & CStr(InboxcomSub2) & Chr(13)

objMsg.Send

Set oNS = Nothing

Set oFolder = Nothing

Set oNewMail = Nothing

Set objMsg = Nothing

End Sub

Sendo um “frakenstein” de vário código disperso na Net, com muitas partes comentadas (funcionais) para fácil expansão de capacidades.

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